Notas iniciais
Bem, esse capítulo foi especialmente difícil de escrever e acho que gramaticalmente deixou um pouco a desejar.
Depois vou dar mais uma olhada e tentar melhorar, mas não vou mudar a essência da coisa.
Leiam e comentem, critiquem, palpitem.

Continuamos juntinhos, abraçados em silêncio por vários minutos, quando meu celular vibrou com uma mensagem. A mensagem dizia exatamente o que eu precisava naquele momento. No mesmo instante, várias idéias começaram a passar pela minha mente. Eu precisava conversar com a Magali. LOGO. Falei a Do Contra:

- Amorzinho, se eu te deixar sozinho aqui DOIS minutos, você me promete que não se mete em encrenca? – Ele fez um careta de dor.

- Prometo. Só não prometo que vou sobreviver a essa distância por tanto tempo. – E fez cara de doente. Eu ri:

- Vou fazer o possível pra remediar a situação assim que eu voltar. – E saí para encontrar Magali dançando animadamente com Quim na pista de dança improvisada na casa de Denise. Ela estava vestida de fada amarela e ele de jogador de futebol americano. – Quim, me empresta minha amiga um minutinho? – Não esperei resposta e fui puxando-a pelo braço até um canto onde a música estava mais baixa.

- O que foi, Mô?! Que desespero é esse? Aconteceu alguma coisa entre aqueles dois?

- O Cebola está surtado achando que eu namoro o DC para provocá-lo. Mas isso não vem ao caso no momento. Dá uma olhada nessa mensagem que eu acabei de receber! – Ela pegou o celular da minha mão e leu:

De: Mamãe

Seu priminho nasceu!

Eu e seu pai vamos aproveitar o feriado d 2ª, pegamos folga 3ª e 4ª e vamos amanhã d manhã p Santos. Voltamos 4ª a noite.Vc vai ficar p ñ perder aula.

Qqr coisa, ligue no meu cel. JUÍZO! T-amo.

Quando terminou de ler, um sorriso se formou no rosto de Magá. Ela fez uma cara de safada. Sim, ela estava penando na mesma coisa que eu. Minha chance tinha chegado. Minha virgindade não passaria das próximas 24h. Ela olhou para os lados e disse:

- Amiga, depois da festa teremos uma reunião emergencial com todas as meninas. Vamos ajudar você a preparar tudo.

- Ótimo! Sabia que poderia contar com vocês! Vou lá com o DC antes que vire merda de novo. – Andei até onde tinha deixado DC, mas ele não estava lá. Fiquei instantaneamente preocupada e comecei a voltar para dentro, mas, quando estava na porta, alguém me puxou pela cintura enquanto tampava meus olhos com a outra mão. Eu talvez tivesse reagido violentamente se não tivesse reconhecido imediatamente aqueles braços, aquele cheiro maravilhoso e aquela voz que sussurrava em meus ouvidos, fazendo os pelinhos da minha nuca se eriçarem:

- Demorou demais. Me deixou louco. Agora vai ter que me dar um remédio pra isso. – E colou seu corpo atrás do meu, fazendo-me sentir sua ereção mais que evidente.

- Eu sei de um remédio dos bons pra isso! – E me virei, ficando de frente para ele. Ele me levou de volta para a cadeira em que estávamos. Sentando-me em seu colo, ele me beijava como se o mundo fosse acabar naquele momento. Ele passeava uma de suas mãos pelas minhas coxas, enquanto a outra segurava minha nuca, puxando-me para aprofundar o beijo cada vez mais. – É uma pena que estamos num local público, senão você ia ver só o que castigo pra quem me provoca assim. – Ele falou no meio do beijo.

- Ah, é? E quem mais te provoca assim? – Falei, mordendo o lóbulo de sua orelha.

- Só uma pessoa. Uma moça linda, que gosta de se vestir pra me deixar maluco. Fica com um par de pernas de parar o trânsito à mostra. – Acariciou minhas coxas. – E um par de seios me provocando de dentro de um decote maravilhoso. – Passou a mão na parte dos meus seios exposta pelo decote. – Isso sem falar numa boca que me faz perder a linha! – E me beijou profundamente, me puxando pelos quadris e me apertando como se quisesse que nossos corpos desafiassem as leis da física, ocupando o mesmo espaço.

