Proposta Indecente
2 Capítulo 2 - Tudo tem seu Preço
Notas iniciais
Olá minhas queridas! Olha nós aqui novamente! E já começo agradecendo pelo carinho dos reviews deixados no primeiro capítulo de Proposta Indecente. Obrigada!
E agora voltamos eu e a parceira Paula Margon, ela arrasando com Bella sofrimento e eu arrasando com Edd pegação. #modestia passou longe, eu sei! Mas chega de conversa e vamos ao que interessa!
Boa leitura!!
N/A: Paula Margon
pois é como a mundiça ai em cima vos disse eu arraso num sofrimento(ai quem dera) kkkk.
Eu tbm queria muito agradecer ao carinho de vcs meninas que comentaram no 1° cap, muito obrigada mesmo de coração e ... BORA LER CAMBADA!!!
** Capítulo 02 — Tudo tem seu Preço **
POV BELLA
Depois de chorar uma boa parte da noite de raiva, acordei cedo, nem sete horas da manhã eram ainda, mas, fazer o quê, costume de quem trabalhava. Há uma semana larguei meu emprego que tanto gostava como administradora de uma galeria pouco conhecida de Nova York para investir no que era verdadeiramente meu sonho. “Artes Plásticas”. Meu sonho é fazer minhas pinturas rodarem o mundo em exposições e galerias.
Desde pequena eu amava pintar. Comecei como toda criança normal, fazendo casinhas e árvores mas com um diferencial, minhas casas eram detalhadas com um enorme jardim florido, e depois foi passando para rostos de pessoas e coisas abstratas e sentimentais. Esse é meu sonho, por isso pedi que me mandassem embora e com o dinheiro que achava que eu tinha no banco em uma conta conjunta com Jacob, eu “hoje” poderia realizar esse meu sonho.
Lembrar-me disso me fez lembrar Jacob e consequentemente me lembrar do que ele fez com a minha casa, com meu dinheiro. E Comigo.
Mal acordei e já estou com minha cabeça doendo e, minha raiva dele, vinha junto. Levantei-me praticamente me arrastando da cama, queria poder dormir até esse pesadelo acabar, mas, eu não podia, fui em direção ao meu banheiro, tomei meu banho para acordar meu corpo e minha mente do dia exaustivo que sei que terei com um, certo alguém. Troquei-me colocando apenas uma calça jeans com uma blusinha laranja e desci indo em direção a cozinha preparar algo para o meu café da manhã, mas, antes, fiz uma paradinha na sala para acordar esse safado.
– Jacob acorda!
Chamei uma vez já irritada pela falta de expediente do infeliz em dormir até essa hora.
– Jacob!
Chamei duas e puxei o lençol com o qual se cobria e nada. Então deixei minha ira falar por mim.
– ACORDA JACOB SEU DESOCUPADO!
Gritei e joguei suas pernas no chão, agora sim ele acordou.
– O que! O que foi? — e ainda acordou assustado.
– Nada de ruim. A não ser que perder a casa não seja nada pra você! — falei com bastante cinismo.
Acho que agora ele se lembrou, porque abaixou a cabeça e não me respondeu nada. Absolutamente nada. Mas quando é algo estritamente importante pra mim, não dou ponto sem nó. Mas antes que eu pudesse falar algo ele começou.
– Amor. — levantei uma sobrancelha, já começou errado — Bella. — agora esta melhor — Eu quero dizer que sinto muito e te prometo que você não vai perder nossa casa. Sei que o que fiz foi errado e eu vou consertar isso, eu prometo isso a você.
