Notas iniciais
Oi gente! Depois de um ou dois meses sem postar reapareci e agora com dois capítulos, que antes eram um só mas resolvi dividi-los. Enfim, demorei tempo demais para aparecer então não vamos gastar tempo com recados, vão logo aproveitar o capítulo e até o próximo que sai daqui a pouquinho. Beijo!

―Ela só pode ser louca! ―Digo tentando acreditar em tudo aquilo que tinha ouvido.

―Vai ver ela é mesmo. ―Paul concorda e ri da minha cara.

―Como uma pessoa em sã consciência resolve se casar com um vampiro, repetindo, vam-pi-ro.

―Ela ama o sanguessuga. ―Ele torce o rosto ao dizer ama.

―Tem que ter muito amor mesmo para querer passar o resto da vida com alguém que quer beber seu sangue.

Quando termino de falar Paul para de rir e fica sério.

―Ela vai ser um deles.

―Como assim? ―Pergunto mas ele não responde apenas arqueia as sobrancelhas.

Ser um deles....

―Não!

―Sim. ―Paul balança a cabeça para cima e para baixo.

―A Bella vai ser uma vampira também?

―Sim. ―Paul diz com a voz neutra.

―Definitivamente louca. ―Afirmo descruzando e cruzando as minhas pernas em cima do sofá.

―É difícil de entender, então nem tente. ―Sentencia apoiando a cabeça no encosto do sofá olhando para o teto.

―Mas... ―

―A unica coisa que você precisa saber é que esse é um dos motivos para o Jacob está do jeito que tá. Ele levou um pé na bunda da garota que ele está apaixonado, trocado por um vampiro, e ela ainda vai se transformar em algo que ele mais odeia por vontade própria.

É agora da para entender um pouquinho mais sobre o que está acontecendo com o meu irmão. Deve ser realmente difícil se transformar em um lobo do nada e ainda toda essa coisa com vampiros e a Bella. Se fosse comigo eu também iria passa vinte quatro horas do dia puta da vida, se bem que qualquer coisinha que de errado para minha já é motivo para me deixar puta da vida.

―Vamos mudar de assunto, eu tô cansado de todo esse assunto de vampiro-Bella-Jacob. ― Paul diz depois de um momento de silencio virando o rosto para me olhar.

―Okay, chega de assuntos sobrenaturais por hoje.

―Isso, chega. Podemos gastar tempo fazendo coisas melhores. ―Um sorriso surgiu em seu rosto fazendo seus olhos ficarem apertados de um jeito meigo. Paul se curva sobre mim e suas mãos puxam meu corpo para baixo dele me deixando encurralada no sofá.

―Que tipo de coisas? ― Entro no seu jogo. Vampiros, lobos e lendas foram tudo parar no fundo da minha mente, guardadas para serem lembradas só depois. Meu foco agora está no Paul no fato de ele está aqui sobre mim sem camisa a minha disposição.

Ele não me responde, não precisa, apenas cola sua boca minha o contato é suficiente para fazer meu coração disparar. Nossas bocas se abrem e se encaixam perfeitamente como se tivessem sido moldadas uma para outra. Paul agarra meu rabo de cavalos e o puxa desfazendo-o. Sinto todo meu corpo esquentar, puxo seu lábio inferior com meus dentes e ele geme baixo, é instigante. Minhas mãos percorrem seu peito despido, puxo pelos ombros seu corpo contra o meu.

―Rachel... ― Sussurra sem folego, o som do meu nome na sua voz baixa e rouca faz com que todo o meu calor se concentre no fundo do meu estomago. Ele me pressiona ainda mais contra sofá e eu levanto meu quadril querendo Paul o mais próximo que for possível, é incrível como o meu corpo responde ao seu toque. Sua boca desce pelo meu pescoço beijando e sugando, sinto sua ereção crescendo contra mim me deixando ofegante.

―Você. É. Tão. Gostosa. ―

Algo vibra do meu bolço traseiro seguido de um som alto estridente, meu celular tocando. Em um movimento rápido Paul se ergue me levando junto, agora estou no seu colo. Suas mãos são como garras na minha cintura enquanto as minhas hora envolvem seu pescoço, outra passeiam pelo seu peitoral e noutra bagunça seu cabelo. Ignoro meu celular até que ele para de tocar.

―Paul, alguém pode chegar. ―Digo tentando ser sensata mas como sempre meu corpo não acompanha minha mente e se movimenta em um ritmo vai e vem contra o dele.

―Vamos lá pra dentro. ― Ele diz entre um beijo e outro. Considero sua proposta sei o que vai acontecer se formos para o quarto. Apesar de querer muito não sei se é hora do próximo passo, não estou preparada para lidar com as consequências, e se eu me arrepender como muitas vezes já me arrependi por agir por impulso em situações como essa? Não, não é a hora.

