Notas iniciais
Voltei depois de séculos... Não me matem gente por favor... Para compensar esse chapie veio com lemon duplo! Isso ai minha gente, lemon duplo.
Espero que tenha ficado bom.
Boa Leitura ♥

Nineteen

Saga on.

Estar com meu companheiro era a mesma coisa de ter ido para o paraíso. Somente algumas horas com ele; e eu soube com toda a certeza do mundo que ali era o lugar certo para estar. O fato de ele se preocupar comigo só me deu mais certeza ainda do que eu queria.

– E se eu quiser apressar as coisas? – Com uma ousadia que não me era familiar, me sentei em seu colo deixando claro que ele não precisaria esperar por minha causa, simplesmente porque não quero esperar. Quero poder finalmente fazer amor, não simplesmente ser usado por quem não se importa comigo. Meus lábios foram tomados por um beijo voraz enquanto sentia suas mãos acariciando minha cintura por debaixo da blusa.

– Não sou eu quem vai te dizer que não. – A resposta sussurrada em meu ouvido enviou um arrepio por minha espinha. Seus lábios viajaram por meu maxilar, descendo por meu pescoço, distribuindo beijos molhados e cada vez mais quentes. Um gemido rouco escapou de meus lábios enquanto eu inclinava o pescoço para dar mais espaço para seus lábios. Senti que era erguido e me agarrei a seu pescoço deixando que minhas pernas abraçassem a sua cintura.

– O q... – Comecei a perguntar, mas uma mordida leve em meu pescoço me desconcentrou e tudo o que saiu foi um gemido.

– Nossa primeira vez não vai ser no sofá em um cômodo onde qualquer um pode nos atrapalhar lobinho. – Sussurrou contra o meu pescoço. – Estou te levando para o meu quarto. – Assenti com a cabeça, incapaz de responder verbalmente.

Sinceramente não prestei atenção em qual era o caminho até seu quarto. Estava ocupado demais provando o gosto de sua pele e me aproveitando de seu calor.

O caminho não foi longo e logo adentrávamos outro cômodo. Levantei a cabeça para tentar me situar e novamente senti beijos sendo distribuídos pelo meu pescoço. Fui colocado delicadamente no chão e por um momento me permiti olhar em volta... Mas logo pude sentir a presença do meu companheiro novamente. Fui puxado novamente para seus braços e minha boca foi tomada novamente por um beijo de tirar o folego.

Um gemido escapou de meus lábios quando senti que era erguido e depois de alguns instantes pude sentir o colchão macio ás minhas costas. Deixei minhas mãos vagarem por suas costas, acariciando enquanto nosso beijo ficava cada vez mais intenso. Meu lobo choramingou querendo marcar seu território. Interrompi o beijo para que eu pudesse respirar e me concentrar para que minhas garras não descessem e o machucasse.

Shou não ajudou o meu já parco controle beijando meu pescoço, usando suas presas para dar pequenas mordidinhas no local incendiando o meu sangue. Sem que eu pudesse impedir, mais gemidos deixaram minha boca que logo foi tomada novamente. Abri mais minhas pernas, dando mais espaço para que ele se acomodasse, me deliciando com o gemido que saiu de sua garganta quando nossas ereções se chocaram. Nossos lábios se separaram ligeiramente quando novamente o ar foi necessário. Encarei os olhos lindos do meu companheiro e vi desejo, doçura e carinho. Nesse momento soube que o destino havia me dado o melhor dos companheiros.

Saga off.

oOo

Shou on

Levei minhas mãos até a barra de sua camisa, retirando vagarosamente e me deleitando com a visão de mais de sua pele. Minhas presas desceram e minha boca aguava a cada centímetro de pele revelado. Ele levantou os braços para facilitar a retirada da blusa com um sorriso que retribui.

