Raina
1 Capítulo 1 Incio da jornada.
Raina
A noite estava enluarada e quente, Raina caminhava numa viela distraída quando surge em sua frente uma figura enigmática ela se assusta e torce o pé. você se machucou? Perguntou o estranho.
— Não, só me assustei.
— O que faz num lugar como esse? Indagou o sujeito devorando Raina com olhos.
— Indo para casa!
— Meu nome é Trevis prazer! Ele beijou à sua mão e seu sabor fez o frenesi crescer dentro dele, era como Raina fosse uma ambrosia dos deuses e para lábios sedentos.
— Prazer Raina! Respondeu Raina com um olhar doce e inocente.
— Posso de acompanhar aqui é muito perigoso? Disse Trevis controlando seus instintos para não dilacera a garganta da doce Raina, ele gostava de brincar com suas presas antes de sugar suas vidas.
— Sim Trevis? Raina sentia algo maligno no ar.
— Você está bem? Parece ansiosa. Trevis analisava cuidadosamente sua presa.
— Bem é meio estranho nem sei por onde começa a contar a minha história.
— Que tal pelo começo! Trevis sentia o medo na voz de Raina e começou a entra em êxtase.
- Bem a única coisa que me lembro de entra na viela e agora tem uma voz dentro de mim dizendo para eu não temer a você.
— O que? Trevis estava surpreso.
— Ela me diz que você é um ser sobrenatural que quebrou as regras e por isso devo matá-lo, pois você é um vampiro vigarista que gosta de caçar tortura e matar seres incapazes.
— Verdade sou um vampiro, mas não qualquer um sou poderoso e você não tem a mínima chance novata!
Trevis deu um soco em Raina que rolou pela rua, antes que ela levantasse à chutou tanto gargalhada, se gabando de quantas novatas ele tinha se livrado e como iria se diverti com ela, antes de saborear seu sangue e quebra seu pescoço, deixado seu corpo apodrecer em um lugar onde ninguém acharia.
Ele não imaginava que Raina não era uma caçadora comum e quando ele a segurou pelo pescoço ela se transformou.
Pele branca como a neve, lábios rubro, cabelo negro como a noite, dedos logos e afiados, quando sorriu seus dentes estavam maiores e pontiagudos. Trevis tentou dilacera a garganta de Raina, mas ela se livrou dele e mordeu seu pescoço, arrancou seu coração e devorou depois conjurou o fogo negro que consumiu rapidamente o que restou de Trevis.
Raina andou sem rumo, sua cabeça doía nada fazia sentindo, parou diante de uma loja e viu seu reflexo na vitrina quem era aquela, apesar de seus dedos, olhos e dentes estarem normais aquela garota do outro lado era uma estranha.
Ela sentia muita dor em seus dedos e dentes que também coçavam e seu pulso latejava, mas o que incomodava mesmo era aquela voz em sua mente; de repente aparece um diamante em forma da rosa dos ventos em seu pulso.
— Ola sou Orion você teve está um pouco confusa vou explicar tudo.
Raina olhava para Orion sem esboça emoção então ele começou a mostra sua história.
Raina caminha enquanto sua mente recebia as informações.
— Raina você não tem lembranças do passado porque de certa forma você nasceu hoje; seu encontro com Trevis despertou você e eu. Estávamos imersos nesse ser, irei observa a vida dele e quando necessário intervirei; ela não saberá de nada e você não intrometera na vida dela.
— Tenho algumas habilidades especiais viajo no espaço e controlo o tempo Raina até a próxima.
Raina parou em frente a uma bela casa tinha uma sensação de que conhecia aquele lugar, mas Orion a fez dormir.
Maria
Na pequena cidade de Pandora vive Maria uma jovem universitária de dezoito anos carismática, romântica, leal, inteligente, tímida, atrapalhada, insegura e apaixonada por D’ Carvalho. Ela morava na casa de seus pais, mas sua vida estava preste a mudar.
— Bom dia filha! Como foi a festa?
— Ótima a turma estava toda lá, depois a gente conversa tenho quer tira umas fotos, na Serra Bela Vista beijo e bênção até mais tarde.
— Você vem para almoço?
— Não volto somente à noite.
— Vê vem cedo nós temos novidades para de falar.
— Está bem fui.
Serra Bela Vista é um ponto turístico de onde vê toda a cidade, tem um quiosque do seu Joaquim onde a galera se reúne. Maria tirou muitas fotos e foi comer no quiosque.