―Melhor não. ―Respondo, mas ele continua a me beijar sua boca de volta na minha, nossas linguas brincam uma com a outra e eu quase cedo e volto atrás.

―Melhor sim, vamo. ― Ele sai do sofá me levando junto. Desço no seu colo o parando no caminho.

―Paul. Eu disse que não. ― Falo contra seu pescoço sem folego e me afasto, reunindo toda minha força para acabar com o momento.

Ele toma uma longa respiração sacode a cabeça e passa as mãos pelos cabelos tentando se recompor.

―Tá certo, tá certo. Desculpa. ― Ele me encara e sacode a cabeça mais uma vez. ― Porra, você me deixa fora de controle mulher.

Rio da cara dele.

―Você também.

―Não parece.

―Finjo bem. ―Dou de ombros e ele ri jogando a cabeça para trás.

―Você é tão convencida.

Não o respondo dou um soco no seu ombro o que faz minha mão doer um pouco como se batesse em um pedra.

Faço uma careta e ele segura a minha mão e a beija, seus olhos presos nos meus. Ele se aproxima, nossos rostos a centímetros de distância e o familiar calor desce pelo meu corpo. Paul se inclina para me beijar mas viro rosto.

―Acho melhor eu ir embora.

―Não por favor fica, prometo não tentar te arrastar pro meu quarto de novo.

Paul junta as mãos em prece.

―Promete?

―Prometo.

―Então eu fico. ―Digo e sua boca está de volta na minha, suas mão no meu cabelo e na minha cintura me puxando para perto.

―Paul você prometeu! ― Acuso ao interromper o beijo.

―Prometi não te levar para o meu quarto, não que não ia te beijar. Isso nunca vou prometer.

Ele se justifica com a cara mais lavada do mundo. Tento pensar em algo para dizer mas apenas rio e balanço a cabeça em falsa desaprovação.

―Vem. ― Paul me leva para a cozinha. ―Estou te devendo um jantar.

―O que você vai fazer ? ―Pergunto quando entramos na pequena cozinha.

―Que tal frango assado com batatas? ― Ele abre a geladeira e tira vários ingredientes.

―Para mim está bem. ― Puxo uma cadeira da mesa e me sento para observa-lo. Paul pega as coxas de frango e coloca no microondas para descongela-las, em seguida prepara o tempero; socando, picando, cortando. Sua calça pende no quadril e eu reparo que ele tem covinhas nas costas, quando ele força os braços seus músculos se contraem, sua pele morena é linda sem nenhuma mancha ou marcas . É uma visão pra lá de sexy e eu fantasio me levantando do meu lugar indo até Paul para beija-lo, com vontade, minhas mãos braço peito e ombros depois ele me levantaria no balcão e...

―O que foi? ― Paul vira para mim me acordando no meio do meu sonho com ele.

―O que foi o que? ― Tento me fazer de desentendida.

―Você tá quieta, tá pensando no que ? ― Pergunta e eu tenho certeza de que meu rosto ta escarlate agora.

―Nada. ―Digo e minha voz sai fanha falhando, me entregando total.

―Sei... ― Um indicio de sorriso surge em seu rosto e Paul aperta os olhos que estão me avaliando agora, ele estala a lingua sacode a cabeça ligeiramente e eu tenho certeza de que ele está pensado besteira.

―Eu estou pensado em uma estrategia para jogar essa comida fora sem que você veja caso seja muito ruim.

―Hunhum. ―Ele concorda com deboche.

―Quer parar?! ― Eu nunca que vou dizer para ele que estava fantasiando com nos dois na cozinha. Nunca!

―Para começar, não vai ser ruim eu já disse que sei cozinhar. E para terminar, pode me olhar a vontade bebê e imaginar coisas também eu sei que sou um tesão e é difícil de se controlar.

Ele volta a ficar de costas e continua a fazer o que estava fazendo. Fiquei boquiaberta sem saber como responde-lo. Vou negar como se fui pega no flagra ? Paul já tem o ego elevado deve está se sentido ainda mais.

―Pega. ― Ele coloca um vasilha com uma faca na mesa. ― Descasca essa batatas para mim.

―Eu achei que você fosse fazer o jantar. ― Cruzo os braços e o encaro.

―Eu vou fazer. Só quero que você me adiante, assim a comida sai mais rápido. ― Paul coloca batatas dentro da vasilha á minha frente.

Continuo a encara-lo sem mexer um músculo e ele solta um suspiro.A

―Que foi não saber tirar a casca de uma batata?

Não respondo, começo a trabalhar nas batatas enquanto Paul prepara as coxas de frango.

―Acabei chefe, mais alguma ordem? ―Me levanto e pego as batatas.

―Trás aqui. ―Paul manda me fazendo paralisar no meu lugar. Ele me olha com um sorrindo por causa da cara que eu fiz e completa: ―Por favor.

Notas finais
Gostarem? Até daqui a pouco!