Notas iniciais
Oi, gente.
Novamente peço desculpas pela demora, mas, como eu já havia dito, meu estágio começou de novo, ou seja, não tenho mais tanto tempo para me dedicar ao Nyah quanto eu gostaria.
Em breve minhas aulas iniciarão também, bem como meu trabalho como professora de inglês.
Isso significa que agora o mais provável é que eu poste, no máximo, uma vez por semana, mas vou fazer o possível para que sejam mais.
Sem mais por ora, vamos ao capítulo.

-Mônica, você me surpreende a cada dia. – Eu fiquei vermelhíssima e ele sorriu, arrumando a calça para depois me puxar para um beijo demorado. – Eu te amo demais. Quero ser seu para sempre. E também quero que você seja minha para sempre. E eu quero que sempre seja especial quando você estiver comigo.

- Sempre é especial, DC. Sempre. Eu te amo. – E o beijei na ponta do nariz. – Agora vamos, antes que meus pais desconfiem da demora.

Fomos de mãos dadas até a casa da Denise. Quando chegamos no portão, DC me abraçou pela cintura, me deu um beijo rápido e disse baixinho no meu ouvido:

- Tem certeza que vai tocar essa campainha? Sabe, ainda dá tempo da gente fugir… Se esconder o fim de semana inteiro, só nós dois. Eu posso te seqüestrar. O que acha?

- Acho que você está ficando maluco.

- Ah, mas isso eu sempre fui. A diferença é que nesse momento eu tenho o motivo da minha maluquice nos meus braços. E estou tãããão relutante em deixá-lo sair deles. – E fechou os olhos, fazendo uma expressão dramática.

- Sei, sei. Você é um bobo, DC. Quem vê pensa que eu vou ficar tipo um mês longe de você. É só um dia. Amanhã vamos ter uma festa para a qual os meninos estarão convidados. Pensa que é como se eu estivesse dormindo na minha casa mesmo. Sem drama, vai.

- Não é drama não, Mônica. Sabe o que são hormônios adolescentes? Você me provocou e agora tá saindo fora! Pô, gata! Vem pra minha casa comigo? Meus pais viajaram e só chegam amanhã à tarde. – Ele deu um sorriso safado. – Lá ninguém vai interromper a gente. – Me senti ficando vermelha demais.

- DC, eu… Eu não… Eu nunca fiz isso… — Falei tão baixo que ele não escutou:

- Que foi, gatinha? Não precisa ficar com vergonha! Pode confiar em mim. – Tomei coragem, o olhei nos olhos e falei:

- Eu sou virgem. – Ele arregalou os olhos. Primeiro, eu vi a surpresa passar em seu rosto, em seguida, uma enorme alegria se espalhou por sua expressão.

- Puxa, Mô. Não achei que… Quer dizer, você é tão linda… Achei que o Cebola… OK, não vou falar dele. Enfim, o que eu quero dizer é que eu não vou te pressionar nunca! E que eu vou me sentir o cara mais honrado do mundo se um dia você me escolher pra ser o seu primeiro. Eu te amo muito e quero que esteja pronta e confortável pra esse momento. – Ele me abraçou muito forte, fazendo carinho no meu cabelo. Ele parecia realmente emocionado.

- Obrigada, DC. Eu também te amo. Sinceramente, eu quero que seja com você. Mas não agora, não hoje. Eu… ainda não estou pronta.

- Isso me faz infinitamente feliz. E não se apresse. Nós temos TODO o tempo do mundo. MAS, o meu convite ainda está de pé. Vem dormir em casa, comigo. A gente fica abraçadinho. Assiste um filme e dorme juntinho.

- Não, amor. Deixe de ser teimoso. Preciso de um tempo pra me arrumar. Senão daqui a pouco eu vou parecer uma ogra e você não vai mais me querer!

