Notas iniciais
A todos os fantasminhas que continuam acompanhando a história dos nossos gêmeos ruivos ( que não são os lindos dos Weasley), por favor, deixem um comentário, ou um voto, só pra eu - e eles- saberem que estão aqui. Obrigadinha :)

Damian abriu os olhos. Passou a mão na testa, e sentiu o suor. Ele olhou para o relógio, que datava 3:33 da manhã. Ele suspirou e levantou-se.

Ele caminhou até a janela, e viu sua tia Luna caminhar floresta adentro. Ele perguntou-se o que ela faria no meio da floresta de madrugada.

Ele abriu a janela, e passou por ela, esgueirando-se para não fazer barulho e acordar a irmã. Ele pulou, quando notou que estava perto do chão o suficiente, então correu pela rua descalço até adentrar a floresta.

Estava frio, o típico clima de outono. O vento chacoalhava as folhas, e uma garoa fina caía. Ele lembrou-se do recente sonho que tivera, mas ignorou o perigo que ecoava de seus pensamentos, e continuou caminhando pela floresta, desviando os galhos que podia ver.

Então, viu sua tia Luna ajoelhar-se no descampado e ficar parada um tempo. Ele abaixou-se, escondendo detrás das arvores, enquanto observava Luna de longe.

" Ela não pode te ver." — A garota de olhos cinza apareceu em sua frente, ela vestia a mesma camisola branca e estava descalça. Mas, ele ainda não podia ver seu rosto, somente seus olhos cinzas atrás dos cabelos negros que voavam.

" O que? — Perguntou Damian, querendo entender como ela havia chegado ali.

" Vem..." — Ela entrelaçou os dedos nos dele, e ele pode sentir o calor de suas mãos. Ela caminhou até Luna, que ainda estava estava ajoelhada, e agora de perto, parecia murmurar algo. Ela era mais jovem, talvez tivesse uns vinte anos, e vestia uma camisola branca, como a que a garota de olhos cinza vestia.

" Como... O que ela está fazendo?" — Perguntou Damian, ainda de mãos dadas com a garota.

" Uma coisa horrível. Mas não pode mais ser impedida. Mas o que vai acontecer, você pode impedir." — A garota de olhos cinzas dissera.

" Do que está falando?" — Perguntou Damian, assustado. Então, pelas sombras da noite, formou-se um homem alto, pálido, e então Damian pode sentir gosto de morte, e cheiro de mal quando o homem apareceu. Uma ar gélido tomou conta do ar do mês de outubro.

" Fico feliz que tenha me atendido." — Sua tia Luna levantou-se do chão, mas ainda reverenciava o homem.

" Não teria vindo em outras circunstâncias." — Ele dissera, sua voz era aguda.

" Preciso de um favor." — Luna dissera, agora, ficando totalmente de pé. E Damian pode notar o quanto ela era pequena perto do homem.

" Não faço favores, querida." — Ele sorriu, mas seu sorriso era petrificado, maldoso. Ele passou os dedos compridos pelo rosto de Luna. — " Eu troco favores. Mas cobro caro por eles."

" Eu faço o necessário." — Luna dissera, parecia certa do que queria.

" Parece saber o que quer." — Ele dissera, ainda com o sorriso nos lábios rígidos e finos.

" Quero que arruíne minha irmã, seu esposo, e seus filhos." — Luna falou, e uma sombra passou pelos seus olhos.

" Bom, eu posso fazer isso..." — Ele dissera. — " Mas vai custar bem caro, minha querida."

" Eu já disse que faço o necessário." — Luna repetiu.

" Então vamos a proposta..." — O homem dissera.

" Não preciso ouvir, sim." — Ela dissera.

" Não faria isso se eu fosse você." — Ele sorriu.

" Nada me importa, nada além de ver Lena e Orion aniquilados." — Luna retrucou. Então Damian olhou para garota de olhos cinzas, e notou que ela chorava, e segurava a mão dele com mais força.

