Quase Nerd.

9 A velha, o Gogritte, e o Gigante.


Notas iniciais
Tomara que gostem do Capitulo.

-O que vamos fazer?

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-Verdade ou verdade. — disse Lissa.

-Como assim? — não era pra ser Verdade ou conseqüência? É, essas garotas são malucas, tanto tempo no sol deve ter queimado o cérebro dela.

-Ou fala a verdade oooou fala a verdade. Não tem escolha. -disse Mandy como se fosse a melhor coisa do mundo.

-Ahmmm, entendi TU-DO. — Ironia você por aqui? Que saudade!

-Arrg, fala serio. Vou explicar: fazemos perguntas e você responde a VERDADE, digamos que temos métodos bem eficientes pra isso. — respondeu Penny sem paciência, mas quando disse a ultima frase em seu rosto surgiu um sorriso maroto.

-Q-que me-metodo é esse? — perguntei meio nervosa, sempre que Pennélope colocava aquele sorriso no rosto vinha alguma coisa horrível, engraçada ou assustadora.

As garotas deram umas gargalhadas do mal que me deixou meio bamba.

-Vem, entra. — Penny mandou.

Entramos em seu quarto e nos sentamos na sua grande cama de casal, enquanto Lissa pegava uma caixa no closet da Penny.

-O que é isso? — perguntei apontando para a caixa.

-Bom, vou te contar uma historia. — disse Mandy com um sorriso do mal no rosto, bom... Na verdade todas elas estavam com um sorriso no rosto.

-Um dia, um zelador maluco e caótico estava andando pelos corredores de Hogwarts com sua gata sinistra, a Madame Nor-r-ra. Ele conversava com ela. A conversa foi mais ou menos assim: — Ela fez uma voz assustadoramente igual a do Sr. Filch — “Sabe, minha querida Madame, esses pirralhos imundos nunca mais irão mentir pra mim, nunca mais irão mentir.” Foi ai que vimos ele tirando um troço esquisito do bolso.”Esses pirralhos sempre mentem, mas Dumbledore me deu autorização, é ele me deu autorização para usar isto. Isto irá me dizer quando estão mentindo, minha senhora ”.

-Tá... Mas...Como conseguiram esse “brinquedinho”? — perguntei.

-Simples: Flich sempre faz a mesma rota. Quer dizer, quase sempre, por causa da filha da mãe daquela gata demoníaca... ARRRRRRRRRRG! — respondeu Kitty.

-Calma calma. — disse Lissa, pondo a mão no ombro de Kitty que estava vermelha de raiva. Um dia a Penny teve que segura-la, porque ela ia dar uma bicuda no bicho que ia voar até o Lago da Lula Gigante. (consciência: Até parece que você nunca quis fazer isso). Uma coisa que nunca entendi foi o porquê da raiva que Kitty pela “gata demoníaca”.

-1.2.3.4.5.6.7.8.9. FODA-SE, Tô calma, tô calma. Enfim: Atraímos o zelador maluco até onde estávamos e explodimos uma bomba de bosta, e isso quer disser que eu, Penny e Lissa ganhamos uma detenção na sala do retardado. Enquanto isso, na sala de cima da do retardado, Mandy falou com Pirraça o que estávamos fazendo e é claro que ele se dá suuuper bem com gente como nós, pelo menos, gente como nós que ele gosta. Então Pirraça começou a fazer a maior algazarra junto com Mandy. O que chamou a atenção do Filch, que foi ver o que estava acontecendo. Mandy fugiu antes de ele chegar e eu Penny e Lissa fomos procurar o Verdade ou Verdade. Quando achamos, o “pegamos emprestado sem pedir” e colocamos tudo exatamente no mesmo lugar. E quando ele voltou, não achou o aparelho e nos liberou. Somos demais, não?

-Vocês são malucas e...E corujas.

-Quê?

-Corujas?

-Foi mal... Oi?

-Não! Corujas, lá fora, estão vindo. Abre a janela.

-Ahmmm, a tá.

Vinham em nossa direção cinco corujas. Então abrimos a janela do jardim e elas pousaram pelo quarto. Kitty foi a primeira a ir para perto de uma coruja.