- Como se isso fosse possível! – Ele tocou a campainha da Dê e ela abriu a porta no mesmo minuto, dizendo:

- Até que enfim vocês acabaram com essa melação, hein?! Nossa, eu já estava ficando diabética com o açúcar de vocês dois. Eu no seu lugar, gata, não dispensava o convite do bofe escândalo, não! – DC começou a rir baixinho e eu fiquei vermelha feito todos os pimentões do mundo.

- Denise, cala essa boca e abre logo a merda do portão. Aproveita e já avisa o DC da festa de amanhã. – Falei, com os olhos fechados e a mão na testa, tentando reunir paciência para não começar a gritar.

- Ui, fofa, que estresse! Isso dá ruga, viu?! Bom, gato da Mô, a festa de amanhã tem o tema de Halloween. Eu sei que Outubro está um pouco longe, mas festa de época é tãããão OUT! O negócio é fazer um Halloween micareta. – e piscou – Fora de época, baby! – Falou, girando os olhos quando DC fez cara de interrogação pra palavra “micareta”.

- Bom, então o esquema é vir fantasiado?

- Isso! Eu sei que você é bom pra preparar coisas DARK, mas evite fantasias no estilo Frankenstein. Eu tenho um look preparadíssimo pra Mô aqui. E eu não quero ela com a cara (ou outras partes) verdes durante a festa. – DC ficou vermelho e eu perdi a paciência. Dei um selinho rápido nele e fui entrando.

- Tchau, DC, te amo, até amanhã. DENISE DÁ PRA FECHAR ESSA TORNEIRA DE BESTEIRA QUE VOCÊ CHAMA DE BOCA?

- Nossa, Fófis, você vai ter cara de 40 quando chegar aos 25.

Entramos e percebi que estavam todas na janela que dava para a frente da casa. Muito provavelmente estavam escutando a nossa conversa lá fora. Todas me olhavam com cara de “ooooohhhh que lindos vocês dois”. Girei os olhos e me sentei no sofá, dando um suspiro derrotado e dizendo:

- OK, perguntem. – Elas se entreolharam por um instante e – ÓBVIO – Denise começou o interrogatório:

- Então, gatz! Quer dizer que estamos namorando?

- Você eu não sei, mas eu estou.

- AHH, purfaa, não força a amizade! Detalhes, linda, é isso que a galera pede!

- Ai, gente… o DC é sempre quente. Sempre carinhoso e especial. E nós estamos nos conhecendo cada vez melhor. E cada vez eu gosto mais do que eu descubro sobre ele.

- Quer dizer que você superou o Cebola e seguiu em frente? – Perguntou Marina, os olhos brilhando.

- Olha, é fato que eu me apaixonei pelo Do Contra de um modo que nem eu esperava. Talvez isso sempre tenha estado dentro de mim, mas eu não percebia porque achava que gostava do Cê. Mas hoje, tendo em conta o que eu sinto pelo DC, fico em dúvida se eu realmente amei o Cebola um dia. Talvez eu tenha gostado muito, mas o amor não floresceu.

- Por culpa dele mesmo. – Afirmou Magali categoricamente. – Agora ele fica com aquela cara de burro sem marcha quando vê você com o DC. Azar o dele. O que eu já vi a Mô sofrendo por causa dele! Acho pouco pra ele sofrer por ela agora!

- Pois é, agora é a vez dele de seguir em frente. – Disse Cascuda.

- BLÁ BLÁ BLÁ. Detalhes, por favor! – Disse Carmem.

- É! Conta aí, amiguinha! O que vocês dois aprontaram? – Perguntou Aninha, dando pulinhos no puff em que estava sentada.

- Ah, nada de mais. Ainda, hihi. Demos uns amassos cabulosos no muro de casa. Mão naquilo, aquilo na mão… Essas coisas… — Falei, vermelha e de cabeça baixa.

- Alguém traz um dicionário, por favor? Ela tem um problema com o conceito de “detalhes” que está sendo usado aqui! – Falou Carmem com cara de quem sabe das coisas.

