Raina

2 Capitulo 2


Os dragões

Os dragões construíram uma cidade dentro da montanha de fogo era uma cidade próspera, organizada e turística eles mudavam de forma, mas o cheiro de enxofre não tinha como disfarçar. Eram mais civilizados a que as fênix. A cidade tinha enormes prédios com arquitetura futurística, hospitais delegacias, metros carros voadores, no centro da cidade tinha um vulcão e um monumento de um dragão gigante de três cabeças uma jorrando água na outro vinho e por último uma que jorrava vinho logo abaixo aviam as piscinas flutuantes é transparentes, a parte de baixo do monumento era o restaurante mais famoso da cidade, lá sempre ocorriam grandes festas e competições de lutas.

Raina ficou tão admirada com a cidade que se escreveu em um torneio de luta, para ela os primeiros competidores foram fáceis de derrotar ate chegar o grande campeão Oliver. Ele era um guardião desajuizado, com muita lábia, libertino, sofisticado, lindo, gentil, carismático, leal, sedutor, habilidoso, inteligente, sensual e cara de pau.

A luta foi tensa, Oliver era muito bom, contudo Raina ganhou a competição e um novo amigo.

Os dois pareciam um só foram em shows, festas, shopping, praticaram esportes radicas e Raina teve alguns namorados que eram os amigos das namoradas de Oliver.

O tempo passou e eles estavam, mas íntimos, numa no restaurante enquanto esperavam a sobremesa Oliver perguntou:

— Raina o que lhe trouxe na montanha do fogo?

— Eu vim aqui, pois precisava de baba de dragão para uma porção.

— E não precisa mais?

— Sim! Nossa esquece a missão ainda tenho outros ingredientes para procura estou ferrada.

— Calma baba de dragão você pede pro seu namorado ele vive babado em você e quais são os outros.

— Três escamas de serpente do gelo, veneno de naja dourada, sangue da virgem adormecida são estes.

— Bem dois eu sei onde compra, mas à virgem você vai ter que se vira.

— Ótimo então vamos pegar os ingredientes que eu estou muito atrasada.

Raina pediu seu namorado dragão sua baba despediu se dele e partiu com Oliver para Misticy. Ela sentiria saudades daquele lugar e prometeu um dia voltar.

Misticy

Misticy uma grande metrópole mágica onde de tudo tinha, seres mitológicos, criaturas de outros planetas, portais dimensionas, construções antigas e futurísticas o equilíbrio lá era forte apesar das contradições havia uma harmonia era lindo.

No centro da cidade tinha um prédio de vidro na forma de um navio espacial onde ficava Os ministérios onde era feito registro de criaturas e guardiões. Os guardiões registrados têm salário mais comissão e auxílio despensas, plano Magic de saúde e outras coisas.

Raina tinha pressa e quis e direto para o subúrbio compra o que faltava.

— Chegamos essa é a loja.

— Legal gostei.

— Serio não é muito estranha.

— Não vamos entra logo.

Eles compraram o que precisava e os donos da loja informaram que o sangue eles conseguiriam nos Ministérios, mas que Raina deveria se registra. Eles foram para cidade e Raina se registrou tudo foi muito rápido e os agentes dos Ministérios falaram que ela teria o sangue quando chegasse ao castelo de fogo na floresta Magic.

Oliver resolveu ajudar Raina e partiram no expresso Magic para floresta a viagem era longa e eles se conheceram melhor.

Oliver era de uma linhagem de guardiões poderosos e sua vida toda ele foi preparado para se tornar o melhor de todos, ele acha isso o máximo era um fanático o que os Ministérios diziam era lei. Por isso convenceu a seu pai a fazer o registro, a maior erro de sua vida, pois seu pai era uma criatura rara desconhecida por isso os Ministérios mandaram seu melhor agente matá-lo. Jorge era o cara, porém não concordava com as ordens que foram dadas então junto com a família de Oliver simularam a morte do pai de Oliver e convenceu aos Ministérios que o único com mutação era o morto. Depois disso Oliver tornou se a pessoa que todos conhecem.

Rainha também contou sua breve história ao Oliver que ficou surpreso e prometeu apoiaria sempre.

A última parada do expresso era o castelo de fogo destino de Raina e Oliver.

O castelo era belíssimo não era apenas fogo e sim os quatro elementos em total equilíbrio emanava uma energia maravilhosa era indescritível a sensação que ele proporcionava.

Chegando à recepção Raina logo perguntou sobre a virgem. Uma jovem elfo diz com simplicidade.

— Está com você.

— Comigo como, onde?

— Você tem uma hospedeira dentro de si.

Raina lembrou-se que Orion havia falado disso.

— Mas como vou tira o sangue dela.

— Tirado o seu vocês duas são um ser. Você é virgem não é?

Raina estava confusa não sabia o que dizer.

— Oliver eu sou virgem é o que é isso?

— O que você fazia com seus namorados?

— Beijava. Ah meu deus não sou virgem.

— Não, vezes nada além de beijar não?

— Fazer o que?

