Notas iniciais
Oi gente, tudo bem? Bom, quero apresentar a Carol para vocês >.< Ela é a nova co-autora da história, só pra deixar claro, a Yasmin não saiu, só está indisponível. Logo teremos uma capa com o nome da Carol inserido. Bem, foi ela quem escreveu o capítulo, então sejam bonzinhos e comentem. Só para avisar, como muita gente pediu para que eu finalizasse a história, eu vou levá-la até o capítulo 20, apenas para vocês terem um final adequado. Mas de vinte capítulos ela não passa... Bem, é isso. Eu espero que vocês gostem (: >LEIAM AS NOTAS FINAIS!

Damon ainda estava dormindo em sono profundo quando seu telefone tocou. Como supôs que ainda era cedo, preferiu deixar aquela ligação passar. No entanto, o inconveniente desconhecido por trás do telefone insistiu mais duas vezes. Finalmente, sem ânimo mais para dormir e curioso em saber quem o perturbava às sete da manhã, como indicava seu relógio, Damon pôs-se de pé e chegou cambaleando de sono ao telefone.

Em sua cabeça, a música dele com Elena tomava seus pensamentos. Aquela música que significava tanto para ambos, que representava alguns dos momentos que eles viveram juntos. Uma música que os representava de diversas maneiras. Ele sentia-se exatamente como a letra descrevia. Era como se Elena estivesse sob suas veias, em cada vão pensamento do rapaz. Tomando sua mente e fazendo-a dela. Damon já sentia-se incapaz de não sentir-se assim, tomado pela presença cativante e entusiasmada daquela bela morena.

–Alô? – sibilou sem esconder o mau humor matinal.

–Damon?

Ele reconheceu a voz do pai e imediatamente se obrigou a ficar mais alerta. Talvez algo de grave tivesse acontecido. Reprimiu a resposta sarcástica que quase escapava dos seus lábios e ao invés disso, lhe respondeu com a voz tingida em preocupação:

–O que houve?

–Não precisa se preocupar, sua mãe está bem – os ombros de Damon relaxaram diante a revelação.

–Stefan? – ele perguntou, tapando as mãos para reprimir o bocejo.

–Também. Não que eu saiba na verdade. Ele não fala comigo há meses..

Damon revirou os olhos ao perceber que o pai já divagava.

–Então, só para recapitular. Você está me ligando às sete da manhã para conversar comigo sobre nada de importante. É isso mesmo?

O pai soltou uma risada seca. Damon duvidou que fosse de humor. Seu velho não era um cara lá muito espirituoso.

–Eu não diria isso. O assunto que temos que tratar é de extrema importância. E já que parece impaciente, te adianto que é sobre seu irmão.

Damon bufou. Ele não tinha ideia do que estava havendo com sua família, mas odiava quando seu pai escolhia caracterizar Stefan como apenas irmão dele, esquecendo-se que antes de tudo, ele era seu filho.

–Então diga de uma vez, pai. Não me arraste para uma briga que é sua.

O homem suspirou do outro lado da linha. Quando falou novamente, trazia em seu tom a gravidade da situação.

–Eu não posso falar isso por telefone. Preciso que me encontre no píer, em trinta minutos.

Ele não esperou a resposta de Damon, que por sua vez, ao descobrir que seu pai tinha realmente desligado na sua cara, encarou o telefone ainda descrente. Teve um impulso de chutar alguma coisa, mas a curiosidade abafava qualquer outro estímulo seu.

Pensou em mandar uma mensagem para Elena, mas logo reprimiu essa ideia. O que quer que fosse seria problema seu. Ele não tinha que arrastá-la para o meio disso. Lembrou-se da noite passada e um pouco do aperto em seu peito se suavizou. Lembrar-se dela já o fazia sentir-se melhor. A memória do sorriso dela invadiu sua mente e ele sorriu um pouco. Estar com ela parecia tão certo, tão exato.