" Você está bem?" — Ele perguntou. Ela enxugou as lágrimas com a outra mão, e sorriu para ele. Então, o rosto dela modificou. E no lugar de olhos cinzentos, surgiram olhos azuis, tão cristalinos quanto os dele e da irmã, e os cabelos negros foram substituídos por longos fios rubros. Ela na verdade, parecia-se muito com Willa. Com exceção dos piercings e brincos de Willa, e o modo como a mulher parecia um pouco mais velha. — " Quem é você?"

" Escute Damian, não temos muito tempo..." — Ela olhou para o céu, que parecia clarear. -" Você e sua irmã correm perigo!"

" O que? Que tipo de perigo? Quem é você?" — Ele perguntou.

" Você precisa ir agora..." — Ela dissera.

" Espera, que perigo?" — Perguntou Damian, confuso, aflito, frustrado.

" Precisa proteger sua irmã. Prometa que vai protegê-la." — A mulher dissera.

" Eu irei protegê-la, sempre a protegi." — Damian continuou.

" Proteja-a de todos que quiserem aproximar dela. Nosso tempo acabou." — A mulher dissera, Damian ainda não entendia nada. Ainda a fitava perplexo, e confuso. -" Eu te amo!" — Ela sorriu, então, desapareceu. Deixando apenas uma anêmona de madeira em seu lugar.

Damian abriu os olhos, confuso. Notando, agora, estar em seu quarto.

" Droga de sonho!" — Ele murmurou para si, virando para o lado, desejando pelo menos um dia se sua vida, dormir uma noite inteira sem acordar com um pesadelo estranho. Mas seus sonhos esvaíram quando viu que o relógio já datava seis da manhã.

" Bom dia." — Luna depositava as canecas de café sob o balcão, enquanto os sobrinhos desciam as escadas sonolentos.

" Como ela consegue estar feliz assim as seis e meia da manhã?" — Willa fitou o irmão, que sorriu sem humor.

" Anos e anos de prática minha querida." — Luna sorriu. Os sobrinhos sentaram nas cadeiras do balcão. — " Que caras são essas?"

" Longas noites de sono..." — Disseram juntos, então se entreolharam. Luna fitou-os.

" Bom, sugiro que tomem isso..." — Ela colocou um copo sob o balcão que consistia num liquido meio esverdeado e lamacento, os irmãos fizeram cara de nojo. -" A cara não é muito boa."

" Nem o cheiro." — Willa retrucou.

" Pois é, nem o cheiro. E se estão pensando que o gosto é bom, enganam-se. Porém, vai ajudá-los com a insônia." — Luna dissera.

" O que é isso?" — Damian perguntou.

" Uma receita de família." — Luna não queria dizer aos sobrinhos que era um feitiço, claro que não, eles não sabiam da herança da família. Mas com certeza, aquilo os ajudaria a dormir melhor, não acabaria com os pesadelos, mas os reduziria por um tempo. -" Vamos, bebam!" — Ela ordenou.

" Impar ou par?" — Willa pediu, Damian murmurou impar e lançou dois dedos, ao mesmo tempo que a irmã lançou dois dedos. Ela sorriu vitoriosa, e ele deu o primeiro gole na bebida verde, fazendo cara feia. Ela fez o mesmo em seguida, mesmo relutante.

" Bom, agora vamos indo..." — Ela empurrou o irmão.

" Tenham um bom dia na escola." — Luna gritou enquanto os sobrinhos passavam pela porta.

Ao entrarem no colégio, uma enxurrada de olhos lavou os irmãos O'Hare da cabeça aos pés, mas não era como sempre, estava diferente, estava mais selvagem que o normal. Eles caminharam cabisbaixo até seus armários, onde o acontecido de ontem causara todo esse rebuliço.

" Holly disse que eles tem pacto com diabo." — Alguém disse, quando os irmãos encostaram em seus armários.

" Você está bem?" — Damian perguntou. Willa assentiu.

