Notas iniciais
Este deve ser o único capítulo que trabalhei na dualidade de perspectivas. Onde ambos os protagonistas interagem e pensam, onde vemos os dois lados da história. Acho que foi necessário “variar” um pouco. Mas não poderia ser muito ousado, já que esta obra tem faixa etária não indicada para o que foi proposto. Tomara que ainda esteja adequada. KKKKKKKK

A cada dia, a gente tava mais junto. Quase em todos eles eu via ela.

Se a gente tava fazendo algo sozinho ou com a galera, um procurava o outro.

Sei lá que negócio é esse, mas é muito bom tá com ela.

Vou admitir que há momentos que são um porre, mas os que não; esses são muito gostosos de se estar junto.

Sempre a gente tava se beijando, se pegando.

Era muito bom beijar aquela boca carnuda. Aqueles dentes brincalhões; aquela língua ousada. Caraca. É muito show.

Às vezes nós passávamos um pouco da conta também. Era uma pegada mais firme, sinuosa; uma chuva de beijos pelo queixo, pescoço e indo até o tórax.

Uma posição mais ‘quente’. Era tão confortável... Parecia ser o ‘encaixe’ certo que me faltava.

O risinho maroto. As provocações... Cara. Já estava loucaço por ela.

***

Tínhamos momentos ‘românticos’ também. Não era só pegação. Tava rolando entre a gente mais que só azaração...

Teve aquele dia que ela me pediu, sei lá pra quê, mas...

Ela queria pegar uma flor lá no alto das folhagens.

Eu me ofereci pra impulsionar ela, servir de ‘escadinha’ e tals. Eu não ia alcançar aquele lugar e nem ela sozinha.

Ela me olhou de forma engraçada e veio com ‘outra proposta’. Bem ousada e legal. Me senti um mané por não ter pensado nisso.

Ela quis escalar aquele negócio em cima dos meus ombros. A famosa ‘cacunda’.

Admito ter ficado tenso, sabia nada se ia aguentar o peso dela.

Mas foi de boas e rendeu um momento bem próximo nosso.

Não foi um clima ousado; foi diferente. A gente tava tendo uma ‘cumplicidade’.

Foi muito diferente do que já tinha conhecido.

Cara. São muitas doideiras novas que eu pensei que já manjava.

Tava mó empolgadão com ela.

Ainda rolava algumas tretas com uns mano que implicavam com ela; comigo; e com a gente junto.

Um porre essa merda. Um bando de sem noção, que nem tem motivos pra essas implicâncias. Era bem inveja da gente.

Bom, tamo superando esses malas.

***

Bom, é claro que eu tava querendo ‘avançar’ no namoro. Tava mais do que pronto pra isso. Só nem sei como ia dar pra rolar. Com esse colégio cheio das travas. Era câmera nos principais corredores e monitores irritadiços a espreita.

Também tinha o lado que eu não podia descartar... Eu não queria avançar o sinal e sufocar o nosso ‘clima’ só para esse momento. Queria algo a mais com ela do que só azaração. Era difícil falar o que é isso.

A minha maior surpresa foi o que ouvi quase nesse final de semestre.

— Brô, por que você deixou de ser tão tagarela? – Perguntou Cabeça. A gente tava indo pro clube de futebol.

— E quando é que eu fui tagarela... Qualé. Tá dizendo que eu só falava bobagens e merdas?

— Eu só falei por falar. Nem disse isso tudo. Tu que já ficou se doendo ai. Mas é sério, bicho. Foi uma mudança grande a tua. E olha que isso é um elogio. Tu falava demais. Energético demais. Dava até raiva, mas o que uma garota não faz.

Seu ‘risinho’ de deboche era mó agoniante. Tava com vontade de lançar um carrinhoN nele durante o jogo por conta disso. E o ‘desgramado’ ainda me dava leves cutucadas com o cotovelo. Que cara mais irritante...

