Quando menos se Espera...
4 Capítulo 4
Notas iniciais
Sorry pela demora, amores, mas o speedy DEFINITIVAMENTE me odeia ¬¬
Enfim...
Eu não achei esse capítulo adequado ao que eu queria, mas não consegui fazer ficar melhor que isso.
Provavelmente minha frequência vai diminuir um pouco, porque a faculdade (e o TCC) me aguardam muito em breve =(
Mas estarei aqui sempre que possível o/
Prossigam com a leitura xD
- Boa noite! Sonha com o DC.
- Eu sempre sonho. – E sonhei mesmo.
Quando meu celular despertou pra nos arrumarmos para a escola, parecia que eu tinha acabado de fechar os olhos. Magali pelo visto também não estava afim de levantar:
- Ainn, Mô, bota uma soneca básica aí e vamos dormir só mais 10 minutinhos.
- Não, Magá. Se a gente dormir mais, vai se atrasar.
- Fácil falar! Seu namorado vai estar lá. O meu está no cursinho, do outro lado da cidade. Não tenho motivação pra levantar daqui.
- Vai, Magá. Vai escovando os dentes enquanto eu tomo um banho rápido.
- OK. Depois você escova os dentes enquanto eu tomo banho.
Descemos 20 minutos depois, prontas. Eu estava com jeans justos, uma bata rosa de alcinhas e um par de sapatilhas brancas com detalhes rosa. Magá estava de saia jeans, camisetinha amarela, sandália preta de salto e uma boina preta. Tomamos café da manhã e saímos meio apressadas para a aula.
Na esquina da escola, meu coração deu um salto. Do outro lado da rua vinha o Do Contra, de bermuda jeans e camiseta vermelha, tênis pretos e o inseparável moicano. Lindo! Quando ele me avistou, abriu um sorriso perfeito. Magali resolveu nos dar privacidade:
- Acho que vi a Dê e a Má entrando. Vou encontrá-las. Até já já, gata. E fecha a boca pra não babar! – Piscou e saiu correndo portões a dentro.
Quando me alcançou, DC me deu um beijo rápido e falou:
- Bom dia, princesa! Dormiu bem?
- Bom dia, DC. Mais ou menos…
- Você estava ansiosa por causa da escola? Olha, se você não estiver pronta, não precisamos entrar de mãos dadas nem nada.
- DC, eu não devo nada pra ninguém. Não tem problema entrarmos juntos. Somos namorados e as pessoas precisam saber disso. Não há nada de errado. E você sabe muito bem porque eu dormi mal. – Corei um pouco, dei um selinho nele e ele deu uma risadinha meio sem graça.
- Então vamos entrar. Dá aqui o seu material, eu levo.
Ele me acompanhou até meu armário, onde eu guardei os livros que eu não usaria, e depois até a porta da minha sala, onde ele me deu um selinho e seguiu para a classe dele. Eu entrei e fui até meu lugar, perto das meninas. Como eu temia, começou o interrogatório, que a Denise encabeçou:
- E aí, fofolete? Quer dizer que investiu no bofe mesmo? E como tá sendo, conta tuuuudo?
- Ah, o DC é incrível! Ele é carinhoso, cuidadoso, romântico… — Falei, com cara de apaixonada.
- Gata, isso é óbvio, uma vez que ele tende a ser o oposto do resto dos homens. – Falou Carmem com cara de tédio. – Queremos detalhes!
- Ai, não posso falar disso aqui! Quando vamos ter outra festa de pijama? – Perguntei e Denise se adiantou:
- Esse fim de semana. Lá em casa. Os velhos viajam na sexta e podemos ficar por lá até domingo à noite. Pode ser? Assim você conta seus detalhes super secretos, fófis.
- Por mim, tudo bem. – Respondi. Magá e Carmem também concordaram.
Nisso, o professor Licurgo chegou e começou a aula. Na hora do intervalo, DC estava me esperando na porta da sala. Fomos juntos para a cantina, onde nos sentamos à mesa onde o resto da turma já se reunia. Houve um momento de silêncio quando nos viram chegando juntos, de mãos dadas. O Cebola me olhou com olhos arregalados, passando do meu rosto para minha mão, entrelaçada à de DC, e de volta ao rosto. Fingi que não vi e me sentei em um lugar ao lado de Magali, Do Contra pegando uma cadeira e colocando-a do meu outro lado. Marina veio em meu socorro, puxando assunto:
- Então, meninas, todas prontas para passar o fim de semana na casa da Denise?
