Repentino
11 Consolo e... sorvete!
Notas iniciais
euzinha vim aqui postar pra voces a ultima parte do flashback(harumy nao pode postar comigo denovo, novidade!)
Vamos finalmente descobrir como a Yuki e uma vadia! :3
ate la embaixo!
Fomos conversando durante todo o caminho, era bom ter a Yuki por perto, ela era divertida, me fazia esquecer os problemas.
Assim que chegamos em casa coloquei as coisas da Yuki no meu quarto e as minhas coisas na sala.
Ai você pergunta, porque você fez isso John ? Afinal não era só dormir no mesmo quarto que o Yamato e deixar o outro pra Yuki ?
Leia essa parte de novo, “dormir no mesmo quarto que o Yamato” , ai esta a sua resposta, o cara era muito pervertido, ate pro meu gosto ele é pervertido de mais, tinha vivido pouco tempo com ele mais acho que já vi umas duzentas mulheres entrando no quarto dele, periga ele fazer “certas coisas” comigo dentro do quarto e se eu reclamar ele me convidar pra suruba.
Não, muito obrigada, eu prefiro não ver o Yamato em ação.
E porque não pus a Yuki na sala ? Eu não acho seguro ela dormir sem uma tranca na porta, vai que eu ou o Yamato agarramos ela ?
Depois de alguém tempo eu e a Yuki sentamos no sofa e ligamos a TV, coincidentemente tá passando nosso filme favorito, ela deita a cabeça no meu ombro.
–John, você se lembra do que eu disse na noite em que você fugiu ?
“Você quer dizer na noite em que a Anne morreu ?”- pensei.
Aqueles sentimentos horríveis voltaram, queria esquecer aquela noite inteira !!!
Quando a gente quer que o auzaimer ataque ele fica bem quietinho né seu desgraçado ?
–Não, não lembro de nada daquela noite.
Disse, pensando que se talvez eu dissesse realmente eu poderia esquecer, mais não fez efeito algum, continuei lembrando das coisas com a mesma vivacidade.
–Então eu vo repetir . — ela disse, mais agora ela estava deitada sobre mim.
A alguns dias atras eu ficaria louco com aquela visão, uma garota linda deitada sobre mim deixando a mostra parte de seus peitos que o vestido azul turquesa não tapava muito bem e apertando suas cochas, que estavam uma de cada lado do meu corpo, contra o meu tronco, a alguns dias eu ficaria muito exitado só em imaginar aquela cena, mas hoje eu não sentia nada, nada alem de desespero como se eu quisesse a tirar de cima de mim, como se ela fosse minha irmãzinha e não soubesse o que esta fazendo.
Irmãzinha ?
Ela chegou perto do meu ouvido e disse.
–Eu te amo. — ela foi me beijar, eu deixei.
Sim, você não leu errado eu deixei e não , não foi porque eu sou um pervertido.
Eu tinha que definir o que eu estava sentindo, eu sabia que amava a Yuki mais não sabia como classificar o meu amor por ela.
Aquele pequeno beijo doce virou um beijo um pouco mais selvagem, eu deveria estar louco pra tirar a roupa dela mais só o que eu sentia era nojo, nojo de mim mesmo, como se eu não devesse estar fazendo aquilo.
Começaram a passar flashbacks na minha cabeça de quando eu era criança.
Não, isso não é careta e não acontece só em filmes não.
Me lembrei de tudo que passei com a Yuki, das vezes que ela se machucava e eu saia correndo com bandeide pra ela, das pessoas que eu cagava a pau porque haviam a magoado, de todas as vezes que eu a reconfortei e de todas as vezes que eu cuidei dela, de todas as vezes que eu pus a felicidade dela antes da minha.
Cada vez o nosso beijo se aprofundava, ela começou a se despir tirando primeiro o vestido, quando ela tentou baixar a própria calcinha a impedi segurando a sua mão.
–Não, eu não posso. — ela se sentou do meu lado.
–Porque não ? — ela ficou emburrada, era tão fofinha assim.
–Porque eu te amo.
–Agora que eu não entendi nada. — realmente era meio confuso.
–Eu te amo como uma irmã. — putz, ela tava com cara de zumbi.
–Mais eu não quero ser sua irmã, Joy, eu te amo de verdade, porque você não me ama como eu te amo?
