Quando o coração chama!

13 Capítulo 12: Pistas, pistas, pistas


Notas iniciais
Notas iniciais: Oi gente, desculpem o atraso. Desculpem mesmo, eu estava fazendo TCC então tava foda mas vou postar agora mais regularmente eu prometo!!! Espero que gostem desse capítulo e comentem, comentem e comentem!!!

Anteriormente...
— Então por que diabos você estava me seguindo?
— Fazia parte do pedido, ele pediu pra lhe seguir e te mandar um recado. Era só isso senhora eu juro. – disse aflito.
— Que recado? – disse Beckett batendo na mesa e o assustando.
— Bom, eu... –
— Como eu posso acreditar em você? Acreditar que é verdade qualquer coisa que me dizer? – disse a detetive.
— Senhora, eu só sei o que ele me mandou falar, você pode acreditar ou não. O meu trabalho era te seguir, ter certeza que estava sozinha e te falar.
— E qual é o recado? O que ele queria me dizer?
— Ele disse que está vindo!
– E o quê mais?
— Só isso, eu juro. Eu não sei de mais nada! – disse o homem com medo.
Beckett o liberou.

Já estava de noite quando saíram da delegacia, não tinham conseguido achar o assassino ainda. Beckett e Castle estavam indo até o carro e se despediram dos amigos.

— Boa noite, Espo, Ryan! – falou a detetive.

— Boa noite pra vocês! – disseram com maldade.

— Boa noite rapazes! – o escritor disse sem graça.

Quando chegaram no apartamento Kate estava nervosa e impaciente, o escritor percebeu a inquietação.

— Kate, está tudo bem?

— Sim!... não na verdade Castle, eu... –

— Sim?

— Eu acho que é perigoso eu ficar aqui no seu apartamento. Você viu o Stalker sabe onde eu estou e pode fazer mal pra você e pra Alexys e também pra Martha.

— Quê isso Beckett, eu já falei que te protejo. — disse com uma mão nas costas dela e sorrindo para ela que sorriu também — Mas, os meninos também estão alertas e se você quiser eu acho que a Gates não se importaria em mandar um policial ficar de vigia aqui em casa.

— Você acha? — disse ela insegura.

— Tenho certeza, se quiser amanhã podemos conversar com a capitã.

— Ok!

A detetive foi tomar um banho e o escritor foi fazer algo para os dois comerem. Beckett estava preocupada e não percebeu o tempo que demorou para se arrumar para o jantar. Castle já havia tomado banho e estava pondo a mesa quando ela chegou. Kate observou o escritor de longe, ele estava lindo naquela camisa azul e short preto. Rick não a notou pois estava de costas para ela. A detetive se produziu para ele, vestiu um vestido vermelho de alcinhas e um salto alto, quando ela foi chamá-lo o telefone dele tocou.

— Richard Castle!

— Oi, Rick!

— Oi Gina! — Castle disse sorridente e surpreso, mas para ela pareceu só sorridente.

— Como você está? Aconteceu alguma coisa? — disse ele, um silêncio da parte dele.

— Não Gina você sabe que eu não... sim eu sei... Obrigado Gina eu sei que sou lindo, você também é linda, mas... não Gina, eu não acho que devemos fazer isso... sim eu sei que fomos casados... eu sei... eu sei que o sexo era incrível, acorda sou eu... sim... eu sei... ora obrigado, você também... não Gina eu não posso... ok, na verdade eu não quero... tudo bem, eu entendo... — Kate saiu da cozinha magoada.

— Não Gina, não quero me encontrar com você. Gina tem um motivo para não termos dado certo. Ok, certo, me desculpe, mas você precisa entender que... sim eu acho que sim, sim é ela, mas como você?... então por favor vamos ser só amigos e você minha chefe ok?! Ok, certo, boa noite! — Castle desligou e terminou de por a mesa, ele tinha feito o preferido de Beckett, macarrão ao molho de carne.

Ele resolveu chamá-la porque ela estava demorando muito, bateu na porta do quarto e ela abriu. Beckett estava linda, maravilhosa, perfeita, ele não tinha adjetivo para nomear. Mas, ela parecia um pouco triste, nervosa e tensa, então ele resolveu acalmá-la.

— Kate, tudo bem? Você ainda está nervosa por causa do assassino?

— Não, eu só — disse segurando o choro — eu só estou um pouco cansada sabe, podemos comer? — desconversou.

— Claro, eu fiz o seu preferido! — disse olhando admirado para a detetive.

— Ai, obrigada Castle! — disse Kate sorrindo sem graça.

