Quando menos se Espera...
7 Capítulo 7
Notas iniciais
Eu gostaria de pedir desculpas pela demora, mas estou realmente ferrada na faculdade. Último ano não é fácil para ninguém.
Bem, vou tentar postar com mais frequência, prometo.
Eu quero dedicar esse capítulo super especial para as pessoas que recomendaram a fic:
anjinhadanoite
Rosalind_Cullen
Lari_pink
Obrigada mesmo, meninas! Quase chorei quando li, juro.
Também quero dedicar à Liz-chan, que me mandou um e-mail me dando uma bronca por demorar xD Obrigada, eu estava merecendo, mesmo xD
Por último, além da dedicatória, mandar um grande beijo para duas amigas minhas aqui do Nyah, que escrevem muito bem e cujas histórias eu recomendo seeeeeempre que é garantido:
Tilda-Walken (que também é leitora)
Bellsmarti (cuja história eu beto).
Bom, antes do capítulo, eu gostaria de lembrá-las que fazer sexo sem camisinha é uma coisa muuuuuito burra e eu reservo esse direito aos personagens de fics, ok? NÃO TENTEM ISSO EM CASA. A Mônica só vai engravidar ou pegar DST se EU quiser, então ela é potencialmente mais sortuda que nós, uma vez que eu gosto muito dela e não vou sacanear xD
Boa leitura.
PONTO DE VISTA DO DO CONTRA
Eu tinha acabado o banho e estava colocando a minha fantasia. Eu tinha escolhido aquela porque me fazia lembrar um dos meus filmes favoritos: A Rainha dos Condenados, de Michael Rymer. Era o estilo de filme que ninguém gostava, por isso mesmo eu adorava. Até porque, a maioria das pessoas não sabia apreciar um filme bom de verdade. Às 19h eu já estava pronto e meu irmão ainda nem tinha chegado em casa para tomar banho. Como isso me irritava! Eu já estava decidido a chegar mais cedo na tal festa por dois motivos: primeiro eu estava com saudades da Mônica. Segundo, eu queria chegar antes daquele carequinha infeliz. Ele pensa que eu não to ligado que ele está de olho no que é meu. Mas ele perdeu a vez. E eu sou MUITO melhor que ele em fazê-la feliz. Qualquer idiota poderia ver isso. Tanto que as amigas dela estavam todas do meu lado.
Às 19h15 Nimbus resolveu lembrar que tem casa. Entrou, como se não tivesse pressa na vida e fez uma cara de estranhamento quando me viu sentado no sofá, pronto para sair. Aquela cara e aquela calma me irritaram tanto que eu resolvi ir logo para a festa. Quase não respondi quando ele falou:
- Oi, DC.
- Tchau, Nimbus.
- De novo essa mania de falar ao contrário? Achei que tinha superado isso.
- E superei. É tchau de tchau, mesmo. Estou saindo. Vou encontrar a Mônica logo. Não vou esperar você.
- Ah, então vai. A gente se vê lá. Não vou ficar agüentando seu mau humor até lá.
Fui andando, nem rápido nem devagar. Eu estava ansioso para ver a minha namorada, mas não estava afim de chegar suado. Aquela era a hora de fazer as coisas certas, de ser sempre perfeito, pra que ela se apaixonasse de vez por mim e esquecesse aquele Cebola. Quando estava a pouco mais de um quarteirão, vi o infeliz chegando na casa da Denise. MALDITO! Eu não podia acreditar. Ele chegou antes de mim! Bom, mas ele chegou atrasado pra outras coisas. Não pediu a Mô em namoro e, segundo o que ela me disse ontem, não encostou um dedo nela. Ainda me dava borboletas no estômago saber que eu seria o primeiro dela, assim como ela seria a minha primeira. Esse era um laço que ninguém poderia desfazer. Ela ia se lembrar de mim pelo resto da vida. E, no que dependesse de mim, eu estaria lá para garantir isso. Cheguei na frente do portão a tempo de ouvir uma conversa entre os dois (para minha felicidade, ela era fria e casual com ele, sem intimidade). Coloquei a cabeça para dentro de portão e perguntei:
- Posso entrar? – Sem esperar pela resposta, fui entrando. Fiquei mudo por alguns segundos, apenas admirando a beleza dela naquela fantasia. Combinávamos tanto que, quem visse de fora, acharia que tínhamos comprado as fantasias juntos. Ela também pareceu perceber isso, porque ficou em silêncio por alguns segundos. Parei de perder tempo, me aproximando e abraçando-a pela cintura, dizendo:
- Nossa, quase chegou a valer a pena ficar o dia inteiro sem você pra te ver gostosa desse jeito! – Ela corou, ficando mais linda que nunca, e me deu um tapinha. – Bate que eu gamo! – Brinquei. E a beijei pra aplacar a saudade que eu tinha dela.