— Quando o pequeno Bob queria chamar atenção; ai ficava um mala. Tá louco. O bom é somos tudo igual... Foi rápido, mas a gente tá mudando tudo junto. Deve ser esse lance de ‘maturidade’.

Quando ele mandou esse ‘termo’, senti um arrepio nas costas e fiquei meio enjoado. É sério que vai começar esses papinhos chatos?

— Cara, já tá falando muita besteira. Vamo logo pro treino que hoje eu quero ficar mais tempo livre. Tem muitos séculos que não saio avonts. Hoje eu posso! Finalmente uma folguinha da lanchonete. Tô até feliz de levar esses papos chatos contigo, mano. Acho mermo que ‘evolui’.

— Eu não disse que tu ‘evoluiu’. Somente que ‘melhorou’. Pra evoluir, ainda tem que nascer de novo.

Já tomei isso como pessoal. Que se exploda o jogo, lhe dirigi a rasteira agora mesmo. Pena que o bicho pulou rápido e se mandou a frente. Como o filho da mãe corre rápido. Fiquei sem fôlego pra alcançar na metade do caminho.

Hoje era um dia especial pra mim. Poderia passar a tarde toda com Stephanie; e o iniciozinho da noite.

Que saudade desse momento com ela.

***

Eu me encontrei com a mina no nosso ‘local secreto’. A gente tinha descoberto um ponto legal; em cima de uma caixa d’água. Essa era nossa área. O melhor que dava pra ser isolado e ainda batia uma boa sombra e brisa refrescante. E nem era muito longe do chão. Valeu a pena ter ficado as férias passadas por essas áreas do colégio mermo.

Primeiro a gente se viu no jardim central do dormitório. Parece que ela tinha acabado de sair do clube de letras.

Stephanie parecia diferentona. Mais bonita. Como se tivesse se ‘produzido’ mais. Fiquei como um bobo. Só sorrindo e acenando.

Quando me viu, veio a grandes passadas. Eu queria beijar ela, mas não deu. Simplesmente ela veio e segurou minha mão, me arrastando até nosso ‘escondidinho’.

Foi difícil subir a escadinha e não chamar muita atenção. Mas já tavamos acostumados a isso.

Assim que chegamos lá no topo, ela já foi logo se lançando em minha frente. Quase levamos um tombo por esse súbito negócio. Segurei ela muito rápido.

Foi carinhoso; um gostoso abraço.

— Agora sim. Caraca. Tu demorou demais, Bob. Tava fazendo o que pra não aparecer logo?

— Ué, tava na chuveirada. Ou queria me encontrar com gosto de chulé todo fedido a suor e marmanjada?

— Eeeeeeeca!!! Putz. Pra que falar isso. Que horror. Vem logo. Senta aqui.

Ela foi me empurrando de novo. Tava muito mandona hoje...

Ficamos sentados em uma posição que ela gostava muito. E claro eu me amarrava também.

Eu, de pernas mais abertas; com ela apoiada de costas contra meu corpo, entre essas minhas pernas. Enquanto eu envolvia os dois braços em torno dela. Eu gostava de ‘apertá-la’ assim. Nada sufocante, só pra sentir seu corpo no meu. Eita que bom. Delícia.

Ficava meio louco com ela assim.

Dei uma forte fungada no cabelão dela. Tava com cheirinho de morango, eu acho.

Nem me lembrava mais o que eu queria falar com ela.

— Ei, Bob. Por que você quis namorar comigo?

— Ãnh? Ein? É... Por que da pergunta do nada?

— Sei lá. Mas, tipo... O que foi que te chamou a atenção pra ficar comigo.

— Eita. Bom... Não sei mermo te responder a isso. Acho que foi instintivo. Se lembra dos meses atrás... Nunca tinha reparado em você direito, mas na hora da encrenca eu fui lá. O ‘principe encantado’ salvando a donzela; então colhi meu prêmio.

— É o que? Só por isso? Não ligava pra mim, pra nada?

