Quase Um Anjo

13 Cap. 13 – Las Vegas!


Notas iniciais
Cap. pequeno :/

Part. Samantha. –

Fazia tempo que eu não ficava desse jeito, estava repleta de raiva, mas estava um tanto feliz por viajar e deixar todos – família.

Os três aeroportos estavam com a decolagem Chiltern para Nevada estavam com a maioria cancelados ou já lotados. Assim Juan ficou passando de cidade em cidade para encontrar um aeroporto disponível. Eu já estava cansada, mas pelo menos Nathan, Luna e Tim estavam se divertindo com isso.

No final, paramos em Liverpool, no noroeste da Inglaterra, e pelo menos lá conseguimos uma passagem para Roma, e de Roma iríamos para várias outras cidades. No final, Brasil e depois Estados Unidos/Nova Iorque, depois de carro para Los Angeles.

Foi uma viajem muito cansativa, mas depois saímos rindo do aeroporto. E, claro, isso foi motivo de muita fofoca no local.

– A aeromoça perguntou se estávamos bêbados. – disse Nathan rindo.

– Eu ouvi, eu fiz careta pra ela e ela ficou com medo, aposto. – disse Tim.

Começamos a rir novamente enquanto andávamos até a entrada do aeroporto. Havia uma limusine nos esperando, com certeza Juan alugou. Fomos até ela e o motorista nos ajudou.

– Sou o Henry, serei motorista de vocês.

Ele se apresentou. Era até que muito educado e às vezes falava umas gírias Americanas que fazia eu e os garotos nos olharmos sem entender. Depois ríamos disso e ele se explicava.

Algumas pronúncias eram bem diferentes, mas dava para ser entendido, mesmo assim era estranho. Eu sempre assistia aos filmes Americanos quando podia, mas não era sempre.

Ele nos levou até uma pequena casa em Los Angeles, era tudo bem diferente da Inglaterra, era mais movimentado e estava muito mais quente.

Depois de olharmos a casa, tivemos que escolher entre dois quartos para dormir. Eu e Nathan em um, Tim e Luna em outro.

– Deixa só sua mãe saber, Sara. – disse Luna.

– Ela não vai se importar, estou com o Nathan. – disse Sara enquanto andávamos pelos corredores.

– Isso mesmo. Espere só ela saber que você e Nathan estão dormindo na mesma cama. – ela riu.

Revirei os olhos e fui para o quarto que seria meu, cheguei perto da pequena janela e olhei a rua.

“Que lugar esquisito” disse Mallory.

“Claro. Acha que a Luna escolheu essa cidade por quê?” falou Sara.

– E por que seria? – perguntei.

“Ora, Los Angeles é considerada a cidade do pecado, ué. Isso diz que as intenções da nossa amiga não são as melhores” Sara riu e Mallory também.

– O Tim quer sair hoje a noite. – disse Nathan entrando no quarto com malas.

– Pra onde? – perguntei me virando.

– Um restaurante ai. Você sabe que essa é a cidade natal dele, ele conhece os lugares. – ele colocou as malas na cama e respirou fundo.

– Sei. – falei.

– Ele disse que conhece um restaurante legal. – ele se sentou na cama.

Part. Sara. –

Fui para perto de Nathan e me sentei ao seu lado, ele tocou minha mão e depois entrelaçou nossos dedos.

– Passeio cansativo. – ele destacou a primeira palavra e eu ri baixinho. – Daqui a 15 dias é seu aniversário.

Isso saiu mais como uma afirmação que como uma pergunta, e realmente era como se ele me lembrasse disso. Respirei fundo.

“15 anos” disse Mallory.

“O tempo passa rápido” disse Sam.

“Ah, sim” murmurei.

Encostei minha cabeça no ombro de Nathan e ele passou um braço em volta de mim, ficamos assim por um bom tempo. Olhei para frente, analisando o quarto e vi que não tinha televisão, apenas uma cama de casal e uma porta que dava para um banheiro pequeno com chuveiro elétrico.

“Que porcaria! Quem viveria aqui?” perguntou Mallory.

“Bom, nós agora” Sam riu.

Nathan segurou meu rosto e deu um beijo em minha bochecha, depois em meus lábios e começamos a nos beijar. Mas percebi que esse beijo – vindo dele –, era um beijo de amizade colorida, quase fraternal, mas era um beijo.

Como se assim, fosse mais fácil um cuidar do outro e um estar com o outro, se entender. Eu havia perdido John e Nathan estava ficando com Yasmin, mas acabou e pelo visto, ele a amava bastante. Se era assim o modo que um esqueceria o outro, que fosse.

Então o beijo parou com um selinho doce, ele sorriu e eu fiz o mesmo.

– Você é minha melhor amiga, sabia? – ele falou com um tom brincalhão.

– E você o meu melhor amigo. – falei, rimos e então Luna apareceu na porta.

– Ali na frente tem uma tal de Locadora. – ela fez careta e depois mostrou um filme – Do lado uma venda, comprei umas comidas e aluguei um filme, querem assistir?

– Ah, sim, vamos. – falei olhando Nathan que assentiu.

Fomos até a sala ­– pequena –, e o filme já estava começando. Luna reclamou com Tim por ter colocado o filme antes de chegarmos, e ele colocou no começo. Assistimos até a noite aparecer.

– Vou tomar um banho antes de ir. – falei indo para o banheiro.

O filme ainda não tinha terminado, mas pra mim já era. Depois de um bom banho, troquei de roupa, colocando uma blusa preta e calça jeans, assim desci e vi o pessoal arrumado.

– Que demora, Sara! – reclamou Tim em meio a risadas.

Revirei os olhos e então saímos do local. Parei na frente de casa e procurei um carro.

– Cadê Henry?

– Vamos andando. – falou Luna pegando a mão do Tim e andando na frente.

– O que? – falei “indignada”.

Nathan se pôs ao meu lado, pegou minha mão e me fez andar.

– Isso mesmo. – ele riu e eu fui andando com ele.

Não demorou muito pra Tim dizer que só faltava mais um quarteirão, mas o problema é que o tal quarteirão era grande demais, ou seja, era longe.

Chegamos na frente de um bar de nome “Tom”, assim antes de Tim e Luna entrarem, Nathan o segurou.

– Hey, cadê o restaurante?

– É bar. – Tim falou com cara de sabe tudo.

– Íamos a um restaurante, Tim. – falei.

– Aqui é Bar, vamos. – ele entrou com Luna.

Olhei para Nathan e ele passou as mãos nos cabelos onde costumavam estar um moicano castanho-escuro. Revirou os olhos e pediu para que entrasse.

– Sempre gostei de Bares. – disse Mallory.

– É a sua cara. – disse Nate; eu e Sam rimos.

Notas finais
Próximo >> rsrs