- Você também está lindo, meu amor. – Ela disse, deitando a cabeça no meu peito do jeito que eu amava que ela fizesse. Daquele jeito eu podia sentir o perfume dos cabelos dela. Quebrei o silêncio:
- Pena que meus pais chegaram hoje à tarde. Senão eu nem ia te convidar. Eu ia te arrastar pra ser a minha noiva macabra MUAHAHAHAHAH. – Ela riu alto e deu uma mordida no meu queixo. Isso fez meu baixo ventre formigar e eu precisei fechar os olhos e suspirar pra me controlar. Eu disse: – Não me provoca, que a festa nem começou ainda.
Depois disso o resto do pessoal chegou – inclusive o meu irmão, atrasado como sempre — e nós pedimos pizzas e refrigerantes. Puxei Mônica para dançar, mas eu não conseguia o clima que eu queria, porque simplesmente não tocava uma música de “casal”. Quando olhei para a mesa de som, percebi o porquê: o careca estava escolhendo a música. Mônica parecia ter chegado exatamente à mesma conclusão que eu. Quando ela se virou para o outro lado, aquele idiota me fez uma cara de deboche, como se dissesse que eu não teria o que eu estava querendo. Um plano se formou na minha cabeça. Eu poderia me arrepender daquilo, mas depois do tom que eu a vi usando com ele, achava bastante improvável. Eu ia dar um jeito dele ouvir da boca dela aquilo que os olhos dele pareciam não entender.
Disse à Mô que iria buscar algo para bebermos e me afastei dela. No instante em que saí de perto dela, Cebola mordeu a isca. Ele colocou uma música lenta e foi se aproximando de Mônica. Fiquei atrás de um pilar e assisti o panaca começar a dançar com ela, e pude ouvir, apesar da música, quando ele disse:
- Mônica, vamos acabar com essa ceninha e colocar as coisas de volta no lugar certo? – Aquele era o momento crucial. A resposta dela decidiria se meu sonho era real ou se eu teria que acordar ali. Ela fez uma cara de brava e respondeu, olhando os olhos dele:
- E qual é o lugar das coisas? Eu, feito uma retardada, esperando você me enxergar? Ficando ao seu dispor pra você chegar quando quer e depois me deixar no vácuo? – Isso, gata, acaba com ele!
- Então é isso? Você está fazendo isso pra me chamar a atenção? Pra eu ver que te amo e que não agüento te ver com outro? Então chega! Já perdeu a graça. – Eu nunca tinha pensado nisso. Que idiota ele é. Parece que não conhece a Mônica! Ela jamais faria isso!
- Larga de ser idiota, Cebola. Se você acha que ninguém mais se interessa por mim, você está redondamente enganado. E se você acha que EU não me interesso por mais ninguém, piorou. Eu estou com o Do Contra. Namorando. Oficialmente. Apresentei ele pros meus pais ontem. – Eu mal podia conter a felicidade dentro de mim. Ela estava dando o maior fora no meu único rival.
- O QUE? Precisava levar essa palhaçada tão longe? – Ele era tão burro assim? Pela cara dela, ela estava prestes a encher ele de porradas. Por um momento eu torci pra que ela realmente fizesse isso.
- CEBOLA, ME ERRA! Eu não quero mais nada com você. Eu amo o DC e vou ficar com ele. Acredite ou não, nem tudo no mundo está relacionado a você. Isso não tem NADA a ver contigo. Não quero que você sinta ciúmes. Só quero que você seja feliz COM OUTRA PESSOA. – Ela é maravilhosa, mesmo. Eu quase saí pulando naquele momento. Mas ainda queria ver onde aquilo ia dar.
- Lindo seu teatro. Agora chega. Me dá um beijo e a gente deixa isso tudo pra trás. – Opa! Agora ele ia tentar agarrá-la? Aí já era demais. Eu ia acabar acertando ele, se ela não fizesse isso antes. Saí de trás do pilar e entrei na conversa:
- Perdi alguma coisa, Mônica? – Eu queria arrancar os olhos do Cebola.
- Não, amor. Já terminamos de conversar aqui. – Eu não via nada além do pescocinho magrelo dele pedindo para ser estrangulado. Mônica me segurou pelo braço e começou a me puxar pra longe dele, mas aquele imbecil ainda disse:
- Eu perco a batalha, mas não a guerra. – Fiquei cego e parti pra cima dele, mas Mônica ainda me segurava. Para não machucá-la tentando me desvencilhar, acabei, relutantemente, deixando que ela me conduzisse para a varanda da casa. Lá ela me sentou em uma cadeira e sentou-se em meu colo, claramente me impedindo de me levantar sem machucá-la. Ela queria evitar confusão, mas porque? Ela estava evitando estragar a festa dos outros ou só queria me impedir de amassar a cara daquele careca?