— Ué. E como eu ia te conhecer... Uma mina caloura; quieta. Sem ‘grupo’ formado realmente. Tinha amizades com um povo bem ‘deprê’... Não era o melhor jeito de se destacar. Mas só foi eu bater de frente com a encrenca que a gente se topou realmente. Mas. Sei não. Acho que já rolava ‘algo’ entre a gente.

— Uhu... Tipo o que, ‘meu cavaleiro’? – Meio ranzinza ou irritada. Seria isso o normal, mas eu tava encarando como brincadeira dela. Tomara que seja... Eu e essa língua traíra.

— Se lembra quanto tu tava tocando no jardim? Naquele dia só com violão, quase sem falar nada?

— E como eu vou me lembrar disso? Faço tal coisa quase sempre.

— A, vá... Eu sei que lembra. Nem adianta negar. Ei... Eu tô vendo esse sorrisinho sapeca aí. Bom. Já que lembra, isso facilita a resposta. Desde daquele momento, eu senti que você era diferente de outras garotas que eu conhecia. Era bonita, mas sem aquele nhe-nhe-nhe todo. E que voz... Quando tocava e cantava. Acho que foi esse momento que me marcou de você. Depois é que a gente foi se conhecendo e tamo assim.

— Mas nem foi um momento tão essencial. Foi algo tão comum, que qualquer outro estudante daqui faz.

— E nem por isso deixou de me pegar de jeito.

— Então é isso que você acha ‘especial’ em mim?

— Não sei se ‘achar especial’ é um bom jeito de falar, mas dá pro comecim. A gente nem é tão diferente e por isso eu posso dizer claramente. Você é especial pra mim. Não sou bom em coisas melosas e outras doideiras que muitos manos ficam se declarando. Mas não consigo tirar os olhos de você. Tipo hoje. Tá tão arrumada e cheirosa; se nem tivesse comigo, eu ia perder um grande tesouro. Eu acho que é assim que me sinto sobre você. Eu encontrei o meu tesouro. Só. Quer algo a mais, minha ‘donzela’?

— Pléeee. Você não sabe mesmo ser romântico. Há-há-há. Mas eu gosto disso em você. Pode ser o que for; é sincero, mesmo sem saber como. E é por isso que eu quero fazer o que a gente já tem pensado esses meses. É claro que se você topar.

— Owww. Esse sim é um assunto que nem tava ligado. Mas não quero te deixar com essa impressão. Não disse nada disso tudo pra te induzir. Falei o que sinto, ok?

— Eu sei. Tá pensando que não te observo. Já consigo saber quando tá querendo algo ou mentindo... Nem adianta me olhar com esse rosto de ‘cachorrinho pidão’. Você não me iludi. Mas... A gente já tá bem envolvido. E eu também quero subir à ‘maiores alturas’ com o nosso lance.

— Gata, eu não via a hora de... Não sei como falar, sem parecer um lesado afoito. Só sei que se tu quer, eu que não vou nunca recusar. He-he-he.

— Então tá combinado. Mas tem que fazer tudo certinho. Hoje a noite, a gente se encontra no meu pátio. Vou falar com minha colega de quarto e dar um jeito de tu chegar junto sem ser visto. E ela vai ter que se mandar, também.

— É. Ia ficar esquisitão com um penetra na parada.

— Vê se vai aparecer certinho, né?

— Claro. Vamos dar o desdobro nos monitores e eu fujo lá pelas onze.

— Isso. Não é pra se empacar em canto algum. Se não, pode esquecer.

— Eu sei; mas que mandona tu tá hoje.

Cara, que emoção. É felicidade, friozinho e tensão. Esse lance tá pra ficar mais quente. Já tô até com o tesão ‘armado’.

— Vamos esperar até a noite.

— Eu sei. Quero muito te deixar felizona. Podes crêr. Mas deixa eu aproveitar um pouquinho mais da gente aqui, assim.

