Quando menos se Espera...
13 Capítulo 13
Notas iniciais
Bom carnaval pra td mundo!
Eu aproveitei o meu para escrever um pouquinho (eeeeee)!
E agora eu vou só aproveitar com os amigos ;)
Faltam só dois reviews pra gente chegar nos 200 o/ espero o auxílio de vocês!
Desculpem se não tiver ficado muuuuuuito bom, mas eu achei legal ;)
Bora ler e não se esqueçam das notas fineis, hein?!
MÔNICA POV
Eu estava de saco cheio daquela situação. Eu podia notar que as meninas ficavam falando sobre mim entre si. E que as pessoas que não eram próximas estavam fofocando e falando pelas minhas costas sobre o meu “misterioso término”. Eu já sentia falta da época em que eu não tinha vida amorosa. Eu tinha pulado rápido demais de “sem assunto” para “ser assunto”. Eu não tinha me acostumado com aquilo e, pelo visto, nem as demais pessoas. Eu precisava de um fechamento. De um motivo. De… Sei lá do que… Talvez eu me arrependesse, mas eu iria buscar esse encerramento.
DC POV
Depois daquele blá blá blá da Marina eu não prestei atenção em absolutamente nada da aula. Na hora da saída, eu saí muito rápido para não correr o risco de me encontrar com ela. Mas, pelo visto, ela tinha tido a mesma idéia. No exato momento em que coloquei o nariz para fora da sala de aula, ela fez o mesmo. E passou na frente do ventilador, jogando o cheiro do perfume dela feito uma bomba, bem no meio da minha cara. Eu aspirei aquele perfume e fechei os olhos, me lembrando da noite em que transamos pela primeira vez. Primeira para mim, pelo menos.
Naquela hora, eu senti diversas coisas ao mesmo tempo: vontade de morrer, vontade de chorar, vontade de pedir pelo amor de deus pra ela voltar pra mim e vontade de pegá-la e fazer amor com ela ali mesmo, no meio do corredor. Saí correndo, porque eu segurei as demais vontades, mas a de chorar foi rebelde e ia acabar me vencendo. Acabei esbarrando nela no caminho, que me olhou assustada e não disse nada. Depois disso eu corri até chegar em casa.
Quando eu cheguei, me joguei na cama e chorei. Chorei como não chorava desde criança. Chorei pela perda, pela humilhação, pela ilusão e pela saudade que eu sentia. Eu queria entender porque uma pessoa tão forte e verdadeira como a Mônica poderia ter se deixado levar por aquele plano estúpido do Cebola. Isso não podia ser verdade! Eu queria muito acordar e sentir que tinha sido só um pesadelo, que a Mônica ainda era minha e estava dormindo nos meus braços. Mas isso nunca mais seria verdade.
Aquela era a hora para desabafar. Mas, obviamente, o meu irmão tinha ido ser feliz com a garota dele (que estaria sozinha em casa) e eu tinha ficado sozinho. Nem o direito de ter amigos eu não tinha mais, afinal de contas, agora eu era “persona non grata” na turma. O vilão, o cara malvado que iludiu a Moniquinha. E o pior é que, pra perder esse estigma, eu teria de admitir a minha humilhação. E acabar com a fama da Mônica. Eu não teria coragem de fazer aquilo. Eu a amava demais para fazê-la sofrer desse jeito, independente do que ela tivesse feito comigo.
Eu estava muito mal, mesmo. Nem eu havia percebido o quanto. Quando senti o cheiro dela, eu estava preparado para me humilhar ainda mais, pedindo que ela voltasse para mim. Se ela estivesse ali comigo, naquele momento, eu a faria entender que eu era o cara certo para ela. Mas que idiota apaixonado eu era! Eu a amava tanto! Não era justo que um amor assim não fosse correspondido. Estava tirando a camisa para tomar um banho quando a campainha tocou. Eu cogitei não atender. Afinal, poderia ser o Cebola vindo buscar outro olho roxo para combinar com o que ele já tinha. Ou poderia ser a maluca da Marina querendo terminar a briga que começamos. Tocou novamente. Eu ia continuar ignorando, mas a pessoa começou a esmurrar a porta. Eu fiquei muito puto, porque eu achava que, pelo menos, eu teria paz na minha própria casa!