Saga era lindo no total sentido da palavra e eu podia sentir o ar faltar só em pensar que era tudo meu. Voltei a beijar seu pescoço, absorvendo o seu cheiro que se parecia como o céu para mim. Minhas mãos percorriam caminhos aleatórios por sua pele sedosa e macia, me deliciando com os suaves gemidos que eu podia ouvir de seus lábios. Continuei lhe dando suaves beijos pelo pescoço e clavícula enquanto encontrava um de seus mamilos e o torcia com firmeza sorrindo em sua pele quando seu gemido saiu ainda mais alto que os anteriores.

– Shou.... – Gemeu meu nome, me deixando ainda mais satisfeito. Dei mais uma lambida em seu pescoço antes de desviar a minha atenção para seu outro mamilo. Deixei um beijo no ponto sensível, sentindo Saga se contorcer sob meu corpo. Desci meus beijos até a sua barriga circulando o seu umbigo com a língua, arrancando ainda mais gemidos. Eu amava o fato de ele ser tão sensível as minhas caricias e não via a hora de me encontrar dentro dele.

– O que você quer pequeno? – Perguntei quando ele balançou os quadris, claramente em um pedido mudo para que eu lhe desse algum alívio. – Me diz o que quer que terei muito prazer em lhe dar. – Sei que estava sendo um pouco mau com ele, mas não podia me impedir ao ver o seu rosto corado.

– Por favor, Shou... Eu preciso tirar isso, eu preciso de você. – Se possível as suas bochechas se avermelharam ainda mais e seus olhos se desviaram dos meus por alguns segundos. Sem mais tortura, abri o botão e o zíper de sua calça, a retirando junto com a cueca, o deixando lindamente nu para meus olhos. Ele desviou um pouco o rosto com vergonha.

– Não me olhe desse jeito... – Pediu.

– Porque não? Você é lindo. – Afirmei me colocando mais uma vez por cima de seu corpo.

– Não sou. – Continuou sem encontrar o meu olhar, mesmo quando segurei seu rosto.

– Sim é. – Beijei seus lábios novamente. – Lindo. – Falei novamente em seu ouvido sentindo sua pele se arrepiar diante de meu toque. Ele abriu a boca para discutir, mas eu o impedi colocando um dedo sobre seus lábios macios. – Não discuta com seu companheiro. – Falei circulando os lábios com meu dedo. Dedo esse que ele logo chupou para dentro de sua boca, sugando levemente, me fazendo gemer com o pensamento daqueles lábios em volta do meu membro.

– E o que acontece se eu discutir? – Sorri com malicia encantando em como ele conseguia reunir inocência com malicia. Em um momento ele estava tímido e em outro conseguia traduzir a palavra pecado com um simples olhar. Desci novamente minha mão por seu corpo, tomando o seu membro em minha mão enquanto observava seu rosto.

Ele fechou os olhos e uma lufada de ar passou por seus lábios entreabertos. Comecei a massagear seu membro vagarosamente, conhecendo-o pelo tato. Afastei nossos corpos para poder ver o restante de seu corpo. E a visão que eu tive fez o meu próprio membro pulsar ainda no confinamento das calças.

Cedi ao impulso de descer novamente beijos por seu corpo, parando em sua virilha. Pré-sêmen vazava de seu membro e minha boca fez agua. Lentamente envolvi meus lábios em volta da cabeça, tendo um primeiro gosto. Desci minha boca tomando mais um pouco enquanto envolvia minha mão perto da base. Olhei para cima, só para encontrar seus olhos que estavam mais escuros e nublados que me observavam. Suas mãos foram para o meu cabelo segurando-me exatamente onde ele queria e precisava. Redobrei mais ainda os meus esforços, subindo minha boca até tinha somente a cabeça de seu membro em minha boca. Rodei a minha língua na área sensível da glande feliz em ouvir gemidos cada vez mais altos. Descendo mais um pouco deixei que minhas presas passassem levemente pela pele sensível. Seus quadris corcovearam para frente, mas eu os segurei.

– Shou... – Foi mais um choramingo do que qualquer outra coisa, mas me deixou bastante satisfeito. Soltei seu membro de minha boca, ignorando seu som de descontentamento e fazendo o caminho inverso até alcançar sua boca novamente, compartilhando o seu próprio gosto. Seus braços vieram em volta do meu ombro, puxando a gola da minha camisa.

