Notas iniciais
Esse prólogo tá meio sem graça e um pouco curto. Porém ele é essencial para a compreensão da história mais adiante.
--------------------------------------------------------------
Livros de Pesquisa:
"Vampiros" - Torrigo, Marcos -
"Vampiros" - Curran, Bob -
"Entrevista com o Vampiro" - Rice, Anne -
--------------------------------------------------------------
Boa leitura para todos!!!
Me lembro de minha primeira presa. Quando fui transformado possuía apenas dezesseis anos, para infortúnio próprio encontrei uma bela mulher por volta de seus vinte e um anos, muito bela, bustos fartos e lindas pernas, afinal começava a encontrar as vantagens de minha visão aprimorada. Gostei muito da refeição que vi, ao passar por ela, apenas precisei de um olhar, em um único olhar despertei em sua pele uma sensibilidade que ela desconhecia. Ela corou e começou a ofegar, ofereci ajuda como um legítimo cavalheiro, porém apenas de tocar suas mãos ela começou a tremer. Na época não sabia direito, mas hoje entendo que ela teve um orgasmo ali mesmo, em plena praça principal de Viena, com um simples olhar e um toque delicado em sua mão, não por seu marido, mas por um completo estranho.
Novamente em minha educação impecável me ofereci para ajudá-la a levantar-se. Com um simples gesto a pus de pé, porém ela não tinha forças para sustentar-se, e logo que suas pernas não paravam de tremer, sentei-me ao seu lado, apenas para reconhecer sua face. A filha mais velha do Governador de Viena, esposa de um importante Duque. Conversei com ela coisas simples, sobre o dia-a-dia, enquanto escutava seu coração batendo, e seu cheiro não me enganava, ela estava bastante excitada.
De toda forma, ela continuou olhando para meus olhos, logo começou a falar sobre o que a atormentava, chorava bastante. Reclamava sobre aquela época, sobre não poder casar com um homem que ela amasse, de ter pedido a sua virgindade para um velho duque que nunca a olhara nos olhos, pois ela sabia que ele tinha outras três amantes. Eu não me incomodava de ouvir aquilo, mas ela dizia como se isso não fosse costume de homens como ele, isso tornava tudo muito chato. Para satisfazê-la, resolvi levá-la a alguns lugares, passei em frente a certas casas de prostituição bem conhecidas, onde ela da rua avistou amigos de sua família saindo muito contentes, em outro avistamos o próprio pai de ilustre acompanhante. Neste ponto ela cansou de apenas ver, me pediu para entrar com ela no mesmo local que o pai dela se encontrava, alugar um quarto para os dois, e fazer duas vezes aquilo que ela era obrigada a tolerar.
Um pedido que muito me alegrou, passamos pela porta, imediatamente notei os olhares, muitos ali reconheciam a dama ao meu lado. Fora uma sensação indescritível, logo aluguei um quarto por oito horas, para ela, era muito, mas essas eram as últimas oito horas de sua vida, lhe daria coisas além de sua concepção. Para mim seriam alguns segundos, para ela seria um passeio no Jardim do Éden [ou pelo recanto da luxúria no inferno, como você preferir].
Despir a parte superior de seu vestido fora a parte mais fácil, sua pele era sedosa e bem cuidada, um luxo que poucas possuíam naquela época, de alguma forma percebia que minha mão percorrendo seu pescoço e ombros, lhe dava algum prazer, mesmo com o passar dos séculos, sempre redescubro algo sobre como os diferentes toques estimulam as mulheres, enquanto percebia o olhar de desejo em seus olhos, evitava olhar diretamente para seu pescoço, para evitar minha própria tentação. Então a coloquei de costas para mim presa a parede, enquanto terminava de despi-la, deslizava apenas um dedo sobre os pontos certos em suas costas, arranhava outros pontos em suas coxas e braços, alguns beijos e mordidas leves em seus ombros, o acariciar em seus fartos seios, as mordidas em sua face, e seu cheiro já não enganava, corri minha mão por entre suas pernas, onde encontrei gratificação, a avisei de que poderia gritar o que e quanto quisesse pois essa seria sua ultima noite.
Naquela noite, escutei seu coração em luxúria, seus gritos e gemidos, as meretrizes atrás daquela porta, se contendo em desejo de entrarem e participarem, mesmo porque a porta havia sido trancada. Sua última noite e minha primeira refeição, não deixei que se arrependesse, e ela não demonstrou tristeza nem um momento.
Notas finais
Continua...
Bom.. Espero que tenham gostado.
E eu tb gostaria de receber reviews... Por favor, me mandem elogios, dicas, sugestões e até mesmo críticas. Irá me ajudar muito, com certeza. Desde já agradeço. Até o próximo cap...
Jp9653/Jojô-san
Fale com o autor