- Mônica, esse cara está me tirando do sério. – Eu disse, os olhos fechados, pressionando a ponte do nariz com o polegar e o indicador. Eu ainda estava tentando entender o que estava acontecendo. Meus ciúmes estavam quase me cegando. Mas a voz doce dela dissipou a névoa de raiva que me encobria, quando ela disse:
- Calma, amor. Não liga pra ele. Acho que ele já entendeu que eu não quero mais nada com ele. Quero com você. Ponto. – Começou a beijar meu pescoço do jeito que ela sabia que me fazia ficar maluco. E funcionou. A puxei pela cintura para mais perto, encaixando-a em meu colo e ela encaixou o nariz na curva de meu pescoço, fazendo-me desejar que aquele momento não acabasse nunca. Acabei falando tudo o que eu sentia naquele momento:
- Cada dia que passa eu preciso mais de você. Eu, sempre orgulhoso de me dizer diferente das outras pessoas, fico aqui, bobo e apaixonado. Eu te amo demais! – Era a realidade, afinal.
- Eu também te amo. Mas por favor, evita confusão com o Cebola. Deixa pra lá esse rolo e esquece o que ele disse. Ele só estava acostumado a me ter por perto, mas agora eu sou sua. – É claro que é minha! Mas eu não diria isso a ela. O fato dele tê-la magoado, embora tivesse feito com que ela caísse em meus braços, me deixava extremamente irritado com ele. Acabei falando demais, de novo:
- Ele estava acostumado a te fazer de trouxa, isso sim. E agora tá querendo me incluir na conta também. Eu não quero ele perto de você, Mônica. Se ele tentar te beijar de novo, eu não respondo por mim. – Ela deitou a cabeça em meu peito. Ela sabia o que fazer para me acalmar.
Continuamos juntinhos, abraçados em silêncio por vários minutos, quando ela se mexeu, pegando o celular. Ela viu alguma coisa que pareceu agradá-la, mas antes que eu pudesse perguntar o que era, ela disse:
- Amorzinho, se eu te deixar sozinho aqui DOIS minutos, você me promete que não se mete em encrenca? – Fiz um careta de dor.
- Prometo. Só não prometo que vou sobreviver a essa distância por tanto tempo. – E fiz cara de doente. Era brincadeira, mas, como dizem por aí, toda brincadeira tem um fundo de verdade. Era horrível ficar longe dela, fosse pelo tempo que fosse. Ela riu:
- Vou fazer o possível pra remediar a situação assim que eu voltar. – E entrou na casa, aparentemente procurando alguém. Espionei um pouco, vendo-a pegar Magali pelo braço. Isso me acalmou. Elas falaram um pouco, depois Mônica mostrou o celular. Magali leu e depois sorriu. As duas pareceram combinar alguma coisa e depois Mônica voltou a vir em minha direção. Me escondi atrás de uma planta e a vi chegar, fazer uma cara de preocupada e depois começar a entrar de novo. De certo pensou que eu tinha ido quebrar a cara daquele safado. Bem que eu deveria, mas eu tinha uma mulher linda para agradar. Muito mais divertido. Fui para trás dela, segurando-a pela cintura com uma mão, enquanto tampava seus olhos com a outra. Ela me reconheceu, eu pude sentir. E falei em seu ouvido, percebendo cada reação que eu causava em seu corpo:
- Demorou demais. Me deixou louco. Agora vai ter que me dar um remédio pra isso. – E colei meu corpo atrás do dela, fazendo-a sentir meu membro já excitado pelo simples contato com ela.
- Eu sei de um remédio dos bons pra isso! – E se virou, ficando de frente para mim. A levei de volta para a cadeira onde estávamos sentados e a coloquei em meu colo. Comecei a beijá-la e não queria mais parar. Por mim, o mundo poderia acabar naquele momento que eu morreria feliz demais. Eu acariciava suas coxas grossas, sentindo a pele quente e macia. Com a outra mão, eu a puxava pela nuca para aprofundar ainda mais o beijo. Eu precisava dela cada vez mais. Precisava senti-la.
- É uma pena que estamos num local público, senão você ia ver só o que castigo pra quem me provoca assim. – Falei no meio do beijo.
- Ah, é? E quem mais te provoca assim? – Ela falou enquanto mordia o lóbulo da minha orelha. Aquilo fez minha ereção doer. Ela me deixava completamente sem rumo.
- Só uma pessoa. Uma moça linda, que gosta de se vestir pra me deixar maluco. Fica com um par de pernas de parar o trânsito à mostra. – Passei a mão pelas suas coxas. – E um par de seios me provocando de dentro de um decote maravilhoso. – Acariciei a parte dos seios exposta pelo decote, sentindo meu membro retesar novamente. – Isso sem falar numa boca que me faz perder a linha! – E a beijei profundamente, puxando-a pelos quadris e apertando-a contra mim, querendo que ela sentisse toda a excitação que eu sentia.
- DC, você me deixa louca assim. – A voz dela quase me fez tirar nossas roupas ali mesmo. Reuni todo o meu autocontrole e consegui falar:
- Louca o suficiente pra fugir comigo pra algum lugar? – Ela riu baixinho, mas fez uma cara de quem sabia de alguma coisa interessante.
