Purr-suation
1 Masquerade
Notas iniciais
Resolvi que estava na hora de escrever esta fanfic, já que estava com a ideia em mente há um bom tempinho.
Minha escrita nesta história é baseada nos episódios em francês ou inglês da série, onde as piadas são um tanto parecidas e os apelidos seguem traduzidos.
Espero que curtam tanto quanto eu curti escrever.
Boa leitura.
Seu ioiô voltou para sua mão assim que pousou os pés na varanda. A noite era fria, porém, não com as brisas intensas que o inverno parisiense trazia, mas sim seu início. A luz da lua pendia de modo fraco iluminando o local descoberto com poucos rastros de neblina. Tudo estava silencioso ao redor, com pouquíssimos edifícios clarificados em seus interiores.
— De-transformar — a garota disse em um tom não muito alto para não criar suspeitas ao casal que dormia em quartos próximos.
Todo seu uniforme vermelho se desfez magicamente e fez com que a pequena criatura do mesmo tom caísse nas mãos vazias da garota. Um sorriso se formou em seus lábios rosados e ela levantou o alçapão que dava diretamente em seu quarto. Com cuidado, desceu as escadas e caminhou na direção do divã, jogando seu corpo dramaticamente sobre as almofadas confortáveis.
Olhou ao seu redor, vendo as paredes pintadas em rosa preenchidas com notas, manequins encostados, quadros decorados, flores desenhadas e pôsteres. Pôsteres de alguém que a garota nunca se cansaria de apreciar todos os dias. Não quis encarar sua escrivaninha pois sabia que, quanto mais olhasse para ela, mais a agonia de arrumá-la cresceria dentro de si e acabaria por comê-la viva. A bagunça era imensa: vários objetos de costura espalhados sobre ela, suas fitas métricas totalmente desarrumadas, tecidos espalhados e cadernos de anotações escancarados.
Sua mãe já havia lhe dado mais de dez sermões por sua bagunça, mas tendo seu período de vida normal ocupado com a escola durante os dias e o período noturno ocupado pelas responsabilidades que lhe foram concebidas, era quase impossível de manter-se em ordem. Mal sabia como arranjava tempo para os estudos e tarefas- Tarefas? Física!
— Tikki! — Chamou o pequeno ser flutuante atrás de si. Seu kwami. — Como você não me lembrou da tarefa de física?
A garota dos cabelos negros correu até sua escrivaninha, pegando todo o conteúdo que pairava ali em cima e jogou no canto de seu quarto. Jogou-se sobre a cadeira giratória e abriu seu livro de física com pressa. Era tarde da noite, e ela havia se atrasado na patrulha noturna pois ela e seu parceiro tiveram de seguir dois homens suspeitos.
Marinette teria aula cedo, mas não podia ficar sem fazer sua tarefa de física, já que era a matéria que menos gostava e menos conseguia compreender. O problema era que seus dedos estavam travados no lápis, sem qualquer rastro de movimento visível aos olhos. Quando foi começar a reescrever a fórmula necessária, sentiu uma dor incômoda nas costas e se lembrou do motivo de estar doendo. Passou a mão sobre o arranhão quase que num contorcionismo e contraiu o maxilar em reação.
— Marinette, melhor você ir dormir — o kwami disse com a voz doce enquanto rodeava o cabelo azulado da jovem. — Foi um dia cansativo. Amanhã você pode copiar a tarefa de alguém.
— Eu… bom, é verdade. Eu preciso destas horas de sono — a garota disse ao bocejar de modo longo e sorriu para o ser vermelho de pintinhas pretas espalhadas pelo corpo.
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— Mari… — um toque suave sobre seu ombro a chacoalhava lentamente. — Mari!
Seu susto ao acordar fora tão grande que a menina quase caiu da cadeira. Quase não se lembrava de que estava na escola, em sua sala. Olhou para frente automaticamente e notou que ao menos, não havia pagado de idiota na frente de Adrien, já que ele ainda não havia chegado na escola.
Seus olhos se voltaram para seu lado, onde vira a garota de mechas vermelhas sorrindo para ela de um modo tolo. Alya estava com os braços cruzados sobre a mesa e os cabelos jogados para trás, como sempre. Nenhum rastro de um suposta mau-humor em sua face. Ela vestia um casaco vermelho-escuro com capuz, mas sem fazer uso da parte. Suas calças eram pesadas, de moletom, e Marinette suspeitou que ela devia estar usando outra por baixo, já que o frio estava absurdo.
Um detalhe diferente na jovem era o fato de ela não parecer tão confiante quanto nos outros dias. Seu rosto pardo estava perdendo a cor e seus olhos pareciam carregados de sono. Ela fungava o tempo todo e parecia perdida naquele local. Marinette ajeitou as mangas do próprio suéter pesado roxo e encarou a amiga.
