Notas iniciais
Olá novamente. Obrigada pelos comentários! E agora, mais um capítulo para estes seres maravilhosos que se intrigaram com o começo da história. Boa leitura, sintam suas emoções.

Normalmente, ao colocar outra roupa, a personalidade de certa pessoa não muda. Mas a máscara faz toda a diferença. Sempre que Adrien se transformava em Chat Noir, ou melhor, no Chat Noir, sua confiança aumentava em 100% e ele era livre. Se sentia na liberdade para fazer o que quisesse. E livre para estar com quem ele preferisse, sem as regras de mantenha-sua-imagem-perfeita da sua ilustre figura paterna.

Quantas garotas Adrien precisou posar junto para manter a imagem de desejado? Charmoso? Querido? Amado? Odiava toda a influência que seu pai tinha sobre sua vida. Parecia que ele mal podia comer no café-da-manhã sem que aquilo ser escolhido por seu pai.

Por isso que na maior parte do tempo, Adrien ficava ansioso para o horário das patrulhas noturnas. Mesmo que na maioria das noites não houvesse o mal impregnado, ele podia ter um tempo para si mesmo e um tempo junto da pessoa que ele mais gostava naquela vida: Ladybug. Para o louro, estar perto da garota era ter suas pernas virando gelatina e seu cérebro girando sem sentido algum. Não importava quantas garotas estivessem atrás dele, nenhuma seria ela.

O garoto acordou às dez da manhã naquele sábado e ficou sentado sobre as camadas de cobertores, olhando para a grande janela que se estendia à sua frente. Sua agenda não marcava nenhuma sessão de fotos ou qualquer evento que fosse importante, então sua mente estava turbinada com a quantidade de coisas que ele poderia fazer. Imaginou que até se seu motorista o convidasse para levar o carro ao mecânico ele aceitaria.

Ao lado de seu travesseiro, seu celular vibrou e o garoto pegou-o rapidamente, deslizando o dedo pela tela para atendê-lo.

Adrien? É o Nino!

— Não está cedo para você já estar acordado? — Adrien riu internamente, soltando as palavras em um tom brincalhão.

Ando tentando mudar meus hábitos — o garoto do outro lado da linha riu. — Mas me fale, cara, o que acha de irmos ao cinema hoje? Tá passando aquele filme de terror super da hora. Tem para todos os horários.

— Certo, onde te encontro? — Adrien não recusaria nada mesmo naquele dia.

No parque. Vou ligar para a Alya e para Marinette também, tudo bem? — Nino sempre fora muito empolgado. — Te encontro em quinze minutos?

— Claro. Até logo!

Adrien só costumava demorar para se arrumar quando tinha as sessões, e nem era ele que se arrumava ali. Em quinze minutos ele conseguia tomar um banho e sair de casa com tempo de sobra. Levantou-se da cama e caminhou na direção do banheiro, deixando o celular logo acima da pia. Ali despiu-se e, ligou o chuveiro no mais quente possível. No inverno, o louro tinha o maior prazer em tomar banhos fervendo.

Assim que acabou, enxugou-se e caminhou na direção do quarto, fechando a porta do banheiro abafado atrás de si e abriu a porta de seu closet. A área era imensa, com vários armários e móveis com gavetas. No olhar do garoto, tudo aquilo era um exagero, mas sua carreira de modelo exigia um bom guarda-roupa.

Acendeu as luzes e revelou o grande espelho central. Ali observou seu cabelo molhado e seu corpo antes de dar meia-volta e encaminhar-se na direção do armário onde estariam as roupas que ele usava no frio. Todo o closet era dividido por ocasiões. Ali pegou um suéter de tricô cinza e uma jaqueta bege, junto de calças escuras. Calçou os velhos tênis laranjas e enrolou um cachecol azul que seu pai havia lhe dado de aniversário. Pegou seu celular e sua carteira e os colocou nos bolsos traseiros da calça e saiu do quarto. Seu cabelo já havia secado naquele meio tempo, mas resolveu voltar para o banheiro, passando a toalha sobre os fios louros mais uma vez.

Quando Adrien descia as escadas, foi pego no flagra por Nathalie, a assistente pessoal de seu pai. A morena estava no hall da casa, olhando para o garoto que agia naturalmente. O louro não a via como uma pessoa má, ou exigente, e sim, como a mulher que tinha de seguir as ordens de seu pai. Ela que havia conseguido conquistar a confiança do homem para deixar seu filho frequentar a escola.

— Aonde pensa que vai, Adrien? — Perguntou ela ao ajeitar a mecha vermelha no coque.

— Eu tenho o dia livre, então pensei que… poderia ir ao cinema com meus amigos — disse ele ao baixar o rosto, evitando contato com os olhos sérios da mulher.

— Não posso deixar você sair sem ver com seu pai antes — disse a mulher ao baixar os olhos para a agenda, conferindo se não havia nada programado.