-São de Hogwarts. — disse ela. — essa é da Lissa...

Nós pegamos as cartas e demos petiscos e água para as corujas que logo em seguida levantaram vôo. Eram duas cartas em uma.

Primeira carta (a minha):

“Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts

Diretor: Alvo Dumbledore.

(Ordem de Merlin, Primeira Classe, Grande Feiticeiro, Bruxo Chefe, Cacique Supremo, Confederação Internacional de Bruxos).

Cara Srta. Marryeta Olsen,

Estamos anexando novamente uma lista de livros e equipamentos necessários logo abaixo:

Uniforme

1. Três conjuntos de vestes comuns de trabalho (pretas)

2. Um chapéu pontudo simples (preto) para uso diário.

3. Um par de luvas protetoras (couro de dragão ou similar)

4. Uma capa de inverno (preta com fechos prateados)

(Lembrando que o uniforme não precisa ser usado depois das aulas, em visitar a Hogsmeade e nem em fins de semana).

Livros

1. Livro nível 5 de feitiços. — Jennifer Grong

2. Historia da Magia. — Batilda Bagshot.

3. Teoria da magia. — Adalberto Waffing

4. Transfiguração (pessoas, animais e objetos) nível médio. -Vindirio Vang

5. Ervas, fungos, largas e vermes. -Joner Flinquir.

6. Um guia para poções feitas com perfeição – Serner Longdong.

7. Animais Mágicos, oque precisamos saber. — Hornerte Gords

8. As artes das Trevas, como se proteger e entender — Woody Trimbleland.

9. Adivinhação: um livro para os sábios – Susuvi Magmino.

Outros equipamentos:

1. Uma varinha.

2. Um caldeirão (prata, numero 7)

3. Três conjuntos de frascos. (de preferência transparentes).

4. Um telescópio.

5. Uma balança de prata.

Lembrando que o ano letivo iniciará em 31 de setembro. E a hora de embarque é as exatas 11h00min, na plataforma 9¾, na estação King Cross.”

E a segunda carta era a de inscrição para participar do intercambio Mundial.

Varias escolas se juntaram e as alunas da quinta a sétima serie podem participar, as únicas coisas que precisa são: falar o idioma, a permissão dos pais e o material exigido na escola. Pennélope queria ir pra França, mas decidiu que iria passar o ultimo ano em Hogwarts, junto com as amigas.

-Então, vocês vão para algum outro país? — perguntei.

-Eu não.

-Acho que não.

-Não.

-Vou ficar em Hogwarts. E você? — Perguntou Lissa.

-Vou ficar em Hogwarts. Vai ser quase um intercambio mesmo, ninguém me conhece e eu não vou conhecer quase ninguém. Alem do mais quero ver a cara do pessoal da escola.

-Ai, ai, a cara das pessoas quando te verem será a melhor parte. — disse Kitty.

-Quantas horas? — perguntou Penny.

-Dez horas da noite ...Por que? — respondeu Mandy, com um saquinho de Doritos na mão.

-Vamos ao Beco Diagonal.

-O que? Por quê? Não está tarde?

-Olha, ninguém pode te reconhecer. Se formos agora, fazemos nossas compras rapidinho. Se você não for eu vou.

Penny estava colocando uma roupa sinistra, parecia uma bruxa de TV trouxa, as únicas coisas que faltavam era andar curvada, ser feia e ter uma verruga no nariz. Estava vestida de preto, mas não como de manha, estava assustadora. Logo, Mandy foi fazendo o mesmo, mas com as roupas de Penny porque ela não tinha trago roupa para comprar no Beco Diagonal na calada da noite, parecendo uma serial killer. Depois Kitty e Lissa fizeram o mesmo, e só sobrou… Eu. Mas eu não ia ficar em casa sozinha com a maior chuva lá fora, não. Fui para o meu quarto e vesti uma roupa parecida com a delas, tudo isso demorou menos de dez minutos. Voltei para o quarto e Penny, Mandy, Lissa, e Kitty já tinham se vestido.

-Dá a mão, maninha. — disse Penny estendendo a mão para mim.

