Punching In A Dream

1 Prólogo - These Broken Hearts


Notas iniciais
Olá gente espero que vocês gostem da fic a partir desse super básico prólogo aqui...

Ela tinha que fazer aquele sacrifício. Não havia jeito, pois ela era única que poderia fazer esse tal ato. Ela era a salvadora.

Era a única maneira de salvar Storybrooke da devastação mortal.

Emma Swan deveria se jogar num portal onde iria parar em um novo reino, em um novo mundo. Não saberia qual, mas estava determinada a entrar nele.

Com muito esforço, conseguiram achar uma brecha na maldição. Um clone, para ser mais exato. Demorou vários dias para conseguirem fazer uma poção em que o corpo de Emma iria criar uma cópia exatamente igual a mulher.

A maldição dizia que o único jeito de salvar a cidade era um sacrifício, do sangue da magia mais pura — aquele sangue gerado pelo amor verdadeiro. E como não poderia ter nenhum tipo de paradoxo, Emma Swan deveria ser transportada para um outro mundo, antes do sacrifício de seu clone.

E foi na frente do portal onde a cerimônia de despedida aconteceu.
Primeiro foram os seus pais que quase a não soltaram de um enorme abraço. Lágrimas caíam seus rostos, sentindo-se decepcionados. Era a segunda vez que tiveram de largar Emma em um portal que levava para outros mundos, somente para que ela tivesse sua melhor chance. Swan tentara reconfortá-los, afinal eles ainda tinham o pequeno Neal para lhe fazer companhia.

Segundo fora Regina, que além de abraçar ela, lhe deu um colar com um pingente feito de ônix negro.

– Eu irei cuidar de Henry por nós duas, Swan — ela disse colando a mão em seus ombros. — Nubnca deixe de usar esse colar, Swan. Nunca. Pois é ele que vai garantir sua presença.

Emma assentiu, enquanto ela dava a deixa para a próxima pessoa.

Henry. Seu filho.

As lágrimas se formaram nos olhos de Emma. Depois de tanto tempo com ele, ela não queria deixá-lo nunca mais. Mas era preciso.

Ele não conseguia conter o rio de lágrimas que deixava suas bochechas molhadas e úmidas. Abraçando-a apertadamente, Henry não queria deixá-la, pois como ele havia aprendido com David e Mary, nunca se deixaria uma pessoa da família para trás. Poderia ter quinze anos, mas nunca havia se sentindo tão pessimista quanto agora, por não ter nenhuma garantia que poderia vê-la novamente.

Seu coração apertava muito, mas o olhar doce de Emma, dizendo para ele que as coisas iram melhorar daqui para melhor, o acalmou. Henry entrelaçou sua mão com a de Emma e demorou muito para soltá-la.

Emma não poderia conter toda a tristeza de seu corpo, ao ver o filho caminhar para longe dela. O delineador estava começando a borrar em choque com as lágrimas que deixavam seus olhos verdes cada vez mais brilhantes.

Por último, Killian Jones.

O capitão gancho...

Seu companheiro...

– Swan — ele disse chegando cada vez mais perto dela. — Então, esse é o fim de tudo?

– Não, Hook — respondeu ela, percebendo as feições que somente aparecem quando ele estava triste. — Não sei, talvez no futuro, Regina ou o Gold podem ter inventado uma maneira de me poder comunicar com vocês... Não sei — disse, mostrando traços de decepção.

Killian estava segurando algo pelo seus braços, envolto por uma manta negra de veludo. Parecia estar se mexendo. O rosto dele, ao olhar o que tinha debaixo do tecido, começou a ter uma certa esperança.

– Quer se despedir dele? — Perguntou Killian.

– Como posso, mal estou conseguindo me separar de Henry, como eu posso me separar dele... Queria que ele ficasse na incubadora por mais alguns dias — disse Emma.

– Acho que depois de dois meses dentro daquela cela transparente, acho que deveria começar a pegar um pouco de ar puro — ele brincou. — Nem quer segurá-lo por uma última vez?

– Não, mas posso fazer algo que não me faça desmoronar por dentro completamente — ela disse, tirando parte da manta.

A cabeça de um bebê de olhos verdes esmeralda apareceu e Emma beijou em sua testa, deixando com que algumas lágrimas caíssem no rosto dele. E depois, ela puxou o corpo de Killian contra o seu e o beijou com vontade.

Quando teve coragem de quebrar o beijo. Emma andou alguns passos de costas para o portal que poderia se fechar a qualquer momento. Todos que estavam a assistindo ela ir embora, estavam emocionados. Killian ainda tinha forças que não expressar seus sentimentos naquela hora, mas seu interior parecia um navio com o casco furado, pronto para afundar no mar de uma vez por todas.

Era uma tarde bem nublada e a chuva estava pronta para chegar ao solo. O vento corria livremente onde eles estavam, na estrada que levava para borda da cidade. Era onde o portal se formara e onde era a última vez que Emma pisara em Stroybrooke.

Antes de entrar no portal, Emma disse algo para Killian, algo que se não teria falado, iria se arrepender enquanto estava em seu exílio.

– Hook! Tome conta do nosso Theo como ele fosse a última coisa que você tem nesse mundo!

– Pode apostar que sim! — Ele respondeu.

Mas Emma já tinha entrado no portal que acabara de se fechar, deixando aquele grupo sozinho no meio da estrada.

Notas finais
Então, o que acharam? Por favor, não esquecem de comentar, é muito importante para que eu continue a fic no futuro... Até mais!