— Ola Maria o que vai querer?
— X salada Milk-shake de chocolate.
— Sempre a mesma coisa hein amiga.
— Renata quando tempo.
— Maria tudo bem faz alguns anos que não nos vemos. Você não mudou nada.
— Não é bem assim muita coisa aconteceu.
— Então pega seu pedido e vamos sentar e colocar o papo em dia.
— Está bem.
— E ai amiga você ainda mora com seus pais.
— Sim por quê?
— Continua a mesma, você não iria mora numa república depois que entra se na faculdade.
— As coisas não são bem assim é difícil.
— Está bem e o D’ Carvalho já pegou ou esqueceu seu amor platônico?
— Não ainda gosto dele e nunca fiquei com ele.
— Lembro-me quando tudo começou, foi na festa da Kelly amor ao primeiro sorriso.
— Verdade aquele sorriso me conquistou, nem sabia seu nome e tinha certeza que ele era o cara.
— Sua sorte que na época eu pegava o irmão dele e passei a ficha, ele era novinho e tinha namorada.
— E os micos que eu paguei
— Aquela vez no cinema, ele estava sentado na nossa frente e você querendo me mostra ele levantou rápido demais e derrubou o garoto que passava na frente com tudo em cima dele.
— Ele ficou uma fera e nos saímos de fininho. E a vez que eu atropelei com o carrinho de supermercado
— Ou a vez que você jogou ele dentro do lago, e quando você mandou meu cachorro pegar nele, foi engraçado ele corre bem.
— Quando meu pai vez a Pinhata eu dei paulada no D’ Carvalho que passava na hora, aquilo deve ter doído.
— Com certeza o galo ficou enorme. Ele tem sorte de está vivo ou é um milagre muito grande.
— É mesmo amiga.
— Maria você já foi apresentada ao seu amor?
— Não, acho que ele nem sabe que existo! Mas não importa.
— Só se ele for cego. Você ainda o ama?
— Sim afinal ele é o cara.
— Amiga sua vida vai mudar agora.
— Como?
— D’ Carvalho querido há quando tempo?
— Oi Renata tudo bem, oi Maria como vai eu não sou cego sei que você é.
Maria ficou pálida e sem palavras, queria sumir naquele momento.
— Há quando tempo você está ouvido nossa conversa?
— Desde que meu nome foi dito e tenho muita sorte graças a deus senão no mínimo você teria-me aleijado.
— Eu não vou ficar aqui
— Vai sim amiga já passou da hora de resolver esse assunto de uma vez por todas.
— Eu concordo às vezes tentei chegar a você, mas sempre alguma coisa estranha acontecia.
— Será o que hein? Renata olhava para Maria com ar de ironia.
— Então vamos nessa senta aqui D’ Carvalho.
— Tem certeza Maria?
— Sim melhor acabar com isso de uma vez.
— Maria muito prazer meu nome é D’ Carvalho.
— Prazer meu nome é Maria.
— É isso ai pessoal começar do zero.
— Renata do zero, não tem como eu esquecer algumas coisas que me aconteceu, como o cara no cinema que caiu em mim fiquei um bom tempo com o pescoço imóvel, e o carrinho do supermercado minhas costas doem até hoje por causa dele e o cachorro da Renata melhor nem comentar. A listra é grande, tinha um pouco de receio de encontra, pois não sabia o que iria me acontecer depois.
— Nossa D’ Carvalho também não é para tanto, falando assim parece que minha amiga é um perigo ambulante.
— Talvez você tenha razão!? Então Maria você quer namora comigo?
— O que? Você está de brincadeira não é?
— Não é sério, quer que eu te peça de joelhos?
— Nossa as coisas estão acontecendo muito rápido não sei o que disser!
— Diga sim amiga, você já vem esperando este momento há muito tempo deixa de ser boba e deixa rolar.
— Então eu aceito a namora com você D’ Carvalho.
— Só espero que esse pedido não me mate. Ele sorria cariosamente para Maria pensando como alguém poderia amar tanto ele, não tinha certeza de nada apenas que ele tentaria corresponder aquele amor.
— Bem melhor eu deixa o casal as sós, boa sorte amiga.
— E você cuida bem dela viu, estou de olho. Tchau até mais.
— Obrigada amiga e vê se não some?
— Com certeza vou de ver mais vezes essa mala ai mora perto da minha casa.
— Nem vou responder a isso. Tchau Renata.
— Agora Maria. Vamos para sua casa eu quero pedir permissão aos seus pais.