–Porque eu acho que nunca mais vou amar desse jeito de novo. — me levantei e fui tomar um banho, eu tinha que esconder as minhas lagrimas, chorei horrores ate uma frase já bem conhecida por mim ecoar na minha mente.
“tudo vai ficar bem”.
Depois de algumas horas no banho sai e fui em direção ao quarto do Yamato pra pegar o tal terno, vesti e me penteei.
Eu fiquei lindo.
Ok, ate eu concordo que eu me achei agora.
–Ta parecendo uma ovelinha a caminho do matadouro !!! — Yamato e suas frases de mer . . . quer dizer efeito.
Ele já estava com a “roupa de trabalho”.
Estavamos saindo de casa, quando passamos pela sala e Yuki me mandou um olhar um tanto assassino, gelou ate a alma.
Acho que vou adotar esse olhar.
Eu e o “senpai” entramos no carro velho e fomos em direção a festa do aniversario do prefeito, o Yamato tinha conseguido dois convites ( não me pergunte como ) e nos íamos caçar nossas vitimas por la, antes de sairmos do carro perguntei.
–Hoje mesmo você vai contar sobre a Anne pra Yuki e sobre o nosso “emprego”. — eu não teria coragem.
–Tá bom, e em falando em Yuki . . . o que você fez com ela ? Ela tá usando o olhar “você vai morrer”.
Contei tudo pro Yamato, se eu não contasse a Yuki ia contar dizendo bem assim:
( leia tudo com uma imitação ridícula da voz da Yuki)
“o joy me agarrou e depois disse que eu era como uma irmãzinha, provavelmente me chamando de retardada, e que não queria nada comigo, bua bua”
O Yamato deu um tapa na minha cabeça.
–Baka. — eu entendi o que ele quis dizer, eu não devia ter deixado ela acreditar que eu a amava como parceira.
Entramos no baile, foi bem facil se enturmar, as damas eram ate legais, vai ser meio chato ter que rouba-las, senti alguém apertando a minha bunda, tive que segurar a vontade de bater na cara do indivíduo.
–Sabe eu adoro ruivos. — o ser cochichou no meu ouvido.
Não pode ser.
Essa voz . . . Essa voz . . .
–Governador !?!
–Parece que você me conhece . — ele pôs o braço em cima dos meus ombros.
–Ele é um bom jovem senhor. — disse uma das senhoras.
–Bonito e educado ! -disse a moça mais jovem do local.
–Quem diria que um jovem de ouro desses estaria aqui . — ele tá bebado. — sera que é bom na cama também ?
É a minha chance, ele é rico e tá bebado , a isca perfeita !!! Alem do mais, eu não teria o menor remorso de roubar um ser trouxa feito ele.
–Que tal descobrir por si mesmo ?- respondi com cara de safado.
Ele levantou uma das sombranselhas.
–Você é bem ousado também, quer ir la em casa?
Facinho facinho .
–Claro, eu adoraria ver a casa de um governador.
Estávamos quase saindo quando vi o Yamato no outro lado do salão me acenando, ele tava com uma duas mulheres nos braços, legal, premio em dobro.
Entramos no carro, o governador passou o caminho inteiro massageando a minha perna, eita cara tosco.
Entramos na casa.
–Que linda a sua cas. . . — não tive tempo de terminar a frase, o homem atacou meu pescoço.
–No . . . nos não vamos . . . beber nada ? — ele se afastou de mim.
–Sabia que você era perfeito de mais, você acha que é o primeiro a tentar me roubar ?
Sabe aquele sentimento de “agora ferrou” ? Multiplica por mil.
Ele me derrubou no chão e ficou de quatro sobre mim, arrancou meu casaco e minha camisa, começou a atacar meu pescoço e descer seus beijos ate um dos meus mamilos e começou a lambelo e mordisca-lo, sem querer soltei um pequeno gemido.
“Eu tenho que achar uma brecha pra fugir, não vou fazer nada com esse idiota !”
Ele começou a abrir o ziper da minha calça e logo logo já estava só de cueca, o governador se afastou e me olhou.
–Você é bem bonitinho sabe. — essa ai é a minha chance !!!
Rolei para o lado saindo de baixo do homem, e corri para o lado de algo que acho que é uma cristaleira, o homem riu.
–Você gosta de brincar ? Então eu vou brincar também. — ele começou a andar na minha direção, comecei a correr e ele veio atras de mim, comecei a olhar em volta, ver as salas da casa enquando corria e então tive uma ideia assim que eu vi o banheiro.
