Por Viviane

Assim que acordei eram 6:30, a Beatriz já estava no quarto dormindo e a Cristina não estava no quarto, acho que ela estava na cantina ou algo assim, fui a o banheiro tomei banho (logico) e me vesti com o fardamento do colégio, e a Beatriz ainda dormindo... (não acorda não?) .

– Ei? Não vai acordar não? — perguntei num tom alto para que ela escutasse.

– Eu não... — disse a Beatriz, pondo o seu travesseiro em seu rosto, eu simplesmente dei de ombros e fui pegar meu salto alto, e coloquei meus livros dentro da mochila fazendo barulho para que a Beatriz se incomodasse — Ô garota !! — disse a Beatriz jogando o travesseiro em mim, e se sentando na cama.

– Ô garota eu vou jogar esse salto na sua cabeça — falei.

– Tenta pra você ver o que te acontece — disse a Beatriz.

– Se não fosse tão caro... — falei.

– Ai meu deus — disse a Beatriz.

– Oque você pensa que você é hem? — perguntei.

– Uma pessoa com mais coragem que você, obviamente — disse a Beatriz, e eu olhei para o meu salto — Tá eu entendi que é caro, e que você não vai jogar... agora fica quieta que eu quero ir dormir — disse a Beatriz se deitando na cama, e eu continuei fazendo alguns barulhos com alguns objetos meus- Cinderela fica quietinha para a Beatriz gostar de você — disse a Beatriz.

– Ô bela adormecida, eu preciso me arrumar ok? — falei.

– Barbie, vai procurar teu rumo — disse a Beatriz, se sentando na cama dela.

– Cala boca , sua despenteada — falei.

– Garota, vai ver se eu tô na esquina — disse a Beatriz.

– Ai, é bem a sua cara mesmo — falei

– Como é que é? — perguntou a Beatriz.

– Isso mesmo que você ouviu, ESQUINA — falei num tom alto e a Beatriz se levantou da cama dela rápido — Não, não... — falei e corri pelo quarto da gente, ela pegou o travesseiro que estava no chão, e eu saí do quarto, e ela jogou o travesseiro na porta, e logo apos que ela jogou eu entrei no quarto e falei...- Ah... aproveita que já tá de pé e veste um trapo para parecer gente — falei e saí do quarto novamente.

(Depois de umas 2 horas já tínhamos saído da sala de aula na qual foi aula do professor Vicente..)

– Gente, o Vicente é incrível né? — perguntei.

– É , quase me deu vontade de ler — disse a Beatriz.

– E aí galera? qual a boa do final de semana? — perguntou o Eduardo.

– Eu vou para casa, não ver o meu pai — falei.

– E eu vou para casa, tentar não ver minha mãe, e você Duda? — perguntou a Beatriz.

– Vou para casa também, levar bronca de alguma coisa que eu fiz, ou até por coisas que eu nem fiz ainda — disse o Eduardo.

– E aí? armando o final de semana de vocês? — perguntou o Mosca, chegando junto com o Mathias.

– É, e você vai fazer o que? — perguntou a Beatriz.

– Não faço a menor ideia — disse o Mosca e a Milena o olhou e ele saiu de perto da gente.

Por Samuel

Estava no jardim, lendo um dos livros que o Vicente tinha nos indicado quando chega a Marian...

– Você acha que eu sou burra? — perguntou a Marian

– Para ser sincero, eu não costumo pensar em você — falei e a Marian sorriu.

– O nerd tá ficando saidinho hem? — disse a Marian.

– O que você quer? Não tá vendo que tô ocupado? — perguntei.

– Sei muito bem que foi você que armou aquela cena lá na biblioteca — disse a Marian.

– Não sei do que você tá falando — falei.

– Claro que sabe, você contou com a ajuda do Mosca e de sei lá mais quem... pode esperar, vai ter troco — disse a Marian

– Eu não fiz nada — falei.

– Me aguarde... — disse a Marian e logo em seguida saiu.

Por Beatriz

Estava procurando mais um livro para ler, quando peguei o livro a Viviane segurou o livro também.

–Ah não... — falei.

– Eu peguei primeiro — disse a Viviane.

– É, por isso eu tô segurando a o mesmo tempo que você — falei.

– Ô Beatriz, você nem gosta de ler, dá isso aqui — disse a Viviane

– NEM você — falei, e começamos a puxar o livro para ver com quem ficava — Garota se liga, seu lance é roupas, moda e maquiagem — falei.

– É, mas acontece que esse livro aqui eu quero ler — disse a Viviane.

– Vai comprar um blache rosa e me deixa em paz, por favor — falei.

– Vai você comprar uma bota preta pra ver se combina com o seu estado de espirito — disse a Viviane.

– Me dá — falei tentando puxar o livro só pra mim.

– Larga — disse a Viviane.

– Vai irritar o seu pai babão por cantora famosa — falei.

– Ah, pior a sua mãe que dá mole pra qualquer um que passa — disse a Viviane.

– NÃO FALA ASSIM DA MINHA MÃE — gritei.

– E VOCÊ NÃO FALA ASSIM DO MEU PAI — Gritou a Viviane.