Assim que dei a mão para ela, nós cinco aparatamos na frente da Floreios e Borrões.

-Lembrem-se, temos uma hora até fechar todas as lojas. — disse Penny já pegado sua carta e os livros.

Fui até as prateleiras e peguei meus livros. E uma mulher muito esquisita entrou na loja, ela tinha um embrulho nos braços, roupa escarlate e um capuz que tampava todo o seu rosto, mas dava para ver que era uma idosa; ela era curvada e a varinha estava em sua mão. Ela só ficava rondando pela loja e foi aí que eu percebi que a velhota me lançava uns olhares de soslaio. Então pequei os livros que precisava e fiquei esperando no balcão, logo em seguida as garotas apareceram com seus livros, os pagaram, colocaram na bolsa e saíram para a chuva lá fora.

Eu, como estava desconfiada da velha, percebi que ela saíra da loja, sem comprar nada, mas continuava com aquele embrulho (que eu juro ter se mexido) nas mãos ossudas, brancas e de aspectos gelados. Mas mesmo com medo, eu não disse nada. Elas entraram no Caçarola (Caldeirões de todos os tamanhos e tipos – cobre, latão, estranho, prata – Automexediço e Dobrável).

-Preciso de um caldeirão de prata n°7... — eu disse para o vendedor, ele era um velhinho de cabelos branco e finos, olhos castanhos alaranjados, e usava roupas roxas e brancas.

-E quatro caldeirões de cobre n° 9. — completou Lissa.

-Um segundo, senhoritas. — Ele foi para o fundo da loja andando devagarzinho.

Assim que o senhor foi pegar os caldeirões, a mesma senhora que eu estava desconfiada entrou na loja e foi olhar uns produtos de polimento para caldeirões. Eu comecei a ficar um pouco desesperada e disse ao sussurro para a minha irmã e as meninas:

-Pe, aquela senhora esta seguindo a gente. — Mesmo sendo um sussurro, minha voz ficou tremula e transparecia meu medo.

-Relax, deve ser coisa da sua imaginação.

-Não, Penny. Eu também percebi isso. — disse Kitty se encolhendo.

-Péssima ideia ter vindo aqui à noite. — lamentou-se Mandy.

-Calma! Se ela tentar qualquer coisa, vamos atacar. Somos quatro contra uma.

-E se ela tiver companhia?

-Ai fudeu com tudo.

-O que falta mais? — perguntou Penny voltando a falar alto.

-Os frascos. — disse Marry.

-E para nós os pelos de leão montanhês. — disse Mandy.

-Então vamos para Bagulhos e Bugigangas. — A velhota saiu da loja sem ninguém perceber e o senhor dono da loja voltou com os caldeirões. O pagamos e saímos da loja.

Assim que chegamos à loja tinha um homem gigante e a velhota conversando. As garotas gelaram, mas pegaram as varinhas, por precaução. Estávamos completamente travadas; o cara era enorme, para os lados e para cima também. Ficamos com um terrível medo, bom pelo menos até ouvir sua risada. Era uma risada acolhedora, e trovoadiça, mas muito familiar.

-Hagrid? — perguntou Penny.

-O que você está fazendo aqui? — perguntou Kitty.

-Pergunto o mesmo, garotas. E por que...? — disse ele sorrindo.

-Estamos comprando os materiais. E você? — cortou Penny.

-E-estou fazendo uns e-experimentos com novos animais para as-as aulas. – gaguejou um pouco, parecendo nervoso.

Ouvi Lissa respirar fundo e depois disser com uma voz firme e forte.

-Por que a senhora estava nos seguindo? Não negue, eu vi e elas também. Se tentar qualquer coisa, lembre-se que somos quatro contra uma. — Tenho que admitir que ela tem coragem.

A senhora sorriu um pouquinho e disse:

-Eu não estava te seguindo. Estava seguindo… ela. — disse apontando pra mim.

-P-por que a senhora estava me s-seguindo? – perguntei assustada

Uma dica do C. S. Lewis (criador de Nárnia), “Quando se está com medo, não se deve falar, a voz sempre é o que nos denuncia”.

