Quando o coração chama!

12 Capítulo 11: O assassino manda lembranças


Notas iniciais
Notas iniciais: Oi pessoal! Eu sei que ando meio sumida, mas como eu já falei para vocês está complicado eu ter tempo de escrever e postar e para ajudar minha irmã sequestra meu computador, então ficou mais difícil ainda. Mas, eu vou tentar postar as fics duas vezes no mês, nos finais de semana. Eu preciso de ter uma noção de quem está lendo então por favor, comentem. Bom, vamos ao capitulo. Comentem, comentem e comentem!!!

Anteriormente...

— Castle? -

— Kate! – falou acariciando o rosto dela e passando a mão pelo pescoço e ombros. A detetive suspirou com o contato. A pele macia e molhada dela em contato com a dele, o deixou mias ansioso por uma aproximação maior. Se aproximaram mais quebrando a distância que os separava. As respirações ficaram pesadas e a tensão aumentou. Castle desejou que a toalha que ela usava caísse e Kate fazia o mesmo. As mãos de Rick foram instintivamente passear pelo vão dos seios dela e parou na borda da toalha, onde se prendia. Os dois respiraram pesado e...

Os dois respiraram pesado e Beckett quebrou o contato, virando o rosto quando ele passava aos mãos no rosto dela e tentou beijá-la.

— Vamos dormir, está tarde. – Engoliu seco e caminhou em direção ao quarto de hóspedes.

— Sim, claro! – ele suspirou pesado.

Castle sabia que ela estava tentando manter o controle ali, ele tentaria não forçar nada. Mas, estava sendo difícil com ela ali de toalha na frente dele, quando tudo o que ele queria era tomá-la nos braços, a beijar e se perderem na cama se amando. E para piorar ele sabia que ela queria, mas que precisava de seu tempo para organizar sua vida. Precisava de tempo para poder prender o assassino e isso era em tudo que ela conseguia pensar no momento, conhecia Kate e ela iria até o final para fazer justiça pela policial e pela sua mãe. E ele lhe daria esse tempo. O escritor caminhou atrás dela para a porta do quarto de hóspedes. Os dois ficaram lá olhando nos olhos um do outro, até que ela quebrou o silêncio.

— Castle, eu preciso achar esse assassino. Eu preciso pegá-lo. Eu quero poder voltar a minha vida sem ter que me preocupar com ele atrás de mim. Mas, as pistas parecem escorregar das minhas mãos em frente aos meus olhos. – disse com lágrimas nos olhos.

— Eu sei, Kate! E eu sei também que você vai pegá-lo. Você vai caçá-lo aonde quer que ele for e vai prendê-lo. Por que é assim que a Detetive Beckett é e sempre vai ser. A melhor detetive de Nova York. E a mais bonita também. – ele disse a fazendo sorrir.

— Obrigada! – disse o olhando com sinceridade, se olhavam intensamente. Os dois precisavam se afastar. Ela olhou para o chão quebrando o contato.

— Olha Kate, eu sei que está sendo difícil para você. Mas, eu estou aqui, eu estou aqui para você. Não importa o que aconteça. Eu sempre vou estar aqui. Mesmo se você ficar com raiva de mim e gritar comigo ou nós brigarmos, eu ainda vou estar aqui. – disse Castle.

— Obrigada, Castle. Você sempre está lá quando eu preciso e me ajuda com as suas teorias malucas de com... – Ela foi interrompida por Alexis.

— Pai, eu estava te procurando... há desculpa, eu não queria atrapalhar nada! – disse sem graça.

— Não, tudo bem. Pode me falar querida. – disse Castle paciente.

— Oi Kate! Achei que já estivesse dormindo. — disse a menina sorrindo.

— Oi querida! Não, nós chegamos agora mesmo. — Kate falou sem graça.

— Bom, eu estou precisando falar com meu pai é rapidinho, daqui a pouco eu te devolvo ele. – disse tentando arrancar algo deles.

— Há não! – disse Beckett vermelha – Tudo bem, pode falar com seu pai, eu já estava indo dormir. – disse sem graça.

— Alexis, me espere na sala, eu já estou indo. – disse Castle.

— Beckett, eu só queria dizer que se precisar de alguma coisa eu estou aqui para você e... – ele foi interrompido.

