Rebel new generation
10 Capitulo 10
Por Viviane
Odiei o show daquelazinha (Tal mãe tal filha né? Duas loucas) finalmente cheguei em casa com meu pai, e ele não parava de falar nela...
– A Manu é uma boa cantora, e possuí presença de palco hem — disse o meu pai assim que entramos em casa.
– Não gostei nem um pouco do show pai, mulherzinha sem classe, eca — falei.
– Vivi não fala assim, a Manu tem garra, e criou a filha sozinha — disse o meu pai, e eu ri.
– Você chama aquilo de filha? — perguntei entre risos, e me sentando no sofá.
– Tá bom mocinha, agora a senhorita vai dormir, porque amanhã o motorista vai te levar cedo pro colégio — disse o meu pai.
– E você vai fazer oque? — perguntei.
– Trabalhar — disse o meu pai.
– Eu achei que a gente ia ficar junto — falei (O meu pai nunca me levou assim em show's, mas tive sempre o que quero, ele nunca me deu atenção, só trabalho, trabalho e trabalho).
– Princesa, a gente já ficou juntos, só que agora eu tenho que trabalhar — disse o meu pai.
– Puxa pai... você nunca tem tempo pra ficar comigo... por favor, vai — falei.
– Viviane, assunto encerrado, eu tenho que ir trabalhar — disse o meu pai.
– Ah é? então eu quero ir para o colégio — falei o encarando.
– Não tá tarde, você vai deitar, vai descansar e amanhã você irá a o colégio — disse o meu pai.
– Eu quero ir pro colégio agora, por que se for pra ficar nessa casa sozinha de novo eu não prefiro ficar mais nem um minuto aqui — falei.
– E como é que a senhorita pensa que vai entrar no colégio a essa hora? — perguntou o meu pai.
– Pra você o Jonas abre a porta, não é mesmo, avisa a o motorista que eu tô indo — falei saindo de casa.
Por Mosca
Estava andando pelos corredores com a Marian (Essa garota para de falar não? )
– Fala alguma coisa vai, o que é que você ira me mostrar — disse a Marian me olhando.
– Não dá pra falar, por que é um tipo de coisa que você tem que ver por si mesmo — falei.
– Mas por que todo esse segredo? — perguntou a Marian.
– Ué, por que tudo que é secreto é melhor né, e também dá um gostinho que você é melhor que os outros, entende? — perguntei.
– Claro — disse a Marian.
– Eu sabia que você ia entender — falei.
– Que bom que vocês querem que eu participe — disse a Marian.
– É, eu tinha dó de você não participar, por que é a sua cara — falei.
– É? Podem confiar em mim... — disse a Marian com um sorriso falso, nós andamos mais um pouco e chegamos na porta da biblioteca.
– É aqui... chegamos — falei.
– Aqui? — perguntou a Marian, e eu abri a porta e entramos.
– É sim — falei.
– Quem tá aí? Opa, opa — disse o Eduardo apontando a lanterna pra gente.
– Tranquilo , sou eu e a nossa nova convidada — falei.
– Gente... mas isso aqui é a biblioteca — disse a Marian
– Ué , e onde mais você acha que a gente ia montar nosso grupo de estudos? — perguntei.
– Grupo de estudos ? -perguntou a Marian.
– É... — falei.
– E você acha que a gente se encontra aqui pra que? — perguntou o Eduardo.
– Vocês 5 são um grupo de estudos ? — perguntou a Marian.
– Na verdade tem a Vivi também, mas não sabemos onde ela está — falei.
– É e tem a Bia que foi procurar a Viviane junto com a Mili e acabaram sumindo também, mas olha as três estão sempre aqui — disse o Eduardo.
– Vocês só podem estar de brincadeira comigo né? vocês se reúnem pra estudar aqui e ainda por cima com esses dois nerd's? — perguntou a Marian.
– Opa... não fala assim deles não, até por que eles estão ajudando muito a gente, tá? e quer saber? aqui tá muito legal, muito divertido — falei.