- DC, você me deixa louca assim.

- Louca o suficiente pra fugir comigo pra algum lugar? – Eu ri baixinho.

- Não, louca o suficiente para negar. Mas não se preocupe, sua hora vai chegar. – E pisquei, me levantando.

- O que você está aprontando, Mônica? – Ele perguntou, se levantando também e ajeitando a roupa para disfarçar o volume que havia ali.

- Surpresa! Vai saber na hora certa. – Puxei-o pela mão para a pista de dança.

Dançamos mais algumas músicas, até que os meninos começaram a ir embora. Quando só Nimbus e DC tinham ficado, meu namorado me perguntou:

- Será que, se eu ajudar a limpar aqui, a Denise me deixa ficar com você essa noite? – E deu um sorriso enorme. Denise ouviu e já foi respondendo:

- Talvez em outra ocasião, gato, mas não hoje. Temos assuntos femininos de urgência para tratar. – E me deu um olhar significativo. DC me olhou desconfiado, segurando minha mão e me levando até o portão para se despedir. Nimbus e Maria também estavam lá. DC me abraçou e disse:

- Me liga amanhã? Mesmo que seja só pra dar um oi. Queria muito te ver.

- Eu ligo. E a gente se vê. Quando eu ligar a gente marca. E você me manda mensagem quando chegar em casa. Eu fico preocupada com vocês andando sozinhos tarde desse jeito.

- Eu sou um vampiro. Sei me proteger.

- É, to sabendo. Cuidado. Te amo.

- Também te amo, linda. – E saiu puxando um Nimbus em protesto do meio de um beijo.

No instante em que entramos e fechamos a porta, todas as meninas começaram a gritar. Fiquei assustada:

- Gente, o que é isso?!

- Isso, gatz, é você perdendo esse selinho teimoso logo de uma vez! Já estamos todas sabendo e temos um plano! – Disse Denise, animada.

- As notícias voam! Vamos arrumar tudo aqui e depois vamos traçar nossa estratégia para amanhã. – Disse Cascuda, com um olhar determinado. Parecia que elas estavam se preparando para o casamento do ano. Minhas amigas eram muito loucas mesmo. Mas se não fossem elas, eu não sei o que faria.

Como estávamos em várias pessoas, a limpeza e arrumação foram bem rápidas. Em menos de uma hora tínhamos terminado tudo. De repente, meu celular toca, avisando que eu tinha uma mensagem:

Mo, cheguei.

To pensando em vc.

Ñ esquece d me ligar amanha.

T amo + q td.

Quando me dei conta, Denise estava por trás de meu ombro, lendo em voz alta. Todas gritaram de novo, fazendo “OOHH” e “QUE FOFOOO”. Eu ri. Marina pegou papel e caneta e nos chamou para sentar na sala e combinar tudo para o dia seguinte. Eu já estava começando a ficar preocupada com aquilo. Nos acomodamos nos sofás, cadeiras, pufes e tapetes, de modo que todas ficassem confortáveis e começamos a decidir.

No fim das contas, Eu, Carmem e Denise iríamos ao salão de beleza cuidar do meu visual, enquanto Magali tomaria conta do jantar, Marina das minhas roupas e as demais cuidariam de arrumar minha casa e meu quarto para a grande noite, lideradas por Cascuda e Maria Mello. Elas pareciam mais empolgadas com isso tudo que eu. Depois que combinamos tudo, fomos dormir.