– Você... Não acha... Que está com roupas demais? – Me perguntou com a voz falhando por causa da respiração ofegante e pelos beijos que eu distribuía por seu pescoço. Com um sorriso me endireitei, ajoelhando-me na cama, removendo a minha camisa rapidamente. Suas mãos foram imediatamente para meu peito e eu gemi quando tocaram a minha pele. Ele se ergueu um pouco se sentando em minhas pernas de forma que pudesse me beijar enquanto deixava que suas unhas passeassem por meu tronco. Gemi antes de aprofundar ainda mais o beijo, levando os meus dedos para o meio de nossos lábios os deixando úmidos. Precisava prepara-lo, mas o lubrificante estava longe demais para que eu me animasse a largá-lo para ir buscar. Quando achei que meus dedos estavam molhados o suficiente, os retirei, mas não parei o beijo enquanto levava os dedos até sua entrada. Nós dois gememos quando toquei o local, circulando e colocando um dedo, ficando maravilhado com o calor e a sensação de aperto. Movi o dedo devagar esperando que ele se acostumasse com o pequeno volume, mas assim que seu corpo relaxou o suficiente, deslizei um segundo dedo, movendo ambos devagar.

O gemido de Saga encheu o quarto mesmo dentro do beijo que ainda compartilhávamos. Separei-me de seus lábios tempo o suficiente para poder observá-lo sem poder deixar de sorrir quando percebi seus olhos vidrados e sua boca entreaberta deixando escapar ofegos e gemidos. Movi os dedos com mais força acrescentando um terceiro, os abrindo para dar mais espaço.

– Por favor, Shou... Eu preciso de você. – Choramingou colocando a cabeça no espaço entre o meu ombro e pescoço dando um pequeno rosnado ao sentir o meu cheiro, lambendo o local.

O deitei novamente na cama retirando os meus dedos e me afastando por um momento para retirar a calça que ainda estava em meu corpo. Tirei a calça e a cueca, rapidamente voltando para os braços de Saga que me esperava.

Shou off.

oOo

Saga on.

Tremi um pouco quando percebi que realmente eu estaria acasalado dali a segundos. Contra a minha vontade me lembrei de outra época da minha vida. O que havia acontecido em meu primeiro acasalamento quando fui abusado. Fechei os olhos e me recusei a deixar que meu antigo alpha estragasse aquele momento.

Shou não era ele, na verdade não era parecido em nada com o desgraçado e nunca iria me machucar. Abri meus olhos quando senti que sem membro tocava a minha entrada. Nossos olhos se encontraram e eu gemi quando senti que ele entrava em mim lentamente.

Queimava, mas eu sabia que logo o prazer substituiria a dor. Quando ele se encontrava plenamente dentro de mim, parou para que eu me acostumasse.

– Você está bem? – Me perguntou com doçura mesmo quando eu podia ver que ficar parado estava sendo uma tortura.

– Um pouco mais do que bem. – Respondi com sinceridade. A queimadura já havia cedido e em seu lugar eu podia sentir um tipo de comichão, precisando que ele se movesse. – Se mova. – Foi mais um gemido do que uma palavra, mas acho que ele entendeu, pois logo estava se movendo vagarosamente. Gemi quando a sensação de tê-lo se movendo bateu em mim. Meneei os quadris encontrando com cada estocada que ele dava. – Mais rápido Shou... – Gemi novamente... E novamente... E novamente. Eu estava realmente no céu. Cruzei as pernas atrás de suas costas, aprofundando ainda mais o nosso contato. Logo senti seus dentes em meu pescoço, mordiscando levemente, antes de morder com força rompendo a pele e me fazendo chegar ao meu ápice com um grito. Ouvi seu rosnar, mas minha mente não se ateve a nenhum som. Podia senti-lo dentro de mim, de uma forma que não era só física. Eu podia literalmente sentir nossas almas se fundindo, tornando-se uma só e a sensação me trouxe lágrimas aos olhos.

– Meu! – Ele disse suavemente enquanto ainda se movia dentro de mim, mas de modo suave.