-JÁ VOU! Mas que inferno! – Fiquei tão bravo que nem me lembrei de olhar pelo olho mágico e checar quem era. Escancarei a porta e a visão que eu tive não era nem de longe o que eu esperava. A Mônica estava lá, com aquela expressão brava que ela tinha quando alguém a contrariava muito. Os olhos meio vermelhos, como se tivesse chorado. Eu fiquei parado olhando para ela. Minha cara devia estar muito ridícula, mesmo. Quando ela me olhou, sua expressão se suavizou por alguns segundos, e voltou à braveza característica dela. Continuei na minha pasmaceira e ela ergueu uma sobrancelha, dizendo:
-Nem pra dentro eu tenho o direito de ser convidada? Perdeu a educação também?
-Não, só a dignidade. – Falei sem pensar, mas abri caminho e fiz um gesto para que ela entrasse.
-Ah, você perdeu a dignidade! Claro! Ela deve ter fugido junto com a sua vergonha!
-Escuta, já chega tudo. Não precisa vir aqui tripudiar, ok? – E me virei de costas para ela.
-Tripudiar? – Ela falou, a voz se elevando algumas oitavas. Ela me segurou pelo braço e me virou para encará-la. Só aí ela notou que eu estava sem camisa. Ficou olhando para o meu peito. A mão dela no meu braço queimava. Era inacreditável como um gesto completamente sem nenhum cunho sexual me deixava doido, só pelo contato entre as nossas peles. Ela parecia ter se esquecido do que estava me falando. Na verdade, ela parecia ter esquecido QUE estava falando. Seus olhos subiram do meu peito para o meu rosto e, pela primeira vez desde a noite que passamos juntos, nossos olhares se encontraram.
Tudo aconteceu muito rápido a partir daí: ficamos nos encarando por um segundo e, no segundo seguinte, estávamos enlaçados num beijo alucinado. Ela passava as mãos e as unhas pelas minhas costas, com certeza deixando marcas, enquanto eu a puxava mais para mim como se ela fosse fugir a qualquer minuto. Minha ereção apareceu praticamente ao mesmo tempo, e eu aproveitei para puxá-la pelos quadris para que pudesse sentir. Tudo no mundo desapareceu da minha mente e, para mim, naquele momento, éramos só eu e ela, matando as saudades imensas antes que elas nos matassem.
Eu a puxava para mim e parecia que ela nunca estava perto o suficiente. Deixei sua boca para beijar seu pescoço, seu colo e mordiscar o lóbulo de sua orelha. Ela deu um gemido baixo, que fez meu pau latejar dentro da calça. Comecei a conduzi-la para o meu quarto e ela, percebendo o que eu estava fazendo, foi seguindo pelo mesmo caminho. Já no corredor, me livrei da blusa dela. Na porta do meu quarto, eu deixei o sutiã. Aqueles seios empinados estavam completamente rijos com a excitação que ela sentia pelo momento. Ela estava completamente entregue, assim como eu. Deitei-a em minha cama e fiquei por cima dela, me encaixando entre suas pernas. Nós nos beijávamos, abraçávamos e acariciávamos sofregamente, beirando a violência.
Coloquei um de seus mamilos rijos entre os lábios e suguei, ao mesmo tempo em que o circulava com a língua. Ela arqueou as costas e gemeu longamente. Enquanto isso eu trabalhava no cinto, no zíper e no botão da calça jeans dela, deixando-a só de calcinha. Uma calcinha de lycra simples, toda preta e fodidamente sexy, no meu ponto de vista. Enquanto eu me distraía com a visão dela só de calcinha na minha cama, ela nos virou e ficou por cima, beijando e mordendo meu pescoço, peito e abdome, até tirar a minha calça, deixando as boxers. Ela se sentou encaixando meu pau entre as pernas e começou a fazer movimentos de vai e vem. Mesmo por baixo das roupas o prazer já crescia em mim. Eu podia sentir a umidade dela, mesmo com o tecido no caminho. Segurei os dois lados da calcinha e, sem pensar no que estava fazendo, puxei com toda a força, rasgando-a e revelando aquilo que eu tanto desejava.