– Acho bom mesmo Jacob, porque eu não estou afim, de te dar outra chance. Escute bem o que vou lhe dizer, por que essa será a última vez. Você vai se virar pra consertar mais esse erro seu. Eu não tenho culpa desse seu vício em jogatinas. – a cada palavra dita por mim, minha voz ia aumentando — Quando me casei contigo, você não era assim e se você quer viver de jogatina APOSTE O QUE É SEU FILHO DA MÃE! — respirei fundo algumas vezes para controlar minha respiração — Se você pensa que eu vou te ajudar com isso, você esta muito enganado, dessa vez você esta sozinho, e vai se preparando porque se eu perder a MINHA CASA que é a única coisa que me restou de meus pais, eu te juro Jacob Black, se você não for pra cadeia eu te mato.
Sai de casa sem deixar que ele me respondesse. Resolvi andar pelo bairro onde morávamos e parei em frente a uma pracinha que havia ali. Havia alguns pais já brincando com seus filhos. Fiquei ali um bom tempo olhando para aquelas crianças, sorrindo, se divertindo, correndo de um lado a outro. Elas estão tão tranquilas e nem imaginam o que os esperam quando suas vidas adultas começarem.
Fiquei ali andando no parque e observando tudo o que acontecia por ali quando meu estômago chamou minha atenção roncando estrondosamente alto. Olhei as horas em meu relógio de pulso e me assustei com o horário, já se passava das duas da tarde.
Voltei pra casa não encontrando Jacob, melhor assim, ou seria capaz de discutir novamente. Fui pra cozinha e preparei um sanduiche pra mim com tudo o que tinha direito, pão, queijo, presunto, tomates secos, cenoura ralada, uma única fatia de alface e bastante maionese. Comi minha saudável refeição acompanhada com um copo duplo de refrigerante e subi para meu quarto que estava uma bagunça e resolvi arrumar.
Quando o entardecer chegou, Jacob apareceu também de não sei onde, ele estava estranho, todo sorridente e eu não estou com ânimo para nenhum tipo de brincadeira.
– Que sorrisinho é esse Jacob. Acho que essa situação que você nos colocou, não deveria rir e sim ir atrás de uma solução.
– Calma amo... Bella, depois que você saiu eu fiquei pensando no que você me disse e tudo o que esta acontecendo conosco e fui buscar uma solução.
– E você encontrou? Porque eu espero que sim.
Jacob que até então estava com os braços nas costas, os trouxe para frente junto com um ramalhete de rosas vermelhas, não são minhas preferidas, mas adora rosas, e me entregou sorrindo e aos poucos eu fui entendendo o que significava aquilo.
– Você está falando sério Jacob? Por que isso não é nenhuma brincadeira é sério. — eu falava e ele somente ria e eu estava começando a acreditar. — Você... Você conseguiu? Você conseguiu, eu não vou perder minha casa? — perguntei com medo da resposta que ele me daria.
– Sim Bella. Eu consegui. Dei um jeito de não perdermos nossa casa.
Oh Deus, eu não posso acreditar!
– Como... Como você conseguiu? O que você fez? Diz pra mim que é verdade. — eu estava atropelando nas perguntas e minha visão estava tomada por lágrimas que teimavam em cair.
Minha felicidade era tamanha que eu o abracei fortemente e fui retribuída por ele. Eu não acredito que não vou perder minha casa. Eu repetia isso sem parar entre meu choro de felicidade.
– Obrigada Jacob. Muito obrigada.
– Não precisa me agradecer. Eu não fiz nada mais do que minha obrigação de te devolver o que lhe pertence e eu te peço perdão pelo que fiz. Eu não deveria ter feito isso. Perdão.
Me afastei dando um passo para trás segurando as rosas, eu não poderia perdoá-lo somente da boca pra fora.
– Jacob, eu não posso dizer-lhe que te perdoo, pois estaria mentindo, você me magoou muito, eu estou muito decepcionada com você. Mas quem sabe com o tempo eu não vá te perdoar de coração. Desde que você não cometa mais esses tipos de erros. Mesmo assim obrigada.
– Ok! Eu gostaria de te levar para um jantar, para “comemorarmos” você aceita?
Jantar fora? É pode ser...
– Por favor Bella prometo que será somente um jantar.
