Notas iniciais
ok, esse terceiro eu postei no dia seguinte, mas foi só porque eu não tenho net em ksa e porque meus pais me chamaram pra ir embora, mas sempre que puder prometo postar quantos capitulos eu puder, então aproveitem esse cap! ^^

Eu abri a porta do meu quarto e a vi olhando uma foto minha com meu pai. Tinha sido a da primeira vez que ele me levou pra pescar...

Masaru: Raven?

Raven: Sim?

Masaru: Você tá bem?

Raven: Sim. Só estava olhando um pouco... Por quê? E-eu não podia?

Masaru: Hum? Ah, por mim tá tudo bem...

Raven: São você e seu pai, certo?

Masaru: Aham. Na primeira vez que ele me levou pra pescar.

Raven: Vocês parecem felizes. Pegou algum peixe?

Masaru: Sim, mas todos eram pequenos. A gente comprou um peixe grande e bonito no caminho pra minha mãe não rir da gente.

Raven: Sério?

Masaru: Sim, mas isso fica só entre nós, ok?

Raven: Entendido.

Masaru: Vem cá, você... Tinha algum parente?

Raven: ... Eu nunca tive pais. Eu fui criada pra ser um monstro que mata tudo impiedosamente. Não havia razão pra eu ter algum tipo de família.

Masaru: E os outros Weapon?

Raven: São outros da minha raça, mas não sentem necessidade de terem uma família. Entre nós, é a lei do mais forte ou nada.

Masaru: Nossa... Isso é meio triste...

Raven: Pode achar. Mas é mais fácil, sem laços podemos inclusive lutar um contra o outro sem a necessidade de hesitar.

Masaru: Você fala isso na cara dura, hein?

Raven: Antes eles ao senhor.

Masaru: A gente se conheceu hoje, pra que falar isso? Nem eu nem você nos conhecemos direito, ok? Você deve conhecer eles como a palma da mão.

Raven: Claro que os conheço bem. Fiquei anos hibernando enquanto ouvia os planos deles sobre destruir a raça humana como da última vez que tentaram!

Masaru: Como assim “última vez”? Eles já tentaram antes?!

Raven: Lógico que sim. Isso foi há muitos anos atrás. Naquele tempo, eles tentaram destruir o mundo logo que o Meteor foi invocado. Mas, um grupo de pessoas destruiu eles em segundos. Não fiquei braba, lógico. Na verdade, meio que me senti agradecida. Humanos não deviam ser extintos. Sei que às vezes vocês cometem erros, mas ainda tenho grande fé em vocês.

Masaru: Por quê?

Raven: Humanos deterão os Weapon na última vez que eles apareceram. Mas um três anos depois... O lugar que esses humanos moravam se dizimou e afundou no fundo do oceano. Depois disso, a terra mudou muito. E aquela cidade foi esquecida por completo. Mesmo ainda tendo vestígios dela e da grande organização que ela tinha.

Masaru: Você quer dizer... Atlântida?

Raven: O que? Não. Isso é só uma lenda mesmo. Eu estou falando de Midgar.

Masaru: Midgar? Ah, o meu professor falou dessa cidade uma vez... A cidade preenchida com energia Mako... Midgar. Ele falou que aquela cidade uma vez quase sugou toda a vida do Planeta, com isso, um surto de Geostigma chegou em Midgar. A doença foi abatida, e felizmente não se espalhou pelo mundo, mas algo estranho acontecerá no ano seguinte que aquela doença se foi. O chão ruiu e a cidade sumira misteriosamente... Ninguém sabe ao certo o que aconteceu de verdade.

Raven: Muito bem. É exatamente isso.

Masaru: Achou que eu não fosse acertar?

Raven: É que é um assunto bastante antigo e o senhor parece ser do tipo que mais sai com os amigos que estuda.

Masaru: Eu to na faculdade. Preciso ficar estudando se eu quiser passar.

Raven: Aliás, está cursando o que?

Masaru: Ah... Computação.

Raven: Computação?

Masaru: É... Não sei se você conhece.

Raven: Imagino que isso envolva tecnologia, certo?

Masaru: Sim.

Raven: Então como sabe sobre Midgar?

Masaru: Meu professor uma vez falou sobre uma das cidades mais bem sucedidas e com a tecnologia mais avançada. Ele falou que aquela cidade foi a primeira a construir robôs. Mas a empresa que dominava foi destruída por um grupo terrorista, depois veio um surto de Geostigma, aí, um ano depois de o Geostigma sumir, aquela cidade sumiu.

