Notas iniciais
GENTEN, SO-COR-RO! GANHEI MINHA PRIMEIRA RECOMENDAÇÃO ;3 Camilla Pacheco sua linda. Olha, além de amar o seus reviews *-*, você arrasou na recomendação. Vish >.< me senti agora! vey, eu quero ter filhos com você agora! ~~lê conciência: Se controla cachorra! Gente, eu amo vocês! Muito sério! Minha fic com mais de 90 reviews, tô me achando a Beyoncé da favela. pxiiiii! Vocês são demais. Desculpa o cap curto, eu vou tentar postar um por semana e aumentar o tamanho do capitulo e eu comecei uma fic nova, original se alguém quiser acompanhar o link tá aqui: http://fanfiction.com.br/historia/537211/Devil_in_Disguise/

Quando saímos do nosso "banho" ele me entrega um roupão e entramos em seu quarto aquecido ou o calor emana do corpo dele, não sei, só sei que não quero parar esse beijo.

Ele me deita na cama acariciando em minha cintura com a mão direita e com a esquerda minha perna, subindo e descendo revelando mas do meu corpo.Ele se posicionou no meio de minhas pernas.

—Estamos molhando sua cama.—Disse tentando recobrar minha consciência perdida em algum lugar da minha cabeça.

—Foda-se a cama Arianna!—Seu beijo se intensificou mais e eu não conseguia pensar em nada só naqueles lábios, quando a falta de oxigênio se fez presente ele começou a distribuir beijos pelo meu pescoço me deixando ofegante, levei minhas mãos aos seus cabelos acariciando-os e gemi baixinho fazendo-o apertar minha coxa com força enquanto me puxava para ele grudando mais nossos corpos.Um aviso em minha cabeça apareceu me alertando que eu tinha algo importante pra fazer mas não conseguia recordar de forma alguma o que era.

—Theodore!—Só deu tempo dele e eu olharmos para porta e Phoebe estava lá com uma cara de taxo.—Vocês não trancam a porta, não?!—Senti meu sangue subir para minhas bochechas.

—Você não bate, não?—Retrucou Theodore que nem parecia se importar com o fato de estarmos seminus.

—Eu bati! Mas ninguém respondeu, ai eu entrei!

—Não parou pra pensar que talvez estivéssemos ocupados?

—Chega vocês dois! Phoebe pode nos dar licença para eu nos vestirmos? Parece que só eu me importo de estar seminua quando qualquer um pode chegar e vocês ai discutindo!—Os dois olharam para mim, então Phoebe saiu do quarto, empurrei Theodore para que ele saísse de cima de cima de mim, mas ele agarrou minha cintura com as duas mãos e me beijou novamente, então me soltou se levantando e eu me levantei logo em seguida pegando o moletom preto que ele me ofereceu.

—Phoebe disse que trouxe para caso você ficasse pilhada com ela.—Ele parecia confuso.

—Como eu ia ficar na sua casa eu...não ia usar aqueles pijamas mas Phoebe me fez traze-los...

—Lembre me de agradece-la. Bom felizmente eu não consegui te arrumar roupa intima.—Disse com um sorriso sacana, corei. Eu tenho corado muito ultimamente. Coloquei o moletom e quando ia saindo do quarto para falar com Christian (Tudo parecia mais claro longe dos lábios de Theodore, até me lembrei o que eu ia fazer.),Theodore agarrou minha cintura e sussurrou em meu ouvido:—Continuamos aquilo depois.—Apenas assenti e sai do quarto com ele atrás. Felizmente ou infelizmente Phoebe tinha o mesmo pé que o meu e me emprestou uma pantufa de coelhinho.Eu ia falar com o senhor Grey de pantufas! Não que isso implicasse na nossa conversa, apenas temia perder minha seriedade usando um sapato daqueles. Theodore me guiou até uma porta e então virou de frente para mim.—Você consegue enfrentar essa sozinha. Ele só parece bravo, mas não é.—Então ele selou nossos lábios no que era pra ser um simples selinho se aprofundou, passei a mão por sua nuca , senti sua língua pedir passagem e cedi. Quando nos separamos por falta de ar Anastácia estava no fim do corredor ,olhando-nos com um sorriso enorme. Corei instantaneamente e murmurei um "Desculpe" bem baixinho tentando controlar minhas bochechas. Theodore segurou meu rosto com um sorriso sacana e algo me dizia que ele sabia que sua mãe estava nos assistindo. Ele me deu mais um selinho e disse: —Boa sorte gatinha!—Depois sussurrou apenas para que eu ouvisse.—Aproposito você fica linda corada.

Bati na porta até ouvir um 'entre' que me causou calafrios. Abri timidamente a porta e pedi licença. caminhei até uma das cadeiras a frente da mesa que Christian estava e ele continuou a me analisar, parei ao lado da cadeira esperando que ele me pedisse para sentar o que não tardou a acontecer.

—Eu conheci Cameron.—Meu coração falhou ao ouvir o nome de papai.—Ele era um bom homem.

—C-como...o conheceu?—Papai era um assunto delicado pra mim. Algumas lágrimas se formaram no canto de meus olhos e minha voz saiu embargada.

—Foi na faculdade.—Novamente meu coração falhou e segurei sua mão em um gesto de desespero sentindo uma pontada em meu peito.Me deu falta de ar com a possibilidade que se formou na minha cabeça.

—Você sabe quem é minha mãe?—Uma lagrima escorreu por meus olhos.Ele olhou para minha mão agarrada a sua e vi seu olhar amolecer.Ele colocou sua outra mão sobre a minha e apertou gentilmente.

—Eu e seu pai éramos amigos, não muito próximos, mas conversávamos as vezes.Ele me falou de uma moça, Gabriela, mas foi pouco tempo antes de eu abandonar a faculdade.Depois que sai perdemos o contato e como ele morava em Seattle também, nos encontrávamos eventualmente em um desses encontros ele estava embarcando para o México, até onde eu sabia ele não era dono da Emirates ainda e naquele dia ele estava, hum...radiante. O cumprimentei e perguntei se estava tudo bem e ele me disse que seu filho estava nascendo. Até onde eu sei sua mãe é mexicana.—Meu peito falhou novamente.Minha certidão diz que eu nasci aqui em Seattle, mas talvez seja só meu registro e se meu pai sabe quem é minha mãe porque mentiu esse tempo todo.Mas algumas lagrimas escaparam de meus olhos e eu sequei com a mão que não estava sendo segurada por Christian.

—Muito obrigado e me desculpe. Nunca foi minha intensão afasta-lo de Phoebe. Ela era minha grande amiga e eu apenas a ajudei quando ela pediu.—Ele voltou a sua expressão seria mas não soltou minha mão.

—Tudo bem. Só te peço uma coisa.—Ele fez uma pausa.—Cuide de Theodore. Ele ficou muito mal no ultimo relacionamento e até se envolveu com drogas, foi uma fase critica e eu não quero vê-lo assim novamente.—Eu estava chocada. Agora não seria mais uma simples vingança. Ela havia acabado com o meu A-A-AMIGO! Isso amigo, ela havia acabado com meu amigo.—Você o ama?—Amor era uma palavra forte mas no fundo um impulso mandado de alguma parte de meu coração me fez dizer:

—Eu daria minha vida por ele!

Christian sorriu e apertou minha mão com mais firmeza ainda.

—Eu confio em você que sim.