Notas iniciais
Little vamps de mio core, vocês não têm noção do quanto eu senti falta de postar!! Mais duas semanas dessa rotina imparável então vou poder voltar a postar normal. Aproveitem o cap.

POV Neutro

Marcel conseguira alguns bruxos como aliados, os mesmos trabalhavam intensamente para tentar localizar Brooke, porém a morena estava oculta por um feitiço. Marcel já não sabia mais o que fazer, ele tinha que matá-la, tinha que vingar a morte de Davina.

Ao descobrir a existência da primeira vampira original, Marcel decidira parar de tentar localizar Brooke e começar a localizar os passos de Melissa, afinal a mesma estava procurando a bruxa que tanto o fizera mal.

*****

Em uma pequena cidade litorânea do Rio Grande do Sul uma belíssima jovem olhava ansiosamente para o relógio.

—Vamos, Melly... Você já deveria ter chegado.

Cansada de esperar a morena se levantou rapidamente da cama e se posicionou em frente ao espelho, que refletia pouco mais do que o espaço entre sua cabeça e busto. Lá ela começara a recitar variadas palavras em latim.

A imagem de uma belíssima garota de olhos azuis acinzentados começou a aparecer nitidamente no espelho. A garota se encontrava acompanhada de três vampiros os quais Brooke já conhecia. Um, em especial, a morena conhecia muito bem.

—Thierry, não. — Falou ela atônita, parecendo querer matar o moreno de olhos azuis.

Ao assistir um pouco mais a cena que aparecia no espelho à sua frente a morena, raivosa, gritou:

—É UMA ARMADILHA, CARALHO!

Sem mais delongas saiu correndo porta afora para tentar impedir o desastre que provavelmente aconteceria.

POV Melissa

Desembarquei no Rio de Janeiro pronta para me deparar com uma enorme quantidade de lobisomens, que são muito comuns no Brasil, mas não foi o que aconteceu. Em vez disso ao descer me deparo com bruxas por toda a parte.

Saí do aeroporto para escolher uma vítima, estava com sede, sedenta na verdade. Andando pelas ruas na escuridão noturna vi uma garota de aparentemente 13 anos, ruiva, olhos verdes e roupas curtíssimas.

Senti um misto indecifrável de emoções ao me lembrar dela.

Em minha velocidade original apareci atrás da menina e falei sombriamente:

—Tem certeza de que deveria estar na rua há essa hora?

A garota se virou para mim com uma expressão desdenhosa em seu rosto e disse:

—Tem certeza de que você é minha mãe?

Ao dar as costas para mim a garota se deparou com um homem moreno com belos olhos verdes, de aparentemente 35 anos. Ela, sem hesitar, pulou em seu colo depositando beijos em seu pescoço. Ele, por sua vez passava as mãos despudorosamente por todo seu corpo.

Senti vertigens ao ver aquilo, um aperto no coração me lembrou do ocorrido. Involuntariamente revelei meus olhos vampirescos e decepei os quatro membros daquele homem, deixando apenas a cabeça conectada a seu tronco. Ele gemia de dor, esvaído em sangue, quase morto. A garota gritava e chorava.

Sem remorso algum peguei o pescoço da garota e a sufoquei enquanto o maldito homem assistia. Uma lágrima solitária insistia em sair dos meus olhos. Eu precisava achá-la, precisava encontrar Tatiana.

Esquecendo minha fome por um instante deixei a garota e o homem mortos e voltei ao aeroporto, pronta para pegar um avião para Porto Alegre. Chegando lá me preparei para ir à cidade das coordenadas, Rio Grande, porém fui abordada por vampiros.

—O que quer, Thierry? Já não dei avisos o suficiente? — Perguntei antes que eles percebessem que havia os visto.

—Já, mas Marcel pediu para lhe darmos um aviso também: Temos a sua bruxa.

Meu coração disparou, meus olhos e presas rapidamente ficaram a mostra, me virei e usei minha velocidade original para o prensar contra uma parede.

—O QUE FIZERAM COM BROOKE? — Bradei, sentindo o sangue borbulhar em minhas veias.

—É só nos seguir até Nova Orleans e talvez chegue a tempo para uma despedida, porém se nos matar nunca mais a verá.