— Tá bom. Seu bobo. Bob, bobo. Hu-hu-hu.

Eu abracei com mais carinho e colei mais seu pescoço no meu rosto. Fomos beijando daquele jeito mesmo. Era muito bom isso.

Que loucura. Beijos doces, salientes. Em todo canto possível pelo ângulo. Eu e ela. Um momento muito romântico e safadinho. Que delícia.

Se estou assim agora, ela que me espere até a noite.

***

Tarde da noite, já após o toque pra dormir.

Consegui, com bastante sufoco fazer tudo nos conformes e chegar até o dormitório dela. Tive que ser mó ligeiro e não ‘dar ponto sem nó’, como os mais sábios dizem.

Só tive que chamar baixinho por ela uma vez e logo tava dentro do ‘apê’.

— Vem, senta aqui na cama. Não repara, não. Eu até que tentei dar um trato, ajeitar a bagunça, mas isso foi o melhor que deu.

— Que nada. Comparado com o meu quarto, isso aqui tá ótimo.

O quarto até tava com um aroma bom. E ela tava com uma roupa mais soltinha; tipo um baby-doll. Era muito diferente ver ela tão leve. Mas tava gostando, tava bem bonitinha. E era muito bom pegar nela assim...

O ‘apê’ era da mesma estrutura que o meu. Paredes revestidas de tom rosa-claro; o nosso era azul-claro. Divisórias para duas alunas; com cama de solteiro em cada parede oposta, uma estante de parede pequena e uma mesinha de centro. Tinha ainda alguns livros espalhados pelo chão e umas poucas mal dobradas empurradas de qualquer jeito aqui e ali... De resto, era muito bem arrumado.

Sem aviso algum, ela solta a mão que me puxava à cama e já se sentando em meu colo. Me observando olho no olho.

— Uoh. Que pressa é essa, caraca. Tá muito ágil. Hé-hé-hé.

— Tu nem sabe como eu tava ansiosa logo por esse dia. Agora vem logo e vamos nos ‘divertir’ muito hoje.

— Hé-hé-hé.

— Hé-hé-hé.

Não é de nossa conta, então prossigamos ^.^

***#***

— Te encontro mais tarde. – Bob falou quando voltou de supetão e me abraçou.

Quando ele ia se afastando, arrastado pela minha amiga agoniada por conta da monitora pegar a gente.

Ele segurou minhas duas mãos, esticando o braço e me puxando levemente pra mais perto.

Típica cena de alguém que não quer sair. Eu também não queria que ele fosse embora.

Achei fofo da parte dele, não querendo se afastar.

Acabei rindo baixinho e sussurrei também.

— Até mais tarde. Agora vai logo, bobo.

Assim ele finalmente soltou minhas mãos e começou a andar apressado. Suas costas sendo empurradas pela minha amiga.

Não demorou pra ele sair do meu campo de visão e ficar fora de alcance.

Quando ela voltou, entramos no nosso dormitório.

Eu dava pequenos pulinhos e ria baixinho feito uma retardada.

— E aí, como foi? Ele sabe das coisas? Ou ‘afogou’ no meio? Me conta, vai...

— Falando sério. Olha, ele não mandou muito bem. Não foi lá essas coisas. Sei lá. Mas tudo foi tão bonitinho. Ele parece sempre um badboy malandrão, mas é fachada. Ele é fofinho e meigo. Podia não saber ‘fazer direito’, mas foi carinhoso e cheio de beijinhos. – Não conseguia segurar alguns risinhos lembrando do nosso momento, minha até tava meio rosadinha por conta disso. – Então tá perdoado por não ter mandado tão bem nas paradas.

Começamos a rir juntas e fofocar mais ainda.

— Credo. E tu ainda quer ficar com esse cara... Homem tem que ter ‘pegada’.