— Você sabe o que sobre reprodução?

— Que nos reproduzimos através do beijo. Não sou virgem eu beijei muito.

— Não é bem assim você é virgem! Para ser descolado você é muito inocente.

— Mas o que é virgem?

— Alguém que nunca transou, vez sexo sabe como é.

— Não sei me explica?

— Agora não lembra a sua missão depois a gente conversa sobre isso.

— Ótimo! Vamos tira meu sangue você tem uma faca?

— Você sempre diz ótimo para tudo.

— Sim.

— Desculpe interromper o sangue tira-se lá dentro.

— Então vamos. Anda Oliver vai ficar ai me olhado com essa cara de bobo.

— Ah! Eu mereço. Disse Oliver.

Com todos os ingredientes em sua posse Raina começou a fazer a porção e o alarme do castelo disparou era o duende, ela guardou a porção e saiu atrás de sua caça corria tanto que Oliver não conseguia acompanhá-la, chegando à sala sagrada viu o duende quase pegado um pergaminho, ela nem pensou foi tão veloz e deu um soco nele que parou do outro lado da sala. Ele levantou rapidamente e foi o seu encontro Raina sabia que não poderia matar o marido de sua amiga então mobilizou. Quando Oliver chegou tudo estava sobre o controle.

— Nossa! Oliver você demorou.

— Não sou super-homem não. Você deve ser mulher maravilha.

— Vai ficar ai parado me ajuda administra a porção.

— O que eu tenho que fazer?

— Segura ele que eu jogo a coisa rosa cintilante nele.

O duende gritou de dor suou e de sua nuca saia o cristal vermelho que desapareceu no ar.

Missão cumprida

Sara chegou ansiosa para ser seu marido que estava repousado no saguão principal.

— Amor tudo bem, como você está “chuchuzinho”

— Estou bem “bebê” e nosso povo como esta,

— Todos estão preocupados com você e eu vim aqui para te busca. O reino precisa de seu rei.

— Não posso ir agora tenho algumas coisas para resolver onde está Raina?

— Estou aqui meu senhor.

— Raina quando estava possuído pelo cristal eu vi plano deles. Eles estão procurando alguém que pode derrotar eles, demos que achar esta pessoa.

— Como?

— Calmo Oliver deixa acabar de falar.

— Obrigado Raina. Eles estão juntando um exército, aliados você deve fazer. Vá há cidades e aldeias e seja você mesma.

— Desculpem agora sua majestade deve descasar.

— Tudo bem. Sinto que tenho que parti, mas logo retornarei.

— Eu também antes que esse modo de falar me pegue. Vejo-te por ai Raina adeus majestades.

— A gente se esbarra por ai Oliver. Sara até breve amiga se cuida. Não posso ficar mais.

Raina voltou para floresta cansada e vou para casa da árvore que ela e Orion haviam construído. E quando estava entrado nos domínios de Morfeu Orion veio em sua mente.

— Ola Raina como você está, ficou bem sem mim?

— Estou ótima e tudo correu bem. Boa noite Morfeu me chama. Ela dormiu.

BIANCA

O riso daquele doce bebê rompia a noite fria e Joana preocupava de onde vinha, entrou mata adentro e debaixo do velho carvalho num cesto diferente, estava uma linda menininha de olhos azuis e cabelo negro. Joana sabia que nunca abandonaria aquele anjo e levou para casa. Fernão ficou surpreso vendo Joana parada na sala com um bebê de onde viera ele sabia que sua esposa não abriria mão da criança, pois há anos eles tentavam ter filhos e não conseguia quanto ele ouviu o sorriso daquele nenê teve certeza que era uma bênção para eles.

Naquela época não tinha assistência social em Pandora e Fernão já era um fazendeiro rico foi fácil arruma os papéis para adoção da criança que deram o nome de Bianca.

Alguns anos após a chegada de Bianca Joana teve filhos gêmeos, mas não importava quantos filhos ele tivesse Bianca sempre seria seu anjo. O tempo passou Bianca e seus irmãos Pedro, Artur, João e Renato cresceram livres no mato amavam a natureza viveram várias aventuras. Bianca teve uma festa maravilhosa de quinze anos parecia, mas um casamento de seus pais não pouparam despesas, com dezessete ela foi estudar biologia fora do país conheceu vários lugares e voltou para casa aos vinte três.

O retorno de Bianca foi uma festa Fernão reuniu parentes e amigos e fez um churrasco, no mesmo estava Gisele sobrinha de Joana ela Havia comprado uma boate na entrada de Pandora e estava reformando para abrir um show bar e convidou Bianca para ser sua sócia, pois sabia que Bianca era amante da gastronomia e tinha feito cursos enquanto estava fora e assim nasceu a Toca.

