Notas iniciais
FELIZ 2015 LITTLE VAMPS !!!! Então, como foi o natal? como foi a virada de ano? Os meus foram simplesmente m-a-r-a-v-i-l-h-o-s-o-s !! E aí, tavam com saudade da fic? haha, espero que sim hein :p tá, sem mais delongas.

—Petrova, você não sabe onde está se metendo! — ameaçou ela...

—Alessa — falei, imitando a voz de meu pai. Senti ânsia de vômito, mas continuei, vou salvar eles custe o que custar. — Por favor, não se vá. Respire, meu amor, RESPIRE!

~FlashBack ON~

Não... Não... Não... Isso não pode estar acontecendo... NÃO É VERDADE! Tatia... Tatia ainda está viva, isso é só um pesadelo, eu vou acordar logo.

Esse gosto na minha boca... O sangue... Sangue de minha irmã, vinho...

Mikael acabou de cortar o pescoço de minha irmã bem na minha frente. Lágrimas escorrem pelo meu rosto. NÃO... A CULPA É MINHA... A CULPA...

— Não, minha pequena... A culpa... Não é... Sua. — Tatia dizia com dificuldade.

—CALE A BOCA! — Gritava Mikael, levando ela pra fora de casa.

Eu corri até eles para tentar salvar ela, embora eu já soubesse. Era tarde. Tentei em vão dar um soco em Mikael, que me empurrou para longe com apenas uma mão.

—Acredite, Melissa, isso é para o seu próprio bem! Logo voltarei lhe trazendo sangue para completar a transformação.

—TATIA, EU JURO, ISSO NÃO VAI FICAR ASSIM, EU VOU TE VINGAR! MIKAEL, VOCÊ VAI PAGAR POR ISSO!

Ele saiu sem sequer olhar para trás.

Minha mãe estava sentada no chão, chorando, desesperada com as mãos na cabeça.

—Não... Minha Tatia... Não! Devia ter sido você... VOCÊ, E NÃO A MINHA FILHA!

—Por que você não fez nada para o impedir?... VOCÊ É FRACA, INÚTIL, EU NÃO VOU LHE PERDOAR, ALESSA!

Ela se levantou furiosa e veio em minha direção.

—A culpa é sua, garota!

Eu senti minha boca arder e meus olhos queimarem, alguma coisa estava acontecendo... Entrei em desespero.

—SAIA DE PERTO DE MIM, AGORA! — Gritei.

Ela continuou andando em minha direção de um jeito ameaçador.

—Era para ter sido você...

—Era para você tê-lo impedido... — Eu disse, sentindo que me tornava um animal, mostrando os dentes de forma ameaçadora. — Era para você ter salvo a minha irmã...

Alessa deu um pulo pra trás, assustada. Eu estava com raiva, medo, desespero, mas acima de tudo, cólera, ÓDIO!

—Alessa! — Falei em um rosnado, antes de pular em cima dela.

Cravei meus dentes no pescoço dela e comecei a beber... Beber... O SANGUE?! Ela gritava, desesperada e... Eu gostei de ouvir aquilo, eu gostei de fazer ela sofrer. Ela estava pagando por todos os anos em que negligenciou a mim e a Tatia... Ela estava pagando por não salvar a minha irmã.

Eu senti o corpo dela ficando mais leve, a pele ficando mais branca, ela estava morrendo. Ouvi paços ao longe e me escondi, de algum jeito, eu sabia que era Mikael.

Assim que ele entrou em casa, viu minha mãe, atirada no chão, fraca.

—ALESSA! — Gritou Mikael, correndo até ela e a pegando nos braços.

—Mika...El.

—Ah, meu Deus, o que aconteceu?! Onde está Melissa?!

—Melissa... Foi ela...

—O... O que?

—Por favor, não fique brabo com ela, Mikael e... Diga a ela... Que eu sinto muito por todos os anos... Em que eu não cuidei dela. Peça perdão por mim, perdão pela a única figura materna que ela já teve ter sido a irmã. Perdão por eu não ter salvo Tatia... E diga a ela... Que apesar de tudo, eu... Eu a... A amo...

Ela... Ela se arrependeu mesmo? Ela sabia que eu estava ouvindo?...

Alessa...

Mikael abraçou o corpo inerte da minha mãe, chorando desesperado.