-Meu Gogritte gostou de você. – Peraí, a velhota estava flertando comigo? Peraí! O que? “Meu gogritte gostou de você?” Essa é nova.

-Foi mal aí, mas não tô afim não. — disse.

-O que? — perguntou Hagrid assustado. Foda-se, se ele queria a velha pode ficar. Eu é que não gosto dessa fruta.

-O que você disse? — perguntou Kitty. Peraí, peraí, a garota também quer o “gogritte” da veia? PUTA QUE PARIU! Esse mundo esta de cabeça pra baixo!

-Você devia estar chorando de alegria, os Gogrittes são criaturas raríssimas. Só eles podem escolher os donos. Você é uma escolhida; você sabe quantas pessoas amariam estar no seu lugar? — perguntou Penny.

-Ahmmmmm, Gogritte é um animal. Foi mal, eu não sabia. Eu pensei que... Que... Então, o quê que é um Gogritte mesmo? — perguntei.

-Isso. — ela abriu o embrulhinho que estava em seus braços e uma criaturinha adorável com pelos brancos como a neve dormia. Eu me apaixonei pelo bichinho logo em seguida. — Me desculpe se assustei vocês nas lojas.

-Tudo Bem, uhm... Posso? — perguntei.

-Claro claro.

Peguei o Gogritte nos braços e o observei; ele se parecia com uma cruza de raposa e lobo. Ele era tãããão quentinho. Era do tamanho de um cachorro poodle, seu pelo era raso, mas no pescoço ele tinha um “colar” de pelos muito macios, felpudo e branco como o corpo todo, suas orelhas eram empinadas, tinha um rapo parecia um espanador, focinho preto, úmido e gelado. Se eu pudesse ficaria abraçada com ele para sempre e não me importaria.

-Então, Hagrid. De onde você conhece a… a... — perguntou (?) Kitty.

-Loren Losere, prazer.

-Prazer, essa é a Pennélope Olsen, eu sou Kitty Demet, Melissa DeLu, Mandy Lufanberg e a do Gogritte é a Marry Olsen.

-Marry? — perguntou Hagrid assustado.

-É, sou eu. Mas não conte para ninguém, ok? Continuando, de onde você a conhece?

-Ela me vendeu o Fofo e vendeu a Dumbledore a sua Fênix, a Fawkes, lembra-se dele?

-Mas porque quer tanto vendê-lo? — perguntou Penny.

-Tenho que admitir que sou bem velha, quase cento e cinqüenta anos e tenho que arrumar um dono para ele. O que é bem difícil, já que ele não aceita qualquer um.

-Parece um lobo. — admirou Mandy

-Se parece um pouco, mas quando cresce tem habilidades que nenhum lobo sonharia em ter — falou Hagrid animado.

-Que tipos de habilidades?

-Alguns ficam invisíveis quando querem, outros cospem fogo como dragões, uns se camuflam... Enfim é imprevisível, mas não existem muitos por aí, não.

-De que tamanho ele fica? -perguntei.

-Do tamanho de um unicórnio na fase adulta.

-QUE? – eu exclamei. Como eu cuidaria de um animal do tamanho de um unicórnio?

-Mas todos da sua raça quando atingem a idade adulta tem o dom de ficar do tamanho de um gatinho.

-Humm... Quanto você quer por ele? — perguntei, já percebendo que o caso era de venda e não de doação.

-50 galeões, mas como nunca consegui um comprador abaixarei para 30. — falou a velhota assim que viu que eu arregalei os olhos.

-tig tig tig *toscosomdesino* Vendido.

Despedimos-nos de Hagrid e da mulher e fomos para casa, aparatando. Todas nos voltamos a vestir as roupas de dormir e como o Gogritte dormia como uma pedra, Penny conjurou uma cama de cachorro para ele no meu quarto. Fomos para o quarto de Penny jogar Verdade ou Verdade. Com o Gogritte nos braços eu tinha que arranjar um nome pra ele.

Pegamos uma das garrafas de Coca Cola que levamos pra lá e a giramos no chão.

Penny pergunta para Kitty.