" Com licença..." — Uma voz feminina ecoou atrás dos irmãos, mas para Damian, a voz era quase uma sombra. — " Estou procurando a sala sete. Podem me informar?" — Damian virou-se, no mesmo instante que deparou-se com grandes olhos cinzas, que lhe trouxeram lembranças dos pesadelos, como se seus olhos fossem um espelho qual ele podia enxergar tudo que havia visto nos sonhos. Os cabelos negros dançaram com a brisa que invadia os corredores. Ele sentiu-se incendiar por dentro, cada parte nela parecia uma sombra negra dentro dele, como se um passado tenebroso voltasse para assombrá-lo, mas não era assim

que se sentia. Seu corpo incendiava-se, por inteiro. E ele sentia-o subir e irradiar, espalhando-se, fervendo seu sangue. — " Tudo bem?" — Ela sorriu sem jeito, e ele correu para o banheiro, sabendo que se ficasse um segundo a mais ali, provavelmente surtaria.

Ele jogou uma agua no rosto, e voltou para encarar seu reflexo no espelho. E desejou estar louco, ele viu chamas dançaram por seus olhos. Ele piscou algumas vezes, para ver se a imagem desapareceria, mas eles ainda estavam ali. Os olhos, que antes eram azul cristal, consistiam num vermelho com chamas.

" Ah meu Deus." — Ele dissera para si, agora sim, desejando estar completamente louco.

Willa estava sentada no seu lugar habitual na sala de aula, ela podia ouvir todos cochicharem sobre ela pelos cantos. Ela desejava que o irmão passasse por aquela porta e somente a olhasse daquele jeito que sempre olhava, então ela ficaria confortável. Ela não o vira desde o surto com a garota nova, ela era bonita — Willa admitia isso — mas o irmão surtar daquele jeito por ela? Não, não era isso. Ela já estava irritada pelo modo como Bryan King — que dividia essa aula com ela, junto com Holly — a olhava. Não era como os outros olhares, de ódio, mas ela estava irritada com aquilo.

Então, Damian passou pela porta. E a viu, a garota. Então, seu mundo parou novamente. Ele fitou a irmã que arqueou a sobrancelha confusa, ele suspirou fundo e passou pela porta sentando-se atrás da irmã.

" O que deu em você?" — Willa perguntou incrédula.

" Você não acreditaria se eu contasse." — Ele murmurou para si, e olhou para a garota, que o fitou no mesmo momento e lhe lançou um sorriso envergonhado. Ele fechou os olhos, temendo acontecer novamente.

" Onde você esteve?" — Willa perguntou, inconformada com a fuga do irmão.

" Srt. O'Hare, algo que queira compartilhar com a classe?" — Sr. Robbinson era o professor de trigonometria do colégio, Willa achava que ele pegava no pé dela demais, ela nunca podia falar nada.

" Não senhor, Sr. Robbinson." — Willa dissera, e silenciou-se.

" Acho que estou enlouquecendo." — Damian murmurou, debruçando-se sobre os cotovelos.

" O que, como assim?" — Willa perguntou.

" Não posso falar sobre isso aqui!" — Damian fitou a irmã.

" Qual é, Damian?! O que está havendo?" — Willa perguntou, frustrando-se. Mas a preocupação com o irmão não deixou-a ir muito longe.

" Srt, O'Hare." — O Sr. Robbinson repreendeu-a novamente.

" Já sei... Desculpa!" — Willa dissera novamente. -" Damian..."

" Willa, aqui não!" — Damian murmurou.

" Onde então?" — Willa perguntou.

" Srt. O'Hare, se não quer assistir minhas aulas, sugiro que saia."

" Droga, já ouvi!" — Willa gritou irritada, e um raio rasgou o céu azul e sem nuvens do Maine. Todos olharam para o raio, depois para Willa, que fitava o céu ainda impressionada. Ela fitou Damian, que arregalou os olhos perplexos. Todos haviam visto dessa vez, e fitaram ela como se ela pudesse ter a explicação perfeita pelo o que havia acabado de acontecer. Talvez tivesse... Era uma explicação maluca, mas podia ser válida.