– Ô, ô, ôh... — gritou o Mosca, chamando nossa atenção.

– Vocês não cansam disso? — perguntou o Mosca — e primeiro... esse livro agora é meu me dá — disse o Mosca tirando o livro de nossas mãos.

– Não!! — falei.

– MOSCA!! — gritou a Viviane.

– E segundo... é só olhar pra estante, tá cheio de copias — disse o Mosca — Pega Beatriz — disse o Mosca me entregando uma copia do livro — Pega Vivi — disse o Mosca entregando uma copia do livro a Viviane — E terceiro... ou vocês duas se entendem, ou irei trancar vocês duas até se entenderem — disse o Mosca e nos saímos dali.

Por Viviane

Todos estavam á arrumar suas malas, pois já íamos todos cada um á sua casa (Final de semana, por um lado AMO, e outro lado odeio...) eu já estava no jardim do estacionamento, como vários alunos esperando seus pais chegarem / ou motoristas, o motorista da minha casa chegou, mas meu pai não estava dentro do carro junto (sinal de que ele não vai estar em casa), não entrei no carro fiquei apenas cruzei os braços e encarei o chão.

– Não vai entrar Viviane? — perguntou-me o diretor Jonas.

– Cadê meu pai hem?... — perguntei.

– Deve estar ocupado — disse o diretor Jonas, apenas confirmei com a cabeça e entrei no carro.

Por Beatriz

– Sua mãe não prima pela pontualidade — disse o diretor Jonas chegando perto de mim, e eu estava sentada em um banco que estava ali.

– Acho melhor chamar um táxi — falei.

– Você não vai sair daqui de táxi — disse o diretor Jonas.

– Você prefere como? que eu vá a pé? — perguntei, e nesse momento o professor Vicente estava indo pegar o carro dele.

– VICENTE, vicente... Você se incomoda de deixar a Beatriz em casa? — perguntou o diretor jonas.

– Não, nem um pouco, vamos? — perguntou-me o Vicente, me levantei e fui junto com o Vicente, entrei no carro junto a ele, e fiquei vendo a rua pela janela do carro (Que saco) Assim quando chegamos, ele foi embora e eu entrei em casa e na sala estava a Luly sentada.

– Luly? esqueceram de mim é? — perguntei.

– Sua mãe disse que ia mandar alguém da gravadora te pegar — disse a Luly.

– E a Manu tá onde mesmo? — perguntei.

Por Viviane

– Em Angras? — perguntei

– Sim... — disse a empregada Jose.

Por Beatriz

–A minha mãe e o pai da Cinderela? em Angras? — perguntei

– Nem sei o que te dizer Beatriz... — disse a Luly.

Nem precisa — falei indo até a porta.

– Espera, você vai sair? — perguntou a Luly.

– Logico — falei.

– Espera... fica aqui me fazendo companhia — disse a Luly

– Aqui ? — perguntei.

Por Viviane

– Eu não fico aqui de jeito nenhum, eu posso ir pra aí? tá bom amiga fechado — falei a o celular, não queria ficar mais nem um minuto ali sozinha naquela casa ( Qual é? meu pai me deixa aqui "Sozinha" pra ficar em Angras com a mãe daquela maluca) fui a Vila Lene onde minha amiga Cristina morava, assim que chego lá vejo o Mathias jogando bola com o Eduardo, o Samuel sentado e estava conversando com a Gabriela e nos juntamos a o Samuel e a Gabriela, um tempo depois a maluca da Beatriz aparece descendo de um táxi junto com a Luly, e a Milena foi até elas, e o Mosca sai da sua casa...

– Ai meu deus... — disse a Cristina olhando o Mosca.

Eu simplesmente sai de perto dela e me juntei a Milena e a Beatriz, e o Mathias, Mosca e o Eduardo se juntaram e chegaram até nós, todos estavam sorrindo, até que a Cristina (infeliz) se levantou e chegou perto do Mosca e disse...

– Nossa, eu amei que você está por aqui — disse a Cristina.

– É né, ele mora por aqui — disse a Milena.

– Como que todo mundo veio parar na Vila Lene? — perguntei.

– Eu moro por aqui — disse o Mosca, e a Milena encarou a Cristina.

– A minha historia é um pouco mais comprida, depois explico á vocês — disse o Mathias.

– Ah Luly, eu tô cansadona, vamos para a sua casa? — perguntou a Beatriz.

– Cris, a gente não ia a o restaurante de sei lá quem? — perguntei.

– Ah é verdade, vamos, vem com a gente meninas? — perguntou a Cristina com a Gabriela e a Milena, e nos fomos a um restaurantezinho.

– Quem é aquele? — perguntei.

– É o Genaro — disse a Milena.

– Bambina, você esta cada dia mais bonita — disse o Genaro.

– Obrigada — disse a Milena.

– Adorei a roupa — falei.

– Obrigado, e vocês vão querer o que minhas gatitas? — perguntou o Genaro.

– Gatitas? — perguntou a Cristina.

– Gatinhas, amore mio — disse o Genaro.

– Ai gostei de você — falei.