— Pai, vamos logo. Ela já sabe disso e depois você pode dizer isso a ela de novo e mais quantas vezes quiser. – disse puxando o pai pelo braço.

Rick tinha ficado embaraçado e nervoso, o que Alexis tinha para falar de tão importante? Ao chegarem na sala, a menina não deu tempo para ele se sentar e já começou.

— Pai, eu preciso te mostrar isso. Mas, primeiro eu quero que me prometa deixar a Beckett dormir, ela está cansada e precisa descansar.

— Ok, mas o que é? – disse intrigado.

A menina ligou a TV no noticiário. A jornalista falava sobre o Stalker: “Stalker o assassino que está aterrorizando a nossa cidade, perseguindo mulheres, sequestrado uma policial em frente a delegacia de polícia e matado uma mulher idêntica a ela, além de estar obcecado com a Detetive Beckett, a melhor detetive de homicídios de Nova York.” Foi assim que a mulher do noticiário a descreveu. “Agora nós queremos saber a posição da polícia nisso tudo, será que eles vão fazer alguma coisa ou só vão assistir? Alguém sabe sobre a Detetive Beckett? Bom parece que ela está com o escritor Richard Castle na casa dele. Eles não eram só amigos? Agora ela dorme lá também. Bom, parece que o Stalker está fazendo mais que matar pessoas, ele agora está unindo elas também.” Castle ficou com muita raiva, a jornalista fazia parecer que Beckett e os meninos não estavam fazendo de tudo para pegá-lo. Ele desligou a TV e ligou para os meninos. Espo e Ryan tinham assistido e ficaram com raiva também. Eles concordaram em não contar a Beckett. Se encontrariam de manhã com Gates, escondido dela e pediriam que falasse com a imprensa.

No dia seguinte, Kate levantou cedo tomou café com Castle, Alexis e Martha rapidamente e depois foram para a delegcia. Enquanto ela trabalhava, Castle e foi ao encontro dos meninos e da Capitã. Ela concordou em fazer uma declaração a imprensa. Voltaram ao trabalho e Beckett e Rick foram olhar no banco de digitais da polícia, a digital achada. Uma digital bateu, a de um homem chamado Charlie Johnson, um ex-presidiário perigoso. Ele foi condenado pelo assassinato de 2 garotas e tentativa de assassinato de uma terceira garota. Morava em Nova York atualmente e tinha um carro preto. O mesmo carro das filmagens. A placa do carro New York MWR 2613 era a mesma do assassino. Eles haviam encontrado o Stalker, só tinha um problema, não conseguiram achar fotos dele, nem uma filmagem em que aparecesse seu rosto. Então seria difícil reconhecê-lo. Kate, Castle e os meninos foram até a casa de Charlie para prendê-lo, mas ele não estava lá. Parecia que tinha fugido. Não tinha roupa no guarda-roupa. Ele fugiu para não ser pego.

Voltaram a delegacia e foram olhar as filmagens, nada. Não conseguiram achar nenhuma imagem do rosto de Charlie. Como poderiam pegá-lo se nem sabiam como ele era? De tarde Espo chegou com o policial Albert Williamson e foi com Ryan e Castle para uma sala afastada.

— Ele tem uma coisa para falar para nós.

— Bom, vocês mandaram ficar de olho em Beckett, certo?

— Sim! – disse Castle intrigado.

— Então, eu vi uma coisa esquisita nesses dias.

Ele mostrou aos garotos, fotos da detetive e do escritor e ela sozinha, em que um homem aparecia. Era o Stalker, ele estava a vigiando. Agora eles sabiam como ele era. Assim, poderiam pegá-lo. Voltaram a sala e viram Kate distraída, olhando as filmagens de novo.

— Beckett! Precisamos te mostrar algo.

— Sim, o que foi garotos?

— Bom, lembra quando você disse para tirarmos o policial de vigia sobre você?disse Ryan com medo.

— Sim, o que tem?

— Nós não tiramos, fizemos você pensar que sim. Mas, ele te seguia de longe. – Continuou Espo.

— Era por isso que eu sempre sentia a sensação de ser seguida. E você nem me disse Castle? Eu não acredito, você mentiu para mim.

— Beckett, não é por isso que estamos falando isso. – disse Espo.

— Ele percebeu que tinha alguém te vigiando

— Ok, o que vocês querem dizer?

