Notas iniciais
>LEIAM, POR FAVOR! Oi gente, tudo bem? Eu estou meio decepcionada com vocês, eu escrevei o capítulo com todo amor e carinho e bem menos gente comentou :/ Gente, se a história não estiver agradando nos falem, por favor! De verdade, não hesitem em nos dar feedback!!! Bem, esse capítulo não ficou tão grande, mas o próximo será maior, prometo!! Eu ainda não sei se sou eu o a Yas quem irá postar, mas vocês saberão assim que viermos com capítulo novo. Ah, outra coisa importante, a fic tem um trailer *O* Ele foi feito pela linda Amanda Palmijiano (Muito obrigada flor *-*). Para quem quiser ver, aqui está o link: https://www.youtube.com/watch?v=CIHSi8styBE&feature=youtu.be&hd=1 Espero que gostem do capítulo *u* >LEIAM AS NOTAS FINAIS, POR FAVOR!

A morena arfou ao ouvir aquilo e moveu-se no sofá, sem realmente acreditar no que ouvira. Era aquilo mesmo?

— A senhorita não irá dizer nada? — Damon questionou confuso. Elena respirou fundo e ajeitou uma mecha de cabelo que insistia em cair sobre seu rosto:

— Desde quando você sabe? — Questionou dando-se por vencida. O que mais poderia fazer? Ela não podia simplesmente negar ou dizer que eles não se conheciam, aquilo não era do feitio dela. O rapaz franziu o cenho diante da pergunta e respondeu:

— Eu lembrei poucas semanas depois de nossa primeira consulta — respondeu ajeitando-se no sofá. A morena apertou as próprias têmporas e respirou fundo. Como o olharia agora? Sentia-se envergonhada. Teria sido pior se ele soubesse que você o ama. A consciência dela murmurou com escárnio, fazendo a morena concordar com aquilo imediatamente. — Por que a senhorita nunca me disse nada? — Ele perguntou confuso:

— Não achei que fosse necessário — respondeu simplesmente, em parte, aquilo era verdade, afinal, que diferença faria para Damon saber que havia estudado com ela?

— Eu lembro que a senhorita era bem fechada... Sempre em seu canto, nunca nem me disse "oi" — comentou cuidadosamente. Apenas precisava compreendê-la melhor, queria entender o que se passava na mente da doce, porém arredia Elena Gilbert.

— Eu gosto de viver em meu próprio mundo — disse fechando os olhos com força. As memórias a açoitaram com força e a morena mordeu o lábio inferior, tentando não ceder à estúpida vontade que tinha de chorar. Droga, por que ela ainda tinha que amá-lo, depois de tanto tempo? Aquilo não fazia o menor sentido! — Damon, eu preciso desligar agora... Mais tarde conversamos — ela disse. Sem esperar por respostas, desligou o celular e o jogou no sofá.

A morena encolheu-se no sofá e sentou em posição fetal, abraçando os próprios joelhos com força. Encostou a cabeça nos joelhos e respirou fundo, tentando desesperadamente não chorar; contudo, por mais que tentasse, as lágrimas já caíam por seu rosto. Um soluço escapou por entre os lábios trêmulos e Elena arfou. Novamente, as memórias a dominaram, e a morena afogou-se em mais uma delas:

Elena terminou de anotar o que a professora mandava e respirou fundo. Amanda, a professora, sorriu para os alunos e disse:

— Como vocês sabem, a cada bimestre eu dou um trabalho valendo dois pontos — ela disse olhando para a classe: — E dessa vez não será diferente — falou suspirando. — Porém, esse bimestre decidi que o trabalho será em dupla — falou sorridente. A classe comemorou a decisão da professora e logo em seguida ficou em silêncio: — Vocês terão duas semanas para fazer esse trabalho, eu quero um em escrito e uma apresentação — falou rapidamente: — Cada um pode escolher suas duplas e depois eu lhes explicarei o que quero que vocês façam — a professora de Literatura disse observando os alunos.

Elena ficou parada em seu lugar, observando o tumulto que se formava a sua volta. Várias meninas diferentes se engalfinhavam em uma tentativa de serem escolhidas por Damon Salvatore, o rapaz popular da escola. Desde que ele chegara as meninas pareciam fazer questão de tê-lo só para elas. Elena nunca sequer havia se dado conta de que ele de fato existia até aquele momento, em que tantas pessoas pareciam querê-lo como dupla.

