Notas iniciais
Oiê! Sei que demorei um pouco, mas estava muito ocupada essa semana. Mesmo assim, espero que gostem e continuem comentando.
Boa leitura.

POV THALIA

De volta ao Acampamento Meio-Sangue. Eu e mais algumas caçadoras de Ártemis viemos cuidar de uns probleminhas que estavam fugindo do controle.

O único problema, para mim, era ELE. Nico Di Ângelo. Há algum tempo eu tenho reparado, podemos dizer, muito bem nele. Agora com mais ou menos dezesseis anos, Nico estava mais lindo do que nunca. Ombros largos, musculoso, mas sem exagero, cabelos pretos caindo nos olhos e olhos também negros para contrastar com a pele branca. E o seu comportamento em relação a mim.

Como venho muito ao acampamento, sempre o encontro e sempre ele está disposto a ajudar no que for. Annabeth diz que ele gosta de mim, mas ele nunca fez nada que demonstrasse isso. E mesmo assim, eu acho que sinto algo por ele.

Estava tendo aulas de como manejar uma espada, e posso dizer que eu não levo jeito pra coisa(meu talento mesmo é com o arco e flecha), quando sinto alguém falando no meu ouvido:

-Você está segurando errado. Tente colocar a mão mais para baixo. – Nico disse e pegou minha mão, colocando-a no lugar certo. – Assim, veja.

Me guiou até um lugar mais afastado, onde estava um daqueles bonecos de treinamento, e fez os movimentos deixando o pobre do boneco sem cabeça.

-É melhor assim, não? – Sua voz era baixa, e seu hálito quente tinha cheiro de hortelã.

-C-claro, obrigada- Gaguejei sem jeito, ciente de que seu braço ainda estava na minha cintura.

-Sempre que precisar é só me chamar. – Disse com um sorrisinho no rosto e saiu andando.

-Nico! Espere!

-Sim?

-Hum, é que lá no meu chalé, tem... hum... mais alguns desses bonecos, será que você não poderia me ajudar a treinar?

-Claro, que horas?

- Pode ser depois da janta.

-Ok.

[...]

Como eu sou uma anta! Pedir para o Nico vir no meu chalé para me ajudar com a espada! O que eu quero mesmo é sentir de novo a sensação dos seus braços na minha cintura sem que os outros pensem alguma besteira (já que eu mesma pensei).

Ouço as batidas na porta do meu chalé, anunciando a chegada do Nico. Ele estava com uma camiseta preta que favorecia seus músculos, uma bermuda jeans preta, e um tênis (adivinha que cor) preto também, o que só realçava sua pele.

-Oi, Thalia. – Acho que eu fiquei tempo demais encarando seu corpo, pois ele me olhava com um sorriso divertido nos lábios.

-Ah! Oi Nico. Entra, vamos começar.

-Claro.

Fomos para nossas posições, eu na frente do boneco e ele atrás de mim. Colocou um de seus braços um pouco abaixo do meu peito, me fazendo ficar mais reta e a sua outra mão na minha por cima do cabo da espada.

Ficamos treinando um bom tempo, até que Nico me parasse.

-Preciso te dizer uma coisa. Uma coisa que está há muito tempo entalada na minha garganta.- Sua voz não passava de um sussurro e me causava um arrepio gostoso na minha pele, e naquele momento tive certeza do que ele me diria.- Eu gosto de você, Thalia, gosto de você como nunca gostei de ninguém. Sempre que te vejo, que toco em você fico entorpecido, e eu sei que não há a mínima chance de você sentir o mesmo, mas eu tinha que te dizer.

-Nico, quem disse que não tem a mínima chance de eu sentir o mesmo? – disse me virando para olhá-lo. – Você é lindo, gentil e surpreendentemente carinhoso. Eu também gosto de você. Mais do que você pode imaginar.

Olhei em seus olhos, querendo que ele saiba que tudo o que disse é verdade. Ele sorri e traça um caminho com a sua boca desde o pescoço, até a minha boca, e me dá um beijo cheio de paixão e desejo, como se quisesse recuperar todo o tempo que perdeu. Respondi com o mesmo entusiasmo.

Quando acabou o ar, nos separamos e Nico começou a beijar e dar leves mordidas no lóbulo da minha orelha. Seus beijos desceram até meu pescoço, agora lambendo e mordendo um pouco mais forte. Suas mãos foram para a minha cintura, colando o seu corpo ainda mais com o meu. Minhas mãos foram para os seus cabelos, puxando seu rosto para perto do meu, com uma necessidade de senti-lo, que fazia com que eu ficasse um pouco chocada com as minhas reações a cada toque.

Afinal, eu era uma caçadora, e uma caçadora não pode se envolver com homens. Me separei de Nico com dificuldade.

-Nico, e-eu não posso.

-Por que não?

-Eu ou uma caçadora, não posso me envolver com ninguém. Ártemis me mataria se soubesse.

-E você acha que Ártemis nunca deu suas escapadas?

-O que quer dizer com isso?

-Eu quero dizer que já vi a Ártemis e o Apolo se agarrando atrás de uns arbustos enquanto estava em uma missão.- disse e se aproximou mais até chegar ao meu ouvido e sussurrar com a voz rouca.- Eu sei que você quer tanto isso quanto eu.

E voltou a beijar meu pescoço, dando chupões que eu teria dificuldade em esconder, mas quer saber? Foda-se.

Caminhamos em direção a minha cama, e joguei Nico lá, ficando por cima dele e tirando sua camiseta. Seu corpo é ainda mais bonito do que eu imaginava. Beijei seu pescoço, seu peito arranhando seu corpo até chegar a barra da sua calça, que arranquei sem nenhuma cerimônia.

Nico trocou nossas posições, tirando minha camiseta e meu short, me deixando somente de calcinha e sutiã. Ele me olhava com desejo, e eu tenho certeza que o olhava da mesma forma.

Suas mãos foram para o feicho do sutiã, abrindo-o rapidamente e com a mesma rapidez colocando um na boca enquanto massageava o outro. Deu o mesmo tratamento no outro seio e desceu os lábios até a minha intimidade, ainda coberta pela calcinha.

Depositou um beijo cálido ali, e beijando a parte interna das minhas coxas. Eu já gemia feito uma gata no cio. Ele tirou lentamente minha calcinha, me deixando exposta, me fazendo corar violentamente.

-Não precisa sentir vergonha, você é perfeita.

Penetrou dois dedos, me fazendo gemer seu nome ainda mais alto ao penetrar o terceiro dedo.

Arranquei sua boxer (preta também), e apertei forte seu membro, fazendo-o gemer.

-Vamos Nico, acabe logo com essa tortura.

Ele se posicionou de frente para a minha entrada me penetrando fundo. Senti dor, mas principalmente prazer , suas estocadas eram rápidas e fundas. Gritávamos palavras sem sentido, sem medo de alguém nos ouvir. Depois de mais algumas estocadas, gozamos juntos.

Nico saiu de mim e caiu ao meu lado, me puxando para deitar minha cabeça no seu peito.

-Obrigado, Thalia.

-Pelo que?

-Por me dar uma chance. Por decidir quebrar suas regras comigo. Por tudo.

-Obrigada, também. Eu estou apaixonada por você.

-Também estou apaixonado por você.

E dormimos assim, a filha de Zeus e caçadora de Ártemis com o rebelde filho de Hades.

Notas finais
Próximo: Atena e Poseidon
UIUIUIUIUIUI!!!