Raven: Hum... Parece interessante.

Masaru: O que? A aula? É... Só o professor que é pra lá de chato.

Raven: É mesmo?

Masaru: É, bastante...

???: Masaru-nii-chan!

Masaru: O que é agora Chikka?!-disse irritado e com uma veia saltando na testa-

Chikka: Queria ver sua namorada, ué!

Masaru: Já falei que ela é só uma amiga!

Chikka: Aham, sei! Uáu! Adorei sua roupa!

Raven: Muito obrigado.

Chikka:-ela olha pro irmão e pra garota- É sério que vocês estão de caso?

Masaru: Não!

Raven: Eu já estou namorando um garoto. E Masaru é apenas um amigo meu e dele.

Chikka: Que?! Ah que chato!

Masaru: Some!!-disse empurrando a irmã pra fora de seu quarto-

Eu fechei a porta na cara da minha irmã e olhei Raven.

Masaru: Foi mal mesmo por isso!

Raven: Não foi nada, mestre.

Masaru: Sério é muito estranho você ficar me chamando assim. Me chama só de Masaru, ok? Pode ser?

Raven: Não posso desrespeita-lo de tal forma mestre!

Masaru: Vai ser mais difícil do que eu pensava... Bem... Se quiser, fica pra jantar, mas depois vai pra sua casa, pode ser?

Raven: Minha casa?

Masaru: É. Sua casa. Você... Deve ter casa... Né?

Raven: Mestre eu estive hibernando durante muito tempo. Não haveria como eu ter uma casa atualmente. Mas se quiser, eu fico na árvore.

Masaru: N-na árvore?...

Raven: Sim. Devo fazer isso?

Masaru: ... Não. Eu vou ver o que dá pra fazer... Sinta-se a vontade pra se sentar ou... Sei lá... Olhar...

Eu sai do meu quarto e fechei a porta. Eu fiquei sentindo pena, eu fui no quarto dos meus pais e bati na porta.

Masaru: Pai? Ahn... Posso falar com você?

Suguru: Fala filho.

Masaru: Ahn... Sabe, tem essa minha amiga Raven que veio há pouco tempo da Inglaterra... Ela...-ele é interrompido por seu pai-

Suguru: Ah sim, sua mãe me falou. A guria que veio pra cá com o namorado e que você tá ajudando porque não conseguiram entender tudo, certo?

Masaru: Certo... Então, acontece que ela... Meio que perdeu o lugar aonde vivia e...

Suguru: Como assim?

Masaru: Ela e o namorado tiveram uma briga feia e terminaram agorinha mesmo. Ela tava morando na casa do namorado, ele tinha uns parentes aqui, por isso eles moravam lá, mas já que eles terminaram, ela não vai poder ficar com ele, óbvio, e ela não tem absolutamente nenhum parente aqui. Então... E-eu tava pensando, eu acabei ficando muito amigo dela e agora é só em mim que ela confia e...

Suguru: Ou seja, você tá me perguntando se uma garota que eu e sua mãe conhecemos hoje pode morar com a gente até achar um lugar, certo?

Masaru: É bem por aí...

Suguru: Sério? Eu tava só brincando...

Masaru: Mas é sério. Ela tá sem lugar nenhum pra ficar, vai pai, deixa!

Suguru: Hum... Não sei não...

Masaru: Tá, vocês só conheceram ela agora, mas vai por mim, ela é uma ótima pessoa!

Suguru: Filho. Sua mãe e eu a conhecemos hoje.

Masaru: Eu sei. Mas... Acredite! Ela é a melhor garota que pode existir!

Suguru: Ah... Entendi tudo!

Masaru: Ah que bom...

Suguru: Você tava gostando dela e não quer perder a chance!

Masaru: Quê? N-não... Pai, eu acho que você não me entendeu...

Suguru: Eu te entendo sim filho. Eu senti exatamente a mesma coisa pela sua mãe quando a conheci!

Masaru: Tá, tá, isso que você falou é tudo muito bonito e coisa e tal... Mas eu não sinto isso por ela, ok? Eu não sinto isso por ela, ela é só uma amiga e eu não quero que minha amiga vá dormir na sarjeta, ok?!

Suguru: Tá bem, filho! Tá bem! Eu entendi. Vou falar com a sua mãe.

Masaru: Tá, brigado...