Sim, apenas um jantar. Apesar de que ele já resolveu a situação da hipoteca da casa, eu ainda estava magoada e com raiva do que aconteceu e acho que não há mal algum em aceitar seu convite para jantarmos fora hoje.
– Ok eu aceito seu convite Jacob. — ele deu aquele sorriso de canto a canto e tentou me beijar, mas desviei meu rosto — Jacob, vamos com calma, não é porque você resolveu sobre a hipoteca da casa que estamos bem, não, dessa vez você passou dos limites então respeite-me.
Fui em direção ao meu quarto tomar meu banho e me arrumar. Coloquei um vestido vermelho que eu adoro com um decote no colo e um pouco nas costas também, ele batia no meio de minhas coxas, calcei meus sapatos de salto pretos e fiz um coque solto e desci para a sala encontrando Jacob já vestido com um elegante de terno cinza.
Seguimos para o restaurante Village Gourmet, um dos mais caros e bem frequentados de Nova York e tenho que dizer que nunca estive em um lugar tão chique antes, o qual ele já tinha feito reservas. Chegamos e fomos recebidos pelo manobrista que logo levou nosso carro. Jacob me estendeu o braço e que eu aceitei, fomos para o elevador e subimos até o vigésimo andar para enfim entrarmos no já lotado local, o garçom nos guiou e nos acomodamos em uma mesa pequena para dois bem reservada e com vista para a grande cidade, e do nada senti um arrepio na espinha, só não sabia dizer se era uma coisa boa ou ruim.
Era como se eu fosse uma presa observada por meu predador.
PDV Edward
Acordei abruptamente.
O sol entrando pelo quarto, um quarto que tenho plena consciência de que não é o meu, me cegando os olhos que já se encontram em brasas por não ter dormido, a consciência de onde estou e o que fiz voltando aos poucos. E logo percebo que não estou sozinho na cama. Mais três corpos nus, como o meu, preenchem quase todos os espaço, me apertando e sufocando em um mar de pernas, braços e cabelos. Nesse momento, quando identifico as três mulheres jogadas por cima de mim, a noite anterior me vem como um flash. Boate, cerveja, música eletrônica, vodca, uma ruiva e uma morena gostosa dançando despudoradamente em minha mesa, uma garrafa de "Scotch", e eu saindo de lá acopanhado pelas duas. Mas eram duas e não três, e ai me pergunto como a terceira veio parar aqui comigo? Olho melhor a terceira e vejo que é loira, mas eu não gosto de loiras, e forçando minha mente, lembro-me que ela é a recepcionista do hotel e quando reparo em sua boca vermelha e inchada que eu estoquei fundo meu pau me lembro dela melhor ainda. É garanhão você deu conta de três e foram elas que pediram pra descansar. Como eu tenho orgulho de mim.
Tento me levantar com o máximo de cuidado para não acordar nenhuma delas, pois caso isso acontecesse eu estaria muito fodido com essas ninfetas querendo me atacar, e isso não pode acontecer ou terei que negar fogo, pois meu membro se encontra esfolado e seco de porra depois de transar e gozar até as quatro da manhã sem intervalos, as vezes só com uma ou as vezes com as três juntas. Muita loucura! Então, despois de me desvencilhar de braços e pernas, eu praticamente fugi daquele quarto, antes que ficasse órfão do meu parque de diversões, e tem muitas que ainda precisam brincar com ele e isso não pode acontecer. Não mesmo.
Passo em meu apartamento antes de começar meu dia para um banho quente e troca de roupas, as casuais de ontem a noite por um terno de corte moderno, e já pronto e saindo constato que são quase dez da manhã, pelo menos não chegarei atrasado. Sinto que minha cabeça dá sinais de que deseja e está prestes a latejar. Ressaca maldita porque você existe. Preciso de uma café forte e aspirinas, e talvez até um cochilo de meia hora no sofá de meu escritório, e tenho a certeza que depois disso serei um novo homem.
