Retardados completos

1 Traumatizada pela purpurina


Notas iniciais
Primeiro capitulo espero que gostem. Boa leitura

Eu dormia tranquilamente enquanto sonhava com um mundo feito de nuttela. Oh, eu era a rainha, todos me respeitavam. O café da manhã,o almoço e o jantar eram sempre nuttela. Eu comia e não engordava. O rei da nuttela era o Tom Felton. Eu era a pessoa mais feliz na face da terra, até Gina e Hermione me acordarem.

– ACORDA PREGUIÇOSA! TEMOS UM JOGO DE QUADRIBOL PARA VENCER! – berrou Gina me derrubando da cama.

– Sai fora Gina! Eu quero dormir! – reclamei me levantando e deitando na cama novamente. – Ache outra artilheira para me substituir por hoje. Eu disse para vocês mudarem o jogo para uma da tarde, mas não. – pigarreei e fiz uma imitação barata de Gina falando: — Ah, nove horas é bem melhor!

– Não vai levantar? – perguntou Hermione apressada para ir para o campo. Tenho certeza de que ela quer ver o Rony se trocando.

[ N/Hermione: MENTIRA! ]

– Não! – respondi convencida de que elas iriam embora e me deixariam em paz.

– Okay então. — Gina pegou meu pé e começou a me puxar.

- OQUE? NÃO! EU DEPENDO DA CAMA! TRAVESSEIRO ME AJUDE! CAMA, MEU AMOR, EU TE AMO. NÃO SE PREOCUPE, EU IREI VOLTARRRRRR...

- Ah, Para de drama. Vem logo antes que eu chame o Malfoy para vir te buscar! — ao ouvir isso, corri para o banheiro e comecei a me tocar.

Desgraçada! Ela vai me pagar.

P . O . V Harry

Gina disse que iria buscar Evylla e que voltaria rapidamente. Agora você se pergunta, a quanto tempo ela foi? Meia hora! Até o Neville conseguiria ir e voltar mais rápido.

– Cadê a Hermione? – perguntei quando ela chegou ao meu lado e jogou Evylla no chão sem dó nem piedade.

– Foi para as arquibancadas.

– Vocês demoraram!

– Você não tem ideia de como foi difícil trazer essa gorda até aqui. — Evylla que até agora estava no chão dormindo, levantou a mão, mostrou o dedo do meio para Gina e disse:

- Gorda é a sua mãe, bitch! — abaixou a mão e voltou a dormir.

– Sabia que era melhor o jogo ter ficado para a uma da tarde. — Gina me lançou uma olhar irritado. – O que foi?

– Será que todo mundo vai me dizer isso hoje? – ela perguntou e saiu pisando duro.

Eu hein, mulheres!

– Acorda, otária! – dei um chute em Evylla – O jogo já vai começar.

A filha de Hades praguejou em grego antigo e, por fim, levantou.

– Que inferno! Essa merda desse jogo tinha que ser as nove horas?

– Bom dia. Sim Evylla, eu estou bem, obrigada por perguntar. Por favor, pegue e sua vassoura e prepare-se o, jogo já vai começar.

Ela me ignorou ( ou pelo menos fingiu ) e foi pegar sua vassoura.

– Senhoras e Senhores, os jogadores da grifinória! Ah, e os da sonserina. – Lino disse para todos nas arquibancadas e nós entramos divando no campo.

P . O . V Evylla

Ainda não acredito que eu vou jogar. Devia estar dormindo!

Madame Hooch apitou e jogou o balaço para cima. O jogo começou.

Todos voavam de um lado para o outro. A verdade? Eu fiquei parada no meio do campo olhando de um lado para o outro e vendo os outros jogarem.

- Evylla cuidado!

Olhei para trás e um balaço me atingiu na testa. Então cai da vassoura.

. . .

Acordei com uma puta de uma dor de cabeça, e mataria qualquer um que me irritasse.

– Ela acordou — ouvi alguém dizer. Era uma voz melosa. Tão melosa que que no mesmo instante em que eu ouvi, me deu enjoo.

Com um pouco de esforço me sentei. Massageei minha cabeça e olhei para a frente.

– AHH! — gritamos eu e um ser coberto de purpurina. Ele era estranho. Sua pele era azul, seu rosto era o de um falcão, mas da cintura para baixo ele tinha corpo de peixe. Usava uma blusa dourada e coladinha. Era tão feio quanto a bunda do cérbero.

[ N/Nico: Não ofenda a bunda do cérbero! ]

Oh, sim, desculpa.

– Qual o seu nome, criatura? — perguntei me afastando o máximo daquele cruzamento de peixe estragado com falcão triturado.

– Hã.

Era só o que me faltava, além de feio, não fala a minha língua.

– Qual o seu nome?

– Hã.

– Vou repetir mais uma vez. Qual. O. Seu. Nome ? — disse pausadamente. Talvez assim ele entendesse.

– Hã.

– QUAL O SEU NOME, PORRA?!

– MEU NOME É HÃ, PORRA!

– Ah, tá.

Parei para observar o lugar aonde eu estava. Era um quarto com um camaKing-size, comodas brancas, uma tapete persa no centro, um guarda roupa também branco, e duas portas. Uma para sair e entrar, e outra que suponho levar ao banheiro. Até que seria uma quarto bonito e habitável para uma diva como eu, se as paredes não fossem cobertas de purpurina dourada.

