Notas iniciais
Oi gente, tudo bem? Bom, aqui está um capítulo... Bem, nas notas finais eu tenho alguns avisos não muito bons e apenas um aviso que eu considero melhor. Bem, ai vai o capítulo.

Damon abraçou Elena por trás, fazendo-a apoiar sua cabeça no peito plano do rapaz. Virou-se um pouco e fechou os olhos, aproveitando o som do coração dele batendo. O rapaz fez um carinho gostoso nela, que suspirou pesadamente e afundou seu rosto no vão do pescoço dele. Estar ali era tão certo, fazia tanto sentido... Damon era como seu porto seguro, sua paz.

— Eu queria que você tivesse me dito sobre o que sentia antes — Elena admitiu, ainda de olhos fechados. Apenas queria aproveitar as carícias dele, queria senti-lo perto dela. Se Damon tivesse dito tudo aquilo antes, as coisas certamente seriam completamente diferentes.

— Não pense nisso, Lena... Agora estamos juntos, é isso o que importa, certo? — Damon sussurrou carinhosamente contra o ouvido da morena, que concordou. Com certeza, toda a espera havia valido à pena. Ao menos agora ela podia tocá-lo, tê-lo.

— Certo — respondeu, sussurrando. Damon sorriu e a abraçou pela cintura. O rapaz apenas fechou os olhos, sendo tomado por aquela sensação costumeira quando estava perto de Elena. Seu coração acelerou vários compassos, e ele respirou fundo, inalando o odor magnífico do perfume da morena. Os lábios dele percorreram uma trilha pelo pescoço de Elena, decorando a textura da pele, o odor da mesma. Sentia-se inebriado pela presença dela, tomado por uma sensação até então desconhecida por ele.

A morena apenas deixou-se levar pelos toques e sensações. Sentia o corpo reagir à proximidade, e por alguns instantes, ignorou o mundo a sua volta, como se o mesmo sequer existisse. Eram apenas eles dois, não havia mais nada ao redor. Elena estremeceu ao sentir o vento frio bater contra seu corpo e Damon afastou-se um pouco, retirando seu casaco e o oferecendo à ela.

— Pegue, não quero que você fique gripada — ele disse, com extrema delicadeza. Os olhos azuis brilhavam com intensidade e ela não viu outra solução que não aceitar a jaqueta dele.

— Obrigada — Elena disse sorrindo, tímida. Ela colocou a blusa e sentiu-se envolvida pelo cheiro amadeirado dele. Aquele odor era um dos melhores que ela já experimentara, e Elena sabia que jamais enjoaria do mesmo. Encolheu-se dentro da jaqueta e sorriu, timidamente. Certamente dormiria com aquele casaco à noite.

— Vou te levar para a casa, já está tarde — ele falou, ajudando-a a levantar. Os dois arrumaram as coisas e voltaram para o carro. O caminho de volta para casa de Elena fora silencioso. Apenas as músicas que tocavam no rádio serviam de trilha sonora para o casal.

Damon parou o carro em frente ao prédio da morena. Os dois saíram do veículo em silêncio e ele disse:

— Acho que podemos nos encontrar amanhã, o que você acha?

— Seria excelente! — A morena disse exultante. Damon enlaçou-a pela cintura e beijou-a com carinho. Elena correspondeu o beijo e afastou-se dele, sorridente. — Tchau, Damon.

— Tchau, Elena — ele respondeu com um meio sorriso.

A morena hesitou um pouco, pensando se devia ou não chamá-lo para entrar. Seu coração acelerou e ela respirou fundo, tentando controlar-se. Respirou fundo e caminhou para dentro do prédio rapidamente.

...

Damon guardou a pequena caixa de veludo dentro do bolso e respirou fundo. Ele estava muito mais nervoso do que realmente deveria estar, afinal de contas já havia passado por aquilo antes.

Saiu de dentro do banheiro e voltou a sentar-se a mesa, onde Elena tomava um pouco de seu sorvete. Os dois estavam se encontrando com frequência nas duas últimas semanas, e durante esse período Damon soube que queria que aquilo se tornasse mais sério.

O rapaz pigarreou um pouco, chamando a atenção da morena, que tomava seu sorvete, introvertida. Ela o olhou e sorriu, ato cada vez mais rotineiro quando tratava-se de Damon Salvatore:

— Er... Lena, eu não sei muito bem como fazer isso... Acho que já perdi o jeito — o rapaz comentou sem graça: — Por isso, eu serei direto — falou, respirando fundo e tirando a caixa de dentro do paletó: — Você quer namorar comigo?

