Psicologia Reversa

2 Capítulo 1 ─ Minha Ruína: O início


Notas iniciais
Hola, muchachos! 8DD n
Demorei á atualizar, não? Acho que é essa minha tendência á esquecer de completar os capítulos mofados nos meus documentos. sos
Mas eu tenho um pouco de razão, sabe. Também tenho outra tendência, que é a de criar fanfics, é de 11 leitores, apenas 1 comentar. Como aconteceu atualmente.
Enfim. Só quero deixar claro, que eu nunca pararei de escrever uma fic por causa dos poucos reviews. Eu fico indignada? Fico. Mas, contanto que UMA pessoa deixe um comentário, eu fico feliz. E eu me sinto motivada pra escrever á essa pessoa. yup Então, obrigada Green-chan :3
Bom, o capítulo ficou relativamente pequeno. Certo, eu deveria ter feito um maior, mas, eu achei que ficaria melhor se escrevesse só isso, se não, ficaria muito grande. E não que eu queria postar capítulos pequenos, é só que eu me enrolaria. E não teria um assunto pro próximo capítulo. Ah!, deixem pra lá. Espero que gostem do capítulo e boa leitura! ♥
Enjoy!

Estávamos nós, eu e meu amigo Gray jogados no sofá com vários pacotes de salgadinhos e copos vazios de refrigerantes pelo local, com a TV bem á nossa frente, junto do videogame ligado, com um joystick na mão de cada um. O ventilador fazia um barulho estranho, e rodava espalhando um pouco de vento pelo ambiente. Exatamente o que fariam dois desocupados sem nenhum compromisso sério.

Antes de tudo, permita-me apresentar: Natsu Dragneel, 19 anos. E... Bem, acho que nenhuma outra coisa sobre mim é interessante. Agora, permita-me explicar o que está acontecendo.

Não é que eu goste de passar os meus finais de semana em casa, jogando videogame com um cara. É que eu simplesmente não tenho outra opção.

Este é o meu melhor amigo, Gray Fullbuster, mas penso seriamente em tirá-lo este título, porque o que ele faz não é bem o que ajudaria algum garoto á recuperar-se de um namoro que durou cinco anos, que, porém, terminou sem mais nem menos.

Acho que devo ter um tipo de azar muito excessivo, porque tudo dá errado em minha vida. E não, eu não estou sendo dramático. Isso deve ser coisa do momento, mas realmente não me importo.

O fato, fora que encontrara minha namorada num restaurante com um garoto que parecia ser mais velho (o que me leva a crer que ela não me levava a sério por ser da mesma idade que ela). Até ai, você deve achar que foi apenas neura minha. Mas logo depois, quando se levantaram para ir pagar a conta, eles deram um beijo de esquimó! Algo que ela nunca havia feito comigo, e que também, parecia ser muito “íntimo” com aquele cara. Eu tinha motivos para terminar com ela!

Eu tenho completamente toda a razão.

Mas, aí é que está o problema: eu não consigo deixar de pensar nela. E eu me sinto culpado por ter terminado com ela, e nem ter lhe dado chances para se explicar.

Então essa coisa de “peso na consciência” evapora totalmente, voltando a me fazer pensar o quanto eu estou certo em ter terminado com ela.

Ou talvez eu seja tão presunçoso quanto Gray.

Mas isso não importa.

Voltemos ao presente, onde Gray me derrota facilmente, como se estivesse claramente fingindo não ter usado cheats.

– Gray, que merda! – gritei, irritado com o mesmo. Apertava furiosamente os botõezinhos do controle em minhas mãos. – Para de ser tão cagão! Joga que nem gente decente!

Gray soltou um pigarreio, enquanto dava um sorriso presunçoso, jogando o joystick na mesa, levantando os braços como se quisesse exibir-se.

– Desculpa, quem é você mesmo? Esqueço facilmente o nome de perdedores. – enfatizou a última palavra, aumentando ainda mais o seu sorriso.

– Ah, e aquelas vezes que você fala consigo mesmo? – arqueei uma sobrancelha, enquanto ajuntava o lixo do chão. Ou pelo menos parte dele.

– A sua inveja me comove. – disse, limpando uma lágrima falsa que ele fingia escorrer de seus olhos. – Já vai começar a arrumar? Bom proveito, dona de casa. – e jogou-se no sofá, mesmo com todo aquele lixo jogado por ele.