Damon observou as garotas e educadamente, disse que queria fazer o trabalho com uma pessoa diferente, já que já havia feito trabalhos com cada uma daquelas meninas em outras matérias. Olhou em volta e franziu o cenho ao ver uma bela morena sentada em sua cadeira. Caminhou, à passos lentos, em direção à ela, e sorriu-lhe:

— Você gostaria de fazer o trabalho comigo? — Perguntou educadamente. Elena o olhou, em choque. Era a primeira vez que um menino se oferecia para fazer algo com ela. Todos pareciam manter distância da morena, que gostava de ficar sozinha na maior parte do tempo. Apesar de ter feito colegas, ainda preferia o mundo dos livros ao mundo real.

— Claro — respondeu sem pensar. Ele sorriu carinhosamente para a morena e afastou-se, sentando em seu devido lugar. Depois disso, a professora ficou em frente à lousa e disse:

— Bem, agora que as duplas foram decididas, vou lhes explicar o trabalho... Cada um de vocês escolherá um livro e fará uma resenha sobre ele, apresentando todos os aspectos do mesmo... Vocês terão duas semanas para fazer esse trabalho, e ele valerá três pontos — a professora disse, sob diversos protestos dos alunos.

O resto da aula passou rapidamente, enquanto Elena ainda tentava compreender porque uma pessoa como Damon havia a chamado para fazer um trabalho com ele. Elena rabiscava coisas sem sentido em seu caderno, enquanto a professora explicava a matéria da prova.

Depois de alguns minutos, o sinal indicando que hora de todos irem para suas devidas casas tocou. A morena guardou os materiais na bolsa e respirou fundo. Na porta, Damon Salvatore conversava animadamente com um rapaz um pouco mais novo que ele. Elena respirou fundo e pediu por licença gentilmente, que ele a concedeu sem hesitar.

— Ah, Elena — ele pediu segurando-a pelo braço delicadamente. Ela virou-se, corando, e esperou que ele dissesse algo:

— Quando faremos o trabalho? — Ele questionou soltando-a. A morena mordeu o lábio inferior e respondeu:

— Por mim tanto faz... Quando você achar melhor — respondeu dando de ombros. Ele sorriu para a morena e disse:

— Okay, então nós começamos amanhã... Podemos fazer o trabalho na escola?

— Sim, claro — respondeu ainda sorrindo. Ele assentiu e ambos despediram-se com uma singela troca de olhares. Elena voltou sorrindo para casa naquele dia.

No dia seguinte, ela e Damon ficaram na biblioteca da escola para que ambos pudessem terminar o trabalho. Ele sorriu para ela e perguntou:

— Sobre livro gostaria de falar? — Questionou observando-a. Elena suspirou, ponderando, e respondeu:

— Hum... Eu pensei em Ensaio Sobre a Cegueira — ela respondeu séria. Damon sorriu ao perceber que ela havia pensado no mesmo filme que ele e disse:

— Perfeito! Eu amo esse livro — respondeu encarando-a. A morena assentiu e disse:

— Eu também! É simplesmente um dos melhores que já li — falou mordiscando o lábio inferior. Ele concordou em um singelo movimento de cabeça e os dois passaram a discutir sobre o livro que tanto os envolvera...

Elena soluçou novamente ao perceber que ela era a causadora de todo aquele martírio. Depois de finalmente terem entregado o trabalho, ela passou a ignorar o rapaz. Sempre que chegava à escola, passava reto por ele, sem dizer-lhe absolutamente nada. E, apesar disso, apaixonar-se por Damon Salvatore fora extremamente fácil.

Os dedos tocaram as teclas singelamente e a morena não pôde evitar sorrir. O teatro estava cheio aquela noite, graças à uma peça que o pessoal havia organizado em conjunto. E no palco, encontrava-se Damon Salvatore. Quando ela ouviu o primeiro som emitido pelo piano, sorriu. Amava ouvi-lo tocar, sentia-se próxima dele quando ouvia as belas músicas que ele compunha.

Seus olhos fecharam-se e um sorriso de júbilo formou-se em seu rosto. Apreciou cada nota, degustando e apurando cada um dos sons, como se pudesse nunca mais ouvi-los.

O coração da morena palpitava desesperadamente, e logo ela imaginou-se de mãos dadas com ele, caminhando lentamente por uma praça à luz da Lua. Abriu ainda mais o sorriso e focou-se em criar as mais loucas imagens, apenas para seu deleite. Sabia que aquilo jamais ocorreria, mas também sabia que não lhe custaria nada sonhar...

Desde o trabalho que ambos fizeram juntos, ele tem dominado cada pensamento da morena, desde quando ela acordava até a hora em que ia dormir. E a cada dia que passava, tal sentimento crescia, tomando força própria. Era como se aquela paixão louca estivesse enraizando em seu ser, tomando proporções que ela era incapaz de medir ou compreender com perfeição. Ela estava perdidamente apaixonada por Damon Salvatore, o rapaz mais desejado do colégio. Foi ao pensar nisso, que a morena percebeu que não tinha chances com ele...