— E tem sorvete de pistache na geladeira de sobremesa!

— Ok, então vamos comer logo para eu poder comer o meu sorvete de pistache.

Os dois riram e foram para a cozinha.

— Alexys e Martha chegaram tarde porque minha mãe decidiu levar minha abóbora numa peça de teatro do grupo dela e depois tem uma festa para todos do grupo e as duas vão ficar para a festa.

— Hum, sei. — disse Beckett desconfiando da intenção das duas de deixar os dois sozinhos.

Comeram em meio a conversa, Rick tentando entender porque Beckett estava estranha e Kate tentando desviar a conversa. A detetive estava desanimada, ela achou que iria se resolver com o escritor, mas acabou na dúvida se ele ainda gostava da Gina. E isso estava a deixando louca de ciúmes.

— Kate, você está calada, o que foi?

— Nada, quê isso é que a comida tá tão boa que não consigo parar de comer. — disse desviando o assunto — como você fez isso Castle?

— Eu uso alho socado, orégano, pimenta e um pouco de grill, e Beckett não tenta desviar a conversa eu sei que você está meio quieta desde que você foi tomar banho você voltou estranha.

— Ai Rick, é que eu estou preocupada com tudo isso. Esse assassino não deixou nenhuma prova, nada, eles costumam ser descuidados, mas ele parece profissional, parece que conhece de perícia de tão meticuloso que ele é. — disse triste e preocupada.

— Beckett eu estou aqui. — disse segurando as mãos dela — eu estou com você nessa, nós pegamos muitos bandidos e vamos pegar esse, nós somos os melhores. Eu acredito em você e você acredita em mim, então só precisamos agir como os bons detetives que somos.

— Castle, você é escritor, não detetive.

— Ok, mas você entendeu! — disse e os dois riram.

Por mais chateada que estivesse ela ainda conseguia rir das bobagens que ele falava. Terminaram a janta e foram comer o sorvete na sala assistindo um filme na tv. O escritor sentou ao lado dela para poder abraçá-la discretamente enquanto os dois assistiam ao filme, mas a detetive percebeu e ele abaixou o braço sem graça.

Eram 22:00 horas da noite quando foram se deitar, Rick acompanhou Kate até o quarto.

— Kate, eu... -

— Boa noite Castle! — disse sem graça.

— Boa noite Kate! — disse olhando nos olhos dela.

Ele queria agarrá-la, abraçá-la e dizer que tudo ficaria bem, queria beijá-la e mostrar como a amava, mas Beckett estava fria e distante, então ele aproximou o rosto da detetive e quando estava a centímetros de sua boca ele desviou e beijou sua bochecha. Ela entrou no quarto de hóspedes e ele no dele e foram dormir.

Na manhã seguinte as 07:00 a detetive já estava de pé e desceu para tomar o café, o escritor já estava acordado e preparava o café da manhã.

— Oi, bom dia!

— Bom dia Castle! E a Alexys e a Martha já levantaram?

— Não, na verdade elas ainda estão dormindo, devem ter chegado tarde.

Rick entregou a xícara de café a Kate e pegou a sua, os dois comeram rapidamente e foram para a delegacia. Ao chegarem lá Beckett foi falar com Lanie e o escritor com os meninos.

Lanie não estava quando Beckett entrou, ela havia saído para pegar uns instrumentos para examinar um corpo. Kate sentou-se numa mesa e esperou. A legista entrou distraída e levou um susto com Beckett lá dentro.

— Kate, o que você está fazendo aqui? Achei que tivesse ocupada com o caso.

— Sim, estou. Mas eu preciso falar com você primeiro.

— Sim, sobre o que ou sobre quem? — a doutora perguntou já sabendo a resposta.

— Sobre Castle!

— Hum, sei. Pode falar. — disse ela sorrindo o que fez a detetive revirar os olhos.

— Você sabe que eu estou ficando na casa dele não é? Então ontem eu estava meio que decidida a contar para ele como eu me sinto, mas aí a Gina ligou e disse várias coisas para ele, sobre como ele é lindo e sobre como o sexo com eles era incrível, acredita que o Rick até agradeceu e disse que ela era linda também e que o sexo era bom porque era com ele e... — Lanie disparou a rir.

— O que foi? — disse Beckett nervosa.

— Você! O que você está tentando me dizer Kate? Que você sente ciúmes do Castle é isso? — disse tentando não rir.

— Não! Eu não sinto, Lanie!!! Doutora Parrish, não é justo rir de uma amiga assim! — disse ela fingindo estar brava.

— Ok, desculpa Beckett! Mas, o que você quer dizer então?