- Tá bom, tá bom. Ai, como vocês são insistentes. – Fechei os olhos e disparei, de uma vez só. – Nós nos masturbamos outros dia e fizemos sexo oral hoje. Aliás, eu fiz. Ele só me masturbou de novo. – Senti meu rosto queimar de vergonha. Porque eu não fui dormir na casa dele mesmo? Ah, sim, porque eu nunca tinha tido nada pra contar e agora eu tinha a vida pessoal mais interessante do grupo. Sem falar que eu precisava me depilar. Não queria que a minha primeira vez virasse uma expedição à mata atlântica!

Elas começaram a dar uns gritinhos histéricos, comentando coisas entre si enquanto eu sentia meu rosto queimar mais e mais, provavelmente atingindo tons inimagináveis de vermelho. Eu não queria contar os detalhes, mas a verdade é que eu estava adorando a idéia de ser também uma mulher com experiências para contar para as amigas. Finalmente tinha chegado a minha hora.

- Mas vocês já chegaram aos finalmentes? – Perguntou Cascuda.

- Não, ainda não. Eu… tenho um pouco de medo. Ele é bem mais experiente que eu e eu tenho medo dele não gostar mais de mim depois.

- Ora, Mônica! Não seja boba! – Disse Maria Mello – O Nimbus também era muito mais experiente que eu. E ele foi maravilhoso na minha primeira vez! Vai ver que é de família, hihihi. Tenho certeza que ele te ama e que vai fazer ser muito, muito especial. Além do mais, eu nunca vi ele com ninguém. De repente a experiência dele vem de ver filmes.

- Ai, será? – Perguntei, cheia de esperança.

- Pode ter certeza, gatz! – Disse Denise – Tá na cara dele que ele é caidinho por você. Nós vimos como ele fala com você, todo caidinho. Você tá com o bofe nas mãos! Agora é você que tem que tomar a iniciativa, né, Lindinha?! Você vai esperar muito ainda?

- Não. Eu acho que estou pronta pra isso. Quer dizer, eu sei que faz pouco tempo que estamos juntos, mas nos conhecemos praticamente desde as fraldas. E temos tanta paixão, tanto tesão. Não vou agüentar muito tempo. Mas também não quero que seja correndo ou algo de ultima hora. – E abaixei a cabeça.

- É assim que se fala, amiga! Vocês têm que viver esse amor por completo! – Disse Magali. – Assim que tiver uma oportunidade, vamos preparar tudo pra vocês terem a sua primeira noite.

- Mas essa oportunidade parece não chegar nunca!

- Calma, gata! Tudo tem sua hora. – Falou Carmem – E agora é hora de dormir, porque amanha vamos acordar cedo para arrumar a casa para a festa. E nos arrumar também, é claro!

Todas colocamos pijamas, escovamos os dentes, dissemos boa noite e fomos dormir. No dia seguinte, acordamos cedo, decoramos a casa toda com tnt preto, luzes vermelhas, teias de aranha falsas e abóboras. Deixamos o som arrumado, os CD’s organizados e tudo em seu devido lugar para a noite. Almoçamos uma lasanha de berinjela deliciosa que a Magá fez (tem menos calorias que a lasanha normal).

Depois fomos nos arrumar. Hidratar os cabelos, a pele, fazer limpeza, depilação e nos maquiar para a festa. A Denise estava certa, ela tinha o look PERFEITO para mim. Uma fantasia de vampira (nenhuma alusão aos meus dentinhos, hunf). Era vermelha e preta, com meias 7/8, decote e mangas abertas. Também usei botas até os joelhos e um colar que parecia uma gola com um morceguinho pendurado. (N/A: o link da fantasia da Mônica é esse: http://www.aboutcostume.com/images/sexy_costumes/33640.jpg só ignorem a loira bizarra dentro dele.)