Aproveitei a surpresa dela com a minha atitude para nos virar novamente, me colocando por cima dela. Enquanto tirava minha cueca, eu desci com beijos e mordidas pela sua barriga, baixo ventre e virilha, até que dei uma mordida chupada no clitóris intumescido, sentindo que ela estava completamente pronta para mim e fazendo-a dar um grito de puro prazer. Voltei a beijá-la apressadamente, e ela começou a puxar meus quadris em direção aos seus, sendo muito clara sobre o que ela queria. Me posicionei e a penetrei de uma estocada só, sentindo a minha glande se chocar com o interior dela, bem fundo. Comecei a estocar, firme e forte e rápido, ao mesmo tempo em que beijava seu pescoço e me deleitava com os gemidos dela que, pela pressão que exercia em meu membro, não estava muito distante do ápice.
Assim, em alguns segundos, ela gozava abundantemente, esmagando meu pau dentro dela, cravando as unhas nas minhas costas e gemendo meu nome. Aquilo me deixou doido. Saí de dentro dela apenas tempo suficiente para vira-la de bruços na cama, com as pernas afastadas e voltei a mergulhar nas suas carnes, agora ainda mais úmidas do gozo recente. Eu beijava suas costas, seu pescoço e sua orelha, gemendo seu nome e sentindo-a completamente entregue às minhas carícias. Coloquei minhas mãos por baixo de seu corpo e comecei a acariciar e apertar seus seios, brincando com os bicos em meus dedos e sentindo cada reação dela com isso.
Ela, então, se moveu, dando a entender que queria fazer alguma coisa. Saí de cima (e de dentro) dela, que me fez deitar e se sentou sobre meu membro, deslizando-o para dentro de si com uma cara de puro deleite. Ela me cavalgava rápido e seus músculos voltavam a se apertar em volta de mim. Sem que ela parasse, eu me sentei, segurando-a pela cintura e mantendo os movimentos, ao mesmo tempo em que me deliciava em seus seios macios e arrepiados de tesão. Ela entrelaçou os dedos em meus cabelos e logo arqueou as costas enquanto eu sentia seu aperto e umidade aumentando. A visão dela sentada no meu pau, gozando daquele jeito enquanto gemia meu nome (muito parecido com o sonho que eu tinha tido) me fez gozar junto com ela, enterrando a cabeça entre seus seios e aspirando o perfume dela enquanto me sentia latejar.
Por algum motivo, eu ainda não estava satisfeito e minha ereção não desapareceu com aquilo. Ela me fez sentar com as pernas para fora da cama e se ajoelhou sobre o tapete para alcançar com a boca o meu membro pulsante. A sensibilidade causada pelo gozo recente fez com que o contato da boca dela com a minha glande doesse levemente. Mas o tesão ainda era tanto que eu simplesmente ignorei esse fato. Ela limpou meu membro, que estava sujo com nossos líquidos, enquanto massageava meus testículos com uma mão e me masturbava com a outra.
Aquilo estava me deixando louco! Ela fazia tudo vagarosamente, me torturando. Ela me chupou por um bom tempo, até que meu tesão falou mais alto e eu a levei até a cômoda, onde ela se debruçou e eu a tomei por trás, como tínhamos feito no chuveiro. Eu a penetrava ao mesmo tempo em que acariciava suas nádegas, a porta do ânus, mordia e beijava cada milímetro de pele que eu conseguia alcançar naquela posição. Então eu comecei a masturbá-la lenta e ritmadamente, na mesma batida das minhas estocadas nela. Eu notei que suas pernas estavam moles e ela mal conseguia se manter na posição. Eu a coloquei sentada na escrivaninha, com as pernas abertas e me coloquei entre elas, enlaçando-as por trás da minha cintura. Ela gemia languidamente. O furor do início estava começando a passar e eu estocava mais lentamente, enquanto ela me abraçava pelo pescoço, enterrando o rosto no meu peito, onde depositava beijos e leves mordidas.
