Notas iniciais
Oi gente! Eu estava aproveitando minhas ferias,desculpem por não postar. Ah e eu estava relendo os capitulos e achei muitos erros,os maiores no primeiro capitulo ,mas eu pretendo consertar,okay? Só quero que me digam se realmente esta valendo a pena ler tudo isso ou se está muito chato,ou se precisa ser melhorado okay?Mas eu fico muito feliz com os comentarios e o numero de leitores.

Encaro o homem furioso no carro, seguro meus braços quando o vento forte e frio me atinge fazendo com que meus cabelos molhados baterem com força em meu rosto.O ignoro e continuo a caminhar pela beira da estrada, o vento bate forte contra mim e por um pouco sinto que ele vai me arrastar consigo para trás.

Mas não é o vento que me arrasta para trás, e sim dois braços fortes que me puxam para trás, não resisto, estou esgotada demais para isso.

Ele me pega no colo e coloca no banco do carro,depois fecha a porta com força, mas eu não me importo.Ele entra e fecha a porta e liga o ar quente e depois o radio.

Me encolho no banco enquanto a musica toca, a melodia é calma e a voz da cantora é muito bonita.Coloco o sinto de segurança e ele também faz.Ficamos longos minutos como carro parado no acostamento da pista, enquanto a tempestade cai lá fora e os raios me aterrorizam.

—Agora você pode me explicar por que fugiu daquela forma?—Sua voz era seria e sua expressão cética.

—É legal essa musica né?—Pergunto tentando fugir do assunto de qualquer maneira.

—Não fuja do assunto!Você irá me explicar o que há de errado.—Ele estava lá, certo?Quando o pai dele gritou aos quatro quantos que eu roubei seus filhos.

—Seu pai está certo.

—Aonde você quer chegar com...isso...

—Você já foi ao monteRushmore?

—Uma vez...meu pai...Está mudando de assun...—O silenciei com o dedo indicador.

—Você também deve ter ido ao Grand Canyon,não é?—Ele apenas desviou o olhar "Qual Norte-Americano nunca foi ao Grand Canyon" Perguntei me mentalmente "Ah é! Eu!" Me respondi.—Bem eu nunca fui...Planejei ir com dezoito anos quando tinha sete anos eu sabia que ficava proximo a Vegas e queria aproveitar a viagem toda...Ai passou-se alguns anos e eu fiz uma prova errada sabe? A professora errou e me deu uma prova para que já estava no terceiro grau...Eu havia lido livros na biblioteca sobre aquelas formulas e fiz a prova sem problemas...depois me chamaram até uma sala vazia e me fizeram fazer outras e então eu entrei na faculdade...Minhas expectativas foram atrasadas pela minha nova obrigação e eu nunca fui a um dos lugares mais conhecidos do meu país. Eu viajei para Mid-Cambridge e deixei tudo para trás apenas estudar e trabalhar e me vi com vinte e três anos ocupada demais com os meus negócios para dar atenção a outra coisa.Antes de meu pai morrer nós havíamos brigado,eu era viciada em trabalho e ele queria aproveitar um tempo comigo.

—Aria eu nã... —Coloco novamente o dedo em seus labios.

—Eu nunca tive o carinho de uma mãe.Nunca culpei meu pai por se matar de trabalhar e comprar todas as ações da Emirates,eu fui pra faculdade com 13 anos.Eu me arrependo de não ter assumido a Emirates.Eu me arrependo de ter discutido com meu pai,e a ultima coisa que eu disse a ele não ter sido "eu te amo".Seu pai tem toda razão em me odiar se eu os afastei dele.

Ele diz nada apenas da partida no carro e começa a fazer o retorno acasa de seus pais.Meu corpo gela e eu sinto uma vontade de me jogar do carro mas não faço.

—Você ainda tem tempo para isso...vai encontrar alguém que ame você de verdade e que você ame então poderão conhecer tudo e levar seus filhos.