— Você parece não ter dormido nada — Alya forçou um sorriso e soltou um espirro em seguida, caindo com a cabeça entre os braços sobre a mesa.
— Física — disse a mestiça ao tocar as costas da amiga. — Parece que alguém pegou uma gripe.
— O aquecedor em casa quebrou — disse a outra ao gemer abafadamente. — Tivemos de dormir na sala, para manter calor. Eu e mais minhas três irmãs.
Marinette riu e acariciou as costas da amiga enquanto olhava para frente, esperando a entrada do louro que não aparecia. Ao invés do louro, quem surgiu fora a loura. Justamente quem ela queria que tivesse pego a gripe e faltado à escola naqueles próximos dias. Chloé surgiu com um casaco estufado branco de marca fina. Usava um suéter amarelo com listras brancas e pretas por baixo e vestia calças brancas justas, acompanhadas de botas feitas de lã no interior. Por mais que Marinette não suportasse a garota, tinha de admitir que ela tinha um ótimo gosto para vestimentas.
Sabrina estava atrás, seguindo a loura com a bolsa das duas em mãos. A ruiva usava a mesma roupa de sempre: seu suéter xadrez em cores frias e o short verde-água, mas agora tinha um casaco grande e azul por cima das outras peças. Ela colocou as duas bolsas em sua mesa e sentou-se ao lado da melhor amiga, com um sorriso formado nos lábios. Chloé olhou para cima, formando um riso cínico e cochichou algo para a ruiva, soltando uma risada de deboche. Marinette sabia que só podia ser dela e de Alya, já que o passatempo favorito da loura era provoca-las.
— Olhe, Sabrina — Chloé apontou para a mesa do outro lado, onde as duas estavam sentadas. — Começou o apocalipse zumbi!
Por sorte, não havia muita gente presente na sala, então ninguém prestou atenção na garota que havia praticamente gritado.
— Nos dê um tempo, Chloé — Alya nem se deu o trabalho de tirar o rosto de dentro de seus braços.
— Não ligue, Sabrina — a garota seguiu —, Alya só está com inveja porque eu e Ladybug somos melhores amigas, enquanto ela não conseguiu uma entrevista sequer.
A morena bufou ao lado de Marinette. Ela era fã de carteirinha de sua forma super-heroína. Fundadora de seu blog e a pessoa mais antenada em todos seus passos. Seu principal objetivo era descobrir a garota por trás da máscara. Marinette ainda se surpreendia pelo fato de a melhor amiga não ter conseguido ligar todos os pontos e descoberto sua identidade real, já que ela estava ao seu lado a todo instante.
— Não vale a pena — disse a mestiça ao sorrir para a melhor amiga, que assentiu dentro de seus próprios braços.
Faltando alguns poucos minutos para a aula começar, uma figura surgiu na entrada da sala. Uma figura alta e loura que a garota conhecia bem.
Duas coisas que Marinette tinha certeza: 1) Croissants só eram bons frescos e 2) todos, sem exceção, ficam bonitos no inverno.
Mas Adrien quase lhe deu uma parada cardíaca. Como uma boa fã da moda e garota apaixonada, observou cada detalhe de suas vestes. O suéter roxo que usava era de lã cara e vestia uma jaqueta longa e preta por cima. Usava jeans esverdeados e tênis da mesma cor da jaqueta. Seu cabelo estava mais desarrumado, como se ele só tivesse acordado e deixado daquela maneira.
Marinette sentiu suas bochechas começarem a queimar mesmo sem ter qualquer contato visual recíproco. Quando o garoto foi sentar-se em seu lugar, olhou para as duas garotas atrás dele e sorriu de modo receptivo. Alya havia retirado a cabeça de seu conforto e ajustado as costas no banco, ainda com os braços acima da mesa. Sorriu de volta para Adrien, que logo se virou, e olhou para a mestiça ao seu lado, que queimava em vermelho.
Após aquilo, a srta. Bustier adentrou a sala com seus livros em mãos e os depositou sobre a mesa do professor, exibindo um sorriso para a sala, que acalmou as conversas e mantiveram-se atentos ao início da aula.
Ao fim de duas longas e entediantes aulas de literatura, a sra. Mendeleiv tomou o resto das aulas com física e matemática. O sinal do quarto período tocou, liberando os alunos para a uma hora e meia de almoço que tinham disponível. Marinette costumava almoçar em sua casa, assim como vários alunos faziam, mas alguns moravam mais longe que apenas uma esquina da escola, então procuravam comer pelos restaurantes que rodeavam ali.
Marinette ajeitava seu material dentro da bolsa enquanto Alya continuava deitada entre seus braços, gemendo. A morena tocou as costas da arruivada, indicando que já estava na hora de saírem, e a garota se assustou com o gesto.
