Reinos em Guerra

5 Capítulo 4: A guerra real


Notas iniciais
Primeiramente, queria dizer mil desculpas, por ter passado uns bons meses sem postar (em nenhuma história minha, aliás), mas posso explicar, meu computador deu problema, daí não pude usa-lo, e ainda teve o fato de que passei umas três semanas sem internet! Mas, tudo está voltando aos seus eixos, não me larguem por isso! Curtam o capítulo!

Eu estava completamente enlouquecida este dia! A Eleanor me pusera em corda bamba, hoje me disse que precisaríamos de mais soldados para batalha, que, por acaso, ocorrerá hoje.

E então a campainha toca. Uma de minhas criadas atendem, e reconheço seu familiar rosto. Era o mensageiro real.

—Rainha —curvou-se diante a mim, e pusera à falar: —, devo lhe lembrar da guerra inter-regional.

—Sim, obrigada.

—A Rainha Eleanor me pediu que a fizesse cogitar a ideia de uma suposta conversa entre a majestade, e o Rei Sejong.

—Eu já pensei nisso, mas não estou confiante. Pedi que meus advogados fizessem um contrato, caso precisasse. É só isso? —perguntei, em frente ao mensageiro real.

—Não, senhora. Pediram que eu lhe entregaste isso —ele disse, puxando um envelope de sua bolsa cheia de cartas —, é de seus pais. Supostamente, fizeram isso algumas horas antes de morrer.

Peguei o envelope, e o mensageiro se despediu.

Entrei no quarto e em seguida, tranquei a porta, sentei-me no pé da cama e comecei a ler a carta que dizia:

Filha, provavelmente esta será a última carta que você lerá nossa, não estamos programando nossa morte, mas aqui as pessoas nos odeiam muito. Que sensação dolorosa! Que belo fracasso... Todavia, querida filha, não desista do seu trono. Confiamos em você, provavelmente deva estar confusa, mas se acalme, nós te amamos! Dos seus pais que te amam, Alexander, e Elizabeth.

Dobrei o papel novamente, e tentei concentrar-me na batalha entre a Índia, e em porquê querem faze-lo. Chega de choro. Sou uma rainha. Tenho que me lembrar disso.

Juntei os melhores soldados que pude, e cheguei a conclusão de que precisaria de ainda mais. Agora sim estávamos prontos.

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As 18 horas da noite, supus, os soldados carregavam tochas, e armas. Tínhamos o suficiente. Todas as pessoas que não entendiam o motivo daquele rebuliço, se esconderam dentro de suas casas, quando ouviram gritos e sons de tiros. Todos se posicionaram até que a batalha começara.

Eu, de certa forma estava longe, mas observei tudo. Arcos e flechas indo de um lado para outro,sangue, golpes de lutas, tiros, e até mesmos bombas de pouquíssimo poder, e durou pelo menos umas duas horas até ter apenas alguns soldados vivos. Entrei na carruagem e segui até o encontro pelo líder da Índia, —que espero— para entrarmos em acordo.

Ficamos, eu, a Rainha Eleanor, e o Rei da Índia, no pequeno escritório.

Pus o contrato a cima da mesa, e disse:

—Primeiro, quero que me diga o por que.

—Por que? Temos um país de crenças, o rei Alexander chegou em nosso país, invadiu-nos, e separou a todos. Me fez acreditar que melhoraria as coisas mas só as piorou. Pondo os Monísticos contra Panteístas, e Panenteístas contra Teístas. Por que um rei que tem seu próprio país invadiria outro?

—O meu pai fez isso? —perguntei a mim mesma em voz alta.

—Ele é seu pai? Quero falar com ele.

—Ele morreu. Fique ciente de que farei o possível para ajudar. Diga, o que posso fazer, que farei.

—E eu assino embaixo. —completou Eleanor.

—Infelizmente vocês não podem unir nossas religiões novamente, elas se unirão com o tempo, creio. Mas peço-lhes uma quantia desejada.

—Que seria? —pergunto.

—Meio milhão de dólares.

Relaxei as costas, pensativa, e o encarei, dizendo:

—A culpa foi do meu pai, pois bem, eu arcarei com as consequências. Lhe darei a quantia pedida.

Eleanor revirou seu rosto para mim, afirmando que daria a metade do dinheiro. E assim foi;

Acho que fiz um bom negócio. Espero não estar enganada.

Apertamos as mãos e pronto, estava resolvido.

Após um dia, parecia que a batalha de ontem não havia ocorrido, as pessoas mal tocaram no assunto. E eu me dei por satisfeita.

Fiquei algumas horas no escritório tomando conta do reino, e me dei conta de que, agora sim pareço preparada. Tenho um povo. E é por eles que vou lutar.

Notas finais
Guerra Inter-regional: é um conflito que envolve dois ou três países geralmente por lideranças regionais. Exemplo: Guerra do Paraguai. Desculpem por ter dado poucos detalhes da batalha, fiz o possível, e me desculpem também por ter sido tão pequeno o capítulo, compenso no próximo