– É isso aí — disse o Eduardo.
– E como podem imaginar que eu queria participar disso aqui? ham? — disse a Marian
– Vai me dizer que você não curtiu a ideia? — perguntou o Eduardo.
– Tô fora, e bom estudo pra vocês — disse a Marian, que logo se virou de costas e sem querer bateu seu pé numa cadeira — Ai... — disse ela baixo.
– Opa, deixa a cadeira aí que é nossa — disse o Eduardo, e a Marian saiu da biblioteca, e logo comemoramos.
Por Beatriz
Logo depois que soube que o pai da patricinha tinha ido a um show da minha mãe fui diretamente para minha casa junto com a Milena (contra a vontade da Mili, claro) ficamos ali no sofá sentadas, esperando minha mãe chegar, quando finalmente ela chegou junto com a Luly (assessora da minha mãe)
– Ele vai deixar a filha dele em casa e vai me buscar — disse a minha mãe sem ainda perceber a minha presença e a da Mili no sofá — ele é lindo, rico, e não tem medo da minha carreira — disse a minha mãe se virando bem pra onde eu estava e ficou sem reação, pois eu estava a encarando.
– Vai fazer farra com o pai da Cinderela é? — perguntei, séria.
Por Viviane
Quando finalmente cheguei na escola a Cristina veio correndo até mim...
– Amiga conta tudo — disse a Cristina.
– Não tem nada pra contar Cris, show chato, gente chata — falei.
– Você não disse que gostava da Manuela Messi? — perguntou a Cristina.
– Gostava, não gosto mais... mulher cafona — falei.
– Ela pode ser tudo menos cafona né .... mas bom, vou indo alí beber água e já volto, afinal já deu o toque de recolher aqui na prisão do Jonas — disse a Cristina.
– Tá bom — falei sorrindo, e ela saiu, quando comecei a andar pelos corredores acabei encontrando com o Mathias — Que susto Mathias... — falei um pouco assustada.
– E aí? saindo ou chegando? — perguntou o Mathias.
– Chegando — falei.
– Ué, desde quando a gente pode sair do colégio? — perguntou o Mathias.
– É que meu pai falou com o Jonas... — falei.
– Ah tá entendi... — disse o Mathias, e nos olhamos por alguns segundos até que o Samuel e a Gabriela apareceram e estavam sorrindo pelo corredor onde estávamos, simplesmente aquilo me incomodou, revirei os olhos e sai rumo a o meu dormitório.
Por Beatriz
(Continuando...)
– Você enlouqueceu de vez Beatriz? — perguntou minha mãe
– Ainda não, mas do jeito que você tá eu enlouqueço rapidinho — falei.
– Eu sabia que ela ia aprontar, cedo ou tarde, vão expulsar ela do colégio, vai sair nos jornais, seu pai vai vir te buscar,e sua mãe vai ficar enlouquecida — disse a Luly.
– Luly pelo amor de Deus, desliga — falei.
– Como você chegou aqui hem Beatriz? E alem do mais com sua colega? — perguntou minha mãe.
– Andando, de carona uma hora também — falei.
– Não sacrifica Beatriz — disse a Luly
– TÁ... Fugimos do colégio, não tá claro pelo nosso estado que tivemos que pular muro? — perguntei.
– Do jeito que parece a menina bem tentou fazer você ficar no colégio mas acabou vindo junto, mas vocês iram voltar pra lá, agora mesmo — disse a minha mãe.
– Mas é muito ruim disso acontecer, eu só saio daqui quando eu conhecer o pai da Cinderela — falei cruzando meus braços.
– Eu sabia — disse a Luly, e a Mili riu.
Por Eduardo
Estávamos Eu, o Mathias no dormitório conversando o Mosca também estava só que dormindo (ZzZzZz )...
– Gisele Bündchen — falei.
– Jura cabeça? mas quem também não queria levar a Gisele bündchen para uma ilha deserta? — perguntou o Mathias.