No dia seguinte, me acordaram às 11h e, assim que comi alguma coisa, escovei os dentes e troquei de roupa, as meninas me arrastaram para o salão de beleza. Fiz as unhas das mãos e dos pés. Contrariando as minhas amigas (histéricas), que queriam que eu pintasse as unhas de preto, eu fiz francesinha tanto nas mãos quanto nos pés. Depois, fiz hidratação nos cabelos (mesmo tendo feito no dia anterior, na casa da Denise, elas disseram que era um dia MEU e que eu deveria aproveitar). Depois fui pra uma massagem e depilação. Eu sempre deixava o “bigodinho”, mas elas insistiram que, para a primeira vez, eu deveria estar totalmente depilada. Como eu não entendo nada disso, só me restou aceitar. Passei o dia lá, sendo apertada, amassada, molhada, seca, puxada, aquecida, esfriada, etc. Depois que eu fiz o que me pareceram todos os tratamentos disponíveis no salão (enquanto as duas me acompanhavam em alguns e falavam ao celular o tempo todo, coordenando as outras “frentes de operação”), elas me levaram de volta para casa. No caminho, mandei uma mensagem para DC pedindo pra ele estar na minha casa às 20h. Ele respondeu confirmando, na mesma hora.

Quando cheguei lá, quase não reconheci minha casa por dentro. As meninas tinham transformado a sala de jantar numa sala tipicamente japonesa. A mesa de centro baixa, com almofadas para nos sentarmos e lindos enfeitinhos na mesa. Um caminho de pétalas brancas começava ali, subia as escadas e eu podia apostar que sabia exatamente onde ele ia parar. Na cozinha, Magali preparava sushi, sashimi, sunomono e temaki.

Quando me viram, as meninas foram logo me arrastando para o meu quarto para terminarem de me arrumar. Marina estava lá, junto com Maria Mello, que fazia um coração na minha cama (que tinha lençóis de cetim rosa) com as mesmas pétalas da sala. Dentro dele, ela as usou para escrever as nossas iniciais: MDC. Marina me entregou a lingerie e o vestido que eu deveria usar. Entrei no banheiro para tomar banho e vestir tudo e quando me olhei no espelho, me achei linda. Minhas amigas eram demais, mesmo! Eu usava um corpete e uma calcinha rosa bebê e um kimono preto e rosa curto, com meia arrastão 7/8 e sapatos pretos de salto. (N/A: A lingerie da Mônica é essa http://4.bp.blogspot.com/_Dk6qDrwtxIo/TJTyc29y9WI/AAAAAAAAACs/sTdKn_eFnTY/s1600/DSCF5466.JPG e o vestido é http://2.bp.blogspot.com/_A_MR5QaDScs/TMeoBB4wqEI/AAAAAAAAAR8/Z2FK7A3sUE4/s1600/sexy-geisha-girl-costume.jpg Novamente, ignorem a criatura dentro dele)

Depois de uma maquiagem leve, eu estava pronta. Adorei o resultado de tudo, desde as roupas, a decoração da casa e até a cara da comida. As meninas tinham terminado tudo também e se despediram de mim, me mandando fazer com que ele passasse esses dias todos comigo em casa. Eu resolvi deixar as coisas acontecerem mais naturalmente.

Eram 19h30 e eu estava super ansiosa, esperando o horário de chegada do meu amado. Ele não me decepcionou e chegou um pouco adiantado, como sempre. Quando a campainha tocou, eu fiquei com o coração acelerado e o rosto extremamente corado. Abri a porta e lá estava Do Contra, lindo como sempre, todo de preto e segurando um buquê com flores de várias cores e formas diferentes. No instante em que me viu, ele ficou mudo, só me olhando de olhos arregalados. Quebrei o silêncio:

- Vamos entrar? – Ele pareceu sair de um transe e disse:

- Claro! Ahn… Flores para você.

- Obrigada, são lindas!

- Ah, não fala isso. Elas não têm um quarto da sua beleza.

- Obrigada, DC. – Fiquei ainda mais vermelha. Foi aí que ele entrou e começou a prestar atenção à decoração. Tudo estava à meia luz, algumas velas acesas, a mesa posta e as pétalas de rosas no chão. Ele me olhou no fundo dos olhos e disse:

- Isso tudo é pra mim?

- Pra nós.

- E cadê seus pais?

- Meu priminho nasceu. Estão em Santos ajudando meus tios. Podemos jantar numa boa, só nós. – Abaixei a cabeça, sentindo o rosto corar.

- Então antes do jantar, vou querer um beijo, pode ser? – Perguntou, levantando meu queixo para que eu olhasse em seus olhos.

- Você nem precisa pedir. – E me aproximei dele.

