Notas iniciais
Olá, pessoal.
PLZ, PLZ, não me matem.
Muitas coisas aconteceram na minha vida entre o fim de 2011 e início de 2012. Minha criatividade sofre com isso, por isso não tenho postado.
Agora as coisas parecem ter se acalmado, mas não vou prometer um ritmo de postagens, porque toda vez que eu faço isso,alguma coisa dá errado e eu fico meses sem postar nada u.u
Eu escrevi esse capítulo ontem, antes de dormir, então pode ser que tenha uns erros. Como eu trabalhei o dia todo hoje, e eu não queria deixar vocês esperando (mais), eu vou postar assim mesmo e depois eu reviso.
Leiam as notas do final!
Boa leitura!

DCPOV

Fiquei um tempo observando-a lavar os cabelos. Das duas uma: ou ela não tinha idéia do quanto cada movimento dela era sexy, ou ela simplesmente queria me matar! Quando ela foi pra debaixo da água para tirar o xampu, eu recuperei a minha capacidade de me mexer e entrei no box com ela. Ela, se fazendo de desentendida, começou a passar condicionador, correndo os dedos entre os fios de cabelo delicadamente, sem pressa sabendo que eu estava ali, olhando e babando. Quando dei por mim, eu já estava com as mãos junto às dela, desembaraçando seus cabelos. Olhei para o lado e vi um sabonete, que me deu uma idéia ótima:peguei-o e comecei a acariciá-la enquanto a ensaboava delicadamente. Comecei pelas costas, mas logo o tesão falou mais alto (a essa altura, meu membro já estava duro feito rocha) e eu comecei a apertar e acariciar aquela bundinha arrebitada. Depois, subi pela minha barriga e comecei a ensaboar os seis de bicos duros, que se arrepiavam ao meu toque. Ela já estava entregue e eu decidi deixar aquilo ainda melhor pra ela, e desci uma das mãos para masturbá-la , circulando seu clitóris com meu dedo indicador, como eu tinha visto em tantos filmes. Sua resposta foi imediata e veio em forma de um gemido e da aproximação quando ela jogou a cabeça para trás, apoiando-a em meu ombro. Quando eu vi, de novo, a expressão de prazer no rosto dela, eu não pude me conter e falei em seu ouvido:

- Isso, gata, geme pra mim. Quero te fazer gozar de novo. – E encostei meu pau dolorido de tão duro por trás dela. Ela me deixava maluca daquele jeito. Enfiei dois dedos pela sua entrada, fazendo-a ofegar e dizer:

- Então… está no caminho… certo! – Fique alucinado e respondi:

- Você ainda não viu nada. – E a prensei contra a parede, ainda de costas para mim, encaixando meu membro pulsante entre suas coxas molhadas, ao mesmo tempo em que mordiscava sua nuca, pescoço e orelha. Eu pressionava o clitóris enquanto acelerava as investidas de meus dedos. Ela gemia, totalmente entregue e seus músculos começaram a apertar meus dedos, mostrando que ela estava muito próxima do orgasmo. Tirei meus dedos dela, porque aquilo tinha me deixado maluco de tal maneira, que eu tinha saído de mim. Ela mal teve tempo de reclamar pelo orgasmo interrompido, quando eu disse em seu ouvido:

- Nos meus dedos, não. Quero você gozando no meu pau. – Senti que ela se assustou com aquilo, mas sabia que ela queria aquilo tanto quanto eu. Já tinha dado a ela o romance. Agora queria dar a ela a experiência do sexo cheio de luxúria, do jeito que os nossos hormônios adolescentes pediam naquele momento. Virei-a de frente para mim e ergui sua perna direita, colocando-a na altura da minha cintura e a penetrei de uma vez, agora sem medo de machucá-la. Duas estocadas foram suficientes pra ela gritar meu nome, me arranhando as costas, num orgasmo que me apertou tanto que quase gozei também. Sorri contra a pele do pescoço dela, orgulhoso da minha “performance” e disse:

- Isso, gostosa. É muito bom saber que eu provoco isso em você. Ouvir meu nome na sua boca enquanto sinto você me apertando dentro de você. – Enquanto isso eu bombava devagar, enquanto ela se recompunha. Eu percebia que meu ritmo cada vez mais ia se tornando pouco para o tesão dela. Na verdade, era pouco para o meu também, mas eu queria provocá-la ao máximo. Eu estava livre da vergonha e queria que ela também se libertasse. Por isso, decidi provocá-la ainda mais:

- Pede o que você quiser, que vou fazer. É só pedir. Quer que eu vá mais rápido? – Enquanto isso, eu metia nela muito devagar enquanto segurava um seio com uma mão e apertava a coxa que envolvia minha cintura com a outra. Funcionou, porque nem eu esperava pelo que ela disse depois:

- Me come. Depressa. – Soltei um gemido mais alto que eu esperava e enfiei meu pau naquela gruta quente, úmida e macia o mais fundo que eu pude e com muita força, por um segundo tive medo de tê-la machucado, mas a reação dela mostrou que ela tinha gostado tanto quanto eu. – Isso, mais rápido. – Ela gemeu no meu ouvido. Aquilo acordou todos os meus instintos e eu quis possuí-la da maneira mais erótica e animal que me vinha à mente. Saí de dentro dela e a virei de costas para mim, colocando-a com as mãos apoiadas na parede.