Todas estavam lindas, cada uma com uma fantasia diferente, mas todas muito bonitas. Já estávamos prontas às 19h30, mesmo com a festa marcada apenas para as 20h. Mas, obviamente, DC ia acabar chegando mais cedo, então era uma boa eu estar pronta. Eu já estava ansiosa pra saber como ele estava vestido. Não via a hora de encontrá-lo, parecia que um dia sem vê-lo era muito pra mim. Como que lendo meus pensamentos, a campainha tocou. Denise disse:

-Moniquete, você sabe tão bem quanto eu que o único bofe que se adianta assim é o seu. Então, faz o favor de abrir a porta enquanto termino o baby liss no meu cabelo?

- Claro! – E fui saltitando feliz em direção à porta pra receber meu amor. Abri o portão e gritei. – OOOOOOIIIEEE! – Quando olhei a pessoa que estava lá, fiquei muda.

- P-puxa, Mônica! Se eu soubesse que você ia ficar tão feliz em me ver, telia chegado às 18h. – Falou um Cebola vestido de Jack Sparrow (do Piratas do Caribe), já me abraçando.

- Sai fora, garoto senão eu te dou uns croques! Achei que fosse… outra pessoa. – Fiquei vermelha.

- Sei. Achou que fosse seu “namoradinho”. – Ele disse, fazendo as aspas no ar, com os dedos.

- “Namoradinho” é o seu nariz. – Respondi, fazendo o mesmo gesto.

- Tá, sei, sei. Eu vim mais cedo porque a Dê me pediu pra instalar essa luz negra na sala antes do resto do pessoal chegar.

- Entendi. Vai lá, então. Me avisa se precisar de ajuda. As meninas estão terminando de dar os últimos retoques e eu estou recepcionando a turma. – Falei, já pensando em quando DC chegaria.

- OK. – E entrou na sala, enquanto eu ficava lá, de frente para o portão aberto, esperando quem eu mais queria que chegasse logo. E não me decepcionei. Depois de dois minutos, ele colocou a cabeça pela abertura do portão:

- Posso entrar? – E entrou. Eu, novamente, fiquei muda, mas dessa vez por outro motivo. Ele estava absolutamente lindo naquela roupa. Ele, como eu, estava de vampiro. Nossa roupa combinava tanto que parecia que as tínhamos escolhido juntos. Ele usava uma camisa social, com um colete vermelho por cima. Também calça e sapatos sociais e um sobre tudo preto com os botões combinando com o colete. Pra finalizar, uma bengala encimada por um crânio de metal. (N/A: O link pra fantasia do DC é esse: http://img.costumecraze.com/images/vendors/rubies/889356-Mens-Royal-Vampire-Costume-large.jpg só ignorem essa criatura abissal que está dentro dela e imaginem o Do Contra e seu inseparável moicano).

Eu continuava sem fala e ele também ficou mudo por alguns segundos quando me viu. Chegou perto, me abraçando pela cintura e falou:

- Nossa, quase chegou a valer a pena ficar o dia inteiro sem você pra te ver gostosa desse jeito! – Fiquei vermelha e dei um tapinha no ombro dele. – Bate que eu gamo! – E me beijou.

- Você também está lindo, meu amor. – E deitei a cabeça no seu peito.

- Pena que meus pais chegaram hoje à tarde. Senão eu nem ia te convidar. Eu ia te arrastar pra ser a minha noiva macabra MUAHAHAHAHAH. – Eu ri alto com essa e depois mordi seu queixo. Ele suspirou – Não me provoca, que a festa nem começou ainda.

Depois disso o resto do pessoal chegou e nós pedimos pizzas e refrigerantes, enquanto dançávamos ao som de várias músicas diferentes, mas a maioria não era exatamente feita para se dançar juntinho. Desconfio que o fato de não tocar uma única musica que me permitisse dançar agarradinha com meu amor se devia ao fato do Cebola ser o DJ. Desconfio. Enfim, estávamos todos nos divertindo numa boa quando DC resolveu pegar alguma coisa para bebermos. No instante em que ele saiu de perto de mim, começou uma música lenta. Cebola apareceu do nada e começou a dançar comigo, falando em meu ouvido:

- Mônica, vamos acabar com essa ceninha e colocar as coisas de volta no lugar certo? – Olhei no fundo de seus olhos:

- E qual é o lugar das coisas? Eu, feito uma retardada, esperando você me enxergar? Ficando ao seu dispor pra você chegar quando quer e depois me deixar no vácuo?