— Ele nos mostrou fotos com o rosto do homem, é o Stalker. Olha, vê se você reconhece.

Ela pegou as fotos das mãos de Espo e deu uma olhada.

— Oh, meu Deus. Eu sei quem é ele. Ele é o entregador que me entregou o pendrive aquele dia. Vocês lembram? É ele.

— Vamos emitir um alerta atrás dele. – disse Ryan.

Dentro de pouco minutos toda a delegacia já estava mobilizada e procurando o assassino. A imprensa emitiu uma nota sobre isso e toda a cidade estava em alerta. O entregador de flores foi encontrado e assim eles começaram a interrogá-lo.

— Oi senhor?... – falou a detetive.

— James, James Smith. – disse o suspeito.

— Sim, curioso não termos uma ficha sua não? Nem um registro da sua existência, carteira de motorista, identidade ou digitais. – disse ela.

— Você tem certeza? Minha carteira foi renovada ano passado e eu tenho identidade aqui e se quiserem podem pegar as minhas digitais. Mas, eu não tenho ficha por que nunca fiz nada fora da lei. – disse o homem preocupado.

— Claro! Me dê só um minuto. – ela disse desconfiada dele.

Kate saiu da sala e pediu os meninos para procurarem por James Smith no sistema e encontraram a carteira de identidade, habilitação e digitais.

— Mas como não achamos isso antes?

— Bom, estávamos procurando por alguém do sistema que já tinha sido preso ou com problemas com a polícia e não um cidadão comum. – disse Espo.

— Tudo bem. E algo errado com ele?

— Não, aparentemente é um bom sujeito. – disse Ryan.

— Até entregar as flores aqui você quis dizer não é? Não acho que seja um bom sujeito. – disse Espo.

— Nem eu, mas não podemos detê-lo sem nada. – disse Ryan.

— Mas, eu posso perguntá-lo sobre quem pediu as flores. – disse a detetive.

Ela foi até a sala novamente.

— Sr. Smith, eu gostaria de saber quem pediu aquelas flores?

— Bom, isso é impossível. Temos pedidos por telefone também e esse foi um desses pedidos.

— Você pode me informar o nome da pessoa que pediu? Como era a voz? Alguma coisa?

— O que eu sei é que era pra entregar aqui, o pedido foi pago com boleto bancário. Ele tinha uma voz rouca e esquisita, mas só isso. Ele não falou o seu nome, só disse que era pra entregar pra senhorita Beckett na delegacia de polícia.

— E você não achou isso esquisito? – disse desconfiada.

— Claro que sim. Todo dia tem homens ligando e pedindo flores, vários até pedem pra entregar dois buquês em lugares diferentes pra pessoas diferentes. No meu serviço senhora, pouca coisa é esquisita pra mim. Eu achei que fosse seu namorado ou algo. – disse o homem.

— Sim, entendo. – a detetive já estava desanimada.

O homem estava certo, ele deveria receber pedidos muito estranhos no seu serviço. Provavelmente ele nem sabia quem era o assassino. Mas, o que era estranho era o motivo dele estar lhe seguindo.

— Então, senhor Smith. Deixe eu lhe contar uma coisa sobre mim. Eu odeio ser seguida. Eu sou uma policial com uma arma e se alguém me segue, principalmente um homem a noite eu atiro entendeu?

— Sim, senhora. – disse engolindo seco.

— Então por que diabos você estava me seguindo?

— Fazia parte do pedido, ele pediu pra lhe seguir e te mandar um recado. Era só isso senhora eu juro. – disse aflito.

— Que recado? – disse Beckett batendo na mesa e o assustando.

— Bom, eu... –

— Como eu posso acreditar em você? Acreditar que é verdade qualquer coisa que me dizer? – disse a detetive.

— Senhora, eu só sei o que ele me mandou falar, você pode acreditar ou não. O meu trabalho era te seguir, ter certeza que estava sozinha e te falar.

— E qual é o recado? O que ele queria me dizer?

— Ele disse que está vindo!

Notas finais
Notas finais: Então é isso pessoal! Sei que fiquei um tempão Sem postar, ando muito ocupada com a facul, tcc, trabalho até no final de semana, então é difícil mas eu vou tentar postar mais. Comentem, comentem, comentem!!!