Notas iniciais
Antes que leiam esse capítulo eu gostaria de dedicar esse capítulo a minha nova amiga Gabi Villela e a Keyla Magalhães (http://fanfiction.com.br/u/92050/) que passaram a madrugada inteira (até quase cinco da manhã) comigo me ajudando a escrever (escreveram pra mim praticamente) e me preparando psicologicamente pra isso, porque eu estava sendo dominada pela vergonha. Espero que gostem, ficou meio "mecânico" em algumas partes, porém é a primeira vez ninguém ali é especialista rs. Sem contar que eu estava enlouquecendo de vergonha. Sendo assim boa leitura! Xoxo

Eu estava nervosa admito, mas era normal, só que mais do que nunca eu tinha certeza que estava pronta e melhor de que não era um sonho.

Ele parou o beijo e me encarou, e não precisou de palavras para que concordássemos que aquele era o momento certo. Ele simplesmente abriu um sorriso que eu nunca havia visto antes e voltou a me beijar.

Eu passei a mão pelos seus cabelos e segurei, então beijou minha orelha, meu pescoço, meu ombro. Me senti um pouco nervosa quando ele começou a tirar minha blusa mas me sentia preparada! Então arranhei suas costas por baixo da blusa e a tirei.

— Você tem certeza mesmo? — ele perguntou.

— Tenho! — eu sorri.

Percebi que suas mãos estavam trêmulas, assim como eu ele estava nervoso.

— Esse sutiã novo é lindo. — ele sorriu olhando-o

Senti vergonha e vontade de me cobrir, mas entendi que precisava superar minha vergonha. Então o beijei novamente segurando seu cabelo. Ele passou o braço por cima de mim, segurou na minha cintura e me puxou pra cima dele. Senti suas mãos um pouco suadas em minhas costas, que logo começaram a descer me acariciando. Ele sabia que eu estava nervosa então ficou parado debaixo do meu corpo, me confortando com beijos delicados.

— Não vamos apressar nada, vamos deixar que as coisas aconteçam naturalmente, tá?

— Tá. — eu mal conseguia conter o sorriso em meu rosto.

— Quero que essa seja uma das melhores lembranças da sua vida.

Ele virou-se novamente dessa vez por cima, e enquanto me beijava, percorreu a mão pelo meu corpo e desabotoou meu short. E enquanto o tirava com uma mão, arranhava minhas costas com a outra fazendo com que eu me arrepiasse. Depois ele levantou e desabotoou sua bermuda, olhou para mim e sorriu. Entendendo aquele sorriso, eu cheguei perto e o ajudei a descer a bermuda. Ele me segurou pelo cabelo e se deitou novamente por cima de mim. Olhei para o lado e vi os preservativos perto de uma almofada, peguei um e ia entrega-lo:

— Quer me ajudar a colocar?

Ele segurou minhas mãos e ajudou-me. Foi uma dor suportável, mas nada que tirasse o prazer quão especial estava sendo aquele momento. Depois quando já havia terminado eu só pensava em ficar em seus braços e ser dele para sempre.

— Eu te amo. — ele disse.

— Eu também te amo muito amor.

Olhávamos um para o outro com um sorriso bobo, sem graça, mas sincero e mais apaixonados do que nunca. Me senti feliz e radiante, lembrei do episódio do sonho e pedi para que nenhum despertador tocasse naquele momento.

Adormecemos ali mesmo, abraçados. No outro dia uma brisa fria me acordou, me mexi e ele acordou.

— Bom dia minha Anne.

— Bom dia meu Rick. — ele me deu um selinho.

— Espero que seu pai não nos mate por termos passado a noite aqui.

— Também espero.

— Vamos entrar? Eu deito lá no seu quarto com você.

— Que horas tem? — perguntei e ele olhou no relógio.

— São sete da manhã.

— Vamos tomar café então. — eu levantei e o puxei pela mão.

Saímos andando em direção a casa, caminhando, em silêncio com um sorriso bobo no rosto.

— Você está mais linda do que nunca!

— Obrigada.

Assim que entramos, nossos pais tomavam café.

— Dormiram lá fora? — Olavo perguntou.

— Dormimos. — Rick respondeu.

— Que sorriso bobo é esse no rosto dos dois. — Rosalie suspeitou — Aconteceu né, eu sabia! — ela bateu palmas empolgada.

— Rosalie! — meu pai, minha mãe e Olavo disseram em coro.

— Desculpa, foi mal. Quando esses chatos saírem, a gente conversa.

Ela piscou pra nós que rimos mais sem graça ainda e fomos tomar café, mas sem soltar a mão um do outro. Mandei uma mensagem para Jayne e Christine, estava me preparando para contar a elas assim que voltasse para o Brasil.

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Notas finais
Gente esse foi o menor capítulo, porque eu queria que fosse só sobre isso. Eu amei a imagem, sem mais.
hahaha xoxo