— Por favor, Nathalie — o garoto desceu as escadas por completo e se aproximou da mulher. — Só hoje.

— Eu não dito as regras aqui, Adrien.

O garoto assentiu triste e caminhou de volta para a escada, subindo alguns degraus até escutar um suspiro longo. Olhou por cima do ombro e viu a secretária olhando para o teto, com rendição estampada no rosto.

— Pelo menos deixe o Gorilla te levar — disse ela ao dar meia-volta e encaminhar-se ao escritório do pai do garoto.

Adrien desceu o resto dos degraus com um sorriso direcionado à mulher. Abriu a porta de entrada da casa e deu de cara com o caminho para o portão. O grande homem estava sentado em um banco, com um cachecol enrolado em volta do pescoço e seu terno de sempre. O apelido Gorilla fora dado porque ele lembrava um. Pelo físico e pelas feições. Adrien ficou de frente para ele, segurando os braços para eliminar um pouco do frio com seu próprio calor.

— Ei, Gorilla, será que você poderia me levar até o parque?

Mesmo que surpreso, o homem assentiu e levantou-se do banco, caminhando na direção dos portões. Adrien sabia que ele havia reagido daquela maneira porque o parque ficava duas quadras da mansão Agreste. O garoto adentrou o carro e aguardou os cinco minutos de viagem, dali descendo e agradecendo o motorista com um aceno.

Assim que o carro partiu, ele se direcionou para dentro do parque, notando que estava bem vazio. O clima da cidade era gélido, mas ainda não estava nevando. E Adrien mal podia esperar para a neve chegar. Era sua época favorita no ano, e ele amava ver os flocos de neve caindo do céu e se depositando no chão. Algo que ele sempre quis fazer era patinar no gelo, mas nunca fora permitido. No parque, as árvores já não tinham mais suas folhagens cheias. Agora eram poucas as folhas que continuavam penduradas nos galhos. Logo, elas estariam cobertas em branco.

Os bancos do parque estavam vazios também, exceto por um, onde um garoto de óculos se sentava com seus headphones nos ouvidos. Adrien se aproximou e sentou-se ao lado dele. Nino usava uma camisa com a estampa de um leão em tons de verde, junto de um casaco azul-escuro. Usava o mesmo boné de sempre e os mesmos jeans. Assim que notou o louro ao seu lado, retirou os headphones e pausou a música em seu celular, passando o braço sobre o extremo do encosto, virando seu corpo na direção do amigo.

— E aí, cara — disse ao sorrir.

— Oi — o louro sorriu juntamente e enfiou as mãos nos bolsos da jaqueta. — Onde estão as garotas?

— Alya disse que iria passar na casa da Mari para busca-la. Já devem estar chegando — o garoto pegou o celular e começou a digitar.

Adrien aproveitou o tempo restante para olhar o parque. Nem os vendedores ambulantes estavam por lá, ou talvez fosse muito cedo para eles aparecerem. O parque era um de seus lugares favoritos. Ele normalmente passava ali depois das aulas, para esvaziar a cabeça, pensar e descansar. Seu ambiente natural e calmo lhe trazia ótimas energias. E só então ele voltava para casa, totalmente bem.

Seus olhos verdes se fixaram no outro extremo do parque, onde duas garotas caminhavam lado a lado enquanto conversavam. Ao se aproximarem, Adrien notou que eram Alya e Marinette. E à medida que chegavam mais perto, seus passos ficavam mais lentos. E Marinette parecia corar a cada um deles.

A mestiça estava vestida em um suéter também de tricô claro por cima de uma camisa social branca. Usava calças marrons e um gorro branco. Nos pés, botinas pretas e trazia sua bolsa rosa atravessada no corpo. Já Alya vestia um sobretudo bege e calças vermelhas, acompanhadas de botas igualmente na cor bege. No pescoço, um cachecol vermelho e pesado caía nas laterais.

Àquela medida, o rosto de Marinette já se igualava ao cachecol de Alya.

— Ei, garotas — Nino se levantou e colocou o celular no bolso.

— Oi Nino, olá Adrien — Alya sorriu e colocou uma mão sobre a cintura, deixando o peso de seu corpo cair para a outra perna.

Adrien sorriu para as duas em modo de recepção. Marinette pareceu fazer o mesmo. O garoto se impressionava com a amizade das duas, já que Alya conseguia ser tão extrovertida enquanto a outra era tímida demais.

— Jurava que você não viria, Adrien — disse Alya ao cruzar os braços. — Sempre está com a agenda cheia.

— Eu também achei que não viria — o garoto abriu outro sorriso. — Mas não tinha nada programado para hoje.

— Então os cavalheiros já sabem qual o filme que iremos ver? — A arruivada olhava agora para Nino.