Me resetei ao ouvir aquilo. Larguei seu pescoço e engoli toda a petulância, pertinência e arrogância que existia em mim para dizer:

—Por favor, me leve até ela.

Thierry deu um sorriso de canto de boca que muito me lembrara o sorriso do meu Salvatore menos favorito. De algum modo eu sabia que se Damon estivesse aqui ele me ajudaria. Sim, eu sentia sua falta, sentia falta de todos eles. Gostaria que todos estivessem aqui comigo. Damon, Drake, meus irmãos... Porém não me arriscaria a pô-los em perigo. De jeito nenhum.

Segui Thierry e partimos para Nova Orleans. A viagem parecera durar uma eternidade levando em consideração meu estado de ansiedade.

Chegando ao French Quarter fui levada à uma mansão. Um cara de pele morena arregalou os olhos assim que me vira.

—D? — Perguntou ele.

—Hã?

—Davina?! — Ele veio correndo me abraçar, porém desapareci de sua vista em minha velocidade vampiresca, indo parar atrás dele e falando sombriamente:

—Marcel, presumo.

—Não pode ser verdade. — Sussurrou para si mesmo. — Não é verdade...

—Onde está a Brooke? — Interrompi-o de seus devaneios.

Ele me olhou atônito e perguntou:

—Como podem ser tão iguais?

—Do que está falando? — Perguntei ameaçadora com a minha paciência se esgotando.

—Diego, chame o resto do pessoal. — Ordenou ele a outro cara de pele morena, virando para me olhar logo em seguida, ainda atônito. — Você é Melissa?

—A primeira e única. — Falei dando um sorriso de canto de boca.

—Talvez nem tanto. — Retrucou puxando uma foto de seu bolso.

Meus olhos se arregalaram ao ver aquela foto, era eu, mas... Não era eu.

—Mas como...

—Não, essa não é você. — Disse cheio de lágrimas nos olhos. — Essa é Davina.

Isso só pode ser piada, não é verdade, não pode ser...

—Isso é impossível. — Sussurrei para mim mesma.

—Você é a prova viva de que o impossível é possível, Melissa Mikaelson.

Eu fitava o chão atônita até que ao lembrar que Brooke matou essa garota, pensei: O que the bloody hell deu na cabeça daquela vadia idiota para matar uma “cópia” minha?

Levantei os olhos e ao olhar para Marcel com um olhar fuzilador perguntei:

—Onde está Brooke? O que fez com ela?

Ele deu um sorriso presunçoso e falou:

—Nada comparado ao que vou fazer com você.

Franzi as sobrancelhas espantada com sua petulância, poucos segundos depois me vi cercada por centenas, não, milhares de vampiros.

—Dê olá aos meus amigos. — Falou ele. — Sinto muito, mas não acho que conseguirias derrotar todos os meus homens sozinha, original, e mesmo se conseguisse não o faria, afinal eu poderia simplesmente matar sua preciosa bruxa.

Senti vontade de matar a mim mesma depois de perceber a verdade. “Nada comparado ao que vou fazer com você”, “Não acho que conseguirias derrotar todos os meus homens”... Todos os homens dele estão aqui e ele não fez nada à Brooke, claro que não, ele não teria como matá-la sendo que não sabe onde ela está.

—Você não está com a Brooke, não é mesmo?

Seus olhos foram tomados pelo espanto, suas pupilas se dilataram e ele exalava medo por baixo daquela camada de arrogância e petulância.

—Como percebeu tão rápido?

A raiva transpassava pelo meu corpo criando leves espasmos no mesmo. Eu queria ação, eu queria dor, eu queria sangue, eu queria vingança. E é isso que vou ter... Não tenho certeza absoluta de que irei ganhar essa batalha, afinal sou eu contra mais de mil, mas de uma coisa eu sei: Farei Marcel pagar caro por isso.

Dei um sorriso de canto de boca pensando em todos os meios possíveis para torturá-lo e disse:

—É, essa vai ser uma luta bem interessante.

Notas finais
Então, o que acharam? ... Como eu ando super, mega, cheíssima de saudade de vocês tava pensando que vocês podiam comentar sobre o que querem que aconteça no próximo cap :3 eu já tenho uma base dele escrita, mas se vocês quiserem algo especial, to disposta a fazer, ok? XoXo DudaRP