É obvio que eu não ia usar o banheiro tá .
Corri para dentro do comodo e o governador também.
–Que tal um banho ? — eu disse sorrindo pra ele.
Eu não to ficando louco tá!
–Você mudou de ideia tão rapido assim ? — ele disse meio desconfiado, ele era o tipo de bebado pervertido mas não burro.
–Se eu não vou conseguir fugir pelo menos vou me divertir.
Ele começou a andar na minha direção.
–Fecha a porta, não quero que ninguém interrompa. — ele se virou e fechou a porta,enquanto ele estava de costas eu peguei a saboneteira e quebrei na sua cabeça.
Ele desmaiou, peguei a chave que ele usou pra fechar a porta do banheiro e pulei pela janela que era estreita, ele não conseguiria pular mesmo se estivesse sobrio, fiz a volta na casa e entrei pela porta da frente, que o idiota havia deixado aberta, entrei e peguei tudo, joias, chaves de carros, dinheiro, tudo o que dava, me vesti e entrei no carro do governador e voltei pra casa, ao chegar la contei tudo pro Yamato, que já havia voltado, e pra Yuki, que ainda tava de mal comigo.
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–Depois disso nós compramos o bar e uma casa nova, que é aonde o Yamato mora, o governador tava tão bebado que nem se lembrou do meu rosto, então tudo terminou bem.'- John concluiu.
A vida dele havia sido horrivel, mas ha uma coisa mal explicada.
–E porque você não gosta da Yuki ? Agora eu sei porque ela tá de mal com você mais eu não vi motivo pra você ficar de mal.
John respirou fundo.
–Alguns anos depois as nossas vidas já estavam bem melhores, o meu bar tava dando lucro, o Yamato tava fazendo sucesso como advogado criminal, mas mesmo com o tempo a Yuki continuou braba, mal falava comigo, um dia eu arranjei uma namorada, ela era linda, ficamos juntos por tres meses ate o “assidente”.
Não gostei das aspas que ele usou.
–Um dia eu recebi a noticia que a minha namorada havia caido da escada e estava em coma, ela permaneceu desacordada por cinco meses e assim que ela acordou ela disse que uma garota chamada Yuki havia a empurrado e que havia deixado um recado, ela disse que eu não era capaz de amar ninguém, por isso eu fiquei de mal com ela, por causa da agressividade e a brutalidade.- deu uma pausa e olhou pra mim.- Por isso eu lhe contei tudo, porque não quero que isso aconteça com você, ou melhor, eu não aguentaria se isso acontecesse com você.
–John . . . — eu sentia que ele não havia me contado tudo, mais não teria coragem de perguntar nada no estado que ele estava.
Me senti ridículo, passei reclamando de coisas triviais que aconteciam comigo, coisas que nem chegavam a os pés da gravidade destas que ele havia acabado de me contar, eu reclamava como uma criança mimada enquanto ele nunca disse um ai sobre nada, eu sou patético.
–To cansado, vo dormi, boa noite Rin. — ele se levantou do sofa, bagunçou de leve os meus cabelos e foi para o seu quarto.
Odiava o ver daquela maneira.
Vo pra cozinha.
Nada que um sorvete não cure.
Peguei o sorvete no frizer e bati na porta do quarto do John, eu não ia deixar ele la jogado na cama depressivo, me negava a deixar ele daquele jeito !!!
–John, posso entrar?
–Não. — John, grosso? Imagina . . .
Abri a porta.
–Só perguntei por educação. — ele tava mais depre do que o naruto quando o sasuke foi embora.-to acompanhado com sorvete.
Se eu tinha aprendido algo com o meu nii-chan (é eu aprendi algo com ele!) era que qualquer coisa podia ser curada com sorvete.
Sentei do seu lado na cama e abri a caixa do sorvete, mesmo ele tando triste não rejeitou o sorvete.
Quem em sã consciência rejeita sorvete.
FOCO, to falando mais do sorvete do que do John.
Ficamos um tempo em silencio, assim que o sorvete acabou eu coloquei a caixa com as colheres no criado mudo e me virei em direção ao John, o observei por um tempo, digamos de passagem que eu adoro fazer isso ( dããã, serio??? ), ele havia perdido aa vivacidade, tanto seus cabelos, seus olhos, sua pele, tudo nele estava com menos brilho, aquelas lembranças o faziam muito mal pelo visto, mais o pior era que eu sabia que ele estava assim por minha causa, ele sempre foi tão bom pra mim ( do seu jeito mais foi ) e eu retribuo assim ?