- Então é isso? Você está fazendo isso pra me chamar a atenção? Pra eu ver que te amo e que não agüento te ver com outro? Então chega! Já perdeu a graça.

- Larga de ser idiota, Cebola. Se você acha que ninguém mais se interessa por mim, você está redondamente enganado. E se você acha que EU não me interesso por mais ninguém, piorou. Eu estou com o Do Contra. Namorando. Oficialmente. Apresentei ele pros meus pais ontem.

- O QUE? Precisava levar essa palhaçada tão longe? – Fiquei ainda mais irritada. Sorte dele que eu não era mais aquela pirralha descontrolada, senão…

- CEBOLA, ME ERRA! Eu não quero mais nada com você. Eu amo o DC e vou ficar com ele. Acredite ou não, nem tudo no mundo está relacionado a você. Isso não tem NADA a ver contigo. Não quero que você sinta ciúmes. Só quero que você seja feliz COM OUTRA PESSOA.

- Lindo seu teatro. Agora chega. Me dá um beijo e a gente deixa isso tudo pra trás. – Nesse instante, meu namorado apareceu de trás de um pilar, com nossos refrigerantes.

- Perdi alguma coisa, Mônica? – Ele olhava ameaçadoramente para o Cebola.

- Não, amor. Já terminamos de conversar aqui. – O segurei pelo braço para levá-lo para longe do Cebola antes que os dois estragassem a festa do resto da galera. Cebola só falou:

- Eu perco a batalha, mas não a guerra. – Do Contra tentou se desvencilhar de mim pra partir pra cima dele, mas eu não deixei e continuei a levá-lo para fora. Na varanda, fiz com que ele sentasse numa das cadeiras que havia ali e sentei em seu colo, para evitar que ele mudasse de idéia e fosse atrás do Cebola.

- Mônica, esse cara está me tirando do sério. – ele disse, os olhos fechados, pressionando a ponte do nariz com o polegar e o indicador.

- Calma, amor. Não liga pra ele. Acho que ele já entendeu que eu não quero mais nada com ele. Quero com você. Ponto. – Comecei a beijar seu pescoço pra tentar fazê-lo se acalmar. E funcionou. Ele me puxou pela cintura para mais perto dele, me encaixando em seu colo e eu encaixei meu nariz na curva de seu pescoço, aspirando seu cheiro maravilhoso, me sentindo totalmente em paz. Enquanto isso, DC me apertava contra si como se eu fosse fugir a qualquer momento e disse:

- Cada dia que passa eu preciso mais de você. Eu, sempre orgulhoso de me dizer diferente das outras pessoas, fico aqui, bobo e apaixonado. Eu te amo demais!

- Eu também te amo. Mas por favor, evita confusão com o Cebola. Deixa pra lá esse rolo e esquece o que ele disse. Ele só estava acostumado a me ter por perto, mas agora eu sou sua.

- Ele estava acostumado a te fazer de trouxa, isso sim. E agora tá querendo me incluir na conta também. Eu não quero ele perto de você, Mônica. Se ele tentar te beijar de novo, eu não respondo por mim.

Continuamos juntinhos, abraçados em silêncio por vários minutos, quando meu celular vibrou com uma mensagem. A mensagem dizia exatamente o que eu precisava naquele momento. No mesmo instante, várias idéias começaram a passar pela minha mente. Eu precisava conversar com a Magali. LOGO.

Notas finais
Agradeço a todos que têm mandado reviews e peço que continuem.
Se eu não atender a algum pedido é porque o rumo da minha história já está meio que definido.
Pode ser que venha uma continuação. E ela vai ser maior do que eu previa.
Próximo capítulo... Lemonaço? Maybe... Depende dos reviews...