– Você vai me ajudar, “dona de casa”. – falei, pegando um saco de lixo para colocar todos os restos de salgadinhos, e toda a porcaria espalhada pela minha sala.

Antes que diga que eu sou afeminado por querer arrumar a casa, deixe-me dizer que eu não tenho outra opção, pois sempre recebo visita dos meus pais – Igneel e Madry – que sempre querem ver como estou me saindo com a “vida individual”. Então, para aqueles que acham que morar sozinho é legal, tirem o cavalinho da chuva. Porque pelo menos morando com os pais, você recebe comida de graça, e não precisa arrumar nada.

Ou talvez, simplesmente, essa coisa de “afeminado” seja besteira minha.

– Eu sou visita, fogueirinha. Não pode mandar as visitas irem trabalhar. – ele resmungou, perceptivelmente cansado; ou ele sabia muito bem como fingir cansaço.

– Visita?! Você vive mais aqui do que na sua própria casa! Venha logo me ajudar antes que eu diga pra Ur pra onde você leva a Juvia! – ameacei-o, já jogando um saco de lixo para ele.

Olhou para mim de jeito meio amedrontado e irritado.

– Seria capaz de fazer isso? – questionou, como se sua própria vida pudesse ficar em risco caso eu abrisse a boca.

– Com toda a certeza. – respondi-o com um olhar tão ameaçador quanto minha fala anterior.

Em um segundo ele já estava recolhendo o lixo. Acho que essa é uma das minhas – poucas – qualidades.

Arrumamos tudo em pouco tempo. Bem, se duas horas podem ser consideradas pouco tempo. Mas, isso é só porque Gray parava á todo instante para procurar suas roupas que ele dizia que sumiam. Ainda acho que ele é um exibicionista, mas tem medo de revelar. Porém, não digo nada.

O moreno jogou-se no sofá, já limpo e sem rastros quaisquer de nenhuma embalagem de salgadinhos.

– Estou morto. Você vai me pagar por isso, chaminé ambulante.

– Ai, o cubinho de gelo está irritado. – afinei a voz, fingindo temor. – Fala sério, você não assusta nem mosca.

– Você me insultou, Natsu. Agora torço pra que você se torne um maldito que fica com setenta gatos em casa. Sozinho. – disse, com uma expressão que em minha opinião, estava mais retardada do que assustadora, sinceramente. Mas fazer o que, esse é o jeito “Gray” de ser.

– Não que eu ligue, mas... – disse, dando de ombros. No momento em que percebi que ele iria rebater, a campainha soou. Arqueei uma sobrancelha. Não tinha nenhuma visita. Bem, só se fosse a senhora que morava bem ao lado do meu apartamento, querendo reclamar sobre o barulho que nós fazíamos.

Abri a porta com uma careta um pouco imperceptível – ou uma tentativa de fazê-la parecer assim – mas me surpreendi com quem estava á minha frente.

– Com licença, você é Natsu? – a garota loira perguntou, com uma expressão confusa. Ela era muito bonita. Minhas bochechas coraram. Ela parecia o tipo de garota inocente. Repreendi-me por meus pensamentos.

– S-sim, o que deseja? – perguntei.

Ela sorriu radiante, logo após, adotando uma expressão mais tensa e tenebrosa.

– Eu tenho “assuntos” á tratar com você.

Engoli em seco. Embora eu não soubesse no momento o que aconteceria, apenas de algum jeito, sabia que eu estava encrencado.

E eu sinceramente preferia que fosse a senhora que morava no apartamento ao lado.

Notas finais
Sei, ficou tosquinho. Mas, vamos revelar, né. Parei de escrever por um BOM tempo. D:
Por favor, se você leu, deixe um review, caso contrário, vou mandar uma macumba forte e poderosa pra vocês. Uma das minhas qualidades é "mãe diná macumbeira". -n
O próximo capítulo pode atrasar, mas se você deixar um comentário, talvez eu pegue alguns turbos. //apanha
É isso galera, perdoem-me se houverem erros de português ─ o que eu acho difícil porque meu Word revisou isso bem umas trinta vezes ─ e comentem.
Até o próximo capítulo ♥