Eu me deito na cama e ele põem a mão no meu rosto.
–Você pode dormir comigo hoje ? -John perguntou.
Primeiro eu fique corado e louco pra chamar ele de pervertido mais depois eu percebi que o ruivo só não queria ficar sozinho, não queria se sentir sozinho.
–Ta . . . tá bom.
Ele me abraçou, me deitei, aconchegando me em seu peito, escutando o bater do seu coração, um coração que batia de uma maneira que, acreditem ou não, me deixava relaxado, era como se meus musculos fossem gelatina, seu cheiro era uma droga pra mim, viciante, e o calor da sua pele era perfeita, em seus braços eu me sentia seguro, nada nem ninguém poderia me atingir enquanto eu estivesse ali, queria poder fazer com que o John se sentisse dessa maneira, me deitei sobre o ruivo, apoiando meu queixo no seu peitoral, como eu já disse tantas vezes, o John dormindo parece um anjo, um anjo ruivo, lindo e sexy.
To começando a achar que perversão pega.
Ele estava sereno, bem diferente de alguns minutos atras, não me segurei o vendo ali tão desprotegido, o beijei, um selinho delicado e doce, logo depois voltei a observa-lo, vi um sorriso aparecer em seu rosto e . . .
Como o rosto dele se mexeu se ele tá dormindo ??
–Você é tão fofo Rin. — o John disse abrindo os olhos devagar e tirando uma de suas mãos da minha cintura e começando a acariciar o meu rosto, fiquei levemente corado mais não parei de olhar para o rosto do ruivo, nossos olhos se encontraram, ficamos perdidos nos olhos um do outro ate o John se aproximar e me beijar, sua língua pediu passsagem e eu a deixei entrar, nossas línguas se entrelaçaram fazendo o mesmo movimento como se fossem uma só, esse beijo era diferente era como se ouvesse algo mais que desejo, algo como paixão .
John separou nossos lábios e nós voltamos para as nossas posições, ele deitado e eu apoiado em seu peito lhe olhando, a mão do maior que antes estava na minha nuca foi para a minha cabeça acariciando meus cabelos, ah como eu adorava aquilo.
–Sabe – ele começou olhando bem nos meus olhos – eu acho que amo você Rin.
Não pude evitar que a cor vermelha tomasse todo o meu rosto, me deitei em seu peito virando minha cabeça para o lado direito, não o deixando ele ver meu rosto rubro.
–Acho que também amo você. — disse baixo, mais num tom em que o ruivo pode ouvir.
Mesmo não vendo eu sabia que ele estava sorrindo.
–Rin, eu quero te dar uma coisa. — disse o John após alguns minutos, me sentei na cama, o vi abrindo a gaveta do criado mudo e pegando uma caixinha azul, colocando-a na minha mão, abri a caixinha e vi um colar prateado simples, o pingente era pequeno e em formato de gota.
Então eu me toquei, arregalei os olhos,mais ele não podia estar me dando mesmo o colar da . . .
–Anne . — disse o ruivo colocando o colar em mim. — ela ia querer que você ficasse com isso.-concluiu.
–Mais John essa é a única lembrança que você tem dela. — disse.
–Ela disse que eu tinha que seguir em frente, não disse ?
–Mas . . .
–Nada de mas. — ele faz uma pequena pausa e segurou o colar, que esta no meu pescoço. — enquanto você estiver usando isso você vai ser MEU, tá certo ?
–Nossa que possesividade. — que foi ? É possesividade sim.
–Certo ? — ele repetiu.
–Certo – disse assim como ele. — e agora vamos dormir porque eu to morto de sono.
John se deitou abrindo os braços.
–Pode vir. — se eu não tivesse tão no clima de romance certamente teria dado um soco nele, mas hoje eu vou dar uma exceção, me deitei em seu peito e adormeci.
Notas finais
Quero agradecer a nossa leitora Baka Senpai, que recomendou nossa fic no ultimo capitulo da sua fic JacexThiago (que eu e a harumy amamos, e recomendamos tbm!!!)
aqui o link: http://fanfiction.com.br/historia/340722/JacexThiago/
esperamos voces no proximo captulo...e nos review tambem :3
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