- Abre as pernas. – Eu ordenei. E ela obedeceu. Segurei-a pela cintura e a penetrei. Eu estocava firme e fundo, e ela gemia deliciosamente me fazendo querer arrebentar de prazer dentro dela. Segurei seus cabelos num rabo de cavalo e me inclinei sobre ela, dizendo, muito ofegante, em seu ouvido: — É assim que você quer? Ou assim fica melhor? – E comecei a masturbá-la com o dedo médio ao mesmo tempo em que investia cada vez mais forte.

- Muito… melhor ass…ssim… — Ela mal conseguia falar. E eu me sentia cada vez mais excitado e instigado ao notar que a deixava sem fala. Resolvi arriscar uma coisa que sempre entrava nos meus sonhos eróticos com ela. Soltei seus cabelos, desci a mão pelas costas, acariciou a bunda arrebitada e PLAFT! Dei-lhe um tapa estalado. Ela gemeu alto e isso fez meu pau crescer ainda mais dentro dela. Eu estava quase no meu limite:

- Ai, Mônica, você é tão apertada! Eu não vou agüentar por muito mais tempo. – Eu queria que ela gozasse comigo, pra mim, então aumentei a força e a velocidade dos meus dedos nela. Logo ela gritou meu nome e esmagou meu membro dentro dela, fazendo com que eu também chegasse ao ápice, gemendo seu nome. Enquanto isso, ela parecia estar num êxtase infinito, e seus espasmos não acabavam nunca. Quando ela finalmente voltou ao normal, ela falou:

- Eu… E-eu acho… que tive um orgasmo múltiplo. – E ficou vermelhinha. Naquele instante eu tive certeza de que era o homem certo para ela e que a queria para sempre. Dei o meu melhor sorriso e ela me deu um tapinha de leve, e, em seguida, escondeu o rosto com as mãos, toda envergonhada. Eu não queria que ela se envergonhasse disso. Muito pelo contrário!

- Pára de ser boba, Mô! Isso só quer dizer que a gente se ama, combina direitinho juntos, que sabemos o que o outro quer. Não tem que ter vergonha de mim, oras.

-É fácil falar.

- Tem razão. É fácil falar quando eu tenho uma namorada linda, gostosa, inteligente, divertida…

- Assim eu vou ficar convencida, hihihi.

- Verdade. Chega de babar ovo, hehehe. Vamos, eu vou preparar alguma coisa para nós comermos.

- Achei que eu devesse fazer isso!

- Não, senhora! O cavalheiro aqui sou eu! – E saí do banheiro para lhe dar mais privacidade para se secar e se vestir. Passei uma toalha no corpo e estava me vestindo quando ouvi o celular dela vibrar. Peguei-o para levar para ela, quando vi que era uma mensagem do AMALDIÇOADO careca. Fiquei muito puto da vida e, obviamente, cliquei em “Ler mensagem” antes mesmo de me dar conta do que estava fazendo. A mensagem que eu li estourou o balão de felicidade dentro do meu peito e me jogou direto num abismo negro de ódio e vergonha:

DE: Cê

Oi, delícia.
To mandando msg pra saber se vc consegue enrolar o bocó do DC pra gente ficar de boa aki em casa amanhã. Meus pais vão levar a Maria Cebolinha no clube e vamos ter a casa soh pra gnt. Vc ja deixou bm claro q esse lance do DC eh passa-tempo. Nem to mais encanado com ciúmes. Beijos na boca. Tb t amo.

Eu não podia acreditar que tinha sido tão trouxa. Aquele tempo todo era verdade que ela simplesmente queria provar pro Cebola que ela podia arrumar outros idiotas pra fazerem a vontade dela e que ela podia brincar com os sentimentos das pessoas assim como ele brincou com os dela. Eu só fui o instrumento de resolução do problema entre um casal que se merece. Saí da casa dela desnorteado e perdido. Eu tinha acabado de perder a única coisa que me fazia diferente dos outros para a única garota que eu achava que fosse diferente das outras, e descoberto que ela era muito pior que qualquer pessoa que eu já tivesse visto. COMO eu podia ter me enganado tanto? Nisso que dava, mesmo, ficar me abrindo e deixando as pessoas verem minha verdadeira personalidade. Eu devia ter ficado na minha. Cheguei em casa e fui para o meu quarto. Passei a noite acordado, olhando para o teto e ruminando a maior decepção da minha vida, que tinha mudado a minha perspectiva com relação às pessoas.

Notas finais
Oi, gente.
Eu sei que esse capítulo foi meio curtinho, mas, acreditem, foi essencial para o andamento da história.
Peço desculpas pelos e-mails, mensagens e reviews não respondidos, mas eu resolvi dedicar o meu tempo livre a escrever a minha história, e achei que vocês se divertiriam mais assim =)
Agradeço imensamente a todos que leram, comentaram, recomendaram e me apoiaram até aqui.
Vamo que vamo, continuar essa saga!
Mil beijos e um excelente 2012 para todos!