Naquela mesma posição, eu a sustentei com meus braços sob suas nádegas e a depositei carinhosamente sobre a cama, onde me mantive por cima dela, mantendo o ritmo das estocadas, mas sendo mais leve. Nesse momento, ela abriu os olhos e me encarou. Aquilo me tirou do eixo e eu acelerei os movimentos, sentindo aquilo crescer dentro de mim. Ela, por incrível que pudesse parecer, novamente se contraía em volta de meu membro e, dessa vez, eu queria que chegássemos juntos ao ápice. Foi o que aconteceu. Em pouco tempo gozávamos juntos, nossos gemidos abafados pelo beijo a que nos entregamos naquele momento. E então eu soube: eu nunca mais amaria alguém daquele jeito.
MÔNICA POV
Quando o sinal tocou, eu saí o mais rápido que pude, da mesma maneira que vinha fazendo nos últimos dias, para evitar um encontro com o DC. Mas, naquele dia, ele tinha realmente ido à escola e resolveu me provocar, porque quando estávamos saindo, ele passou por mim e me deu um esbarrão – completamente proposital, para mim era óbvio!
Aquele simples ato me despertou diversas emoções, além de aumentar a minha vontade de falar pessoalmente com ele, para entender de onde poderia ter surgido tamanha animosidade contra a minha pessoa. Eu decidi ir para a casa dele, mas antes eu me sentei num banco da pracinha para pensar exatamente no que eu diria. Naquela hora, eu acabei me rendendo às lágrimas mais uma vez. Decidi que eu simplesmente ia perguntar o que tinha acontecido. Se ele falasse, ok, se não falasse, eu iria embora e consideraria como um adeus definitivo. Eu não imploraria, não insistiria e, principalmente, não choraria na frente dele.
Fiz a minha cara de brava mais caprichada e me dirigi à casa dele. Eu sabia que ele estaria lá. E sabia que estaria sozinho, porque eu havia visto o Nimbus indo com a Maria para a casa dela. Toquei a campainha e esperei. Nada. Certamente ele havia olhado pelo olho mágico e visto que era eu, e aí decidiu me fazer de idiota mais uma vez. Toquei a campainha mais uma vez. Esperei. Nada de novo. Que abusado! Comecei a esmurrar a porta. Em algum momento ele ficaria cheio do barulho e me atenderia. Ele ia falar comigo naquela hora!
Quando ele abriu a porta, a cara de surpresa dele me disse que ele não tinha olhado pelo olho mágico e que ele, definitivamente, não esperava me ver ali. Eu não sabia porque. Afinal, eu tinha até demorado muito pra ir tirar satisfações! Ele estava com os olhos vermelhos, parecia que tinha chorado. Ele ficou me olhando com uma cara estranha, parecia que ele tinha algum tipo de esperança, ou sei lá o que. Ele quase me ganhou com aquela carinha, mas eu não deixei. Fiquei repassando em minha mente os motivos que me levavam até ali. Cansei de esperar ele desfazer aquela cara de bocó e perguntei:
-Nem pra dentro eu tenho o direito de ser convidada? Perdeu a educação também?
-Não, só a dignidade. – Aquela era boa! Até onde eu me lembrava, ele tinha me largado depois de eu ter me entregue completamente a ele.
-Ah, você perdeu a dignidade! Claro! Ela deve ter fugido junto com a sua vergonha! – Falei, carregando a frase com o máximo de ironia que eu consegui expressar.
-Escuta, já chega tudo. Não precisa vir aqui tripudiar, ok? – E se virou de costas para mim. Como assim? Que absurdo!