" O que está acontecendo com a gente?" — Ela murmurou ao irmão, que fitou-a querendo ter uma resposta. Qualquer uma que fosse, mas ele apenas continuou a fitando.

Quando todos os períodos se encarraram, os irmão caminharam juntos pelo corredor lotado, aparentemente, todos do colégio já estavam sabendo da nova: Um raio rasgou o céu, que por sinal, não havia vestígio algum de chuva bem quando Willa O'Hare gritara.

Damian andou abraçado com a irmã pelo estacionamento.

" Ei, Willa." — Willa conhecia a voz, mas nunca a ouvira falando seu nome. Ela surpreendeu-se quando viu Bryan King correndo na direção dela, os cabelos castanhos voando com o vento que crescera com o cair da tarde. Willa fitou o irmão perplexa. -" Tudo bem?"

" O que você quer?" — Willa perguntou, sabia que algo vindo de Bryan não podia ser coisa boa. Mesmo que ela tivesse uma queda por ele desde o fundamental, ainda era o cretino do Bryan King, o cretino que grudou chiclete no cabelo dela na terceira série, e o mesmo cretino namorado de Holly Summers.

" Quero saber se está bem..." — Bryan dissera, fitando os olhos de cristal da ruiva com certo interesse, porém, com desdém total.

" Desde quando você se importa?" — Willa perguntou. Ele sorriu sem jeito, e o coração de Willa quase parou.

" Certo... Olha, eu só... Só acho loucura o que estão falando. Sobre o lance do raio, e... Da Holly." — Ele murmurou ao falar o nome de Holly.

" Loucura que Holly, a proposito, sua namorada, está espalhando." — Willa retrucou.

" Escuta, Holly tem dessas. Ela é maluca! E o objetivo na vida dela é irritar você." — Bryan retrucou.

" Vida muito chata a dela, então..." — Willa revirou os olhos, Bryan sorriu.

" Mas sabe... Você também não facilita." — Bryan retrucou. Ela fuzilou-o.

" Desculpa? Está querendo dizer que a culpa é minha?" — Willa perguntou.

" Claro que não... É só que... " — Ele coçou a cabeça, estava perdido. Não sabia mais o que dizer, ficava assim quando estava perto da ruiva, como se suas palavras sumisse. -" Enfim, só quero que saiba que estou do seu lado." — Dessa vez, Willa quem sorri, debochada e irônica de um modo que Bryan nunca havia visto.

" Você está do meu lado? Escuta... Você deveria escutar o que as pessoas estão falando, afinal, você estava lá quando sua namorada vomitou pregos. E não minta pra mim, como mentiu para enfermeira do colégio. Você viu tudo aquilo." — Willa retrucou.

" Eu vi! Mas defendi você." — Ele dissera.

" Não preciso de você. Para nada. Então pega a sua defesa, e vá espalhar esses boatos com sua namoradinha." — Willa virou as costas, seguindo o irmão, que assistiu toda aquela cena boquiaberto. ' Proteja-a de todos que quiserem se aproximar dela', ele lembrou-se da mulher de seu sonho dizendo, ele puxou Willa pelo braço, seguindo para fora do colégio com ela.

" O que foi isso?" — Damian perguntou.

" Não faço ideia." — Willa dissera pensativa. Realmente, não sabia. Bryan King a ignorava, menosprezava e transformava sua vida num inferno junto com Holly Summers desde o primário. Ela o detestava, mas mesmo assim, escondia um sentimento avassalador pelo moreno, um sentimento que escondia de todos, até do irmão. Temia o que seria dela caso essa informação fosse parar em algum lugar, estaria arruinada pelo resto do ensino médio, pelo resto da vida.