Um novo homem e com compromissos para o dia de hoje, e minha sorte é que minha agenda para hoje não está tão cheia assim. Afinal um homem como eu não dispõe de muito tempo livre. E quem sou eu?
Sou um executivo. Sou um negociador nato. Sou Edward Cullen.
Ceo (Chief Executive Officer) da rede bancária "Financing Cullen". E minha função no mais alto cargo administrativo é fazer dinheiro girar e entrar de forma fácil e despreocupada. Estamos a trinta anos no mercado trabalhando com empréstimos, consignados e penhores. Transformamos nosso dinheiro em mais dinheiro, e assim nos espalhamos com inúmeras agências pelo país.
E não seria hipocrisia da minha parte dizer que o que manda no mundo é o dinheiro. Sim o dinheiro. Nada de amor, felicidade e essas coisas fúteis que algumas pessoas pregam como alternativas de vida melhor. Amor não compra nada e felicidade não paga ninguém. Dinheiro sim, e com ele nós podemos ir muito longe, podemos ser quem quisermos e podemos ter uma vida boa.
E no mundo de hoje, tudo tem seu preço, e com dinheiro nós podemos pagar o que quisermos. Até pessoas. Veja como exemplo as pessoas que me procuram pra pedir dinheiro emprestado. Elas têm um valor não tem? E em troca o que recebo? Os juros. Normalmente elas só pensam no dinheiro e não nos juros que pagam por eles, e assim eu enriqueço mais e mais. Então me diga qual é seu preço e eu pagarei! Eu sempre começo um atendimento assim, e nunca falhei ou perdi um cliente.
Consigo chegar ao banco as dez e vinte, depois de encarar um pequeno engarrafamento devido a um acidente, já me encaminhando para minha sala, passando por minha secretária Rosalie, e nem precisei dizer nada, pois com anos convivendo comigo ela já sabe pela minha cara e atraso do que eu precisava naquele momento. Então como de costume não demorou nem cinco minutos, tempo apenas para que eu retirasse meu paletó e me acomodasse em minha cadeira, e lá vinha ela com meu café sem açúcar e duas aspirinas, e presa em seu braço sua volumosa agenda. Não sei o que seria de minha vida sem Rosalie. Ela cuida de tudo, não só dos meus compromissos, mas das minhas roupas, compras de comida para minha casa, arrumadeiras e coisas desse tipo. Ela também não perdia a oportunidade em dizer que eu precisava de uma esposa urgente. Nesses momentos eu sempre me fazia de desentendido.
Casar pra que? Só caso se for com o dinheiro, mas esse eu já mantenho uma relação amorosa a muito tempo. E estamos bem obrigado!
– Bom dia Sr. Cullen? Ressaca querido?
– Bom dia Rose! Não podemos classificar como uma ressaca qualquer, essa é destrutiva, sinto meu cérebro se revirando dentro do meu crânio. Vai explodir e miolos cobrirão o chão desta sala... Espero que você recolha meus pedaços com afeto...
– Nem de ressaca deixa de ser engraçadinho não é mesmo? Tome! Duas aspririnas e café expresso sem açúcar. Você precisa estar bem para o dia de hoje...
– O que temos pra hoje? — perguntos já colocando o analgésico na boca e tomando o café numa golada só.
– Reunião as 12h com os gerentes do consignado das dez maiores agências, para exibição da planilha de lucros e crescimentos do mês passado. As 15h reunião com a construtora responsável da nova agência de Chicago para apresentação do projeto arquitetônico e fechamento de contrato para início das obras. As 19h jantar com os investidores árabes no Village Gourmet para assinatura do contrato de fidelização das ações de compra.
– Tem como remarcar o jantar com os árabes para a noite de amanhã? Gostaria muito de descansar esta noite.
– Infelizmente esta será a última noite deles no país, se não assinarem o contrato hoje, ficará para o próximo mês e você perde alguns milhões com esse atraso.