-Tripudiar? – Quase gritei, segurando-o pelo braço e virando-o de frente para mim. Foi aí que eu notei que ele estava sem camisa. Não pude evitar olhar para o peitoral e abdome definidos. Aquilo me hipnotizou e eu fiquei olhando e deixando as lembranças me invadirem. Ao mesmo tempo, eu estava muito consciente do contato da minha mão com a pele do braço dele fazendo com que uma corrente elétrica passasse pelo meu corpo a partir dali. Perdi a linha do raciocínio. Consegui tirar os olhos do peito dele e olhei para seu rosto. Aí os nossos olhos se encontraram e eu me perdi.
A partir daí, eu nem vi mais nada. Nos encaramos por um instante e, de repente, começamos a nos beijar loucamente. Eu arranhava as costas dele e ele me puxava mais para perto, empurrando sua ereção na direção de meus quadris. Eu me esqueci do motivo que me havia levado até lá, e tudo que havia na minha mente era a saudade que eu queria matar e o tesão que eu estava sentindo. Entrelacei os dedos de uma mão em seus cabelos e continuei a explorar sua pele quente com a outra. Ele começou a beijar meu pescoço, meu colo e, de repente, mordeu o lóbulo da minha orelha e eu deixei escapar um gemido, que pareceu acender ainda mais o fogo dele.
Ele começou a me conduzir para fora da sala, na direção que eu sabia que era de seu quarto. Quando chegamos ao corredor, ele arrancou a minha blusa e o contato entre as nossas peles me deixou ainda mais doida. Quando chegamos à porta do quarto dele, ele tinha conseguido, nem sei como, desabotoar meu sutiã. Eu já não agüentava mais esperar para tê-lo dentro de mim novamente, e eu sabia que ele também não. Ele me deitou delicadamente em sua cama, deitando-se por cima de mim, soltando seu peso devagar, sem nunca parar de me beijar, e se encaixou entre minhas pernas. Eu podia sentir o calor dele mesmo com toda aquela roupa no caminho. Nos beijávamos desesperadamente e nossos carinhos eram apressados e às vezes com força exagerada. Só com muita sorte nós não estaríamos cheios de marcas depois.
Ele começou a descer seus beijos por meu pescoço e colo, alcançando meus seios. Ele sugou um de meus mamilos enquanto brincava com a língua sobre ele. Arqueei as costas, gemendo alto. Aquilo me deixou tão fora de mim que, quando notei, ele tinha tirado meus jeans e estava me observando ali, só de calcinha. Eu me incomodei com a nossa distancia e nos virei, ficando por cima dele. Mordi e beijei todo o seu corpo, descendo pelo pescoço, peito, abdome e pernas, levando comigo a calça jeans dele, deixando-o de boxers pretas extremamente sexy. Sentei sobre seu membro muito duro e comecei a fazer movimentos de vai e vem, sentindo a dureza dele estimular meu ponto sensível e a umidade aumentar cada vez mais ali. Aquilo pareceu fazê-lo perder a cabeça, porque ele simplesmente rasgou minha calcinha e nos virou novamente, ficando por cima de mim.
Ele desceu beijos pela minha barriga enquanto tirava as boxers. Desceu mais, e chegou ao meu ponto sensível, onde chupou com força quase me fazendo gozar. Não consegui conter um gritinho. Ele voltou a beijar a minha boca, me fazendo sentir meu próprio gosto ali, e eu já não podia mais esperar e comecei a puxar os quadris dele em direção aos meus. Ele entendeu o que eu queria e fez exatamente o que eu estava precisando: entrou de uma estocada só, batendo no meu útero, e começou a estocar fundo e forte, beijando meu pescoço e me fazendo gemer cada vez mais. Em pouco tempo eu atingi o ápice, cravando as unhas nas costas dele e gemendo seu nome bem perto do ouvido dele.