– Hum, então tá bom... Angelina Jolie — falei.
– Tá, agora vamos voar baixo né? Alguém que a gente conhece? — perguntou o Mathias.
– Sei lá — falei.
– Hum... "Sei lá" pode falar cara, eu sei que você tá amarradão na Beatriz — disse o Mathias.
– Que Beatriz o que? Tá doido? De onde você tirou isso? — perguntei.
– Primeiro ela te tira do jogo sem mais nem menos, depois você sai sem piscar, qual foi Duda? acha que eu sou bobo? — perguntou o Mathias.
– Mas o lance foi outro, ela me levou pro porão por que...- ia falando mas parei, pois ia falar mais do que devia.
– Quer dizer que a doida te levou pro porão? Pera aí, se não tem lance nenhum por que ela te levou pro porão hem Duda? — perguntou o Mathias.
– É um lance de musica aí que a gente tem... -falei.
– Mas pra ouvir ou tocar? — perguntou o Mathias.
– Pra tocar... -falei.
– Tá de brincadeira!! Adoro musica, toco guitarra — disse o Mathias.
– Sério? e eu que sou louco pra tocar violão desde pequeno, meu pai que nunca deixou, ele diz que é perda de tempo — falei.
– Idai? — perguntou o Mathias.
– Como idai? Se ele não deixou... não deixou, não tem jeito — falei.
– Tu respeita muito teu velho né? — perguntou o Mathias.
– O cara é demais, ele se criou sozinho, e subiu na vida com maior esforço, é respeitado e admirado por todo mundo, queria ser metade do homem que ele é — falei.
– E eu queria ter alguém assim pra admirar — disse o Mathias.
– E o teu pai? -perguntei.
– Se bem que eu não sei... há um mistério nisso, e minha mãe de mandou sem falar nada — disse o Mathias.
– Puxa... — falei.
– Minha família é completamente doida — disse o Mathias.
Por Beatriz
Estavamos lá ainda, na sala... a Luly pegou alguns pedaços de bolo e nos serviu, a Milena falava cada segundo para voltarmos a o colégio (QUE VONTADE DE JOGAR ESSA MENINA PELA JANELA, VEIO ATRÁS POR QUE?)
– Cadê o cara hem? — perguntei á minha mãe que estava andando de um lado a o outro.
– O cara não sei... mas eu vou indo, chega de drama por hoje — disse a Luly, e a campainha tocou.
– Vai deixar ele lá fora? — perguntei.
– Você não tem jeito né Beatriz? — perguntou minha mãe, e eu ri, e minha mãe abriu a porta.
– Manu desculpa a demora, tive que levar a minha filha no colégio — disse o Franco e ele me olhou — Quem é ela? — perguntou o Franco.
– Ela não disse que tinha filha? — perguntei me levantando dó sofá, e a Milena se levantou também.
– Ela disse, mas não disse que tinha duas, e que a filha parecia uma sem teto — disse o Franco, e minha mãe riu, e eu o encarei.
– Ela saiu do colégio com a Mili e veio pra cá quando soube que você foi a o meu show — disse a minha mãe.
– E é pra lá que elas vão voltar — disse o Franco.
– Ah, mas eu não vou MESMO — falei.
– Ah é? é isso que iremos ver — disse o Franco pegando o celular dele.
– Ele enlouqueceu? — perguntei.
– Não, quem gosta de ser louca e mimada aqui é você — disse o Franco.
– Ah... privilegio da sua filha ser mimada né? — perguntei.
– Criança precisa de limites,e reparei que você não tem nenhum — disse o Franco.
– Eu não sou criança... — falei cruzando os braços e o encarando.
– Ah não? — perguntou o Franco.
– Não — falei.
– Então prova indo a o colégio vocês, e deixa de ser tolinha — disse o Franco.
– Mãe... — falei, e minha mãe deu de ombros.
– Jonas? como vai? sou eu Franco... A aconteceu uma coisa e espero que você entenda e passe por cima — disse o Franco pelo celular.
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