— Eu também vou quero ver a cara da tia Ana e tio Rodolfo.
— Renata você não ia embora amiga.
— Ia, mas o negócio ficou sério e não posso perde essa afinal acompanhei tudo deste o início.
— Então vamos vela já que não tem outro jeito.
— Olha aqui sua mala não fale assim comigo….
Maria chegou em casa eufórica e apresentou seu namorado para os pais, Renata dando palpite em tudo. Ana e Rodolfo esperavam que a filha torna-se menos desastrada eles sabiam que D’ Carvalho era o grande amor de Maria.
— Minha filha que bom que está feliz, agora me deixa falar.
— É mesmo qual era a novidade?
— Seu pai recebeu uma proposta de trabalho irrecusável e iremos nos mudar para o Canadá e ai gostou da novidade.
— O que? Mas, mas e o D’ eu minha faculdade?
— Nossa tia agora que a Maria se a certou com a mala.
— É mesmo, Renata não me chama de mala.
— Calma gente. Nunca tivemos a intenção de levar a Maria, a firma só vai pagar o alojamento para Ana e eu.
— Papai! Foi excluída, essa doeu.
— Há meu bebê não iríamos de abandonar. Você tem sua vida poderia alugar nossa casa ir morra numa república.
— Ou transformar sua casa em uma republica essa casa é enorme seria irada amiga até eu moraria com você, um hostel seria bom são tantas opções que fico louca.
— Espera ai Renata as coisas não são bem assim.
— Que isso tia não esquenta a cabeça vamos fazer tudo na legalidade deixa comigo.
— Bem isso a Maria resolve depois queremos o melhor para ela, vou pedir a mamãe para passar um tempo aqui.
— Serio papai a vovó que bom.
— Agora é melhor irmos dormi amanha será um logo dia. Boa noite querida. Boa noite Renata, e você rapaz muito cuidado com minha princesa sou capaz de matar lentamente qualquer um que faça ele sofre.
— Boa noite crianças!
— Boa noite mamãe e papai bênção.
— Deus de abençoe querida.
— Boa noite tia Ana e tio Rodolfo, tia eu vou comer alguma coisa.
— Fique à vontade querida.
— Boa noite senhor Rodolfo e senhora Ana.
—Boa noite e olha….
— Boa noite querido, vamos amor deixa as crianças em paz.
— Eu vou atacar cozinha juízo hein. Disse Renata.
— Enfim as sós.
D’ Carvalho aproximou de Maria e o seu coração disparou, ela sabia que veria a seguir. Ele a seguro suavemente pela cintura deslizou a mão até sua nunca á puxou e seus lábios carnudo e vermelho toucou levemente na boca trêmula de Maria e o primeiro beijo deles aconteceu.
— AI QUE LINDO O PRIMEIRO BEIJO DO CASAL! Disse Renata com bolo e suco na mão.
— RENATA!
— Desculpe não consigo evita vocês são tão fofos, melhore eu sentar para registra tudo.
— Melhor eu ir outra hora eu volto, parece que a Renata tem muito que conversar com você.
— Espera um pouco mala, vou com você não posso perde a carona.
— Maria amiga beijos amanhã eu te ligo.
— Vamos D’.
— Bem amanhã eu venho aqui sem a vela.
— Eu não sou vela!
Eles se beijaram novamente depois Renata e D’ Carvalho vão embora e Maria subi para seu quarto andado nas nuvens.
FLORESTA FLUTUANTE
Raina estava no topo da montanha da floresta flutuante, cortada por um rio brilhante que desaguava no enorme lago, onde havia ilha tartaruga que jorrava água para cima formando uma espiral, que parava na porta do castelo de fogo.
Quando olhou para trás um riacho escoava de uma cachoeira de pedras soltas flutuantes formando degraus de diversos tamanhos com pequeno lagos fluorescente com flores de joias.
Raiana estava admirada com tanta beleza e se perguntava que lugar era aquele.
— Esta é a Floresta Magic nós treinaremos aqui.
— Belo lugar e quando eu vou caçar novamente?
— Logo, mas primeiro você ser atualizada.
— Então vamos começar agora
— Bem antes tenho que de avisar que neste lugar o tempo é diferente para cada ser ele se adapta as necessidades, começo é estranho, mas logo se acostuma.
Orion começou com defesa pessoal ele não queria que Raina dependesse somente de seus dons, pois haveria momento que ela não poderia se transformar.