Mas era impossível olhar para Bryan King e não suspirar. Seus olhos castanhos podiam provocar um furacão, seus cabelos castanhos quase sempre em desalinho graças ao fato de ele correr com uma bola de basquete nas mãos o tempo inteiro, o sorriso intimidador, debochado e sexy. Os braços musculosos, e o abdômen definido — que ela já havia visto sem querer uma vez — o cheiro inebriante e cítrico sempre másculo como canela, charutos e uísque. Ela odiava o efeito que ele tinha sobre ela, tudo nele era pecaminoso, seu cheiro, sua voz, seu andar, e até o modo como ele soprava a fumaça do cigarro para o céu, jogava-o no chão e pisava com suas botas de combate.

Mas hoje, ah hoje ela estava orgulhosa. Não sabia que conseguiria falar quando ele chamou-a pelo nome, ela nem sabia se tinha um nome quando ele a chamou.

Ao adentrar a porta, os irmãos se entreolharam.

" Não vai contar nada a ela, não é?" — Willa perguntou.

" O que deveria contar?" — Damian perguntou.

" Você na verdade, deve me contar umas coisas." — Willa jogou a mochila no sofá.

" Não sei do que está falando..." — Damian sentou-se no sofá, e pegou o controle da TV.

" O que deu em você hoje, por exemplo." — Ela dissera.

" Oi crianças." — Luna apareceu na porta da cozinha, esfregando as mãos num pano.

" Oi tia." — Disseram juntos.

" Como foi a aula hoje?" — Luna perguntou.

" Ótima" — Disseram em uníssono novamente. -" Nem ouse contar nada para ela." — Damian dissera.

" Contar? Contar o que? Eu não sei de nada. Só sei que Damian conheceu uma garota hoje." — Willa gritou e sorriu. Damian fuzilou-a com raiva.

" Hm, sério? Quem é ela?" — Luna gritou da cozinha.

" Ahh, e Bryan King veio falar com Willa hoje." — Damian sorriu vitorioso, Willa socou seu ombro.

" Aquele gato?" — Luna perguntou contente. -" Sobre o que?"

" Sobre a garota que Damian conheceu... Quer dizer... Quando ele a viu ele surtou e..." — Damian tapou a boca da irmã com a mão.

" Você venceu. Eu falo!" — Damian falou, Willa piscou vitoriosa e beijou a bochecha do irmão.

" E o que?" — Luna veio para sala, observando os sobrinhos.

" E nada." — Damian deu de ombros.

" Ela se chama Alicia, e acabou de se mudar da Califórnia com o pai." — Willa esclareceu, Damian a fitou, mas dessa vez, não com raiva, mas com curiosidade. Ele não sabia nada sobre a garota, a não ser que ela era a garota mais linda que ele havia visto na vida. Mas agora, pelo menos, tinha um nome. O primeiro nome. Alicia.

" E como ela é?" — Luna perguntou sentando entre os sobrinhos.

" Não tive tempo de falar com ela... Mas parece ser bem legal!" — Willa dissera.

" Hm, e quanto você e ao Bryan?" — Luna fez cocegas na sobrinha. Willa deu de ombros.

" Não existe eu e Bryan na mesma frase tia. Eu odeio ele!" — Willa dissera. Damian e Luna sorriram debochados.

" Você tem uma queda por ele desde o fundamental." — Damian dissera, Willa fitou-o.

" Ele não fala comigo, nem sequer me conhece. A única coisa que ele sabe sobre mim é que minha tia gostosa transou com pai dele." — Willa retrucou, Luna sorriu levantando-se.

" Que por sinal, é muito bom de cama. Talvez tal pai tal filho." — Luna piscou.

" Transa com ele para saber. É bem provável que consiga." — Willa disse emburrada. Damian abraçou-a.

" Prefiro mil vezes você a aquela vadia da Holly Summers." — Damian fez cocegas na irmã.

" A qual eu também já dormi com o pai." — Luna gritou da cozinha, fazendo os sobrinhos gargalharem.