Eu saí de lá e fui falar com Raven e o que vejo? A minha irmã sentada na cama ao lado da Raven azucrinando.

Masaru: Ok, o que você quer?

Chikka: Ah, só to fazendo uma observação!

Masaru: Hã? Como assim?

Chikka: Quero ver se ela vai ser uma boa cunhada pra mim!

Masaru: PELO AMOR DE DEUS, EU NÃO TO NAMORANDO ELA!!!

Chikka: E que culpa eu tenho se vocês fazem um casal bonito?

Masaru: Fora!!!-disse empurrando-a pra fora-

Eu fechei a porta na cara da minha irmã. Sério, ela ficou bem mais chata depois que ficou mais velha. Eu olhei Raven e ela parecia estar rindo, o que me deixou confuso e nervoso, afinal, vai que minha irmã falou alguma besteira de mim pra ela.

Masaru: Q-que foi?

Raven: Sua irmã é um amor mesmo. -disse com um sorriso leve-

Masaru: Quando era mais nova. Ela começou a me azucrinar assim que eu entrei na faculdade. E essa é só mais uma das muitas vezes...

Raven: Ela ficou falando muito bem de você.

Masaru: ... Hã?

Raven: Acho que ela realmente quer que o irmão tenha uma namorada.

Masaru: É, mas eu não tenho interesse nenhum nisso agora.

Raven: Por quê? Imaginei que jovens da sua idade gostassem de namoros.

Masaru: É, eu até penso em algum dia arranjar alguém. Mas não agora, com essa coisa de faculdade e principalmente com essa coisa de guerra e Weapon. Não é a melhor hora pra esse tipo de coisa...

Raven: Hum... É uma pena. O senhor parece ser do tipo namorador, além disso, devo admitir que o senhor não é nem um pouco feio.

Com as palavras dela... Eu só olhei pra ela completamente corado e surpreso...

Masaru: I-isso foi uma indireta pra dizer que... Que me acha bonito?...-disse corado-

Raven: Hum?

Masaru: I-isso que você falou de não me achar nem um pouco feio é o mesmo que dizer que me acha bonito, sabia?!

Raven: É?

Masaru: É!!

Raven: E o que tem mestre? De fato você é bonito sim.

Masaru: ...-ele cora mais e fica boquiaberto- V-você tá de brincadeira né?! Achar um cara bonito é quase o mesmo que dizer que gosta dele!!

Raven: Mas eu não tenho esse tipo de sentimento pelo senhor. Só afirmo que sua aparência física é bonita. Não há nada de errado nisso.

Masaru: É, falar isso tudo bem, mas vai dar essa impressão sabia!?

Raven: Irrelevante. Um Weapon não deve ter sentimentos pelo seu mestre.

Masaru: Hã? Você REALMENTE acha mesmo que é só por causa de uma regra dessas que as pessoas não se apaixonam?!

Raven: Sim.

Masaru: ... Nossa você tá mesmo muito desatualizada, hein...

Raven: O que quer dizer com isso?

Masaru: Não são regras que mandam no coração de uma pessoa, sabia?

Raven: Pro senhor e pros humanos comuns pode até ser, mas o fato de um Weapon nascer sem reais sentimentos como amor e coisas parecidas, não o faz se apaixonar por alguém. Se eu acabar gostando do senhor nesse sentido te preocupava, pode ficar tranquilo, mestre. Prometo não me apaixonar pelo senhor.

Masaru: Ok então... É um pouco estranho “prometer” não gostar de alguém... Mas se você insiste tanto...

Raven: Não é o que o senhor quer? Que eu prometa isso pra não ter nenhuma tensão estranha entre nós?

Masaru: É, mas... Não tem como “mandar” no coração.

Raven: O senhor fala isso, mas verá que há sim como mandar nele.

Masaru: Nossa... Você é mesmo triste, hein.

Raven: Eu não sou triste. Não há nada de errado em seguir as ordens que lhe foram dadas. Podem não ter sido as suas ordens mestre, mas ao nascer, um Weapon tem uma única missão em mente. A de cumprir o que lhe parecer certo. E se apaixonar, é uma tolice, em minha opinião como Weapon, claro.

Masaru: Nossa... Você é triste demais.

Raven: Porque continua falando isso?

Masaru: Pra sua informação, amor é um dos sentimentos mais nobres que uma pessoa pode ter, sabia disso?

Raven: Então essa pessoa é tola. Porque, se apaixonar é uma perda de tempo.