- Ótimo! – E me puxou pela cintura, unindo nossos lábios num beijo de tirar o fôlego. Quando precisamos de ar, ele moveu sua boca em direção ao meu pescoço e sussurrou: — Nossa, que gueixa maravilhosa essa. Acho que perdi a fome.

- Não perdeu, não senhor! – Eu queria fazer tudo exatamente da maneira que tínhamos planejado. – Vem, vou servir o jantar pra nós.

Servi a comida. Nos sentamos lado a lado. Eu, meio ajoelhada numa almofada e ele meio desajeitado na outra. Comemos com hashi, silenciosos. Eu estava com um pouco de vergonha. Quando dei por mim, DC tinha achado um pedacinho de papel em baixo do prato dele. Ele leu, deu uma risada baixa e se levantou, deixando-o sobre a mesa. Peguei para ler e reconheci, na mesma hora, a letra da Aninha, dizendo:

DC, no freezer tem gelo e champanhe. No armário em cima da pia tem o balde e as taças. Sabíamos que a Mô não aceitaria se falássemos para ela, mas também sabemos que às vezes, o álcool acaba sendo necessário. Contamos com a sua aversão a regras. Beijos.

Não acreditei naquilo. Que coisa, elas sabiam que eu nunca tinha bebido nada alcoólico. Pelo visto seria minha primeira vez em várias coisas hoje. Em pouco tempo, ele apareceu com o champanhe dentro do balde com gelo em uma mão, e as duas taças na outra. Ele tinha um sorriso lindo espalhado pelo rosto. Ele parecia ter entendido o propósito final do jantar e estava muito interessado em me fazer beber o tal champanhe.

- Só uma tacinha, baby. Pra me acompanhar.

- Eu nunca bebi nada com álcool. E se me fizer mal?

- Eu cuido de você. – Eu não tinha dúvidas quanto a isso, mas eu realmente não queria que a noite acabasse assim. Imagina se eu durmo no meio do negócio? Acabei cedendo e deixei ele me servir. Bebemos com os braços entrelaçados, como recém casados. Rimos da cena e acabamos nos beijando. Começou devagar e delicado, mas foi se tornando mais exigente conforme nossa excitação aumentava. Eu já estava ficando ofegante quando ele separou nossos lábios, se aproximou de meu ouvido e sussurrou:

- Acho que deveríamos continuar a tomar esse champanhe em outro lugar. Porque a gente não segue essas flores pra ver onde elas nos levam? – Essa era uma das coisas que eu mais gostava nele. Ele era direto. Não me fazia ficar com vergonha, tentando fazê-lo entender as coisas. Nos levantamos e ele foi na frente, levando o balde de champanhe e gelo em uma mão, com a outra mão segurando a minha. Eu levava as taças na outra mão.

Chegamos ao meu quarto e ele parou na porta, admirando o trabalho de Maria. O quarto iluminado por diversas velas, a cama com lençóis de cetim rosa, as pétalas formando um coração com nossas iniciais, o climatizador deixando uma temperatura agradável e uma música suave de fundo. Clássica, provavelmente idéia da Marina.

Ele tornou a encher nossas taças e bebemos enquanto dançávamos abraçados. Quando terminamos, ele depositou as taças vazias dentro do balde com gelo e continuou a dançar comigo, bem agarradinho. Começou a passar o nariz pela minha orelha, pescoço, bochecha. Deu uma mordida de leve no meu queixo e começou a me beijar. Sua língua pediu espaço e eu cedi, iniciando uma dança erótica em nossas bocas.

As mãos dele, antes pousadas em minha cintura, começaram a percorrer toda a extensão de minhas costas, da base da coluna à nuca, fazendo com que espasmos atravessassem o meu corpo como choques elétricos. Enlacei meus braços em volta de seu pescoço, entrelaçando meus dedos em seus cabelos escuros, puxando-os de leve. Ele deu um gemido leve e puxou meu quadril de encontro ao dele, me fazendo sentir sua excitação roçar na minha perna.