— Bom, eu não sei. Eu acho que ela o convidou para sair ontem.

— Querida, se ele não tiver aceitado então está tudo bem. Agora se ele aceitou você tortura ele, ok?

As duas caíram na gargalhada.

— Lanie a questão não é essa... — elas foram interrompidas pelo escritor que entrou ali.

— Oi, Lanie. Kate eu só vim avisar que eu vou sair um minuto, eu marquei de me encontrar com a Gina para esclarecer umas coisas então daqui a pouco eu volto ok?

— Sim, claro.

Ele saiu rapidamente dali deixando as duas de queixo caído.

— Ok, pode deixar, eu torturo ele.

A detetive saiu da sala da legista se nem dar tempo da amiga lhe dizer algo. Beckett foi para a sua mesa e começou a investigar de novo o caso, procurando por novas pistas. Javier e Kevin chegaram bem na hora com papéis nas mãos.

— Kate, você precisa ver isso. — disse Javi.

Ela se levantou e pegou o papel da mão dele. O assassino deixou rastros, ele usou o cartão de crédito de um ex-presidiário mas o nome desse presidiário aparecia como sigiloso. O que significa que o ex-presidiário é um ex agente do governo ou alguém importante que não queria ser reconhecido e por isso mesmo sua ficha estava incompleta.

— Eu quero que vocês dois investiguem isso, liguem para o presídio e descubras quem é esse homem.

— Ok! — disse Espo

— Certo! — disse Ryan

Uma hora havia se passado desde que Castle tinha saído e a detetive ainda estava nervosa e para piorar os meninos não conseguiram o nome do ex presidiário. Os detetives e Beckett estavam analisando o quadro de pistas quando Rick chegou. O telefone de Esposito tocou e ele se afastou para atender.

— E aí, como foi com a Gina?

— Bem, muito bem. Bem até de mais, eu acho.

— Hum, parabéns então, pela reconciliação.

— Beckett, eu... — ele foi interrompido por Javier.

— Kate, acho que descobrimos uma pista agora.

— Como assim? — disse a detetive animada.

— O nome do ex presidiário é Parker, Victor! Um ex agente do governo, mas não falaram qual é a agência.

— Ok! Agora temos alguma coisa. Procurem por ele e o tragam aqui, quero saber se ele é o assassino ou se ele sabe quem ele é.

— Ok, vamos! — Espo disse para Ryan.

Os dois detetives partiram para a busca enquanto Beckett informava a capitã Gates do ocorrido. Quando os dois chegaram com o suspeito foram logo o colocando na sala de interrogatório.

— Oi, senhor Parker. Sou a detetive Beckett, esses são os detetives Esposito e Ryan e nós queremos te fazer umas perguntas.

— Ok, ma seu não preciso de um advogado não é?

— Não, depende do que você fez.

— Ok, o que querem saber?

— Primeiro, para qual agência do governo você trabalhava? E porque seu nome não aparece nos seus arquivos da prisão.

— Bom, eu trabalhava para a CIA, mas então eu fui testemunha de um crime cometido por um traficante poderoso, então eu fiquei no programa de proteção a testemunha. Esse cara era amigo de vários amigos meus do trabalho, então eu me afastei.

— E o seu tempo na prisão como você explica? — disse a detetive.

— Eu tive um começo de vida difícil, meu pai batia na minha mãe e então eu bati nele e ele se machucou feio e eu fui parar na cadeia cumprindo seis meses de prisão.

— Há tá, então você é o cara bom aqui? — disse Kate nervosa.

— Não, eu não estou dizendo isso. Eu só estou dizendo a verdade porque eu sei como é ruim trabalhar baseado em mentiras.

— Ok, senhor Parker. Vamos ao ponto. E como um cara como você acaba relacionado a uma série de crimes do assassino Stalker?

— Peraí, como é que é? Do que vocês estão falando?

— Alguém ou você usou o seu cartão de crédito e chegamos até você.

— Tá, mas o cartão foi usado para que?

— Alguém retirou dinheiro da conta e pagou as flores que o entregador me entregou. Você acha que não chegaríamos até você? — a detetive gritou.

— Peraí, mas eu emprestei meu cartão de crédito a um amigo. Eu juro.

— Há sim, quem é esse amigo então? — disse Ryan.

— O nome dele é Smith, James Smith. Por favor, eu juro que é verdade.

Notas finais
Notas finais: Então gente, é isso amanhã eu estou de folga e venho postar mais lá para umas 13:00 horas, porque eu tenho que escrever né. Beijos e comentem, comentem, comentem!!!