-SIIIIIM! – Respondemos todas juntas. Cebola falou, mal humorado:
- Não sei o que tanto vocês, mulheres, fazem juntas nessas festas só de garotas. – Eu abri a boca para responder, mas Carmem foi mais rápida:
- A graça é justamente essa, careca. Se quiséssemos que vocês soubessem, faríamos tudo na frente de vocês. Mas fofoca de mulher é sagrada. E homem não tem que meter o bedelho.
- É isso aí! – Completou Denise – Mas talvez eu possa incluir vocês em algum ponto do nosso fim de semana. Vamos ver se vocês vão fazer por merecer. – Ela e Carmem trocaram um olhar cúmplice e começaram a rir. Foi a vez do Cascão protestar:
- Pô, Maria Cascuda! OUTRO fim de semana de meninas? Eu fico como? – Ela girou os olhos e respondeu:
- Meu amor, a gente fica junto todo dia, essas férias ficamos juntos o tempo todo. Você precisa terminar de zerar aquele seu joguinho que eu odeio e eu preciso hidratar meus cachos.
Eu comecei a rir, mas quando olhei para o lado, percebi uma tensão de testosterona rolando bem ali. DC e Cebola se encarando como se fossem pular um no pescoço do outro a qualquer segundo. Eu mereço. Disputa de macho alfa, agora. Levantei e disse.
-DC, preciso pegar umas coisas no meu armário antes que o sinal toque. Vem comigo?
- Claro, MINHA linda. – Ele disse, sem tirar os olhos do Cê e dando uma entonação especial à palavra “minha”.
Eu o puxei rapidamente pela mão pelo corredor, desacelerando só quando já estávamos fora do alcance dos ouvidos da galera. DC perguntou:
- E aí, o que você vai pegar?
- Você.
Ele me encostou no armário dele e me beijou devagar. Depois me abraçou e beijou o topo da minha cabeça, dizendo:
- Eu te amo. Muito.
- Eu também, DC. Mas me promete que não vai arrumar encrenca com o Cebola. Ele não tem nada haver com a gente e nem quero que tenha. Nem que ele pense que tem. Pode ser?
- Claro, meu amor. Me desculpa.
A semana se passou mais ou menos assim. Escola de manhã, deveres de casa e namoro à tarde. E logo chegou o fim de semana e os rolês na casa da Denise. Sexta à tarde DC foi estudar lá em casa. Fizemos os deveres (eu o ajudei com história e ele me ajudou com física) e depois assistimos a um filme na TV. Como estávamos na minha casa, nós realmente SÓ estudamos e vimos TV. Meus pais já tinham percebido o aumento da minha convivência com ele, mas nenhum dos dois havia me perguntado nada. Eles sabiam que eu contaria, confiavam em mim. E eu achava que já era hora.
- DC, você não quer jantar aqui hoje?
- Mônica, eu… E seus pais?
- Já está na hora deles saberem de nós. Qual o motivo de esconder? Quero que eles saibam por mim e não por alguma vizinha fofoqueira. Mas se você preferir que eu fale com eles a sós e você venha um outro dia…
- Imagina, gata! Seus pais me conhecem desde que eu era pirralho! Não é como se eu fosse um estranho. Eu só quero que você esteja pronta pra isso.
- E eu estou. E gostaria de te apresentar de novo, mas dessa vez como meu namorado.
- Seu pai não vai me matar?
- Meu bem, eu sou a Mônica. Eu te protejo! – Ele riu e me beijou. – Mas não vai colocar catchup no suco, por favor!
- Mas é tão bom! – eu dei uma olhada fuzilante – OK, OK. Nada de catchup.
Continuamos na sala, comportadamente no sofá. Estávamos sentados lado a lado, ele com um braço em volta de mim e eu com a cabeça no ombro dele. Escutamos o barulho do carro entrando na garagem. Meus pais sempre chegavam juntos. Meu pai fazia questão de levar e buscar minha mãe no trabalho. Ele dizia que isso dava mais tempo para ficarem juntos.
Puxei meu namorado pela mão, esperando meus pais entrarem. Meu pai abriu a porta para minha mãe, que entrou e parou ao nos ver esperando, de frente para a porta, com cara de culpados, sem encostarmos um no outro. Meu pai trancou a porta e só nos notou quando se virou e quase trombou com a minha mãe, parada no meio do corredor. Meu pai quebrou o silêncio:
- O que está acontecendo? – Senti DC ficar tenso ao meu lado. Respondi com toda a calma e dignidade que consegui reunir:
- Eu… Aliás… Nós precisamos falar com vocês. Pode ser?