—Mesmo que você não me pedisse isso, meu amor. — Ele dizia em um sussurro para ela, que mal respirava. — Eu não conseguiria ficar brabo com ela... Não consigo odiar minha filha mais amada, meu maior orgulho. Mas... Embora eu não consiga odia-la... Não acho que vá conseguir olhar nos olhos dela novamente. E... Me perdoe, meu amor. Você foi a melhor coisa que já aconteceu em toda a minha vida, você me trouxe os melhores momentos, as melhores risadas, as melhores noites, você me deu meu maior presente... Melissa.

—Nicholas... — chamou Alessa pelo falecido pai de Tatia, sonhadora.

Mikael arregalou os olhos, nesse momento ele deveria estar se sentindo a pior pessoa do mundo, não pela mulher que ele amou estar morrendo nos braços dele, mas sim por ela chamar por outro à beira da morte.

—Alessa... Por favor, não se vá, respire, meu amor, respire... Alessa?... ALESSA!!!!!!!!

~FlashBack OFF~

Contei brevemente aquela história, o que deixou Esther soltando fogo pelas narinas, não só pelo fato do Mikael ter dito que a minha mãe foi a melhor coisa que aconteceu na vida dele, mas também por ele ter dito que eu era seu maior presente.

Verdade seja dita, Esther sempre foi obcecada por Mikael e nós, eu e Alessa, sempre fomos mais amadas por ele.

Eu vi a barreira vacilar, se Esther não estivesse concentrada, ela não iria conseguir manter aquela barreira por muito tempo.

—Acho que temos uma coisa em comum, então. Nós duas vamos ter o desprazer de ver alguém que amamos morrer pelas mãos de alguém que odiamos. — Ela disse, provavelmente se referindo a quando matei Mikael. Provavelmente ela estava lá, no outro lado, vendo tudo... — Com quem devo começar? Obviamente vamos deixar o melhor para o último. — falou, dirigindo o olhar ao Damon e depois à Rebekah.

Ela estendeu a mão, com a palma virada para cima, e a levantou aos poucos, fazendo Kol ficar de pé magicamente. Ele parecia... Sem forças.

—Como? — Perguntei, atônita.

—Como? Eu sou uma bruxa, garota Petrova, eu posso TUDO!

Finn segurou Kol com força enquanto as cordas se desamarravam magicamente do meu irmão.

—Phesmatos redo in malum coram deformes... — Ela começou.

—NÃO! PARE! — Gritei, enquanto o Vincent, com uma força sobrenatural, me segurava.

Eu não conseguia me soltar, Esther fez algo a mais com ele, ele está mais forte... Mais forte que eu!

— Phesmatos redo in malum coram deformes.

—ESTHER, PARE!

— Phesmatos redo in malum coram deformes. — Ela dizia, cada vez com mais convicção.

Kol começou a gritar desesperado, ele se debatia feito louco, mas o Finn não soltava. Foi doloroso de ver, mesmo o Kol não sendo meu irmão favorito, eu não queria que ele morresse... Muito menos desse jeito. NÃO, Melissa, você não pode se dar por vencida.

—Phesmatos redo in malum coram deformes!

Nessa última frase, Kol começou a ficar cinza, suas veias começaram a saltar da pele enquanto o Finn fazia questão de vira-lo em minha direção, para eu ver ele morrendo, lenta e dolorosamente.

O sangue pareceu sumir do corpo dele. Ele já estava branco, seus músculos murcharam e a pele quase grudava nos ossos. As veias saltadas, os olhos arregalados. A última coisa que eu vi nos lábios dele foram as palavras “Salve os nossos irmãos” sem som.

Ele fechou os olhos e, de alguma forma, eu sabia que não teria volta, sabia que seria para sempre.

Ela em seguida fez o Nik flutuar magicamente, Finn o segurou com força, mas precisou de ajuda. Vincent me soltou e entrou lá sem o menor problema para ajudar. Mesmo Nik estando esgotado pela magia da Esther, ele ainda é mais forte, ele ainda é um hibrido.

Esther começou o segundo encantamento e eu fiquei ainda mais desesperada... Obviamente eu devo deixar o melhor por último. Foi o que ela disse... Então...

O Nik gritava enquanto a Esther começava o encanto.

—Você nunca vai conseguir me matar. EU SOU IMORTAL!

—Isso é o que você pensa!

—Phesmatos bestiam tuum erit in maculis infernalis.

—NIK! — Gritava a Rebekah, com lágrimas nos olhos.

—Vai ficar tudo bem, little sistah, eu prometo!

—Phesmatos bestiam tuum erit in maculis infernalis.

—SOLTA O MEU IRMÃO! — Gritei.

Notas finais
E aí, o que acharam? Me contem como foi o feriado de vocês *--* Comentem o