Artes marciais, combater com todos os tipos de armas, magia, matemática, física, literatura, arte, moda, química, história, letras, biologia, arquitetura, agricultura, gastronomia, línguas entre outras coisas que Orion ensinou a Raina.
— Raina você aprendeu muita coisa e vou lhe dar um teste, terá que passar um tempo na floresta Magic sem minha ajuda, pois terei que hiberna por um período.
— Por mim tudo bem. Quero ver onde posso chegar.
— Boa sorte! Até em breve.
Raina estava só e agora o verdadeiro aprendizado começa.
Raina passava seus dias e noite explorando a floresta Magic, conheceu algumas criaturas e aprendeu sobre seus costumes.
Um dia estava na aldeia de duendes quando Sara a companheira do rei pediu a sua ajuda, pois um cristal vermelho havia possuído seu marido e ele tinha indo para o castelo de fogo rouba os pergaminhos sagrados. Raina sabia que se o rei cometesse o roubo iria quebra o equilíbrio e poderia destruir a floresta.
— Sara temos que ir atrás dele o mais rápido possível.
— Verdade amiga, mas antes devo lhe contar a história dos cristais vermelhos, somente assim obterá sucesso nessa jornada. Duendes tragam o livro sagrado.
— Diz à lenda que os cristais vermelhos vieram de um mundo distante onde o equilíbrio havia se quebrando por um feitiço poderoso e malévolo tudo causado por um amor não mais amando e desde então os cristais viajam pelo universo. Sendo controlados por um ser maligno, a aparição dele em um planeta significa o fim para o mesmo, pois eles trazem desequilíbrio para que o mau maior possa se apodera do planeta causado o apocalipse. Alguns dizem que o ser procura algum perdido, outro que ele caçar a chama ou por vingança.
— Existem muitas teorias para mim ele procura algum que escapou de sua fúria.
— Você pode ter razão Raina. Aqui descreve uma poção que pode anula os poderes dos cristais vermelhos em sua vítima.
Porção de Anúbis
Ingredientes:
1. Três ovos de fênix
2. Baba de dragão
3. Três escamas de serpente do gelo
4. Veneno de naja dourada
5. Sangue da virgem adormecida
Modo de preparo:
Misture todos os ingredientes na ordem acima ate que fica rosa cintilante.
— Onde posso encontrar esses ingredientes?
— Vou lhe dar um mapa e outras coisas que você precisara.
—Ótimo então vamos nessa.
Sara deu a Raina um bracelete multifuncional, ele era o mapa onde se guardava o equipamento que ela iria utiliza os ingredientes e o que, mas ela quisesse. Assim Raina saiu para sua missão.
As fênix
O Recado Paraíso era a montanha mais alta da floreta Magic onde vivia as fênix uns trintas, uma nevasca implacável caia no seu topo o lar das aves de fogo, porém isso não afetava suas vidas. As poderosas aves cuidavam de seus ninhos era época de botar os ovos; nesse período elas ficavam atentas e ferozes o único momento que descasavam era no crepúsculo virado pedra.
Raina subia o Recado Paraíso quanto uma rajada de vento a derrubou num penhasco ela pensou que seria o fim, mas para sua surpresa dentro do penhasco tinha um portal que levava para o topo da montanha no ninho das fênix.
Raina se escondeu em uma caverna e passou dias observando as aves, percebeu que elas tinha um sistema hierarquia, as mais fortes comiam os ovos das outras, e seus próprios quando outros seres tocavam neles. Ela decidiu que roubaria os ovos das lideres seria mais difícil.
O sol estava poente Raina saiu da caverna indo em direção dos ninhos das três mais poderosas. As aves estavam inquietas pressentiam o perigo, mas nada poderiam fazer o crepúsculo chegara e pedra elas e ovos transformaram.
Raina rapidamente pulou no primeiro ninho agarrou o ovo colocando o no bracelete, saltou para o segundo onde pegou outro ovo, quando saltou para o terceiro acabou pegando impulso demais e caindo sobre as costas da fênix enquanto ela grafava suas garras na ave e virava para cair dentro do ninho avistou a saída na cauda da poderosa, ela agilmente pegou o terceiro ovo e enfiou suas garras novamente nas costas da fênix deslizando ate a saída, que era uma abertura na montanha e pulou tirando um Snowboard do bracelete, descendo velozmente a montanha ao se aproximar do precipício aciona o turbo; voando ate a montanha de fogo que fica do outro lado da floresta onde vive os dragões.
Fale com o autor