- Não, louca o suficiente para negar. Mas não se preocupe, sua hora vai chegar. – E piscou, se levantando. Agora eu estava realmente curioso.
- O que você está aprontando, Mônica? – Perguntei, me levantando também e tentando ajeitar a roupa para disfarçar o volume que havia ali, mas estava difícil. A Mônica me deixava doido. E eu não conseguia evitar.
- Surpresa! Vai saber na hora certa. – Aquela frase acabou com as minhas esperanças de acalmar o meu “amigo”. Não pela frase em si, mas pela maneira erótica com que ela a disse. Ela me puxou pela mão para a pista de dança e ficamos dançando juntos. De vez em quando, eu olhava pro Cebolão e ele SEMPRE estava olhando na nossa direção, com cara de quem chupou limão. Mônica, por sua vez, parecia nem lembrar que ele existia e se divertia em meus braços, dançando e sorrindo. Isso me fez extremamente feliz. Quando dei por mim, só tínhamos ficado Nimbus e eu de meninos. O Cebola foi embora sem falar com a Mônica. Isso me deixou com a sensação que eu mostrei quem mandava. As meninas pareciam cansadas, mas eu não queria ir embora.
- Será que, se eu ajudar a limpar aqui, a Denise me deixa ficar com você essa noite? – E dei um sorriso enorme, realmente cogitando a possibilidade. Denise ouviu e já foi respondendo:
- Talvez em outra ocasião, gato, mas não hoje. Temos assuntos femininos de urgência para tratar. – E deu um olhar significativo para Mônica. Fiquei desconfiado e excitado ao mesmo tempo. Algo me dizia que eu ia gostar do que elas iam aprontar. Puxei Mô para o portão para nos despedirmos. Nimbus e Maria também estavam lá. Abracei minha namorada e disse:
- Me liga amanhã? Mesmo que seja só pra dar um oi. Queria muito te ver. – Eu realmente não estava disposto a passar o domingo todo sem ela.
- Eu ligo. E a gente se vê. Quando eu ligar a gente marca. E você me manda mensagem quando chegar em casa. Eu fico preocupada com vocês andando sozinhos tarde desse jeito. – Só ela pra se preocupar desse jeito, mesmo.
- Eu sou um vampiro. Sei me proteger.
- É, to sabendo. Cuidado. Te amo.
- Também te amo, linda. – E saí puxando meu bendito irmão que parecia que tinha um anzol! Se enroscava em todo canto, estava sempre enrolando, demorando e se atrasando.
Fomos andando em silêncio uma boa parte do caminho, até que Nimbus resolveu puxar assunto:
- Você sempre gostou dela, não é?
- Sempre. Desde aquele dia em que ela foi com a Magali nos visitar, quando nos mudamos para o Limoeiro. Acho que foi naquele dia que me apaixonei. Quando vi aquela menina forte e decidida. Ela tem uma personalidade encantadora!
- Como foi que você criou coragem para chegar nela? Você sempre ficou na sua.
- Sim. Um dia desses, numa festa, a Carmem quis se engraçar comigo e eu recusei. – Ele arregalou os olhos, como se aquilo fosse totalmente absurdo. – Ah, mano, ela não faz o meu tipo. Você sabe… Muito “frufru” pra uma pessoa só.
- Se você diz…
— Digo. E digo mais: quando eu não quis ficar com ela, ela ficou toda indignada porque nunca tinha tomado um fora na vida. E chegou à conclusão de que eu deveria ser cego de amor por alguém. Quase que no mesmo minuto ela sacou quem era e me disse que eu deveria chegar na Mô. Eu falei que nem ia, porque ela estava com aquele Ceboludo. Mas a Carminha disse que ele não tomava uma atitude e que ela e as meninas andavam aconselhando a Mônica a seguir em frente. Aí ela contou que teria uma festa do pijama com as meninas e que daria uma idéia na Mônica. Que era pra eu chegar nela depois disso. Aí, no dia seguinte à tal festa, eu a vi sozinha na sorveteria, tomando um Milk shake de chocolate. Vi que era a minha chance e arrisquei. Ganhei o prêmio máximo.
- Caramba, que história estranha. Quer dizer que você fez ela esquecer o Cebola?
- Espero que sim, Nimbus. Mas eu posso sentir que ela é feliz comigo. Sem falar que ela teve todas as chances que quis (e que não quis) de ficar com ele. E não ficou. Isso significa que pelo menos respeito por mim ela tem.
- E a quantas vocês andam?
- Bom, ela é incrível. Linda, divertida, inteligente, romântica… E gostosa pra caramba… Eu já estou ficando com “aquilo” roxo. – Ele começou a rir. – É sério, não tem graça, não!
- Foi mal, DC. É que é engraçado ver você desse jeito tão… Tão…
- Normal.