_Verdade que você e o Zabini ficaram se agarrando no quinto ano na Sala Precisa?

Kitty ficou roxa e depois disse.

_Mentira.

A geringonça do Filch começou a piscar uma luz vermelha que é o sinal que a pessoa esta falando mentira. — é claro que ela tem vergonha sobre isso pegar um pirralho dois anos mais novo que ela é vergonhoso, não acha? (consciência: Um pirralho gostoso.).

-Eu sabia que estavam se agarrando, eu sabia. — disse Mandy rindo.

A garrafa mais uma vez foi rodada.

Kitty pergunta para Mandy.

-Quantas vezes você e o seu namorado já você-sabe-o-que?

Eu fiquei vermelha com essa pergunta mesmo não sendo pra mim.

-Cinco.

A geringonça do Filch ficou verde, então era verdade.

Lissa pergunta para Mandy.

-Você estava mesmo sob o efeito Império quando você correu de calcinha e sutiã no Salão Comunal?

-Não. — O bagulho ficou verde.

-Você é maluca.

Penny pergunta para mim.

-Você gosta de Draco Malfoy?

-Nã-Si-Nã-Si-Nã – s-sim. — falei meio derrotada.

O bagulho do Filch ficou doidão por um minuto e depois ficou verde.

Eu pergunto para Penny.

-Foi você que meteu a cabeça do pirralho do primeiro ano na privada?

-HAHAHAHA foi! HAHAHAHAHA.

Mandy para Penny.

-Porque você modificou a memória dele e colocou como se fosse a Madame Nor-r-ra ?

-Porque eles ficaram achando que o garoto estava maluco. O coitadinho passou uma semana no St Mungus.

Lissa para Kitty.

-Por que você sempre abafa o riso na aula de feitiço?

-Vira e sacode, parece o que? Tudo, menos um movimento de varinha.

Penny para mim.

-Você quer ajuda com Draco Malfoy?

Peraí, ela estava me oferecendo ajuda? Então tá, né?

-Sim.

Penny levantou e foi até o closet.

-OOOOU... Não vai participar mais não? — perguntou Kitty.

Penny voltou com um livrinho nas mãos.

-O Livro? — perguntou Kitty olhando para o embrulho.

-Você vai consegui-lo nas palmas das mãos. — disse Mandy me olhando com um olhar do mal.

O jogo foi esquecido, todas se juntaram na cama.

-Aqui tem umas coisinhas que talvez te ajude com ele.

Passei as paginas do livro e percebi que tinha vaaaarios titulo, tipo: "Como terminar", "Como se declarar", "Tipos de garotos", "Como se vingar" (esse titulo era o mais destacado na livro, [ sim, elas amavam se vingar]), "Ele vale a pena?", "Você gosta MESMO dele?".

-Fique com O Livro até consegui-lo, você precisa mais que nós.

Pequei o livro como se fosse um tesouro, afinal com ele eu teria Draco Black Malfoy em minhas mãos.

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Pov autora.

Bom, gente semana que vem começa as minha (idiotas e nada precisas) aulas de reforço, então os capitulos talves vão demorar mais.

Mas acho que as aulas não vão ser tãããão ruins, vocês lembram que eu falei sobre a Jay? MUAHAHAHAHA, a Tia Julia (mãe da Jay), concordou que as notas da filha estavam horriveis em Matematica, Ciencias e Geografia, e que seria otimo ter uma amiga confiavel por perto para ajudar, apoiar e estudar ao lado da filha dela.

Resultado: A Jay está sendo obrigada a participar das aulas comigo.

Resultado²: Estou com um roxo (dolorido) no ombro, porque a Jay me deu um soco.

Resultado ³: Tenho que comprar um pacote de balas, para a Jay de perdoar.

Recadinho para a Jay:

Jennyfer Ana Santos Gomes, você é uma perfeita amiga e que sempre me apoia, ah foda-se que melo drama, quer saber? SE FUDEU. HAHAHAHAHAHAHAHA. Vai ter que vazer as aulas comigo lálálálál-lááá.

Notas finais
Capitulo grandinho para compensar a demora.
Beijos da Kaah.