DC me segurou com mais força pela cintura, enquanto sua outra mão saía de meu quadril e subia acariciando minha barriga e meus seios, meu pescoço e meus ombros, até encontrar o zíper do vestido e começar a descê-lo. Quando o vestido foi ao chão, ele se afastou de mim para me ver de meias arrastão 7/8 e sapatos pretos de salto, corpete e calcinha rosa, suspirou fundo e disse:

- Você é a mulher mais maravilhosa do mundo. E quer me matar assim. Eu não agüento! – E veio beijar a parte dos meus seios exposta pelo corpete, mordendo de leve, passando o nariz e a língua, sentindo meu gosto e meu cheiro, fazendo as minhas pernas ficarem moles. Segurei a barra de sua camiseta, levantando-a e ele se afastou de mim apenas pelo tempo necessário para retirá-la. Ele tinha um abdome liso e definido, que o fazia parecer mais velho do que realmente era. Arfei com aquela visão e ele pegou minhas mãos, colocou-as no seu peito e disse, ofegante, em meu ouvido:

- Não precisa ficar olhando. Pode e deve tocar. É só seu.

- Eu também sou sua. Só sua.

- Não tem pressa, Mônica. Eu te amo e posso esperar o tempo que você achar necessário.

- Não quero esperar mais. Eu quero você. Eu preciso de você. Hoje, agora. – E o puxei para um beijo profundo. Eu normalmente não falaria assim, mas eu tinha bebido um pouco e estava mais “solta”. Isso pareceu fazê-lo deixar o cuidado de lado e ele também se soltou, segurando meus quadris e me fazendo enlaçar minhas pernas em sua cintura. Só então percebi que ainda estávamos de pé, perto da porta do quarto.

Ele fechou a porta com o pé e me carregou naquela posição até a cama, onde ele me deitou cuidadosamente. Deitou-se por cima de mim, entre minhas pernas, com seu quadril pressionando o meu, mas colocando o próprio peso nos cotovelos, para não me machucar. Me beijou ternamente e voluptuosamente, descendo os beijos pelo meu pescoço e seios lentamente. Apoiou o corpo nos joelhos e acariciou meus seios por cima da lingerie, descendo pela minha cintura, quadril e pernas. Desceu as mãos levando as meias, tirando-as e também os meus sapatos. Fez o mesmo com os dele, ficando apenas de bermuda.

DC pareceu parar por um segundo, admirando meu corpo naquela lingerie e me fazendo ficar vermelha. Veio de joelhos pela cama. Beijando e acariciando a pele exposta das minhas pernas, a parte interna da coxa, chegando muito próximo à minha intimidade já úmida e quente. Seus dedos longos alcançaram o elástico da calcinha e começaram a puxá-la para baixo, lentamente, enquanto beijava meu pescoço e minha orelha, murmurando:

- Você me deixa louco e descontrolado. Me faz querer fazer tudo que eu puder pra te fazer feliz. Por favor, me faça parar se eu te machucar de qualquer forma. – Dizendo isso, desabotoou meu corpete, liberando meus seios e a visão o fez gemer em satisfação. Primeiro, ele tocou os dois ao mesmo tempo, para depois substituir uma das mãos pela boca. Ele contornava meu mamilo intumescido com a língua, sugava e mordia levemente, me fazendo gemer com um prazer crescente. Com a mão livre, ele acariciava minha entrada, sentindo a umidade e o calor que a prontificavam para recebê-lo. Eu arranhava suas costas e gemia, já sem conseguir formular pensamentos coerentes.

Depois de dar atenção especial aos meus seios, ele desceu seus beijos, fazendo um caminho de fogo e gelo pela minha pele, chegando ao meu baixo vente, onde ele depositou leves beijos e mordidas. Então, afastou minhas pernas devagar, mas com firmeza e começou a beijar o interior das minhas coxas, a virilha e, por fim, passou a língua em minha entrada. Aquilo me deu um prazer tão grande, que mal pude conter um grito. Ele me penetrava com a língua, enquanto seus dedos brincavam com meu ponto de prazer. Depois, fazia o contrario, me penetrando com um dedo enquanto sugava meu pequeno músculo já enrijecido pela excitação. Quando eu já estava perigosamente próxima do ápice, voltou a subir os beijos, o que me fez gemer em protesto. Ele riu baixo e disse:

- Ainda não, eu só estou começando. – Eu o abracei pelo pescoço, circundando sua cintura com as pernas. Só então notei que ele tinha tirado a bermuda e as boxers, que jaziam no chão, aos pés dele. Sua ereção pressionava meu ponto sensível, trazendo-me uma sensação de prazer intenso. Joguei a cabeça para trás e gemi longamente. Não podia mais esperar.