Adrien começou a ficar distante da conversa que estava ali. Seus olhos estavam frenéticos por todo o cenário, tentando ao máximo evitar olhar para Marinette. Seu sonho havia sido uma grande surpresa, já que o garoto nunca pensou em uma cena daquelas. Inevitavelmente, ele olhou para a frente, sendo pego pelos olhos azuis da garota. Quis desviar, mas não conseguiu, então apenas abriu um sorriso lateral, vendo a garota corar ainda mais, sorrindo de volta.

— Talvez nós devamos ir? — Alya chamou, cortando aquele contato visual que durara demais.

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O cinema era apenas algumas quadras longínquo do parque. Adrien não se importou com a caminhada, já que amava estar do lado de fora de sua casa. Os outros três pertencentes do grupo trocavam assuntos variados, com um tanto de ausência nas falas de Marinette, que raramente soltava sua voz. O louro gostaria de saber o motivo dela ter essa timidez quando ficava perto dele e de Nino, já que, para outras ocasiões, esbanjava confiança. Conseguia levantar seu tom de voz com Chloé, mas não com eles. Jamais.

Os amigos procuraram enrolar pelo caminho, já que a sessão seria apenas às 14:3, e no relógio ainda marcava 12:43. Foram até um café e ficaram sentados em uma das mesas vazias, comendo algo para não ficar sem nada no estômago em pleno horário de almoço e conversarem para o tempo passar mais rápido, e, logo, saíram do local.

Assim que pisaram sobre os degraus do edifício, os amigos começaram a pegar suas carteiras e encaminhar-se na direção da bilheteria. Pediram seus ingressos para o suposto filme e os dois garotos insistiram em pagar para as duas, que cederam.

E lá estavam os quatro, sentados em um banco, esperando a sala abrir para que entrassem. Como era um dos primeiros dias do inverno, toda a cidade estava vazia, pois seus moradores preferiram descansar debaixo de suas cobertas. Não este quarteto. A sala que o filme passaria estava completamente vazia, com exceção dos quatro. E, também, haviam pego os melhores assentos. Marinette e Alya foram comprar suco para elas e para os garotos, já que eles não haviam deixado as garotas pagarem pelos ingressos.

Um lanterninha apareceu na entrada e liberou a sala. Assim, o grupo encaminhou-se para o local, procurando por seus lugares com a lanterna de seus celulares. Alya sentou na ponta e Marinette em seguida, tendo Nino ao seu lado, e na outra ponta, Adrien.

— Nino — chamou a arruivada, levantando-se do assento para enxergar o moreno. — Será que você poderia trocar de lugar com a Mari?

Como as luzes ainda estavam acesas, Adrien pôde notar que Marinette só ganhava mais cor na região das bochechas.

— A sala está vazia! Agora eu já me sentei — disse o garoto ao olhar para a menina.

Nino, é que eu preciso realmente falar com você — insistiu a morena.

O garoto bufou, mas deu de ombros e assim, trocou de lugar com a mestiça. Adrien acabou por ficar do lado dela e sentiu seu peito arder, pois as lembranças das imagens criadas em sua mente passavam na frente de seus olhos. Resolveu que precisava superar aquilo e tentou arranjar assunto com a garota ao seu lado:

— Você gosta de filmes de terror? — Se aproximou do ouvido dela e perguntou.

— S-são bons, não? Gosto deles… de romance. Não! Terror! É, terror — disse ela ao se embaralhar nas próprias palavras.

O sorriso de Adrien se transformou em uma reação confusa ao observar a menina colocar uma mão sobre a própria face. Mas todo aquele momento foi passageiro, já que o filme estava acabando de começar.

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— Genial! Aquela cena do armário, a melhor de todas! — Nino saiu do cinema com as mãos para o alto, praticamente gritando suas palavras.

— E a do porão? Nossa! Quase chorei de emoção! — Alya também mostrava muita empolgação. — O que você achou, Mari?

— Assustador — disse a pequenina —, mas foi incrível.

— Eu também gostei — Adrien entrou na conversa. — Muito bom mesmo.

— A Mari gritou em quase todas as cenas — Alya riu e fez o resto do grupo rir junto.

— Ei!

— A gente não deixa de te amar por isso — completou Nino, fazendo o grupo cair na gargalhada mais uma vez.

Os quatro ficaram quase quinze minutos em frente à entrada conversando sobre as melhores cenas. Adrien sempre havia gostado de filmes de terror, eram sua categoria favorita após os filmes de ação. E, para o louro, não importava também. Desde que estivesse na companhia de seus amigos.

— Sabe o que seria legal? Passar na sorveteria — sugeriu Nino, apontando para o local do outro lado da rua.

— Você enlouqueceu? Está um frio de matar! — Alya retrucou.

— Frio não é páreo para o sorvete.