– Seu.

– Me faça seu também, companheiro. Reivindique-me. – Pediu em um sussurro. Não queria e nem podia negar o seu pedido. Assim mordi seu pescoço completando totalmente o nosso acasalamento.

Saga off

oOo

Reita on.

A reunião havia sido melhor ainda do que eu imaginava. Na pratica a nossa estratégia não mudava, afinal permaneceríamos quietos, mas tínhamos aliados importantes agora e eu não me sentia nada desanimado com a perspectiva.

Ainda estávamos em meu carro, indo de volta para a matilha. Tora estava no banco ao lado com uma expressão pensativa e eu poderia dizer triste. A visita ao coven tinha revelado que Saga era companheiro de Shou e acho que isto havia deixado o tigre deprimido.

– Tudo bem Tora? – Perguntei baixo. Ruki estava cochilando no banco de trás do carro. Exausto pela tensão.

– Sim. Porque não estaria? – Não olhou para mim quando falou, continuando a fitar a janela.

– Talvez porque você continua olhando para essa maldita janela há pelo menos dez minutos sem piscar? – Respondi com sarcasmo. – Ou pela sua cara de cachorro que caiu da mudança e ainda por cima foi chutado por um desalmado.

– Não me compare com um cachorro. – Pediu fazendo uma careta. – Só estou preocupado com Saga.

– Ele está com seu companheiro. – Disse suavemente. – Duvido que Shou deixe alguma coisa acontecer com ele.

– Eu sei também, mas não é como se eu pudesse controlar o sentimento. – Explicou – Estou cuidando do Saga há tanto tempo que não posso deixar de me preocupar quando ele está longe das minhas vistas. – Franziu o cenho. – Não é como se eu tivesse um botão que desligue minha preocupação.

– Ele está bem e você sabe que será o primeiro, a saber, se ele ficar insatisfeito com alguma coisa. – Eu disse. – Além do mais... Você é mais do que um amigo para o Saga. Mais como um irmão.

– Eu sei. – Mas ele não parecia estar melhor.

– Você sabe que irá encontrar o seu companheiro também não sabe? – Perguntei o olhando de esguelha vendo que ele balançava a cabeça.

– Eu não tenho certeza... Shifters tigres tem um sistema diferente dos outros shifters. Somos solitários, Reita. – Falou.

– Eu sei disso, mas mesmo assim têm um companheiro, então não duvide: O seu deve estar andando por ai. – Eu disse com firmeza. Ele não discutiu, mas também não falou mais nada e eu soube que ele não queria conversar mais. Com um suspiro pisei mais fundo no acelerador enquanto pensava em uma maneira de ajudar o meu amigo.

oOo

Havíamos chegado em casa há algumas horas, mas como eu tive que fazer o relatório para o meu pai e demorou um pouco para que eu pudesse ter o meu companheiro em meus braços.

Quando cheguei ao quarto meu pequeno estava encostado na cabeceira da cama parecendo perfeitamente delicioso somente com uma camisa, uma cueca e um livro na mão. Ruki havia descoberto o prazer da leitura e depois de conhecer a vasta biblioteca da matilha raramente era visto sem um livro na mão.

– Ei lindo, achei que você ainda estava dormindo. – Comentei enquanto me aproximava, roubando um biscoito da bandeja que se encontrava em cima do criado mudo ao lado do meu pequeno.

– Não roube meus biscoitos. – Fez um bico, largando o livro sobre o colo, cruzando os braços. Adorava quando ele fazia cara de bravo, pois ele ficava muito fofo. – Eu acordei há uns trinta minutos por causa da fome e quando voltei com a bandeja acabei me distraindo com o livro, que me tirou o restante do sono. – Respondeu depois que beijei seus lábios e descruzei seus braços.

– Ahh... – Retirei a camisa que usava, sorrindo um pouco ao ver seu olhar grudado em meu abdômen. Ruki era meio tarado por ele, não que eu fosse reclamar. – O que achou da reunião.