Masaru: ... Os outros Weapon ficam falando isso?

Raven: Nós todos temos exatamente a mesma opinião sobre o sentimento chamado “amor”. Porque a pergunta?

Masaru: Hum... Por nada... No fim, você não é assim tão diferente deles, então...

Raven: Como disse?

Masaru: ... Nada. Vamos. A janta já deve estar pronta. E se meus pais ficarem perguntando se você tá bem, é que eu inventei uma desculpa que você terminou com o namorado ainda agorinha e falei que como você morava com ele e uns parentes dele, você não vai mais poder ficar com ele, entendeu?

Raven: Entendi.

A gente saiu do meu quarto e fomos descendo. Tá, eu admito! A descrença dela em amor mexeu um pouco comigo, mas é só porque, sentimentos como esse normalmente são bons demais... Tá, eu nunca cheguei a sentir isso REALMENTE por alguém, mas eu entendo mais ou menos o que alguém deve sentir com isso. Assim que descemos minha mãe já me puxou pra um canto.

Masaru: Que foi agora?!

Sayuri: É sua chance!

Masaru: Hã?

Sayuri: Você sabe do que eu to falando!

Masaru: Hã?!

Minha mãe apontou discretamente pra Raven. Eu só a olhei sério.

Masaru: Eu vou falar isso só uma vez, eu não to gostando nem um pouco dela, ok? Ela é SÓ uma amiga. Ok?!

Sayuri: Meu pai me disse que você estava gostando dela! Pode me contar filho!

Masaru: Ai tá! Eu to gostando dela, feliz?! Agora me diz, vai deixar ela ficar ou não!?

Sayuri: É lógico, ela parece ser uma boa pessoa! E como eu poderia dizer não ao meu filhinho apaixonado?

Masaru: Minha nossa senhora...-gota-

Sayuri: Agora vá se sentar ao lado dela! E não esqueça de ser cavalheiro com ela, hein!

Masaru: Pelo amor...

Eu me sentei ao lado dela, meus pais e minha irmã ficaram me olhando. Que diabos eles estavam pensando agora?

Masaru: Que é?

Sayuri: Nada!

Suguru: Porque a pergunta?

Chikka: Pretendem se casar?! Se forem se casar, me deixar ser madrinha!

Agumon: Você vai se casar Aniki?!

Masaru: Não!! De onde você tirou essa porcaria de “casamento”, hein Chikka?!

Chikka: Vocês são muito bonitos juntos!

Masaru: Só porque você acha uma porcaria dessas, não é razão pra ficar imaginando algo assim, sabia!?

Suguru: Ok, calma vocês dois!-disse se rindo-

Masaru: Fala sério, volta a ser criança pra eu te aguentar e não te esganar!!

Chikka: Não devia falar assim na frente da sua noiva!

Masaru: PARA COM ISSO!!-disse corado-

Chikka: Ah! Ficou corado!

Masaru: É de raiva!!

A gente parou de brigar quando ouvimos o risinho da Raven.

Masaru: Ok, o que é agora?

Raven: Nada. É que seus laços com sua irmã chegam a ser cômicos de tão fortes.

Masaru: É? Eu acho que tá ficando complicado de aguentar essa pestinha.

Chikka: Você tem irmãos Raven?

Raven: Hum... Tenho. Quatro.

Chikka: Nossa! Você se dá bem com todos?

Raven: ... Não. Ninguém se dá bem com ninguém na minha família. Por essa razão, é bem provável que se um de nós morresse, os outros não iriam chorar. Provavelmente iriam rir pensando em formas cômicas de como aquilo aconteceu, sendo que podia ter sido um deles a real razão disso, enquanto nossa mãe, não faz nada. Só fica lá, brincando com seus bonecos idiotas que tem de seguir as regras do joguinho dela.

Ok, agora ela exagerou. Meus pais e minha irmã olhavam ela meio confusos, enquanto Agumon só continuava comendo, felizmente minha mãe fez comida suficiente pra todo mundo. Eu já achei que a ideia já era, que não ia dar mesmo. Mas aí ela abriu o bico de novo.

Raven: E então? Interpretei bem minha personagem?-disse com um sorriso no rosto-

Sayuri: Ah bom...-disse aliviada-

Chikka: Era uma personagem?! Você faz teatro?!

Raven: Sim. Meu diretor é meio estranho. Eu faço o papel de uma garota que quer matar os irmãos por não aguentar a convivência com eles, além de querer matar a mãe pra levar a empresa da mesma à falência.

