Notas iniciais
Oi!!! Obrigada a todos pelos comentários!!!! Espero que gostem e comentem por favor!
Boa leitura.

POV ATENA

-AFRODITE! Onde você está me levando?!- gritei enquanto ela me puxava para um canto mais afastado do Olimpo, um lugar que eu nunca tinha ido.

-Minha querida, está na hora de você resolver as suas diferenças com Poseidon.

-E como você espera que isso aconteça?- disse e ela deu uma risadinha muito suspeita.

-Isso, minha cara Atena, você vai descobrir como fazer.

E me empurrou para dentro de um quarto, me trancando lá dentro.

-AFRODITE! ME TIRE DAQUI AGORA! AFRODITEEEEE!

-Você não vai conseguir sair daqui. – disse uma voz atrás de mim. Uma voz que eu conhecia muito bem.

Me virei lentamente, já sabendo o que me aguardava. Não consegui me conter e suspirei. Poseidon estava maravilhoso (a familiaridade dele com o Cabeça-de-alga júnior era de se admirar). Tinha os mesmo cabelos pretos que o filho, caindo sobre os olhos extremamente verdes, um sorriso torto, lábios carnudos, o corpo maravilhosamente esculpido.

-Por que tinha que ser tão gostoso, meu Deus?- murmurei baixinho.

Infelizmente ele me escutou e deu uma risadinha, muito sexy por sinal. Foco, Atena! Você é uma deusa casta!

-Eu me pergunto isso todo dia. Então, Atena, por que VOCÊ é tão gostosa?- perguntou e começou a andar até mim. Sem nenhuma brincadeirinha de mau gosto, sem nenhuma infantilidade. – Você sabe o quanto é bonita? Isso é maldade, sabia?

-O-oque é maldade?

-Que eu tenha uma sobrinha, que por acaso é uma deusa virgem, que é tão gostosa quanto você, Atena.

Ele só parou de andar quando estava a centímetros do meu corpo. Podia sentir o calor do seu corpo emanando para mim. Poseidon tinha cheiro de algas marinhas e menta, e eu adoro menta.

Aquele Poseidon era diferente do de eu conhecia. Era menos infantil, e mais seguro em relação ao que dizer para mim. Meus hormônios estavam à flor da pele.

Ele lentamente começa a traçar um caminho com os lábios, desde o pescoço até o lóbulo da orelha, onde dá uma leve mordida.

-Po-poseidon... você não pode fazer isso. Eu sou uma deusa casta e além disso, você é o meu tio.

-E daí que sou seu tio? Seus irmãozinhos também dão suas escapadas juntos. – sussurrou no meu ouvido- todo mundo já está sabendo. Então, por que não?

-Por que... por...- e me calou com um beijo.

Para minha surpresa, correspondi na mesma hora. Não era um beijo calmo, parecia que estávamos travando uma batalha com nossas línguas, que pela primeira vez, não me importei de perder.

Meu corpo estava em êxtase, e eu queria senti-lo por inteiro pelo menos uma vez. Minhas mão foram para a barra da sua camisa e tirei-a com rapidez, passeando as mãos pelo seu peito.

-Não sabia que essa deusa selvagem estava por dentro de uma tão certinha. – disse enquanto tirava minha camiseta.

-Cala a boca e me beija.

Riu, uma risada rouca, e tirou meu sutiã.

-Tão linda.- disse me olhando nos olhos. Eles estavam escuros de desejo.

Só para informar: eu posso ser uma deusa virgem, mas isso não quer dizer que não me interesso pelo assunto. (Tenho todas as edições do Kama Sutra.)

Sua língua passeava pelo meu corpo sem nenhum pudor. Ele apertava minha cintura com força, me fazendo gemer. Só percebi que estávamos em uma cama quanto percebi uma coisa macia nas minhas costas.

Tirou minha calça, levando minha calcinha junto, e começou a me estimular. Penetrou três dedos de uma vez. Gemi alto e ele pareceu gostar, porque introduziu mais um.

Quando já estava prestes a gozar, Poseidon tirou os dedos de lá, me deixando vazia. Dei um muxoxo de impaciência.

Tirei sua bermuda e sua cueca. Seu membro era grande e grosso, e já estava muito duro.

-Acabe logo com isso, titio.

-Como quiser.

Ele me penetrou devagar e cuidado, com medo de eu me machucar. Parou quando estava inteiro dentro de mim, para que eu me acostumasse com ele. Rebolei, mostrando que já estava pronta.

Os movimentos começaram lentos, acelerando o ritmo logo depois. Era uma sensação incrível, eu nunca senti tanto prazer na minha vida. Gritamos palavrões e tudo o que tínhamos direito e gozamos juntos.

Poseidon parou, mas não saiu de dentro de mim.

-Não quer praticar aquelas posições do seu livrinho, querida sobrinha? – disse e eu sorri.

-Me acompanhe, titio.

E ficamos trocando de posições durante três dias, de acordo com Afrodite.

Às vezes ela tem umas idéias geniais.

Notas finais
Próximo: Apolo e Ártemis