- DC, quero você. Agora. – Ele me beijou com carinho enquanto se posicionava em minha entrada. Foi deslizando lentamente para dentro, fazendo o máximo para que eu não sentisse dor. Quando ele rompeu meu hímen, eu senti uma dor aguda dentro de mim e apertei os olhos. Ele parou de se mover e beijou minhas pálpebras e minha boca, depois falou em meu ouvido:

- Calma, meu amor, vai passar. – E passou mesmo. Menos de um minuto depois, o desconforto tinha desaparecido junto com a dor. Eu me movi ao encontro dele, que entendeu o recado e voltou a se mexer, até estar completamente dentro de mim. Novamente, parou de se mover para que eu me acostumasse. Dessa vez foi ele quem não conteve um gemido de puro deleite:

- Ahnn… Tão apertada… Você é perfeita. Deliciosamente perfeita, como eu sempre sonhei. – Aquilo me reacendeu e, de repente, parecia pouco pra mim. Eu queria mais dele, mais perto, mais dentro de mim, mais gemidos, mais prazer. Minha mente estava nebulosa com todas as sensações e tudo o que eu consegui dizer foi:

- Mais… — Ele entendeu e começou a se movimentar num vai-e-vem firme e lento, que foi se aprofundando e acelerando junto com nossas respirações. Ele me beijava na boca, no pescoço, nos seios enquanto investia em mim e eu gemia baixinho, agarrando-o com força pela cintura com as pernas e acariciando seu pescoço, ombros e costas com as mãos. Eu estava quase lá, eu podia sentir e apertei as unhas contra suas costas, fechando meus olhos e gemendo alto, já sentindo minhas paredes se fechando naquele membro que me invadia deliciosamente. Ele gemeu em meus ouvidos:

- Ah, Mônica… Eu não vou agüentar… Goza junto comigo… Olhando nos meus olhos. – Eu abri os olhos e encontrei os dele. E aí eu vi os fogos de artifício, dentro dos olhos dele, ao mesmo tempo em que sentia seu líquido quente me preencher junto com meu próprio. A sensação de chegar ao clímax ao mesmo tempo em que ele foi indescritível. Sem que eu percebesse, o nome dele escapou de meus lábios em meio aos meus gemidos de prazer. Também ouvi o meu nome entre sua respiração arquejada. Ele saiu de dentro de mim devagar, deitou-se e me colocou sobre seu peito, acariciando meus cabelos e sorrindo largamente enquanto me olhava nos olhos, dizendo:

- Nesse momento não existe ninguém mais feliz que eu nesse mundo. Eu te amo. Mais que qualquer coisa nesse mundo.

- Eu também estou muito feliz, DC. Ninguém melhor para a minha primeira vez do que o cara que eu amo. Obrigada por fazer ser tão especial.

- Você fez especial. Valeu a pena esperar todo esse tempo. Eu não poderia fazer isso com nenhuma outra mulher no mundo. – Meus olhos se arregalaram:

- Então também foi sua primeira vez? – Foi a vez dele me olhar espantado:

- Claro, oras. Que pergunta, meu amor.

- É que você nunca tinha me dito que era virgem.

- Você nunca perguntou… Achei que estava subentendido.

- Acho que não… — Eu ri baixinho. – Mas me faz ainda mais feliz saber disso. – E encostei minha cabeça em seu peito, escutando seu coração bater em compasso com o meu. E me senti mais completa do que nunca.

Notas finais
Peço desculpas porque eu não vou mais postar durante a semana, a não ser em casos muito especiais, então, provavelmente o próximo só venha no sábado ou domingo que vem.
Reviews? Recomendações, talvez?
Obrigada por lerem!
Mil beijos;!