– Todo mundo gosta dele aqui na Vila — disse a Milena, e nesse momento chega a Beatriz no restaurante.

– Outra bambina bonita — disse o Genaro se referindo a Beatriz.

– Disseram que é aqui que tudo acontece — disse a Beatriz.

– Tudo é muito ragazza, mas aqui se serve uma boa comida... recebe-se bem as pessoas — disse o Genaro.

– Tem música? — disse a Beatriz olhando um pequeno palco.

– De vez em quando, mas é difícil encontrar quem cante bem — disse o Genaro.

– E tem alguma coisa pra gente comer? — perguntou a Gabriela.

– Ah... o cardápio inteiro — disse o Genaro rindo.

– Tô morrendo de fome — disse a Gabriela.

– Ah... eu nem estou — falei.

– Com medo de perder a boa forma? — perguntou a Beatriz.

– Nem tô — falei.

– Vocabulário intenso hem — disse a Beatriz.

– Ôh... sem briga, aqui fiquem de paz — disse o Genaro.

– Vamos subir e já voltamos Genaro — disse a Cristina (A Cristina morava com seu irmão no apartamento acima) e saímos.

– E vocês? Preferem comer ou ouvir minhas historias? — perguntou o Genaro.

– Ah... prefiro ouvir suas historias — disse a Milena.

– As duas coisas pra mim — disse a Beatriz.

– Pra mim também — disse a Gabriela sorrindo.

Por Samuel

Preferi voltar a o colégio, mesmo assim, meus pais iam sair e eu não queria ir nessa viagem deles, deixei minhas coisas no dormitório, e fui a biblioteca onde estavam a Lara, Mariana e a Camila, peguei um livro e me sentei perto delas.

– A gente sente falta da Viviane... — disse a Camila.

– Percebi — falei.

– E você também — disse a Lara, e eu fiquei calado.

– Coisa chata esse colégio — disse a Mariana.

– A Vivi adora o colégio — falei.

– Sem ela fica chato — disse a Lara.

– Por que vocês não tem vida própria — falei.

– E você tem? — perguntou a Mariana.

– Tenho, e amanhã mesmo quando meus pais chegarem de viagem irei sair com eles, sem precisar imitar ninguém — falei.

– E quando você vai dar seu primeiro passo pra namorar com a Gabriela ou com a Viviane? Por que ninguém sabe de quem você gosta a o certo — perguntou a Lara.

– Ô Lara, vai retocar seu gloss que tá sem brilho, Camila sua roupa tá amassada, e Mariana acho melhor você dar um jeito no seu cabelo por que tem um fio de cabelo fora do lugar — falei deixando as meninas nervosas, a Lara ficou passando o gloss, a Camila tentando ver onde na roupa dela estava amassado, e a Mariana ficou arrumando seu cabelo.

Por Beatriz

Quando finalmente chegou a noite fui rumo a o bar do Genaro novamente mas com a Luly, o Pingo e a Tereza, mas no caminho me encontro com a Viviane, a Milena, Cristina e a Gabriela.

– Ih... olha lá, chegou a periférica — disse a Viviane.

– Cinderela... de meia noite você vira abobora sabia? — perguntei e ela riu.

– Gente, que saco isso — disse a Milena

– Elas não se dão bem? — perguntou a Tereza.

– A filha do homem que está em baixo dos lençóis com minha mãe — falei.

– Se sua mãe se desse a o respeito, quem sabe ele não estaria — disse a Viviane.

– Repete, sua maluca — falei me aproximando, mas a Luly me segurou pelo braço.

– Nada disso, a gente veio aqui para se divertir — disse a Tereza.

– Boa Tereza, isso mesmo — disse a Milena.

– Cuidado hem — falei e entrei no restaurante, e o pessoal todo entrou também menos a Milena e a Viviane.

– Vem Vivi — disse a Milena.

– Não, não vou... — disse a Viviane, que logo vê os meninos (Mathias, Mosca e Eduardo) vindo a caminho do restaurante — Quer saber? dane-se ela né? — disse a Viviane, e entraram no restaurante, os meninos juntaram uma mesa junto com a mesa na qual estava Eu, a Milena, Gabriela, Cristina e a Viviane, para que ficássemos todo mundo junto, e se sentaram, e o garçom veio saber os pedidos — Você me serve um pudim de bacalhau por favor? — perguntou a Viviane.

– Para mim uma soda — disse o Mathias.

– Não... na verdade eu quero um bolinho de aipim — disse a Viviane.

– Eu quero um suco de laranja tá? — disse a Cristina.

– E eu quero um refresco — disse o Mosca.

– E essa salada? é americana? — perguntou a Viviane

– Tem suco de que? — perguntou a Gabriela.

– De...limão — disse o garçom que estava se enrolando com todo mundo falando.

– Eu quero de limão — disse a Milena.

– Quero hambúrguer com fritas — falei.

– Uma caipirinha — disse o Eduardo.

– Ih... — dissemos todos, exceto o Eduardo e o garçom.

– Pra você no máximo um suco de limão, acompanhado com gelo e açúcar — disse uma funcionaria do restaurante.

– Tá bom, vai... tá valendo — disse o Eduardo