- Claro! – Disseram os dois juntos. No caminho para a sala, meu pai tirou a gravata e minha mãe deixou a bolsa numa mesinha de canto. Meus pais se sentaram juntinhos em um sofá, enquanto DC e eu nos sentamos meio separados no outro. Olhei meus pais, que me olhavam sérios e resolvi acabar logo com aquilo:
- Bom, eu só queria contar pra vocês que Do Contra e eu estamos namorando. – Silêncio. Foi a vez do DC falar:
- Eu queria conversar com os senhores pessoalmente, pedir permissão. – Meu pai começou a rir e minha mãe acompanhou. DC e eu ficamos com cara de bobos, e minha mãe veio explicar:
- Desculpem… É que nós percebemos desde o início. Estávamos esperando você contarem. Tínhamos até combinado uma cena, mas seu pai começou a rir e estragou tudo. – Ele ergueu as mãos em sinal de rendição:
- Desculpa, Lu, mas eu não agüentei ver o nervosismo dos dois. Minha filha, é óbvio que você ficou muito mais feliz desde que começaram a namorar. – DC sorriu e eu fiquei vermelha. – E você, Do Contra, é um bom menino. Te conhecemos desde pequeno, conhecemos seus pais, gostamos muito deles. Fazemos muito gosto desse namoro. Mas juízo vocês dois, por favor.
- Não se preocupe, seu Souza. Minhas intenções com a sua filha são as melhores! – DC falou, cheio de formalidade. Minha mãe riu:
- Nós sabemos, querido. Agora, fique para o jantar, sim?
- Sim, senhora.
Jantamos normalmente, conversando e rindo juntos (sem catchup no suco). Quando estávamos terminando, eu me lembrei que ainda não tinha falado com eles sobre o final de semana. Não perdi tempo:
- Pai, mãe. Esse fim de semana os pais da Denise viajaram e as meninas vão ficar lá. Tipo uma festa de pijama prolongada. Posso ir junto? – Meu pai ergueu uma sobrancelha e perguntou:
- E você, Do Contra? Está convidado?
- PFF, capaz! Ih, seu Souza, essas meninas nunca chamam nenhum dos namorados pra essas coisas. Elas falam mal de nós o tempo todo lá, tenho certeza. Se eu apareço lá é capaz de me baterem! – Eu e minha mãe rimos abertamente e meu pai falou:
- É, Do Contra. Vai treinando. As mulheres dessa família são terríveis! Pode ir, filha. E vê se não esculacha muito o rapaz aí, hein?! Do Contra, você pode levá-la até a casa da Denise? Está tarde e eu e a Lu queremos ver o último capítulo da novela das 8.
- Claro, seu Souza. Com todo o prazer.
Meus pais foram para a sala ver a novela e DC subiu comigo pro meu quarto pra eu arrumar minha mala. Ele ficou impressionado com a quantidade de coisas que coloquei na mochila, mas acabou se convencendo que era coisa de mulher mesmo quando viu o número de esmaltes, cremes e demais produtos de beleza que eu estava levando.
- Então, Mô. A gente não vai se ver o fim de semana todo? – E fez uma cara de cachorrinho sem dono.
- Ai, amor, eu não sei ainda, mas acho que vai rolar uma festa no sábado, para a qual todos vocês estarão convidados. – Ele me abraçou por trás e beijou minha orelha.
- Mas até lá eu já morri de saudade de você! – Eu me virei de frente pra ele:
- Morre nada, você é forte! Dá conta de agüentar. – Ele voltou a me virar de costas, me apertando contra ele e sussurrou no meu ouvido:
- Talvez… Mas e VOCÊ? Será que agüenta ficar longe de mim? – Ele me apertou mais contra ele, beijando meu pescoço. Eu ofeguei e ele continuou me provocando, se aproveitando que meus pais estavam distraídos com a novela. Ele subiu as mãos para meus seios, que ele apertou com alguma força e ao mesmo tempo pressionava seu quadril contra o meu, me fazendo sentir sua excitação. Quando eu abri a boca para responder, ele colocou uma mão por baixo da minha blusa e, como eu estava sem sutiã, tocou diretamente a pele sensível do meu mamilo. Eu gemi baixo, joguei os braços para trás e segurei a bunda dele, encaixando seu membro já duro na minha. Ele desceu a outra mão por dentro da minha legging e da minha calcinha, tocando meu ponto sensível com dois dedos. Minhas pernas amoleceram e ele começou a friccionar os dedos ali, me fazendo sentir o prazer crescendo dentro de mim novamente. Consegui tomar fôlego e dizer, ofegante:
- Do Contra, meus pais estão em casa.