A música ganhou corpo e forma e a garota suspirou ao livrar-se daqueles incômodos pensamentos. Sentia-se em êxtase. Era como se nada mais pudesse afetá-la, estava tão agarrada à seu próprio sentimento que, por instantes, foi incapaz de assimilar que havia um mundo a sua volta. Por segundos, existiam apenas ela... Ela e ele. Um casal improvável e impossível, mas ainda assim, um casal.

Elena não conseguiu compreender como ele havia a conquistado daquela maneira, já que ela jamais havia se apaixonado antes... Contudo, Damon Salvatore roubou-lhe o coração de maneira irremediável e irreversível. Ele chegou, sorrateiramente, e tomou-lhe o órgão vital, sem dó nem piedade, e agora, a morena sentia-se completamente apaixonada por alguém que jamais poderia ter...

No fundo; porém, ela sabia a resposta. Ele não era como os outros. Havia algo mais nele além da óbvia e espantosa beleza. Havia um homem que realmente se importava com os outros, que não usava máscaras e não ligava para os títulos que lhes eram dados. Ele fazia as coisas sem esperar nada em troca, pelo simples e puro prazer de ajudar. Fora por essa pessoa que Elena se apaixonou. Sabia, contudo, que ele tinha suas falhas. Ele era impulsivo, teimoso, orgulhoso, e incapaz de aceitar opiniões... Mas a morena não se importava. O amava com todos os seus defeitos, todas as suas mais belas imperfeições. Aceitava-as, mas também acreditava na capacidade dele de ser alguém melhor...

Damon suspirou e fechou os olhos. Desde aquela manhã, sentia-se agitado. Elena havia agido de maneira estranha com ele, e o rapaz tentou, à todo custo, compreender o que houve com a morena. Logo, sentiu uma imensa vontade visitar April. Ele abriu os olhos e disse ao irmão, que olhava algumas coisas no notebook:

— Eu vou ao cemitério visitar April — murmurou sério. Stefan o olhou com o semblante preocupado e disse:

— Okay, mas tenha cuidado — pediu semicerrando os olhos. Damon assentiu e despediu-se do irmão, saindo logo em seguida. Apesar do engarrafamento, não demorou muito para que ele chegasse ao cemitério. Comprou um buquê de flores e caminhou em direção ao túmulo da namorada.

— Oi, amor — murmurou, sentando-se em frente ao túmulo. Ao ver a lápide, sentiu as lágrimas formarem-se em seus olhos. Doía. Muito. Era como uma faca cortando-lhe a carne, penetrando-lhe lenta e dolorosamente a pele. Arfou, à procura de ar, e respirou fundo. — Sinto sua falta — admitiu cansado. Perdê-la foi a pior coisa que podia ter acontecido a Damon, que agora, via-se sem chão novamente: — Você não tem noção do quanto — disse soluçando. Ele havia a amado demais, mais do que pensou que pudesse amar alguém, e agora, sentia-se vazio. Oco.

Damon ficou em silêncio, preso em sua própria dor. Os soluços escapavam por seus lábios, e ele mal conseguia respirar diante da dor dilacerante que o acometia vagarosamente. Encolheu-se, tentando controlar seu próprio corpo, e pegou o celular, com as mãos trêmulas. Discou o número de Elena, com a visão turva, e esperou que a psicóloga atendesse:

— Alô? — Elena questionou do outro lado da linha.

— El — Elena — o rapaz perguntou gaguejando. A morena reconheceu a voz no mesmo instante. Sentiu-se alarmada e logo perguntou, preocupada:

— Damon, o que houve?

— Eu preciso falar com você — ele disse chorando. Elena levantou-se e questionou, aflita:

— Onde você está?

— No cemitério Saint Mary — ele respondeu soluçando:

— Eu já estou indo para aí — disse sem pensar duas vezes.

Notas finais
>LEIAM, POR FAVOR! E então gente? Amores, eu tenho alguns avisos para dar: 1º Apesar dos comentários terem diminuído justo no capítulo que mais me deu trabalho para escrever, eu queria agradecer à todos que comentaram; 2º Eu já tenho uma opção, mas irei perguntar aqui também. Eu estou considerando escrever uma última fic Delena e que saber se alguém aqui quer escrevê-la comigo. Se alguém quiser, por favor não deixem de comentar (: 3º Mais uma vez, eu peço que vocês comentem. Por favor gente, é muito importante para nós. Muitos escritores apagam fics por falta de comentários. É sério, preciso que vocês comentem para sabermos se vocês estão ou não gostando. Sei que não é obrigação de vocês e tudo mais, mas é realmente muito importante... Beijos :3