— Ele era realmente muito desajeitado em vários momentos e parecia não saber o que tava fazendo. Faltava até um pouco de paciência, mas também era muito bom observar ele tentando ir melhorando. Pra pegar o jeito e tals... Mas foi bom. Não foi aquele “Oh, que delícia!”, mas senti muito satisfeita com tudo.

— Nãh. Mesmo assim ainda acho que tu encontrava cara melhor. Ele nem é lá tão gato assim. Posso estar enganada e dizendo bobagem, mas não me convenceu não.

— Ah. Não sei... Não me importo. Eu gostei dele. e até agora, continuo gostando muito. Ele vai aprendendo. – Pensei um pouquinho mais e resolvi soltar a língua. – Eu não quero um cara só pra passar a noite e ficar no ‘bem-bom’, ou ficar me exibindo com ele, tipo um ‘chaveirinho’, como essas patricinhas enjoadas oferecidas fazem.

Sorri mais e fechei os olhos, com o pensamento lá longe. Eu queria me expressar.

— O garoto tem que me fazer sorrir, me tirar do tédio; ser bom de papo e alguém que possa contar nas paradas da vida. Se vai rolar por muito tempo com ele, ainda não posso dizer, mas a gente tá se descobrindo e é muito bom. Ele aprende rápido também. Logo Bob não vai ser mais tão ‘tapado’ como tu disse e vamos ter uma noite até melhor do que já foi ontem. Ele vai pegar o ritmo. Só me resta apreciar até a gente conseguir.

— Amiga, você é bem quietinha e parece muito meiga e inocente. Mas quando inventa de abrir a boca, só para de falar depois de meia hora. Nãh. Agora eu é que não entendo como ele te atura falando desse tanto...

— Ah, cala a boca, sua chata. Você que perguntou.

Começamos a gargalhar... Não era algo ofensivo, somente para ‘descontrair’ do papo tão profundo e complexo que se tratava da felicidade e cumplicidade de uma vida com paixão...

— Vamos logo antes que sobre pra gente e toda essa correria seja inútil.

— Tá bommmm! Mas me deve um lanche por isso... Fiz esse ‘favor’ com muito trabalho. Sorte sua não terem me notado no quarto da Felícia.

Rimos mais um pouco até a hora de voltar à vida acadêmica.

Claramente com alguma punição...

É óbvio que perdemos o primeiro período de aulas. E a monitora veio nos repreender.

Mas tô nem ligando.

Bob teve que se virar e dar uma desculpa para ninguém notar que tava fora do seu dormitório. Acho se seu amigo ajudou nisso; já que ninguém é permitido passar a noite, dormir, em outro quarto que não o seu próprio dormitório reservado.

***

Mais tarde a gente se encontrou, como prometido, e távamos caminhando juntos. De mãos dadas. Era risinhos soltos o tempo todo. Típica cena bobinha de colegiais, sabe... Era muita alegria no peito.

Sentamos no jardim. Peguei meu violão e comecei a tocar.

Bob apoiou a cabeça em meus ombros e relaxou.

Quando notei, ele já tava dormindo! Cara... Que doido. Mas gostei de ver isso. Mais uma vez achei ele bonitinho.

Meus compridos cabelos estavam sendo lançados pela briza suave do vento. Minha melodia country bem sutil, baixinha. E ele dormindo.

Fechei meus olhos e relaxei com o clima. Dia de sorte grande...

#Continua...?

Notas finais
Tentei fugir do caminho ‘romance’, mas não consegui. He-He-He. ... Tem coisa melhor que beijar e namorar? Até que tem, mas são poucas. E beijar é muito bom. Por isso gosto bastante de trabalhar sobre este tópico. ^^ . . . Link da continuação, fic 2. --> https://fanfiction.com.br/historia/745134/Relatos_de_Adolescencia_2/ Até o próximo, galera! . . . Os.: Ah, caso queiram ler o “momento especial deles”, é só comentarem que eu crio uma one-shot sobre. E bem mais “detalhada”, por sinal. Aqui não é essa a proposta; por isso foi tão “corrido” e “frio”.