– Tensa, mas proveitosa. – Disse pegando mais um biscoito da bandeja. – Conseguimos aliados bem importantes para combater Ryu.

– Também tive a mesma leitura. – Concordei enquanto me sentava ao seu lado e o puxava para o meu colo. – Quem diria que Saga iria encontrar seu companheiro? – Observei enquanto distribuía beijos por seu pescoço, mordendo levemente o lado onde estava a sua marca de acasalamento.

– E que... Hummm... Esse companheiro seria... Justamente o Shou? – Falou entre gemidos.

– Quem diria? – Continuei a exploração por seu pescoço arrancando mais gemidos. Com um movimento retirei a blusa que o pequeno usava, que por acaso era minha, beijando a pele que ia aparecendo. Suguei um de seus mamilos com força o ouvindo ofegar.

– Ah... Reita. – Grunhi ao ouvi-lo gemer o meu nome. Ruki sabia bem como me deixava quando gemia assim. Suas unhas arranharam levemente o meu pescoço, antes de cravarem em meus ombros.

– Preciso de você. – Sussurrei em sua orelha, antes de morder o lóbulo e suga-lo.

– Eu sou seu. – Segurou meu rosto entre as mãos pequenas e sorriu ao dizer isso. – Faça o que quiser comigo. – Rosnei o puxando para mais perto enquanto tomava sua boca em mais um beijo. Ele moveu os quadris, moendo nossas ereções juntas. Levei minhas mãos até sua bunda apertando e acariciando mesmo por cima da cueca. Ele gemeu abafado por entre o beijo. Desci a cueca somente o suficiente para que pudesse acessar a sua entrada. Inseri um dedo vagarosamente fazendo com que ele se movesse de forma que pudesse empalar em meu dedo e esfregar a sua ereção na minha. Retirei o dedo ignorando o seu protesto e me inclinei para pegar o lubrificante na gaveta do criado, demorou um pouco, pois ele me levava à loucura com os beijos que depositava em meu pescoço. Finalmente alcancei o lubrificante, o abrindo rapidamente virando uma quantidade em meus dedos, voltando a prepara-lo para mim. Inseri o dedo novamente movendo enquanto distribua beijos por seu rosto, pescoço e boca, colocando mais um dedo, o estocando com relativa força. Havia aprendido que meu pequeno lobo inocente, não era tão inocente assim quando o assunto era sexo comigo. Coloquei mais um dedo só para garantir, mas Ruki balançou a cabeça.

– Não precisa... Quero você dentro de mim... – Seus olhos estavam turvos enquanto e ele ainda se movia rebolando em meu colo. O retirei do meu colo por alguns segundos puxando minha própria cueca e a sua antes de puxá-lo novamente. Encaixei meu membro em sua entrada, observando sua expressão enquanto ele se empalava. Lutei para manter meus olhos abertos quando pressão quente e suave envolveu meu membro. Não demorou muito e ele começou a se mover, primeiro devagar, mas depois mais rápido. Levei minha mão até seu membro o acariciando na mesma velocidade em que ele se movia em meu colo. Ele gemeu, movendo-se cada vez mais rápido.

– Goze para mim pequeno. – Pedi quando vi que meu orgasmo se aproximava. Puxando seus cabelos afundei meus dentes em seu pescoço. Ouvi Ruki gritar quando se derramou entre nossos corpos e logo rugi meu ápice quando este chegou. Senti o nó se estender e ouvi mais uma vez um gemido fraco sair de seus lábios.

– Eu te amo. – Arregalei os olhos, pois era a primeira vez que ouvia essas três palavras de meu companheiro e meu peito se encheu da mais pura alegria. Puxei seu rosto de meu pescoço e olhei em seus olhos. Ele sorria, mas também parecia nervoso por ter dito.

– Eu também te amo. – Eu disse antes de tomar lhe os lábios no mais doce dos beijos. Ficamos em silencio por alguns minutos, trocando beijos e sorrindo feito dois idiotas. A situação ainda não era a melhor, ainda estávamos em perigo, mas enquanto eu tivesse Ruki em meus braços tudo estaria bem.


Notas finais
Reviews?