– Tudo bem, confirme minha presença e peça ao Emmett que esteja disponível para ir comigo.
– Tudo bem, mais alguma coisa?
– Sim, apenas meia hora sem me passar ligações. Depois desse período dia normal!
– Com licença então, vou preparar a sala de reuniões...
E assim que Rose sai, consigo fechar meus olhos por sagrados trinta minutos, para em seguida dar início ao meu dia pra lá de movimentado e infernal. Cheio de telefonemas e encontros formais, sendo que minha vontade nada mais era do que me livrar daquelas roupas apertadas e me jogar em uma banheira de água quente e relaxante. Sem mencionar que a dor de cabeça filha da puta não deu trégua em nenhum momento. Preciso me lembrar de não misturar tantas bebidas e mulheres na próxima farra.
As seis e trinda da tarde já estou doido pra ir embora, mas ainda tenho o bendito jantar com os árabes, bentido pois dele minha conta será favorecida em alguns dólares, ou melhor, muitos dólares. Mas desejo que esse encontro seja breve e que minha falta de conhecimento em língua árabe faça com que o jantar não se delongue muito pela noite.
Emmett já está me esperando com o carro na porta da "Financing Cullen". Emmett é meu segurança particular, e em reuniões fora da agência, e com clientes com potencial a terroristas ou sequestradores, ele sempre me acompanha, afinal nunca se sabe. E além de segurança, Emmett é um ótimo amigo e parceiro em algumas farras de bebida e mulheres. Enquanto Rose me aconselha a casar, Emmett me aconselha a farrear. Vai entender! Mas eu ainda fico com os conselhos do meu amigo.
Logo chegamos ao Village Gourmet, entregamos o carro ao manobrista, e Emmett me acompanha apaisano logo atrás de mim, como um amigo ou conhecido, nada de uniformes ou coisa desse tipo, subimos até o vigésimo andar e assim que atravesso as portas de entrada do restaurante, sinto minhas narinas dilatarem e meu sentido de homem predador de aguçar. Meu olhar, instintivamente, foi direcionado a uma pequena mesa reservada, e a primeira visão que tenho é o decote do vestido vermelho sangue, expondo e constratando com a pele clara e alva. Fui erguendo meus olhos encontrando um pescoço delicado igualmente exposto, um queixo fino e delineado, e lábios vermelhos e convidativos a serem beijados demoradamente. E eu senti quando meu membro, mesmo saciado da noite anterior, se erijeceu imediatamente também querendo a atenção daqueles lábios que prometiam ser quentes e macios.
Senti minha boca salivar por instinto. Eu estava muito excitado só de pensar no meu pau fodendo aquela boca. Mas eu preciso me controlar, estou em local público e não posso agir dessa forma. Espantei esses pensamentos libidinosos para então terminar de erguer meus olhos, e não me arrependi por isso. Encontrei um olhar de chocolate derretido, quente e determinado, misteriosos e curiosos me avaliando com demasiado espanto, acho até que pude ver uma faísca de luxúria passar por eles. Finalmente consigo focar a bela mulher sentada a mesa. Extremamente linda, porém com os cabelos presos, eu não gosto que mulheres prendam o cabelo, é um fetiche que sigo a risca, e me peguei imaginando soltá-los e segurá-los com força enquanto a morena se entrega sem pudores e submissa a mim.
E a única coisa que consegui pensar naquele momento, é que aquela mulher teria um preço. Com certeza alto, mas teria.
E eu estava mais do que disposto a pagá-lo, sem hesitar, para tê-la só pra mim e em minha cama.
Continua...
Notas finais
Beijos da Lokir e até o próximo post!
N/A: Paula Margon: como a mundiça ai em cima disse (de novo), as fantasminhas se quiserem vir pra luz, sejam muito bem vindas, se não, sinto muito mais vcs não terão direito nenhum de nos cobrar nada ok? Bj Bjsss da Mundiça Mor que vos fala e até o próximo cap de PI ♥
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