— O sorvete é gelado, Nino — a arruivada riu. — Mas posso te fazer companhia.

— Eu tenho que voltar para casa — Marinette disse enquanto seu olhar se fixava nos próprios pés.

— Eu também — Adrien olhou para o amigo.

Alya e Nino trocaram um olhar suspeito, que Adrien não teria notado se não fosse pelos dois estarem logo à sua frente. Não era a primeira vez que os dois faziam aquilo. Tinham uma amizade forte, e Adrien desconfiava que aquela relação fosse apenas “entre amigos” como eles tanto diziam.

— Eu e o Nino vamos para a sorveteria, então — concluiu Alya. — Adrien, por que você não leva a Mari para casa?

— Tudo bem — disse o louro ao olhar para a morena ao seu lado, mais vermelha do que nunca.

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A caminhada foi silenciosa, com apenas o barulho dos passos dos dois jovens ecoando na calçada. Adrien sabia que Marinette era muito tímida, e sabia também que a conversa não teria repercussão, então manteve-se calado. A garota parecia desconfortável, e ele gostaria de saber o motivo, por mais que soubesse que ela não contaria.

— Você gostou do filme? — Perguntou enquanto enfiava as mãos nos bolsos.

— S-sim — disse ela ao olhar para o garoto de relance. — E você?

— Achei bom — o garoto sorriu mais para si mesmo, vendo alguma evolução ali.

Enquanto seguia andando entre os prédios em conjunto, olhou para o cabelo da garota, coberto pelo gorro branco. Na parte de trás da peça, havia uma assinatura do nome dela, costurado à linha. Seu pai sempre fazia isso com as roupas que designava. Era como se fosse uma marca de que era original do designer. Mas seu nome, ou palavra escolhida, não devia ser muito óbvio, como o dela, que pareciam mais detalhes do que letras.

— Você que fez este gorro, não? — Perguntou o louro, tocando a barra da peça.

A garota assentiu com a cabeça e retirou o gorro, mostrando para o jovem ao seu lado.

— Como soube?

— Meu pai já me disse algo sobre a assinatura irreconhecível — pegou a peça de sua mão e analisou o tricô macio, passando seu dedão pelas letras.

Marinette sorriu e pegou o gorro de volta dos dedos finos do garoto, o que causou um pequeno toque. Dessa vez, ela não corou muito. Assim que ajeitou sobre o cabelo, voltou a olhar para a frente, causando um sorriso nos lábios de Adrien.

Após algum tempo de caminhada, o garoto percebeu que a menina acariciava os próprios braços, parecendo estar com frio. Já eram quase seis horas da tarde, e o frio em Paris só aumentava. O garoto estava quente o suficiente, e achou que a melhor ideia momentânea seria retirar seu casaco e entregar a ela. E assim o fez, removeu os braços das mangas e segurou o tecido bege na direção dela. Assim que Marinette notou, até parou a caminhada e ficou encarando o casaco.

Seus olhos se voltaram para os dele durante alguns instantes, como se precisasse tomar o máximo possível daquele momento, e caíram novamente para o casaco. Não era a primeira vez, também, que Adrien agia de maneira gentil com ela. Já havia lhe emprestado um guarda-chuva. Todo aquele instante passageiro o fez lembrar daquela tarde chuvosa, inclusive o olhar azulado da garota.

— N-não precisa… — gaguejou a menina.

— Eu insisto — ele empurrou para mais perto dela.

Então, Marinette não recusou novamente. Pegou o casaco e o colocou por cima de seus ombros pequenos. Adrien ajeitou-os para cobrir o pescoço nu da jovem, já que ela estava com o cabelo preso. Suas bochechas se avermelharam novamente e o garoto sorriu, acompanhando os passos da mestiça.

Assim que passaram a rua da escola, deram de cara com a padaria. Adrien sabia que seus pais eram donos daquele local, e Alya já havia mencionado que Marinette morava logo acima. E Chat Noir já havia a visitado na varanda diversas vezes. Incluindo a vez do sonho, pensou o louro.

Marinette se virou para ele, segurando os próprios braços para se aquecer. Ela era mais baixa que ele, mas ainda assim, não precisava levantar muito seu queixo para conversar. Por mais que não conversasse. Adrien sorriu de canto, mostrando conforto perante a situação e a menina retribuiu, mas de maneira tímida.

— Acho que vou subir — disse ela ao olhar para trás, por cima do ombro. — O-obrigada.

— Eu que agradeço pela companhia — o garoto fez uma reverência que causou uma risada na mestiça.

— Até segunda-feira — a morena deu dois passos para trás ainda sorrindo.

— Até — o louro acenou ao vê-la entrar pela porta de vidro.

Notas finais
Espero que tenham gostado. Logo a história começa a ficar mais interessante. Até logo, espero vê-los nos comentários e nos próximos capítulos! Um beijo de sua autora grata.