- Sim, vendo novela. Relaxa, eu vou ouvir se eles subirem as escadas. – E mordeu minha nuca, aumentando o ritmo das carícias. – Vem pra mim, princesa, deixa acontecer. – A explosão dentro de mim não demorou a acontecer e ele, novamente, levou os dedos à boca para sentir meu gosto. Sentei na cama, porque minhas pernas simplesmente não respondiam. Ele chegou perto, com cara de orgulhoso e eu falei:
- É, eu vou sentir sua falta. – Ele sorriu – Mas larga de ser convencido! Eu vou mesmo assim. – Nessa hora, eu percebi o volume que ainda estava visível na bermuda dele e resolvi agir. Puxei-o para mais perto de mim pela bermuda e comecei a acariciá-lo por cima da roupa. Ele me olhou com uma cara safada de expectativa, que me fez ficar úmida outra vez. Eu estava com muita vontade de fazer aquilo, mas a vergonha ainda falava mais alto.
Ele cobriu minha mão com a sua, exercendo pressão maior e ditando o ritmo. Ele jogou a cabeça para trás, de olhos fechados. Isso pareceu me fazer criar coragem e eu coloquei de novo a mão dentro da calça dele, massageando o membro rígido. Ele gemeu baixo e rouco, fazendo meu coração perder uma batida. Eu estava sentada e ele de pé, de frente para mim, e essa posição não favorecia muito meus movimentos. Então ele disse:
- Vou facilitar pra você! – e abaixou um pouco a calça, liberando aquela ereção enorme bem na minha cara. Eu nunca tinha visto aquilo pessoalmente, mas confesso que gostei. Ele continuava com a cabeça para trás e os olhos fechados e eu continuava com os movimentos. Aquilo era extremamente excitante. Olhando aquele membro em minhas mãos me dava vontade de fazer tantas coisas. Pena que a vergonha me impedia. Aumentei o ritmo e ele deu um gemido absolutamente sexy, que acabou de me acender de vez.
Aproveitei o fato dele não estar olhando e decidi ir adiante. Passei a língua devagar na ponta, pra provar o gosto do liquido que se acumulava ali. Ele suspirou e gemeu alto. Gostei do som. Coloquei toda a cabeça na boca e dei um chupão de leve. Ele me olhou de olhos arregalados e falou:
- Ah, gata, não pre… AHHHH – eu coloquei um pouco mais na boca, ainda fazendo sucção – Ai, Mônica, desse jeito eu não agüento! – ele jogou a cabeça para trás e eu comecei a fazer movimentos de vai e vem (festas do pijama com as meninas são altamente instrutivas). Circulei a ponta com a língua e continuava o vai e vem. DC colocou a mão na minha nuca e começou a ditar os movimentos, de leve. De vez em quando ele tirava da minha boca para se masturbar um pouco. Depois começava de novo o vai e volta na minha boca.
- DC, eu quero sentir o seu sabor. Você já sentiu o meu, mas eu não senti o seu. – eu disse enquanto ele mais uma vez tirava da minha boca. Ele me olhou nos olhos e eu senti meu rosto corar. Ele deu um suspiro e voltou a jogar a cabeça para trás (acho que ele percebeu que eu me sentia mais confortável assim), pedindo:
- Mais rápido e mais forte, gata. Senão eu vou explodir. – eu segurei a ponta entre meus lábios, sugando forte, enquanto usava minha mão para fazer movimentos rápidos de vai e vem. Ele gemia meu nome. – Ah… Mônica… hmm… — e ele chegou lá. Eu o senti pulsar e enviar jatos quentes dentro da minha boca, que enviavam impulsos elétricos pelo meu corpo. O gosto era estranho, nem doce nem salgado, mas era bom. Melhor ainda era a sensação de dar prazer ao meu amor. Ele ainda estava tremulo quando me olhou e disse:
-Mônica, você me surpreende a cada dia. – Eu fiquei vermelhíssima e ele sorriu, arrumando a calça para depois me puxar para um beijo demorado. – Eu te amo demais. Quero ser seu para sempre. E também quero que você seja minha para sempre. E eu quero que sempre seja especial quando você estiver comigo.
- Sempre é especial, DC. Sempre. Eu te amo. – E o beijei na ponta do nariz. – Agora vamos, antes que meus pais desconfiem da demora.
Notas finais
Moniquenha safadeeeeenha xD
bom, sorry mesmo se não ficou legal.
Ainda mereço reviews?
Kisses.
PS: eu sei que não está muito grande, mas foi o que deu pra fazer. O estágio já começou =/
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