A respiração dele estava rápida e eu, ainda meio mole do orgasmo recente, me senti ser virada de bruços na cama. Ele afastou as minhas pernas e voltou a me penetrar enquanto beijava minha orelha, meu pescoço, minhas costas, chamando meu nome baixinho e passando as mãos por todo o meu corpo. Ele colocou as mãos por baixo do meu corpo, brincando com meus seios, me fazendo ficar louca de vontade novamente. Aquilo me fez criar coragem para fazer uma coisa que eu estava louca para fazer. Como se lesse meus pensamentos, ele saiu de cima de mim, me dando espaço para realizar a minha vontade.
Eu o deitei de barriga para cima e me sentei sobre ele, fazendo-o deslizar para o meu interior, sentindo-o em toda sua extensão dentro de mim. Comecei a subir e descer rapidamente, sentindo o ápice se aproximar novamente. Ele se sentou, atingindo novos ângulos dentro de mim, enquanto brincava com a boca em meus seios. Quando senti que ia gozar de novo, agarrei os cabelos da nuca dele e gemi seu nome longamente. Nesse momento, percebi que ele também gozava, latejando dentro de mim e apoiando a cabeça em meus seios.
Eu nem sabia que isso era possível, mas ele continuou duro como antes. Me levantei e sai da cama, puxando as pernas dele para fora. Eu me ajoelhei sobre o tapete entre as pernas dele e comecei a lamber lentamente a cabeça de seu pênis. Ele teve uma reação interessante, tipo um tremor, mas ele parecia estar gostando, então eu continuei. Eu lambi e chupei lentamente, limpando nossos líquidos e sentindo nossos gostos misturados. Enquanto fazia isso, eu massageava os testículos dele com uma mão e o masturbava com a outra. Eu não queria que aquilo acabasse tão cedo, então eu fazia tudo bem devagar, dando a ele o máximo de prazer que eu conseguia.
Quando os gemidos dele começaram a aumentar de volume e intensidade, ele se levantou, me puxando pela mão até a cômoda. Entendi o que ele queria: a mesma posição que fizemos no chuveiro. Me apoiei na cômoda e separei as pernas, de modo que ele pudesse me penetrar por trás e, ao mesmo tempo, me acariciar de uma maneira como ele nunca havia feito antes. Ele passava as mãos pelas minhas nádegas e chegava a acariciar a portinha do meu ânus, me trazendo uma sensação de medo e, ao mesmo tempo, prazer. Ele beijava e mordia minhas costas, meus ombros, pescoço e tudo mais que ele podia, me fazendo sentir tudo girar. Ele começou a me masturbar na mesma velocidade com que me estocava, me fazendo ficar com as penas moles. Ele me levou, então, para a escrivaninha, onde me colocou sentada. Eu abri as pernas e ele as puxou, enlaçando-as em torno da cintura e voltando a me penetrar. Eu gemia baixo e o abraçava pelo pescoço, deitando a cabeça em seu peito, que eu beijava e mordia. A loucura inicial tinha passado e agora estávamos nos curtindo, nos amando lentamente, aproveitando cada segundo.
Ele me pegou no colo, naquela mesma posição e me levou de volta à cama, me colocando com muito cuidado e carinho, e se colocando sobre mim e voltando ao mesmo ritmo, mas de uma forma mais suave, mais romântica. Abri os olhos e encontrei os dele. Ele acelerou os movimentos e, em pouco tempo, eu me contraía novamente, próxima de outro orgasmo. Gozamos juntos enquanto nos beijávamos apaixonadamente. Ali eu sabia que não queria nunca estar nos braços de outra pessoa. Quando nossas respirações voltaram ao normal, ele saiu de dentro de mim e deitou de costas na cama, me puxando para deitar em seu peito. Ele acariciava meu braço e depositou um beijo no topo da minha cabeça. Adormeci.
Notas finais
Deixem reviews, pessoal!
Tem 75 leitores cadastrados, mas só alguns deixam reviews regularmente (e eu agradeço a essas pessoas que são minhas fontes de inspiração).
Beijos e bom carnaval!
Fale com o autor