- É… Normal. Você está vivendo um momento que acontece na vida de todo mundo. Até na sua! Não tem como fugir. Será a sua primeira vez.
- E a dela também, cara. Isso que me deixou mais doido. Eu vou ser o primeiro. Ela vai se lembrar de mim pra sempre. Talvez…
- Talvez?
- Talvez eu seja o último. – Senti meu rosto queimar com essa frase. Mas era a verdade. Eu queria a Mônica para sempre. Não precisava de outra. Nem mais bonita, nem mais feia. Eu queria a Mônica.
Nimbus percebeu o meu constrangimento e não falou mais nada. Achei muito legal da parte dele. Fui pensando na Mônica e em como eu queria ficar sempre com ela. Chegamos em casa e eu fui para o meu quarto, ainda pensando na minha amada. Lembrei que ela tinha pedido que eu mandasse uma mensagem pra ela. Digitei no celular e enviei:
Mo, cheguei.
To pensando em vc.
Ñ esquece d me ligar amanha.
T amo + q td.
Fui tomar um banho pra tentar me acalmar, mas quando entrei na água quente do chuveiro, meu desejo pela Mônica voltou com força total. Fiquei imaginando o corpo dela por baixo das roupas, me lembrando do gosto dela que eu já havia sentido em meus dedos, do som da voz dela quando gemia de prazer em meus braços. Dois segundos depois, eu tinha uma ereção pulsante que quase apontava para o teto. Deixei a água quente escorrer pelo corpo, fechei os olhos e comecei a imaginar aquele dia em que ela havia me chupado. Foi uma sensação indescritível. Eu tive que me concentrar muito pra não passar vergonha e gozar logo de cara. Eu imaginava que minhas mãos eram a boca dela, aproveitando o calor da água. Eu revia todos os nossos momentos juntos em minha mente, enquanto me masturbava. Eu tinha que ser perfeito pra ela na primeira vez. E em todas as outras, claro, mas a primeira vez tinha que ser especial. Cheguei ao meu ápice imaginando como seria estar dentro dela.
Saí do banho e fui dormir. Acabei acordando bem mais tarde do que eu imaginava. Já eram quase 15h. Almocei e fui fazer qualquer coisa enquanto esperava a Mônica me ligar. Fiquei agoniado e não parava de discutir comigo mesmo: “Mas que coisa, porque ela está demorando tanto? Calma, Do Contra, com certeza ela está dormindo. Deve ter ficado até tarde arrumando a casa depois da festa. Será que eu ligo pra acordá-la e dar bom dia? Claro que não! Deixe-a dormir. Mais tarde ela liga e vocês podem se encontrar.” Resolvi assistir a um filme enquanto esperava, para ocupar minha cabeça. Comecei a ver Daybreakers (no Brasil, 2019 – o ano da extinção), dos irmãos Spierig. Mas eu já tinha visto o filme antes, então eu estava até meio cochilando quando o barulho do meu celular recebendo mensagem me assustou. Meu coração disparou na mesma hora e peguei o aparelho para ler uma mensagem da mulher mais linda do mundo pedindo que eu estivesse na casa dela às 20h.
Fiquei eufórico. Respondi confirmando, no mesmo instante e fui me arrumar. Tomei um banho demorado (sem empolgação dessa vez), coloquei jeans e camisa pretos, com um tênis da mesma cor. Caprichei no moicano, passei perfume e saí a tempo de passar na floricultura e comprar um enorme buquê de flores do campo. Quando estava saindo da loja, cruzei com todas (TODAS) as amigas da Mônica vindo da direção da casa dela. Quando elas me viram saindo de lá com as flores, tiveram um acesso de risos histéricos que me deixou apavorado. Mulher quando se junta pra rir assim, boa coisa é que não é! Elas deram um tchauzinho de longe e saíram rindo e comentando sobre alguma coisa. O que será que elas estavam aprontando? Ignorei-as e continuei meu caminho.
Cheguei à casa da Mô um pouco adiantado, mas tenho certeza de que ela já sabia que isso aconteceria. Tinha alguma coisa diferente no ar. Os pais dela não estavam em casa, porque o carro não estava na garagem. Toquei a campainha e quando ela abriu a porta, quase infartei. Ela estava mais linda que nunca, com um kimono preto curtinho e uma maquiagem linda. Meu membro quase pulou da calça. Tive que respirar por um instante pra que ele ficasse normal de novo. (N/A: Pra quem não se lembra, o kimono é: http://2.bp.blogspot.com/_A_MR5QaDScs/TMeoBB4wqEI/AAAAAAAAAR8/Z2FK7A3sUE4/s1600/sexy-geisha-girl-costume.jpg Novamente, ignorem a criatura dentro dele) Ela começou a falar, pra quebrar o silêncio:
- Vamos entrar? – Eu me expulsei de meu próprio transe e respondi:
- Claro! Ahn… Flores para você. – Nossa, que idiota eu pareci agora!