—Tempo é o que eu menos tenho e eu estou te arrastando pra essa droga junto comigo.—As lagrimas queimaram em meus olhos, e deixei algumas escaparem por maior que fosse o esforço que eu fizesse.—Me desculpe...eu...você—Theodore para o carro novamente em um acostamento.—Eu penso em desistir de tudo isso e voltar a minha vida normal...—Sinto seus braços me rodearem.

—Pare de chorar.—Seu tom de ordem chegava a ser assustador e eu me obriguei a obedecer.—Eu to fazendo por que quero.Se eu não quisesse simplesmente negaria.—Seu tom continuou igual e frio, porem ele fez uma pausa como se ponderasse se diria aquilo ou não.—Somos amigos.Amigos coloridos.Estamos fingindo um relacionamento e depois disso tudo podemos simplesmente acabar com isso e virarmos amigos, porém será só depois de proteger o que é seu por direito.—Desfazemos o abraço e eu me sinto mais confortada.

—Obrigado, você é o melhor amigo que eu poderia ter.—Ele sorriu genuinamente fazendo meu peito palpitar.

OH DROGA!

EU NÃO POSSO ESTAR ME APAIXONANDO POR THEODORE GREY!

o.O.o

Chegamos a casa dos Grey's e eu tremia internamente olhar para Christian novamante seria um grande desafio.Entramos na casa e mesmo contra gosto me senti bem por estar em um lugar quente.A chuva caia lá fora e a cada trovão eu sentia mais vontade de correr daquele lugar e me esconder como fazia quando era menor.

Chegamos na sala e Theodore segurava minha mão com força me passando segurança e calor.A sensação de sua pele contra a minha era deliciosa.Ao entrar noto todos reunidos no sofa.Phoebe com olhos inchados e cara de poucos amigos sendo abraçada por Thomas, enquanto Ana estava no colo do Christian com uma cara triste e ele parecia furioso.Andei pra trás quando seu olhar gélido e penetrante, mas fui parada por uma barreira de músculos.

Phoebe ao notar minha presença corre em minha direção se jogando em meu braços e chorando (Phoebe chorando? O_o) logo ela se afasta seca as lagrimas e me da um tapa na cara.

—Ai!—Conhecendo Phoebe como conheço esse é seu jeitinho especial de dizer 'eu te amo'.

—Você quer me matar de preocupação!

—Ah me desculpe...eu...é só não queria...—Minha língua parecia estar formando um nó. Porém sou interrompida pela voz fria de Christian.

—Eu quero falar com você. A sós. Vamos para o meu escritório.—Todos na sala se entre olharam.

—Pai se ela for assim, com essas roupas molhadas, ira pegar um resfriado.—Theodore diz enquanto me prende em seu braços novamente.Christian acenou com a cabeça e como se Theodore me fez subir as escadas e entrar em um quarto com varias fotos de sua familia.Era azul branco e preto e tinha miniaturas de carros antigos,troféus,e fotos dele vestido de jogador de futebol americano.

Ele desapareceu voltando com toalhas em seus braços e dois moletons que juguei ser um para mim e um para ele.

—Vamos, não quero que fique resfriada.—Me levantei e caminhei até a porta que dava para o banheiro.Ele começou a retirar suas roupas e eu fiquei lá. Parada. Admirada. Feito uma boba. Olhando para ele e descendo o olhar até sua cueca. Senti minha boca ficar seca ao ver sua ereção.—Aria? Não vai tirar sua roupa?—Eu não conseguia parar de olhar.

—Er...Não...quer dizer sim...—Senti minha língua dançar e Theodore gargalhou,sai de meu transe e me virei de costas, comecei a tirarminha blusa, senti o olhar dele queimar em minhas costas.—Se escondendo de que Aria?—Senti suas mãos quentes em minha cintura.—Não há nada que eu tenha visto...—Disse acariciando minha cintura e subindo até meus seios.—Tocado...—Suas mãos subiam e desciam em minha cintura e eu fechei os olhos apenas sentindo, seus lábios foram para meu pescoço distribuindo alguns beijos em meu pescoço.—E até mesmo beijado...—Sussurrou em meu ouvido e mordeu o lóbulo de minha orelha .