A morena ficou alguns segundos sem dizer absolutamente nada. Era como se tivesse esquecido todo seu longo e vasto vocabulário. As palavras sumiram, e ela não pôde respirar. Vasculhou sua própria mente e depois de alguns instantes, respondeu:

— Sim, claro que sim! — Falou, sorrindo. O rapaz respirou fundo, sentindo-se aliviado, e colocou a aliança simples e prateada no dedo de Elena, que sorriu ao ver a aliança em seu dedo anelar. Nunca pensou que Damon Salvatore realmente a pediria em namoro!

— Eu achei que você não aceitaria — ele admitiu, temeroso. Realmente tinha o receio de que ela não aceitaria. Elena revirou os olhos diante do que ouvira e disse, sorrindo:

— Eu seria muito idiota senão aceitasse — falou rindo.

Então, os dois sorriram praticamente ao mesmo tempo quando In My Veins, de Andrew Belle, começou a tocar nas amplas caixas de som do restaurante no qual eles estavam.

Damon ergueu a mão para a jovem, que sorriu e sem sequer hesitar ou pensar duas vezes, levantou e o seguiu para o centro do salão. Outros casais já estavam levantados, dançando.

— Você me concede a honra dessa dança, senhorita Gilbert? — Damon perguntou sorrindo. A morena nunca vira um sorriso tão bonito quanto aquele em toda sua vida. Elena recostou sua cabeça no outro do rapaz e fechou os olhos, deixando-se guiar por ele.

Sentia-se inebriada. A presença de Damon a causava as sensações mais mistas e estranhas. Ela o amava com uma força quase avassaladora, com uma força intensa e verossímil. Sentia a necessidade de tê-lo por perto, de tocá-lo. Queria desesperadamente fazê-lo feliz. Era apenas aquilo o que ela desejava.

Damon respirou fundo, lembrando da primeira vez em que ambos dançaram aquela mesma música, há anos atrás. Ambos os momentos foram mágicos, inesquecíveis. Ele sempre soube que Elena marcaria sua vida, sempre soube que ela estaria em sua mente, não importava o que acontecesse. E apesar de tudo o que ele ainda sentia por April, sentia que com aquela mulher, que estava presa entre seus braços, ele podia encontrar sua felicidade. Sentia que Elena poderia ser o seu incentivo para ser alguém melhor, para ser o homem que ele sempre sonhou que seria antes da morte de April.

Elena Gilbert era sua segunda chance, e ele não a desperdiçaria...

Notas finais
Bem, aqui eu tenho alguns avisos muito importantes: 1º: Todos sabem que a Yasmin está tendo problemas com a internet dela, certo? Eu, felizmente, achei uma co-autora para fic. Apesar de termos conversado por pouco tempo, ela se mostrou super interessada com relação à história e tudo mais. Eu; contudo, não tenho mais o mesmo interesse. Há tempos que eu não consigo fazer um capítulo bom em Recovery, um capítulo que me agrade. Meu tempo está escasso e honestamente, eu fiquei desestimulada demais. Então eu sinto que não há mais opções. Por mais que me doa, irei apagar a fic. Eu não tenho mais ideias, não sei o que fazer, estou com grandes dificuldades pra escrever essa fic e isso tá acabando comigo. Então, por isso, eu peço que vocês entendam e aceitem. Eu continuaria a fic se eu soubesse como. A minha co-autora, Carol, já me deu ideias, mas eu não consigo mais querer escrever essa história... Eu posso voltar a ficar inspirada e escrever aqui? Sim. Mas eu não acho que isso vá acontecer... Eu só tenho a agradecer a todos vocês. Aos 205 leitores, aos 37 favoritos e às cinco maravilhosas recomendações! Sem vocês essa história não seria nada! Vocês fazem parte da minha vida, da minha história! Obrigada por me fazer a escritora que eu sou hoje, é graças a vocês que estou aqui, agora *-* Meu segundo aviso: Eu e a Duda - a fofura que escrevia Wicked Game comigo - temos uma fanfic nova aqui em TVD. A fic é Delena e beeeeem diferente das outras daqui do site. Por favor, passem lá e não esqueçam de comentar, okay? Link: http://fanfiction.com.br/historia/556246/Chains/ Ler e não comentar é feio, viu? Se você gostou, comente u_u kkkkkk É isso gente, beijos! P.S: Eu vou esperar algumas semanas para apagar Recovery, para ver se eu não tenho alguma ideia e assim consiga mantê-la.