- Obrigada, são lindas! – Não pude deixar de dizer:
- Ah, não fala isso. Elas não têm um quarto da sua beleza. – Era verdade. Não dava pra comparar!
- Obrigada, DC. – Ela corou! Tão linda! Comecei a observar a decoração. Estava tudo diferente: meia luz, algumas velas acesas, a mesa tipicamente japonesa posta e pétalas de rosas no chão. Olhei-a nos olhos e perguntei:
- Isso tudo é pra mim?
- Pra nós.
- E cadê seus pais? – Eu já desconfiava, mas queria confirmar.
- Meu priminho nasceu. Estão em Santos ajudando meus tios. Podemos jantar numa boa, só nós. – Ela abaixou a cabeça e ficou vermelha, de novo. Segurei seu queixo e o levantei para olhá-la nos olhos, perguntando:
- Então antes do jantar, vou querer um beijo, pode ser?
- Você nem precisa pedir. – E se aproximou mais.
- Ótimo! – E a puxei pela cintura, unindo nossos lábios num beijo de tirar o fôlego. Quando precisamos de ar, passei a beijar seu pescoço e sussurrei, notando a reação da sua pele ao meu hálito quente: — Nossa, que gueixa maravilhosa essa. Acho que perdi a fome.
- Não perdeu, não senhor! Vem, vou servir o jantar pra nós. – Se afastou de mim e foi colocar a comida para nós. Pelo visto, eu ia ter que fazer o jogo dela.
Ela serviu a comida e comemos sentados lado a lado, em silencio. Ela parecia um pouco nervosa. De repente, percebi alguma coisa embaixo do meu prato. Era um bilhete. Eu li e era a letra de uma das meninas:
DC, no freezer tem gelo e champanhe. No armário em cima da pia tem o balde e as taças. Sabíamos que a Mô não aceitaria se falássemos para ela, mas também sabemos que às vezes, o álcool acaba sendo necessário. Contamos com a sua aversão a regras. Beijos.
Dei uma risada, então era isso que elas estavam aprontando. Levantei-me e fui até a cozinha fazer o que elas mandaram. Voltei com o champanhe dentro do balde com gelo em uma mão, e as duas taças na outra. Foi aí que eu saquei tudo. Estava tudo armado. E se, para que ela ficasse calma e curtisse o momento, as amigas achavam melhor ela beber, então ela IA beber. Pedi com jeitinho:
- Só uma tacinha, baby. Pra me acompanhar.
- Eu nunca bebi nada com álcool. E se me fizer mal?
- Eu cuido de você. – Ela fez uma cara pensativa, mas depois acabou cedendo. Fizemos como recém casados, bebendo com os braços entrelaçados. Acabamos achando graça da situação e rimos. Não sei como, mas acabamos nos beijando. Começou devagar, mas nossa urgência foi aumentando e logo estávamos ofegando. Separei meus lábios dos dela e sussurrei bem perto de sua orelha:
- Acho que deveríamos continuar a tomar esse champanhe em outro lugar. Porque a gente não segue essas flores pra ver onde elas nos levam? – Fui na frente, puxando-a pela mão enquanto seguíamos a trilha de pétalas de rosas. Eu ia levando o balde com champanhe e gelo em uma mão, com a outra mão segurando a dela. Ela levava as taças na outra mão.
Chegamos ao seu quarto e eu parei na porta, admirando a decoração também daquele ambiente. O quarto iluminado por diversas velas, a cama com lençóis de cetim rosa, as pétalas formando um coração com nossas iniciais, o climatizador deixando uma temperatura agradável e uma música clássica de fundo. Voltei a encher nossas taças e bebemos enquanto dançávamos abraçados. O cheiro dela me atraía tanto que quase não agüentei me segurar. Mas eu quis fazer tudo da maneira mais romântica possível. Quando terminamos, coloquei as taças vazias dentro do balde com gelo e continuei a dançar com ela, mas de um jeito mais sensual. Eu passava o nariz pela orelha, pescoço e bochecha dela. O cheiro não ajudava em nada no meu autocontrole. Dei uma mordida de leve no queixo dela e foi mais forte que eu: comecei a beijá-la. Ela logo entreabriu os lábios para receber a minha língua, que começou a dançar eroticamente com a dela, aumentando cada vez mais o tesão daquele momento. Quase sem que eu percebesse, minhas mãos, antes pousadas em sua cintura, começaram a percorrer toda a extensão de suas costas. Quanto mais eu tinha dela, mais eu queria ter. Ela me abraçou pelo pescoço e segurou os cabelos da minha nuca com força. Aquilo me deixou maluco e eu deixei escapar um gemido. Segurei-a pelos quadris e puxei-a de encontro a mim, fazendo-a sentir a minha excitação roçar contra sua coxa firme.