Suguru: N-nossa. -gota- De onde esse diretor tirou isso?

Raven: É uma ótima pergunta, ninguém entende a cabeça dele.

Sayuri: Mas, nossa! Você é muito boa nisso, eu achei que você estava falando sério!

Raven: Não. É que tem uma cena que é na mesa de jantar, por isso aproveitei pra ver como estava a minha atuação.

... Inacreditável. Ela tem uma desculpa pra tudo! Como é que ela consegue isso?! Eu não consegui nem mentir direito quando eu trouxe o Agumon aqui pra casa! Mas ela, chegou e explicou uma história detalhada e especifica dela mesma sem eu nem ter pedido! Nossa, ela é mesmo... Diferente... No fim da janta, minha mãe arrumou uma cama no chão pra ela dormir, normalmente é o Agumon que dorme no chão, mas...

Agumon: Que?! Vou ter que dormir no digivice!?

Masaru: Sim.

Agumon: Por que!?

Masaru: Porque a Raven precisa dormir em uma cama!

Agumon: Ela que durma com você então!

Masaru: Não!! Ela é uma garota e eu um garoto, não vai dar certo!!

Agumon: Porque!? Só porque o Aniki é um garoto e a Raven é uma garota?!

Masaru: É!! A única exceção é com gente que está em um relacionamento!

Agumon: Então inventa ué!!

Raven: Pode dormir a vontade Agumon. Eu não pretendo dormir mesmo essa noite.

Agumon: Viva!! Viva!!

Masaru:-ele dá um soco na cabeça de Agumon- Porque? Você precisa dormir de noite pra ficar saudável, senão você não vai ficar nem um pouco bem!

Raven: Mestre eu hiberno há muito tempo. Não há razão para eu dormir.

Masaru: Há razões sim! Sabia que se a gente não tem uma boa noite de sono, o cérebro da gente não funciona direito?! E que a nossa saúde mental pode ficar ruim?!

Raven: Mestre, minha sanidade mental nunca esteve tão pura e plena. Eu vou ficar bem sem dormir, pode acreditar.

Masaru: Nem pensar! Você vai é dormir! E isso é uma ordem!

Raven: Mas mestre, eu...-ela é interrompida por Masaru-

Masaru: Está contestando contra as ordens de seu mestre?

Raven: N-não senhor!!

Masaru: Então me escute bem, porque eu não vou repetir de novo! Você vai se deitar nessa cama, fechar os olhos, vai ter uma ótima noite de sono e vai acordar bem disposta, você me entendeu?!

Raven: ... E-entendi sim, mestre...

Masaru: Ótimo.

Agumon: Ah!!

Masaru: Pro digivice. -ele aponta o mesmo pra ele e aperta o botão esquerdo, assim colocando-o dentro do digivice- Pronto, pode se deitar a vontade.

Raven: Obrigado mestre...-disse com uma cara desanimada-

Masaru:-suspiro- Olha...-ele pega o queixo dela fazendo-a olhar pra ele- Desculpa se isso te deixa triste, mas... Eu não vou me sentir nada bem sabendo que você não tem dormido bem por minha causa.

Raven:-ela pega a mão dele- Só vou estar fazendo meu trabalho mestre. Hoje eu durmo, mas a partir de amanhã, eu pretendo virar a noite vigiando e cuidando para que você fique bem seguro, mestre.

Masaru:-suspiro- Não tenho como te impedir, certo?

Raven: De fato, não tem.

Masaru: Ok... Não concordo muito com isso, mas tá.

Raven:-ela se deita na cama- Bem... Boa noite, mestre.

Masaru:-ele desliga a luz e se deita na cama- Boa noite...

Assim que nos deitamos... Ela, eu acho que dormiu na hora, mas eu esperei uns minutos e abri os olhos... Eu vi a face tranquila e tenra dela dormindo... Ela era linda... Sinceramente... Achei ela bem bonita... Logo eu também dormi. Eu acabei... Sonhando que... Eu tava sozinho com ela e... A gente começou a se aproximar... Mas, nesse momento eu acordei.

Notas finais
Eaeee? ficou bom? eu sinceramente to adorando fazer a fic e to doida pra chegar nos últimos cap pq o final que eu pensei é mt, mt, mt, mt, mt foda pra mim >U< mas, por enquanto continuaremos do jeitinho que está