Notas iniciais
Eu queria agradecer pelos 4 comentários *-* hahah e pedir desculpa pelas respostas com pontos de interrogação e erros, porque eu escrevi pelo celular e acho que deu algum problema... Ah! eu queria também agradecer pelos SESSENTA fantasminhas que leram a história e não estão acompanhando/comentaram... OK, espero que gostem!

A felicidade de Harry não cabia em seu peito.

O jovem casal voltou para casa realmente tarde, ou cedo, a ponto da amável Sra. Wealey quase ter uma taquicardia.

– MAS ONDE VOCÊ SE METEU GINEVRA MOLLY WEASLEY? – berrava ela aos quatro ventos, até notar que Harry estava ali.

– Harry? Como… Não importa. – o mais próximo de “mãe” que Harry já tivera o puxou para um abraço de quebrar as costelas.

– Não amasse meu namorado, mamãe. – pediu uma Gina risonha.

– Certo, certo. – resmungou ela, largando o menino que sobreviveu – Espera, O QUÊ?

Harry sorriu envergonhado e entrelaçou seus dedos com os de Gina.

– Estamos namorando, Tia Molly.

– Oh! Agora você realmente faz parte da família! — exclamou – Que maravilha! Todos precisam saber!

Gina estava apreciando o toque de Harry, o toque pelo qual ela ansiou desde que o viu pela primeira vez.

Harry estava radiante. Como ele não notara Gina antes?

Nenhum dos dois escutava o que Molly Weasley tagarelava.

As duas ruivas levaram um susto ao encontrar o professor Dumbledore em sua cozinha.

– Professor! – exclamou Harry. – Que bom que o senhor veio cedo, temos muitos assuntos a tratar.

– Certamente criança, começando com como o senhor chegou aqui. – disse velho de oclinhos meia-lua.

– Tia Molly – chamou o menino de olhos verdes, ignorando a pergunta – Será que você pode nos dar licença?

– Ora, é claro querido. – respondeu ela – Vamos Gina!

– Ah não mamãe!

– Ela pode ficar tia? – pediu Harry – Por favor?

– Certo, tudo bem. Vejo vocês depois meus amores. – cedeu a ruiva – Sinta-se a vontade professor.

– Agradeço, Molly.

Quando a mais velha saiu a expressão do menino mudou para aflição.

– Professor, temos que nos apressar, há um inocente em Azkaban!

– Fique tranquilo, Harry. – disse Dumbledore surpreso – Agora conte-me esta história direito.

O professor e Gina ficaram chocados diante das revelações.

– Temos que levar Rabicho para Askaban agora mesmo! E libertar Sirius, é claro. Nunca imaginei… — Dumbledore refletiu.

– Se apresse então! – Harry estava angustiado, a cada segundo aquele lugar horrível afetava seu padrinho ainda mais.

– Pois não. – disse ele, oferecendo o braço – Vamos até Azkaban. Gina, minha querida, faça o favor de ir pegar a gaiola de Rabicho sim?

Quando a ruiva ameaçou se levantar, Harry segurou seu braço.

– Não é necessário professor

Dumbledore se surpreendeu ao ver a gaiola segura e já nos braços do menino.

– E a respeito de aparatar… Nos encontramos em Azkaban.

Rapidamente o garoto agarrou o braço da namorada e aparatou para a ilha onde se encontrava a prisão.

– Harry! – exclamou ela – Como…?

Gina não teve tempo de terminar a pergunta, um professor muito velho e de cabelos prateados os interrompeu, afobado.

– Harry James Potter! O senhor não pode fazer magia fora da escola!

– Mas eu não tenho rastreador, tio Dumby! – retrucou ele – Percebeu?

O professor parecia não ter uma resposta. Não ter uma resposta era algo que o aborrecia muito.

– Certo, vamos logo com isso.

Harry riu e concordou.

Supreendentemente, libertar Sirius não foi difícil.

– TIO SIRIUS! – berrou Harry feliz e pulou em cima do padrinho.

– Aah Harry! Eu sinto tanto! – disse ele de olhos marejados – Nunca mais vou deixar que te levem para longe, prometo!

– Eu sei que não padrinho, eu sei que não. – sussurrou ele, o abraçando forte.

De repente Sirius arregalou os olhos.

– Espera, como o senhor lembra de mim? Não te vejo desde que tinha 1 ano de idade!

Harry achou engraçado.

– Tenho uma memória extraordinaria, sabe?

O padrinho lhe lançou um olhar desconfiado, mas sua face adquiriu um ar maroto.

– É, aposto que tem.

O engraçado foi ouvir Dumbledore resmungando e dizendo que Sirius não podia cuidar de Harry.

– COMO NÃO POSSO? – ele se exaltou – CLARO que posso, sou padrinho dele. Seus pais me deram esse direito, era o desejo deles! Com todo respeito, professor, mas…

– Está bem! Está bem! Façam como quiser!

A apresentação de Gina foi realmente hilária. Para Sirius.

– Tio, essa é Gina Weasley. – apresentou ele.

– Prazer, ruivinha! – comprimentou ele sorridente – É muito bom saber que Harry tem amigos!

Gina ficou vermelha.

– Ela não é minha amiga, Almofadinhas – disse ele, deixando Sirius confuso.

– Mas então o que é?

– Minha namorada.

Fazer Sirius parar de rir depois disso levou um longo tempo, uma Gina ruborizada e um Harry irritado.

Já a chegada de Sirius à Toca não foi exatamente o que podemos chamar de agradável.

– AAAAAAAAAAAAHHHHHHH!!!

Muitas cabeças ruivas berraram.

– UM BANDIDO! UM PRESO NA MINHA CASA! – Molly fazia escândalo.

– Tia Molly! – Harry tentava lhe acalmar, mas ela não prestava atenção nele. – Tia Molly! Não se preocupe! Tio Sirius não faria mal a uma mosca! Ele é meu padrinho!

Quando eles finalmente chegaram ao Largo Grimmauld número 12, ambos estavam exaustos.

– Vou arranjar um lugar melhor para nós, Harry. – prometeu Sirius – A última coisa que quero é viver o resto da minha vida ouvindo o quadro rabujento da minha mãe me xingando de traidor do sangue.

– Não há problemas. – sorriu o menino – Iremos para um lugar melhor em breve, tenho certeza.

Aquele havia sido o dia mais feliz da vida de Harry até então. Tudo corria bem e como planejado.

Talvez ele realmente conseguisse salvar muitas vidas. Talvez ele até rescrevesse sua própria história. Pensou.

Mas existem coisas que ninguém pode mudar. Coisas que foram escritas nas estrelas e que mais cedo ou mais tarde acontecerão. Harry descobriria isso mais cedo do que planejara.