Eu a segurei com força pela cintura (essa era uma das vantagens de namorar a Mônica: fazer força dificilmente a machucaria) enquanto minha outra mão subia acariciando-a na barriga, nos seios, ombro e pescoço. Encontrei o bendito zíper do vestido e o desci. Fiz isso de maneira lenta, de modo que ela pudesse me impedir se assim desejasse. Ela não tentou, nem fez menção de tentar me impedir. Quando eu finalmente consegui tirar o vestido dela, eu tive a visão mais linda de toda a minha vida: a mulher mais gostosa do mundo vestida só com um corpete e uma calcinha rosas, meias até o meio das coxas e salto alto. Era meigo, romântico e absurdamente erótico ao mesmo tempo. Não há como descrever. .(N/A: A lingerie da Mônica é essa http://4.bp.blogspot.com/_Dk6qDrwtxIo/TJTyc29y9WI/AAAAAAAAACs/sTdKn_eFnTY/s1600/DSCF5466.JPG) Até perdi o ritmo da respiração. Eu falei:
- Você é a mulher mais maravilhosa do mundo. E quer me matar assim. Eu não agüento! – E fui beijar a parte dos seus seios exposta pelo corpete, mordendo de leve, passando o nariz e a língua, sentindo o gosto e o cheiro dela, fazendo a minha ereção doer e pulsar. Ela tirou a minha camiseta. Foi iniciativa dela, então eu simplesmente permiti. Ela ficou olhando a minha barriga e depois ofegou de um jeito muito sexy. Coloquei as mãos delicadas dela em meu peito e disse, também ofegante, em seu ouvido:
- Não precisa ficar olhando. Pode e deve tocar. É só seu.
- Eu também sou sua. Só sua.
- Não tem pressa, Mônica. Eu te amo e posso esperar o tempo que você achar necessário. – Eu queria que fosse certo e especial para ela. Não queria que ela se sentisse pressionada a nada.
- Não quero esperar mais. Eu quero você. Eu preciso de você. Hoje, agora. – E me puxou para um beijo profundo. Isso me fez ter certeza que ela sabia o que estava fazendo, e que o fazia por vontade própria. Isso me deixou ainda mais excitado e eu a puxei, de modo que enlaçasse as pernas em torno da minha cintura, fechei a porta do quarto com o calcanhar e a levei para a cama.
Eu a deitei e fiquei por cima dela, roçando meu membro mais que duro entre as pernas dela e percebendo as reações do corpo dela ao meu. Comecei a beijá-la nos lábios e logo desci para o pescoço, seios. Acariciei todo o seu corpo, admirando cada pedacinho dela. Sentindo a pele macia e perfumada. Achei que já era hora de começar a me livrar do excesso de roupas. Tudo dela ainda me parecia pouco, insuficiente. Acariciei suas pernas, levando as meias e sapatos, deixando as coxas grossas nuas, disponíveis para o meu toque. Tirei também meus tênis e minhas meias e fiquei só de bermuda.
Eu parei um pouco, admirando aquele corpo lindo, só meu, naquela lingerie maravilhosa. Comecei a beijar-lhe as coxas, a parte interna, me aproximando cada vez mais do ponto com o qual sonhei tantas vezes. Beijei seu pescoço enquanto começava a tirar a calcinha, dizendo em seu ouvido:
- Você me deixa louco e descontrolado. Me faz querer fazer tudo que eu puder pra te fazer feliz. Por favor, me faça parar se eu te machucar de qualquer forma. – Eu realmente queria fazer tudo para ela, mas estava ficando cada vez mais difícil me controlar, e eu tinha medo de machucá-la. Desabotoei, então, seu corpete. A visão dos seios empinados, de bicos rosados me fez gemer em antecipação. Toquei os dois ao mesmo tempo, depois coloquei um deles na boca. Eu circulava a pele macia do mamilo intumescido com a língua, enquanto sugava e mordia levemente. Ela gemia baixinho e arranhava minhas costas de leve, me fazendo querer continuar cada vez mais. Usei minha mão livre para acariciar sua entrada, já quente e extremamente úmida. Eu notei que ela estava muito pronta pra mim. Mas eu não ia pular etapas. Ia dar a ela todo o prazer que eu pudesse.