A Toca funcionava nas noites de quarta a domingo e tornou se a sensação de pandora e região. Garçonetes que dançavam em cima do balcão servido bebidas e fazendo ilusionismo com sensualidade. E a comida era dos deuses Bianca mandava bem na cozinha sempre inovava o cardápio e dava ideias para apresentação no bar. Ela era pura alegria apesar de não trabalhar em sua área tinha planos de abrir um boticário na cidade, mas primeiro queria ajudar sua prima. Seus pais e irmãos sempre iam à Toca e gostavam de lá. Muitas pessoas em pandora não gostavam da Toca diziam que era lugar de vagabundas que apenas mudou o nome, mas continuava sendo um ponto de prostituição.

O namoro

Começo, meio e fim

Maria ficava triste lembra que seus pais partiriam em dois meses, mas, por outro lado, seu maior sonho se realizava, não podia acreditar estava namorado D’ Carvalho seu príncipe encantado ele era perfeito carinhoso, paciente, lindo um sonho o que mais ela poderia querer da vida. Passava horas com seu amor ia ao cinema, parque, show, bailes e algumas vezes Renata estava com eles e pegava alguns micos afinal ela era a Maria atrapalhada.

— Nossa amiga como o tempo voa, vai fazer um mês de namoro.

— Passa rápido e ai vocês já transaram?

— Ele acha que é muito cedo e que eu tenho que ter certeza se quero você sabe.

— É mesmo você é virgem.

— Tenho certeza que ele é o cara; já tentei algumas coisas sabe….

— Sei o que deu de errado?

— Tudo nada acaba bem. E os meus pais não me deixam sair à noite cada dia é uma desculpa diferente, minha mãe falou para mim sobre sexo aquele velho papo o pior que ela me disse para não transar com ele sabe por quê?

— Não o que ela falou?

—Que ele pode ate ser o cara para mim, mas será que eu sou a garota para ele. Vê se pode….

— Amiga sua mãe esta certa você não conhece ele tanto assim, a imaginação é uma coisa a realidade é outra.

— Ate você está contra mim?

— Não é isso, não seja ingênua tem muita coisa que você não sabe

— É tipo o que?

— Ele já de apresentou a família dele.

— Não eles esta viajando

— Não estão não, eu morro perto dele os vejo todos os dias e tem, mas eles nem sabe que ele está namorando.

— Sabe de uma coisa Renata você não é tão minha amiga…. Pensado bem acho que você está com inveja, pois ela é meu namorado.

— Maria você está louca ouve bem o que está dizendo, homem vai e vem amigos sempre estão do nosso lado. Você é muito infantil mimada egoísta burra e cega não ver a verdade na sua frente.

— Do que você está falando?

— Você acha mesmo que o D’ está um mês sem sexo.

— Não me importo se ele procure outras como você que transa com qualquer um para aliviar, eu tenho um grande trunfo….

— Sua virgindade acha que ele não já transou com muitas virgens, além do, mas ele não vai transar com você por que ele não gosta de virgem sempre fala que elas pegam muito no pé, bem que você as vive no pé dele. Tchau quando quebrar a cara não me procure.

Renata foi embora chateada com Maria ela queria apenas abrir o olho de Maria. Depois dessa discussão elas não saíram, mas juntas e Maria não sai do pé de D’ Carvalho ligava o tempo todo, queria transar com ele todo custo dava show se visse ele com outra o namoro estava um inferno. Com consequência as coisas em sua casa também iam de mal a pior brigava com seus pais por qualquer coisa, começou a beber demais descuidou dos estudos.

Numa noite depois de brigar com seus pais Maria saiu de casa e foi atrás de D’ Carvalho ele estava em uma festa com Bianca que ele havia conhecido na Toca e estava apaixonado por ela algum que ele ainda não tinha sentido por ninguém. Quando ele viu Maria se aproximado pediu Bianca para busca o pendrive no carro quando ela foi ele chegou a Maria.

— O que você faz aqui seus pais deixou você sair?

— Vim falar com você, mas parece que está ocupado. Quem é a puta, vadia….

— Cala boca ela é minha namorada, meus pais gostaram muito dela.

O que…. Não estou entendo

Cansei achei que gostava de você, mas me enganei, comecei a namora com você por que você era obcecada por mim na época era legal uma garota que me amava, mas que tudo, ate tentei amar você só que não deu não era a pessoa que eu imaginei. Acabou Maria vai embora, pois não permitirei que qualquer um estrague meu namoro com Bianca. Não sou você que perdeu anos com para dizer que me ama, bem que você não disse foi apenas, mas uma daquelas suas coisas atrapalhadas. Adeus boa sorte espero que encontre alguém que te ama. Eu não te amo!

Maria bebeu com nunca havia feito na vida, nada tinha sentido apenas bebida chegou a casa num estado lamentável seus pais fazia muito tempo que seus pais não viam tão acabada a última vez foi quanto Maria tinha treze anos sua primeira decepção amorosa com um garoto da cidade de sua avó eles não sabiam bem o que havia acontecido dona Ana Júlia nunca contou a história apenas falou que era melhor ela esquecer e proibiu o filho de tocar no assunto. Eles não sabiam o eu fazer Rodolfo ligou para sua mãe e dona Ana Júlia pediu que a levasse a neta o, mas rápido da ela.