Ainda assim, ele supunha que seu pai tinha algo de ruim para lhe contar e se abraçou em seu casaco ao atravessar a rua de casa a caminho do píer que passava a maior parte de suas tardes de domingo quando criança. Seu pai já estava lá, sentando no mesmo banquinho que ocupava quando Damon e Stefan brincavam por lá. Uma onda de nostalgia ameaçou atingi-lo e ele a sufocou andando em passos largos para vencer a distância que se colocava entre ele e Edgar Salvatore.

–O que você quer? – perguntou sem rodeios. Não estava com paciência para dar voltas e mais voltas, queria saber logo o que estava havendo.

–Bom dia para você também, Damon – respondeu o pai se levantando.

–Você desligou o telefone na minha cara depois de me acordar às sete da manhã, lembra? – o filho o respondeu prontamente e mais uma vez Edgar soltou uma risada seca que em nada tinha a ver com humor.

–Vamos dar uma volta – Edgar o convidou e Damon percebeu que gostava cada vez menos daquela história.

Ele se esforçou em andar por um tempo com o pai, que olhava sério para a paisagem que o píer proporcionava. Queria insistir para que o assunto fosse logo abordado, mas sabia por experiência que quanto mais insistisse, mais Edgar relutaria em falar.

–Você lembra que seu irmão costumava dar comida aos patos daqui? – ele finalmente começou. – Sempre uma alma nobre, o Stefan. Você insistia em lançar pedras perto dos patos para assustá-los. Mas ele sempre estava lá, os defendendo.

Damon não respondeu nada, ainda que não visse como o amor de Stefan pelos pais podia estar relacionado ao assunto em questão.

–Eu me lembro de um dia que ele quis adotar um desses patos. Você com certeza não se esqueceu da expressão que sua mãe fez quando ele chegou em casa e revelou que tinha escondido um pato na mochila.

Damon parou de súbito. Tinha certeza que não havia pedido por uma viagem no tempo. Franziu o cenho e disse, respirando fundo:

–Pai, eu estou perdendo a paciência. Fale de uma vez, o que houve com Stefan? Ele está envolvido com drogas? — Perguntou, receoso. Definitivamente não queria que seu irmão entrasse no mesmo mundo que ele.

Edgar o encarou transtornado.

–Não, por que você diria uma coisa dessas? Está sabendo de algo?

–É claro que não – Retrucou Damon veemente, frustrado. – Eu só quero que você me conte o que aconteceu, antes que eu mesma tenha que ligar para Stefan e descobrir por mim mesmo.

Algo no semblante de seu pai se transformou.

–Você não pode fazer isso! – Edgar retorquiu, exasperado.

–Por quê? — Damon se surpreendeu e começou com uma implacável série de perguntas que pretendia deixar seu pai contra a parede. — É algo tão grave assim? É problema financeiro?

–Não, Damon...

–Matou alguém?

–Seu irmão jamais...

–Foi preso?

–Damon, se acalme...

–Problema com prostituta?

O pai finalmente se enervou com todas aquelas insinuações sendo lançadas ao vento.

–Não, Damon. Seu irmão é gay!

Notas finais
> LEIAM, POR FAVOR! E então, o que vocês acharam dessa pequena revelação? Gente, eu a Duda estamos com uma fic nova e PRECISAMOS que vocês comentem. Como eu já disse, ela é diferente de tudo o que vocês já leram, então deem uma chance, por favor >.< Link: http://fanfiction.com.br/historia/556246/Chains/ Se você leu, COMENTE! Pode parecer que não, mas esses comentários são muito importantes para nós... Bem, é isso! Beijos :3 Ah, aqui estão as notas da Carol: N/C: É um prazer estar ajudando a Bia com essa fic. Assisto TVD e sou Tem Delena. Olá a todos os leitores! Espero inspirar a Bia o suficiente para que essa fic chegue a tudo que ela imaginou quando começou a escrevê-la. Quem quiser me achar no site, meu nick é Caderno Azul. Beijinhos!