Comecei a descer os beijos pela pele branquinha da barriga, mordendo e beijando para fazê-la relaxar. Afastei suas pernas devagar, notando sua tensão de expectativa. Beijei e mordi a virilha, o interior das coxas e os grandes lábios enquanto me ocupava em tirar a bermuda e as boxers. Então, enfim provei seu gosto direto da fonte, lambendo sua entrada. Ela quase gritou quando eu comecei a penetrá-la com a língua, enquanto estimulava seu clitóris com os dedos. Comecei a alternar, sugando o ponto sensível enquanto a penetrava com um dedo. Ela já começava a se contrair quando voltei a subir os beijos – não ia deixá-la gozar ainda, queria prolongar para ficar ainda melhor. Ela gemeu em protesto, o que me fez rir e dizer:
- Ainda não, eu só estou começando. – Ela me abraçou pelo pescoço e colocou as pernas em volta da minha cintura. Isso fez nossos pontos mais sensíveis se unirem e eu pressionava o dela, ouvindo-a gemer longa e profundamente. Eu já não estava mais agüentando quando ela disse:
- DC, quero você. Agora. – Era chegada a hora. Eu teria que fazer tudo certo naquele momento. Beijei-a devagar enquanto me posicionava na entrada quente e úmida. Fui deslizando lentamente para dentro dela, evitando que ela sentisse qualquer vestígio de dor. Quando encontrei a resistência de seu hímen, fiz um pouco de pressão e ele se rompeu. Ela ficou tensa e apertou os olhos. Beijei as duas pálpebras e depois os lábios, dizendo:
- Calma, meu amor, vai passar. – Esperei um pouco parado dentro dela, para que ela se acostumasse. Menos de um minuto depois, ela começou a forçar seus quadris de encontro aos meus, dando a entender que queria continuar. Não a decepcionei e continuei deslizando até que nossos corpos se encostassem. Parei de novo para ela se acostumar, me deleitando com a sensação de completá-la, preenchê-la. Era indescritível senti-la em volta de mim desse jeito. Não me contive e gemi alto:
- Ahnn… Tão apertada… Você é perfeita. Deliciosamente perfeita, como eu sempre sonhei. – Ela me abraçou com força e sussurrou:
- Mais… — Aquilo quase fez com que eu perdesse de vez a sanidade. Comecei a me mover num vai-e-vem firme e lento, que foi se aprofundando e acelerando junto com nossas respirações. Eu beijava cada parte dela que eu alcançava enquanto ela me apertava mais e mais, acariciando meus ombros, pescoço e costas com as mãos. Ela gemia deliciosamente em meus ouvidos e, de repente, ela começou a me apertar dentro dela, seu gozo cada vez mais próximo. Aquilo me fez perder o controle também e eu gemi baixo e grave:
- Ah, Mônica… Eu não vou agüentar… Goza junto comigo… Olhando nos meus olhos. – Quando ela abriu os olhos e eu vi aquele infinito castanho diante de mim, eu senti meu membro pulsar enquanto eu jorrava meu líquido dentro dela, ao mesmo tempo em que ela se contraía, me apertando deliciosamente gozando ao mesmo tempo que eu. Ela gemeu meu nome em meio ao prazer e aquilo me fez sentir o homem mais poderoso do mundo. Também deixei seu nome escapar de meus lábios, como já havia feito tantas vezes enquanto me “aliviava” sozinho.
Saí de dentro dela devagar, nos virei de modo que eu ficasse por baixo e a deitei em meu peito, sentindo nossas respirações voltarem ao normal. Fiquei acariciando seus cabelos e curtindo o momento. Quando ela me olhou nos olhos, eu disse:
- Nesse momento não existe ninguém mais feliz que eu nesse mundo. Eu te amo. Mais que qualquer coisa nesse mundo. – Ela sorriu do jeito mais lindo que eu já havia visto e respondeu:
- Eu também estou muito feliz, DC. Ninguém melhor para a minha primeira vez do que o cara que eu amo. Obrigada por fazer ser tão especial.
- Você fez especial. Valeu a pena esperar todo esse tempo. Eu não poderia fazer isso com nenhuma outra mulher no mundo. – Seus olhos se arregalaram:
- Então também foi sua primeira vez? – Olhei pra ela sem entender:
- Claro, oras. Que pergunta, meu amor.
- É que você nunca tinha me dito que era virgem.
- Você nunca perguntou… Achei que estava subentendido.
- Acho que não… — Ela riu baixinho. – Mas me faz ainda mais feliz saber disso. – Ela encostou a cabeça no meu peito e logo estava respirando leve e compassadamente. Também dormi logo. Acordei algum tempo depois, com ela ainda na mesma posição sobre mim. Era muito bom saber que ela estava tão feliz quanto eu com tudo aquilo. Ela pareceu perceber que eu a estava olhando, porque logo abriu os olhos, sorrindo e disse:
- Que tal um banho?
- Só se for acompanhado.
- Com certeza!
Ela se levantou toda nua e se dirigiu à porta do banheiro. Fiquei imaginando se ela sabia o quanto era sexy ou se era simplesmente natural dela. Ouvi o barulho do chuveiro abrindo e me espantei com o fato que isso já tinha feito meu “amigo” dar sinal de vida. Ela apareceu na porta, enrolada na toalha (como pode ser ainda mais gostosa assim?!) e me perguntou se eu não ia.
- Claro que vou! – Me levantei e a segui até o boxe, onde ela havia pendurado a toalha e entrado no chuveiro toda nua. Agora além de nua, ela estava molhada, começando a passar xampu nos cabelos, de costas para mim. Aquilo não ia prestar.
Notas finais
Já estou com a idéia do próximo capítulo pronta na cabeça. Dependo de incentivos para continuar xD
Beijos.
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