—Estamos na casa dos seus pais....—Ele apertou minha cintura com mais força e ergueu minha saia esfregando sua ereção contra minha calcinha, fazendo com que minha calcinha ficasse molhada.

—Então você terá que gemer bem baixinho...só pra mim.—Disse ainda sussurrando em meu ouvido.Arfei e ele puxou minha saia rasgando a.

—Theodore!—Gritei.

—Oproximo é sua calcinha!—Ele rosnou e puxou minha calcinha fazendo o som do tecido se rompendo presente.Gemi alto e ele deu um tapa na minha nádega esquerda, me fazendo soltar um gritinho.Mas admito que me excitou.—Mais baixo!—Puxou meu cabelo fazendo minha cabeça prender para trás com a força que usou.—Ah Aria,eu estou tão irritado com você!—Eu estava estranhando seu comportamento mas não disse nada.—Eu deveria...—Ele parou de falar como mudasse de ideia sobre o que iria dizer.

—Deveria o que?—Resolvi provoca-lo também e rebolei contra sua ereção fazendo o dar um puxão em meu cabelo.Gemi.Não de dor ou algo do tipo...foi prazer, eu estava sentindo prazer em ser torturada.—Me diz! O que?!

—Quieta!—Desferiu um tapa forte em minha nádega, porém dessa vez foi a direita.Me excitei mais ainda e me movi tentando obter maior contato com seu membro.Eu sentia minha intimidade gotejar.

"Otimo, acabei de descobrir que sou sadomasoquista"

Ele me empurrou em direção a parede do banheiro fazendo com que eu ficasse de frente com ele entre minhas pernas enquanto ligava o chuveiro esfregando seu sexo ainda coberto pela cueca no meu. Eu poderia gozar apenas com o atrito do áspero tecido de sua box vermelha em meu clítoris, mas estava resistindo.

—Ah você está tão molhada.—A agua quente começava a fazer o vapor subir dentro do box de vidro de seu banheiro.Sua respiração ofegante batia contra a minha também ofegante.—Eu vou te foder todinha e você vai ficar quietinha, não queremos que a casa toda saiba de nossa intimidade não é mesmo?—Limitei me a concordar com a cabeça.—Otimo.—Sussurrou em meu ouvido voltando a distribuir beijos em meu pescoço até chegar em meus lábios onde me beijou ferozmentetirando todo meu ar.Empurrei sua cueca para baixo com certa dificuldade por causo da agua.Nos separamos e ele segurou os dois lados de meu rosto apoiando os braços na parede e grudou sua testa na minha me olhando profundamente.Então me penetrou suprimi o gemido beijando o novamente,a sensação de elasticidade que ele me fazia ter era maravilhosa.—Oh você é tão apertada!—Disse desgrudando nossos lábios e começando a se mover.Logo tornou-se um ritmo implacável e eu fazia de tudo para não gemer mas não conseguia e consequentemente recebia tapas que tinham o poder de me excitar mais.

—Ah por favor Theodore...—Digo controlando a voz para não gritar.

—Por favor o que?—Sussurrou ofegante.

—Me bate...por favor...—Ele me olhou e vi confusão passar por seus olhos entorpecidos de desejo mas logo depois ele desferiu um tapa em minha nádega esquerda, eu não aguentei e gozei mordendo o ombro de Theodore para abafar meu grito. Depois de algumas estocadas Theodore gozou sussurrando coisas incoerentes.Desci de seu colo e me apoiei nele por causa de minhas pernas ainda bambas.

—Vamos você ainda tem que falar com meu pai.—Disse com um sorrisinho sacana e depois alisou meu bumbum como se admirasse o trabalho que foi feito e depois apertou marcando ainda mais por seus dedos, então beijou meus lábios e ele segurou minhas costas nos grudando mais.

Pelo menos agora estou mais relaxada e me sinto pronta para falar como senhor Grey