— O que há com ela hoje? — Marinette ergueu a cabeça e viu Nino parado ao lado de seu assento, encarando a outra.
— Acho que ela pegou uma gripe — disse a mestiça ao virar-se na direção do moreno e notar que Adrien estava parado ali também, curioso.
— Eu estou b- atchim — assim que Alya se levantou, caiu sentada de volta ao assento com a força de seu espirro.
— Talvez seja melhor leva-la à enfermaria — observou o louro.
— É, s-sim, eu levo eu… não, levo eu ela… digo, eu levo ela! — Gaguejou Marinette ao esboçar um sorriso bobo nos lábios e caminhar para fora da sala, segurando o braço da melhor amiga, praticamente a arrastando.
Assim que as duas já estavam do lado de fora da sala de aula, Alya colocou as mãos sobre os joelhos e curvou-se, como se tivesse corrido uma maratona.
— Mesmo doente ainda posso dizer que você agiu feito idiota — a garota soltou uma risada enquanto procurava fôlego.
— Eu não sei o que deu em mim… — Marinette ia começar a se lamentar, mas foi interrompida por uma voz atrás de si.
— Vocês ainda não foram à enfermaria? — Quando a garota se virou, viu Adrien novamente.
Por mais que Marinette tentasse, ela não conseguia se impedir de ficar tímida e agir como tola perto dele. Sua paixonite só crescia mais e mais junto de sua timidez, do mesmo modo que uma grandeza diretamente proporcional. Ela resolveu que seria melhor ficar quieta e apenas fazer movimentos com a cabeça para comunicação nesta conversa, e assim o fez. Negou com um chacoalhar de cabeça e olhou para a melhor amiga, que limpava o nariz na manga de seu casaco.
— Já estávamos indo — disse Alya ao voltar à postura normal. — Tive um ataque de tosse repentino.
A menina sorriu para a melhor amiga, que piscou com um olho após dar a desculpa. Adrien estava com as mãos enfiadas dentro do casaco e sorria para as duas, olhando para Marinette com diversos pensamentos passando em sua mente. Ele não conseguia entender o porquê de ela ter aqueles ataques de não-sei-falar-perto-de-pessoas quando eles conversavam. Quando a garota o via de uniforme não fazia este tipo de coisa.
— Adrikins! — Um grito esganiçado se formou próximo dali.
Na perspectiva de Marinette, tudo estava indo bem demais para ser verdade. Chloé surgiu de dentro da sala, acabando pendurada ao pescoço do louro, que se assustou com o ato. Seus olhos azuis bem maquiados estavam fixos nele. A morena já havia se acostumado com a loura dar ataques de carência daquele tipo — o que era bem humilhante — mas ainda não se permitia deixar de se incomodar.
— Por que você está falando com estes zumbis, Adrien? — Seus olhos se desprenderam do rosto impecável do garoto e sua expressão mudou ao olhar para as duas garotas à sua frente.
— Sério, Chloé? — Marinette cruzou os braços e revirou seus olhos.
— Melhor sairmos daqui — segurou o braço de Adrien com mais força, o que fez a expressão dele mudar para certo pânico —, talvez elas queiram almoçar nossos cérebros!
Sem mais palavras, a loura puxou o braço do modelo o levando junto de si para a outra escada. Marinette sentiu uma fervura em seu peito, e não era o mesmo tipo de fervura quando conversava com Adrien. Ela não podia acreditar nas atitudes de Chloé perto do garoto. Ele sequer gostava da companhia dela! Ou gostava?
— Vamos, Alya — Marinette tocou o braço da melhor amiga. — Vou te levar à enfermaria.
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A brisa fria batia em seu rosto, mas seu uniforme não o deixava senti-la por completo. A única coisa que o diferencia da escuridão daquele anoitecer eram seus olhos esmeralda, que reluziam de modo forte. Seu instinto felino sentiu o cheiro de perfume de longe e suas orelhas se mexeram, percebendo movimentação próxima.
Ele não foi cuidadoso, derrubou um vaso que se quebrou sobre o piso exposto de madeira, deixando terra e pedaços de porcelana espalhados. Sentou-se ao extremo da varanda e esperou o alçapão se abrir, revelando a imagem de uma garota vestida em calças cinzas de pijama e um moletom azul por cima de uma regata clara. Seu cabelo estava solto e encostava aos ombros.
A jovem subiu os degraus e caminhou na direção do apoio que rodeava a varanda, parando de frente para o super-herói. Ele e a encarou com seu famoso sorriso lateral e ela sorriu. Sem esperar qualquer outra reação da morena, desceu do cercado e caminhou para a frente da mestiça, roubando parte de sua respiração. Ela não retirou seus olhos dos dele por um segundo sequer e começou a dar passos para trás, acompanhados dos retos do garoto.
— Chat — chamou a garota enquanto encostava suas costas pequenas à parede.
