Proposta Indecente
11 Não Bill, isso é errado.
Notas iniciais
Vocês mal podem esperar pelo que acontecerá.. Sério mesmo, a coisa tá esquentando, hein? DSUHDUISHIDUSH
Bom, a música de hoje é: Iris - Goo Goo Dolls
http://www.youtube.com/user/boyceavenue#p/u/90/ZwAhNy0w5oE
Amo demais essa música, é tão linda *-*
Então, se tiver qualquer erro ai é só avisar ..
Espero que gostem,
Boa Leitura ♥
E eu desistiria da eternidade para tocá-la
Pois sei que você me sente de alguma forma
Você é o mais próximo do paraíso que chegarei
E eu não quero ir para casa agora
Capitulo XI
(Contado por: 3º pessoa)
— Eu diria que... Não sei um modo simples pra dizer tudo que sinto, mas eu vou dormir e acordo só pensando em você. Já... Até imaginei como seria se tivéssemos algo além da amizade. A verdade é que... Preciso de você muito mais do que eu imaginava.
— Diria isso a ela?
— Sim. – respondi. – Quero dizer... Se eu tivesse coragem, eu diria sim.
— O que você acha sobre o que ele acabou de dizer, hein Lyra?
Quando Georg disse o nome dela, Bill sentiu um calafrio. Seu coração disparou e a primeira coisa que pensou foi “tomara que não seja verdade”. Ao se virar, se deparou com ela parada e completamente calada. Não estava acreditando no que acabara de ouvir, e nem o próprio Bill acreditava que pudesse ter dito aquelas coisas.
— Lyra? – foi a única coisa que saiu de sua boca.
— Vim avisar que o jantar está pronto. – diz ela. – Mas vou dar meia volta e fingir que não escutei nada!
Para Bill, ouvir aquilo era praticamente uma prova de que não havia gostado nenhum pouco das suas palavras. Ela se virou e saiu andando. Ele continuou parado, olhando na direção da porta, sem saber o que fazer ou como agir.
— E agora, o que eu faço? – pergunta ao Georg.
— Vai atrás dela!
— Mas...
— Pare de pensar e vá logo!
Mesmo não tendo nenhuma certeza, se levantou e foi atrás. Chegou à sala e não tinha ninguém. Foi para a cozinha. Carla estava sentada no lugar de sempre, o Fofão colocava os últimos talheres na mesa, e sua mãe abria o forno. Mas e a Lyra, onde estava?
— Alguém viu a Lyra? – perguntou ansioso.
— Ela acabou de passar por aqui, e foi lá pra fora. – responde Fofão, ajeitando os talheres.
— Obrigado. – diz ele e vai logo saindo.
— Você não vai jantar? – pergunta sua mãe.
Ele nem ao menos lhe deu ouvidos. Estava mais preocupado em encontrar a Lyra, antes que fosse tarde demais pelas suas besteiras. A porta da cozinha dava para os fundos, que por sua vez, seguindo por um caminho de pedras decorativas, dava acesso a praia. Bill olha para todos os lados, e a avista um tanto longe, andando pela areia. Ela parecia estar com os braços cruzados, e então ele começou a correr.
— Lyra! – gritou. Ela olha para trás e continua andando. – Lyra, espera!
Mais alguns gritos até conseguir alcançá-la, e ao fazer isso, segurou seu braço e a fez virar-se para si. Por causa da corrida, ele estava meio ofegante, mas conseguiria falar.
— Me escuta. – diz ele, olhando em seus olhos.
— Bill, eu não quero conversar agora. – se desvencilhou. – E-Eu tô... Confusa demais.
— Só me escuta. – insiste. – Por favor, me escuta.
Nem ela mesma sabia ao certo se iria gostar de ouvir seja lá o que for. Estava com medo de sentir o que não lhe era permitido. Seria errado demais, e estaria traindo – mais uma vez – alguém que não merecia. Lyra olha para o mar, e volta a olhá-lo.
— Fala. – diz ela, cedendo.
— Aquilo... Aquilo que você ouviu... – não sabia como dizer. – É a mais pura verdade. E-Eu não faço a menor idéia de como aconteceu, e sei que não deveria ter dito aquelas coisas nem sentir nada pela minha secretária, mas não dá pra controlar os sentimentos. – faz uma breve pausa. – E-Eu tô apaixonado, Lyra.
— E eu estou noiva, Bill. – ela volta a cruzar os braços. – O que você sente deve ser só atração.
— Não, não é! – continua olhando pra ela. – O que eu sinto não pode ser só atração, por que... Porque neste exato momento estou tentando não gaguejar e nem demonstrar que estou me corroendo de nervoso por dentro. As minhas pernas estão bambas e não sei como estou me agüentando em pé. Meu coração está tão acelerado que parece estar batendo na garganta.
Ela fica calada, e surpresa ao escutar tudo aquilo. Não esperava. Realmente não esperava nada como isso. A brisa leve do vento fazia seus longos cabelos balançarem, e ele pôde sentir a fragrância do seu perfume. Como Bill desejava que nada disso estivesse acontecendo para evitar certos constrangimentos.
— E... Estou me segurando pra não te beijar. – diz ele, num impulso. – De novo.
— Não Bill, isso é errado. – ela se afasta um pouco. – É melhor parar com essas coisas, e voltarmos pra casa.
Quando Lyra passava por ele, mais uma vez não conseguiu se controlar. Deve ter sido o cheiro do perfume. Bill a segurou pelo braço e a puxou para si. Seus corpos ficaram juntos, e mesmo não querendo demonstrar, era tudo que mais desejavam. Ele foi aproximando seus lábios, até tocarem os dela. Um selinho não muito rápido, para ter a certeza de que poderia prosseguir. O beijo foi aprofundado quando os dois entreabriram a boca, e suas línguas começaram a dançar conforme a música.