Notei a presença de uma outra "pessoa" no quarto. Era igual a Hã, mas a sua blusa era rosa. Hã, percebendo que eu olhava para o desconhecido logo falou:

- Oh, esse é meu irmão gêmeo. Seu nome é Hõ.

Por isso digam não as drogas, crianças.

Hõ tirou um saquinho de purpurina azul e começou a jogá-la em mim como se eu fosse uma salada, a qual a quantidade de sal nunca estava boa.

- Porque você esta fazendo isso? — perguntei indignada com a situação.

- Você é estranha. Você não tem brilho. — é porque eu sou uma diva querido, não preciso de purpurina para brilhar.

- Mas isso não significa que você pode jogar essa droga dessa purpurina em mim, como se eu fosse uma salada!

Isso não fez com que ele parasse.

- Me dá essa merda aqui! — puxei o saquinho da mão dele e joguei pela janela.

- Você esta com fome, querida? — perguntou Hã.

- Estou.

- Ainda bem. Preparei uma refeição especial para quando você acordasse.

Ele foi até uma comoda, pegou uma bandeja e a trouxe té mim. Eu dou uma braço para quem adivinhar qual era a refeição. Não otário, não era purpurina ( embora o suco fosse purpurina misturada com água ) era lagosta. Lagosta viva.

- Pensando bem... ér, eu estou com dor de barriga

- Oh, que pena. Está uma delicia.

- Imagino. Como eu cheguei aqui?

- Você saiu do esgoto. É uma honra visitantes aparecerem pelo esgoto. — não acredito nisso.

- Eu... eu preciso voltar para casa. Vocês sabem como? — perguntei com esperanças.

- Você terá de falar com o rei. Afinal, ele é quem convoca os visitantes.

- Okay. Vocês poderiam me levar até o castelo?

- Não será preciso. De qualquer ponto da cidade da para ver o castelo.

- Ótimo. Então, adeus. Até nunca. By.

- Tchau.

Assim que sai da casa de Hã, vi uma cena extremamente estranha. Do outro lado da rua tinha um posto, até ai tudo bem. O frentista foi atender o motorista que provavelmente pediu para abastecer o carro com gasolina. Ele pegou a mangueira e começou a abastecer, uma gota de gasolina escorreu pelo carro. Mas aquilo não era gasolina, gasolina não brilha. Então a minha pobre pessoa descobriu que aquilo era purpurina.

- Ah, não creio nisso. Agora só falta eles cagarem purpurina!

Em resposta a isso, um cachorro parou do meu lado e fez o número dois, mas aquilo não era o número dois. O que era? O que era? Purpurina.

Para não ficar mais traumatizada do que já estou, decidi seguir caminho até o castelo, que graças a Zeus não ficava muito longe.

Cinco minutos depois estava no portão do castelo.

- Quem é você? — perguntou um guarda que estava lá.

- Eu sou o Bin Laden.

- Então teremos que cortar a sua cabeça.

- OQUE? NÃO! Era brinks. Eu sou uma visitante.

- Deseja falar com o rei?

Não, magina. Eu vim aqui mendigar algum pão velho e cheio de formigas.

- Isso mesmo.

- Então entre.

O guarda me escoltou até o salão real. Não sei para quê. Eu não sou tão perigosa.

[ N/Percy: não magina. ]

Calado Jackson!

Eu olhava para meus sapatos para as paredes, para o teto, menos para o rei. Então, por fim, levantei minha cabeça.

- VOCÊ? — gritamos eu e Zeus ao mesmo tempo.

- O que você faz aqui? — ele perguntou estupefato.

- Foi você quem me trouxe para cá, sua anta!

- Claro que não! Eu pedi um jogador de quadribol profissional!

- Obrigada pelo elogio. Eu sei que eu jogo muito bem. Mas espera! Como você sabe sobre quadribol?

- Han, ér... não te interessa!

Tenho certeza que ele tem uma amante bruxa. E quando eu descobrir quem é, vou contar para Hera.

Olhei para Zeus e vi em seu colo um projeto de vaca com gazela.

- Hera sabe que você trai ela com esse projeto de vaca? — eu perguntei desconfiada?

- Eu não traio ela!

- Hum, sei. Me leve de volta para casa.

- Não.

- Eu não pedindo, estou mandando! Ou então eu conto aos deuses sobre esse seu mundinho tosco e você estará ferrado.

Zeus estremeceu e estalou os dedos. Tudo ficou preto.

. . .

Acordei no campo de quadribol com milhares de cabeças me observando. Inclusive a do Malfoy que parecia prestes a me beijar.

Olhei para ele descrente e lhe dei um tapa bem dado.

- Isso é para você aprender a nunca mais tentar abusar de mim enquanto eu estiver inconsciente! Seu oxigenado!

- Evylla? — Hermione surgiu no meio da multidão. — Graças a Deus! Pensamos que você havia morrido! Seu coração havia parado...

- Até pedimos para o Malfoy fazer uma respiração boca a boca em você. — continuou Harry com um sorriso malicioso. — Você está bem?

Me levantei e dei um tapa na sua cara.

- Eu não sai do útero da minha para isso!

Joguei meus cabelos sobre o ombro e sai de lá like a diva.

- Ela acordou e já saiu batendo nas pessoas, é claro que ela está bem! — Harry disse massageando seu rosto.

Notas finais
Comentários? Recomendações? Até a próxima quarta queridos e queridas.
BEIJJUUUUS...