Suas mãos cobertas pelas luvas se posicionaram uma no rosto da garota e outra em sua cintura, segurando forte que a fez soltar um suspiro. Suas unhas começaram a acariciar as bochechas da jovem enquanto ela não removia seus grandes olhos azuis dos dele.
A menina tocou o peito coberto pelo material da roupa do louro, agora olhando para suas próprias mãos e voltando seu olhar para o rosto dele mais uma vez.
— O que te traz aqui, gatinho? — Perguntou ao sorrir nervosamente.
— Gatos não gostam de passar as noites frias sozinhos, sabe? — Disse o garoto, causando uma cor vermelha sobre as bochechas da jovem.
As mãos dele deslizaram para o pescoço da garota, fazendo seu corpo se enrijecer e arrepios subirem pela sua espinha enquanto as unhas se moviam lentamente por sua pele macia.
— Está tarde, Chat — Marinette prosseguiu. — E você quebrou meu vaso.
— Posso te comprar um novo — aproximou seu rosto do dela e seus lábios úmidos se encostaram de modo lento na orelha da jovem, ronronando: —, um ainda mais purr-feito.
O garoto olhou mais uma vez para o rosto da mestiça que estava completamente vermelha e sorriu de canto novamente, levantando o rosto fino da jovem com uma de suas mãos, depositando um beijo suave sobre a base da mandíbula dela. Ele ouviu um gemido fraco escapar da boca dela, mas prosseguiu com seu trabalho.
— C-Chat — a jovem o chamou enquanto suas mãos subiam do peito para seus ombros fortes.
Seus beijos desceram para o pescoço, onde decidiu que seria melhor umedecer a região. Ao ter sua língua em contato com aquela parte de sua pele, sentiu o aroma de baunilha invadir suas narinas. Seus lábios eram leves e lentos para não a assustar. Quando a garota começou a apertar seus ombros, ele soube que estava fazendo um ótimo trabalho.
Ele logo afastou seu rosto daquela região e olhou nos olhos dela, umedecendo os lábios mais uma vez. Os dentes da garota prendiam o lábio inferior rosado, como se estivesse nervosa com todo aquele contato. As mãos do herói voltaram-se para o rosto macio da jovem, que pareceu enrijecer-se.
— Já está tarde — a garota comentou ainda de olhos fechados. — Não acha que está na hora de ir?
— Gatos são criaturas noturnas, Princesa — depositou um beijo na maçã do rosto da jovem que tremeu com a proximidade de seus lábios sobre sua pele.
— Mas nem todos os humanos são — ela arfou ao sentir outro beijo sobre sua bochecha.
— Podemos mudar isso — ele disse ao encostar as duas pontas de narizes. — Eu sei o que você quer, Marinette.
— S-sabe?
— Sei — disse ele ao se aproximar ainda mais, faltando centímetros para colidirem com seus lábios. — Mas quero ouvir de você. O que você quer, Princesa?
Ela sorriu e soltou uma calma risada abafada, olhando agora diretamente em seus olhos verdes.
— Eu quero camembert.
— O quê? — Adrien piscou duas vezes e acordou em sua cama, tendo a figura escura e flutuante sobre seu nariz, olhando-o com mau-humor expresso no rosto.
Adrien sentiu as pesadas cobertas sobre seu corpo e a cabeça sobre os travesseiros macios que lhe permitiam um sono melhor. Um sono onde podia sonhar com coisas que nunca imaginou que sonharia. Seu kwami, Plagg estava de frente para o louro, com a boca aberta e os dentes pontudos à mostra.
— Você me perguntou o que eu quero, e eu quero meu queijo — o kwami respondeu e flutuou para o outro lado, tornando sua expressão pensativa. — Por mais que “Princesa” seja um nome muito estranho para me chamar.
— Plagg! — O garoto sentou-se na cama, procurando seu celular entre as cobertas, mas sem êxito. — Que horas são?
— Como posso saber disso, humano? — O kwami se enfiou debaixo das cobertas. — Me dê licença, estou com frio.
O garoto finalmente encontrou seu celular logo debaixo de seu travesseiro e desbloqueou a tela, revelando o horário. Ainda era madrugada, e ele mal havia notado se o céu estava claro ou não. E o mais importante, era sábado. Então não teria escola para acordar cedo como sempre.
O que torturava sua cabeça agora era o fato de ter sonhado com Marinette. Não que ele não tivesse sonhado com ela anteriormente, mas não era nada que envolvesse qualquer tipo de afeto. O pior de tudo, era que seu sonho fora baseado enquanto ele estava de Chat Noir. Passou as mãos pelo rosto, deixando o celular cair sobre seu colo e respirou fundo, sentindo certo suor pela testa.
Algo estava muito errado.
Notas finais
Até mais, espero que tenham gostado.
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