Se era errado ou não, naquele momento ninguém dava a mínima importância pra isso. Eles se afastaram um pouco, e Bill a olhou nos olhos. Ele temeu receber mais um tapa no rosto, mas ela só fez se afastar ainda mais e começar a caminhar de volta pra casa.
***
O casamento da Carla seria dali dois dias, e durante o jantar ela insistiu tanto para que o casal ficasse para a cerimônia, que a Lyra acabou ligando pro Tom e inventando outra mentira. Ela disse que haveria mais algumas reuniões de trabalho e que precisaria ficar, mas que voltaria em breve. Obviamente ele ficou chateado, e teve que aceitar de qualquer jeito.
Mais tarde, enquanto todos estavam em seus devidos quartos, desfrutando do décimo sono, Bill se encontrava deitado naquele sofá – que agora parecia mais desconfortável que antes -, de barriga para cima e com os olhos bem abertos. A insônia o pegou outra vez. Na verdade, a razão para essa insônia, tinha nome.
Lyra estava deitada na cama, virada para o lado direito. Ela também não conseguia dormir. Não parava de pensar nas últimas horas. Pensava tanto naquele beijo, que se pegou tocando os próprios lábios. O que está acontecendo? E por quê? Ela se perguntava.
— Lyra, está dormindo? – pergunta Bill.
A resposta não veio, pois ela estava se sentindo vulnerável a qualquer tipo de coisa que ele ousasse falar. Mas por outro lado, não seria educado deixá-lo falando sozinho, se estava acordada.
— Não. – respondeu, após algum tempo.
— No quê está pensando?
— Nada. – virou-se de barriga pra cima. – E você, no que pensa?
— De verdade?
— Sim.
— Em você.
E o silêncio veio novamente. Bill sabia que acabaria estragando tudo, mas era inevitável. Ele ficou olhando pra cima, na esperança dela falar mais alguma coisa e quebrasse aquele inoportuno silêncio.
— Bill... – diz ela.
— Oi.
— Eu gostei.
Será? Será que ela gostou do que ele estava pensando. Se for, será que significa alguma coisa? Perguntar poderia ser a coisa mais difícil, e ele precisava saber a resposta de qualquer maneira.
— Do que você gostou? – perguntou.
— Do beijo. – e um sorriso logo surgiu no rosto dele.
— Gostou mesmo? – ele se senta no sofá.
— Mas não pense que significa que poderá acontecer outra vez. – ela se senta na cama. – Porque não vai.
— Claro que não. – diz ele. – Não vai mais acontecer.
— Não. – ela repete, e fica olhando-o. – Acho... Que vou até a cozinha beber um pouco de água. – se levanta e sai do quarto.
“Mas não pense que significa que poderá acontecer outra vez”. Essas palavras ficaram na mente dele. Desejar uma garota nunca foi pecado, desde que essa garota não esteja comprometida e a ponto de se casar. Ele ainda não havia entendido o motivo de ser ela. Porque justamente a Lyra o fez sentir esse tipo de coisa? Não poderia simplesmente ser qualquer outra pessoa? Bill apóia os cotovelos nos joelhos, e fica olhando para baixo. Lyra retorna ao quarto, e se senta ao lado dele.
— Isso é tão estranho. – diz ela, e ele ergue a cabeça para olhá-la.
— Muito.
— É totalmente errado e... A gente não consegue evitar.
— Não. – ela olha pro relógio na mesinha de cabeceira.
— Está tarde.
— E isso não diminui a minha vontade de...
— Me beijar. – o interrompe, completando a frase. – Então faça logo. – ele acha que não ouviu direito. – Assim acabamos com a vontade dos dois.
---
(Contado por: Bill)
Por um momento achei que estivesse sonhando. Como não sabia se ela falava a verdade ou não, fiquei com medo de tomar qualquer atitude. Numa prova, ela me surpreendeu com um beijo. Cheguei a não acreditar no que acontecia. O beijo que se iniciou delicadamente, foi ficando cada vez mais quente e cheio de desejo.
— É errado, Lyra. – disse, entre um beijo e outro.
— Cala a boca Bill. – me beija novamente.
Sem nem ao menos percebermos, estávamos deitados na cama. Eu, entre suas pernas e apertando suas coxas. Ela, arranhando minhas costas por dentro da camiseta.
Tirar a roupa enquanto está beijando outra pessoa, foi considerado por mim um dos maiores desafios da vida. Ainda mais quando seus hormônios estão todos à flor da pele e o que mais querem é colocar tudo para fora.
As coisas aconteceram tão rapidamente, que em pouco tempo, eu estava entre suas pernas novamente, me preparando para penetrá-la. Mais alguns beijos, e nos tornamos um só. Ela gemia baixinho no meu ouvido, e me arranhava com força, fazendo me sentir ainda mais excitado. O suor escorria pelo meu rosto, e vê-la de olhos fechados apreciando o momento, era uma das melhores visões. Seu corpo colado ao meu, os corações acelerados... Um gemido mais alto, e chegamos ao ápice.
Dei-lhe mais um beijo, e me deitei ao seu lado, de barriga para cima. Estava ofegante e esperando a fixa cair. Lyra colocou sua cabeça sobre meu peito, e fiquei acariciando seus cabelos. Fechei os olhos e adormeci.
Notas finais
Só quero saber o que vocês acharam ..
Ah, essa coisinha que aconteceu entre eles ai, foi rápido porque eu não queria entrar em detalhes, e também não achei que fosse importante .. O negócio é que esses danadinhos fizeram :O DSUHDISUHDSUHDSUH
Beeijos*--*
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