Prometa Que Não Vai Voltar
43 Capítulo 43 - Rick
Por: Rick
Eu ainda estava meio confuso, pedia muito para que aquilo não tivesse sido um sonho, só eu sei o quão feliz eu fiquei por ela ter gostado e por nada ter estragado aquilo. — Bê? — ela me chamou da porta do meu quarto. — Entra amor. — ela entrou e fechou a porta. — Eu quero conversar sobre ontem. — Você não se arrependeu não né? — perguntei com medo. — Claro que não bobo — ela sorriu — eu só quero saber se foi tão bom pra você quanto foi pra mim. — Pode ter certeza Anne de que eu não poderia ter sido nem melhor e nem mais especial do foi. — Eu estou me sentindo muito feliz. — ela ficava linda quando começava a ficar vermelha pela vergonha. — E eu Anne? Nós finalmente voltamos — a abracei — nada mais separa a gente. Está preparada para o interrogatório amanhã? — Pois é, tenho certeza que eles vão praticamente invadir as nossas casas pra saber. — Olha, eu fiquei muito surpreso com a sua atitude ontem. — Ai meu Deus que atitude? — ela cobriu o rosto e encostou no meu ombro. — De me mostrar a sua lingerie. — eu ri passando a mão em seu ombro. — Para amor. — ela mal falava de tanta vergonha. — Anne me promete uma coisa? — O que? — Nós vamos criar muito mais intimidade agora, mas nunca deixe de ser essa menina linda que você é, e nem esse seu jeito fofo quando está com vergonha, promete? — Prometo, e você também me promete uma coisa? — Fala meu anjo. — Nós vamos começar a ter também mais responsabilidade do que antes, quero que me prometa de que nunca vai perder esse seu jeito engraçado, de ser também essa pessoa que você é? — Prometo. — Vamos ter que conversar com as nossas mães. — Estou sabendo, mas estou morrendo de vergonha. — confessei. — Rick Bittencourt com vergonha. — Ué, Anne Bergantine sem vergonha? — Para — ela gargalhou — Não sou sem vergonha. — Só um pouquinho. — Rick! — ela fez bico. — Parei. A peguei pelo cabelo fazendo com que deitasse na minha cama e a beijei, ela não mostrou relutância então continuei, passei a mão pelas suas costas por dentro da blusa ela sorriu sem graça. — Não estou te forçando né? — perguntei receoso. — Não bê, relaxa. Quando eu não quiser eu vou falar. — Então você quer né danadinha? — debochei. — Amor, não. Para com isso. — ela fez uma cara de neném muito fofa. — Awn "amor para?" — Não. — ela riu e cobriu o rosto com as mãos. Voltei a beija-la e ela tirou a minha blusa, quando ela começou a tomar mais atitude eu confesso que nem acreditei pois não esperava. Aconteceu de novo, tenho certeza de que foi tão melhor pra mim quanto foi pra ela. — Eu te amo, eu te amo, eu te amo, eu te amo, eu te amo e eu te amo muito. — ela falou. — Foi tão bom assim? — brinquei. — Para amor não é por isso. — ela riu. -Eu sei, eu também te amo demais. — falei dando ênfase no "demais" — Eu quero casar com você. — Como diz sua mãe, não tem mais jeito não. — Não tem pra onde fugir não. — É você quer fugir? — ela forçou os olhos tentando parecer irritada. — Talvez. — menti. — É? — Não amor, mentira. Ela acariciou meu rosto e me beijou, me arrepiei todo quando ela arranhou meu tórax e me olhou com uma expressão que eu nunca tinha visto antes. E voltamos a unir nossos corpos só que dessa vez a coisa foi bem mais... quente. — Cara é melhor eu sair do quarto. — ela disse sem fôlego. — Ah não amor. — a abracei também respirando fundo. — Mô vamos sair, vamos curtir Miami. — ela riu. — Miami não me trás tão boas lembranças assim não. Rimos e nos levantamos, fomos assistir televisão na sala, ficamos assistindo e brincando, Márcia logo depois chegou com três baldes de pipoca um pra cada casal e ficamos todos assistindo TV. — Não quero voltar pro Brasil. — Anne confessou baixo. — Amor, fica calma. Voltar para o Brasil não é sinônimo de problema, vamos ficar bem lá. É só confiarmos cada vez mais um no outro e não acreditar em fofoquinha, palhaçada dos outros e tudo mais. — É principalmente da Ana. — ela revirou os olhos. — Ciumentinha linda. — Ciumentinha nada, ainda tem a Lorrana. Ai que raiva, a gente tinha que voltar lá só pra eu esfregar na cara dela que eu e você voltamos e nascemos um pro outro. — Awn, que linda. — eu ri — Calma amor a gente ainda vai casar, voltaremos na sua casa de praia umas mil vezes e ela vai ver. — Como você sabe? — Ela mora lá né. — Sei. — ela fez cara de braba. — Ciumenta. — Chato. — Linda. — Amor da minha vida. E a beijei calmamente, e pedi a Deus para que ele nunca tirasse a Anne da minha vida de vez. Éramos mais do que namorados, éramos amigos, cúmplices e nada nem ninguém poderia tirar aquilo de nós, nunca.
Notas finais
Então lindíssimas, eu estou na casa de praia e a internet é do meu pai. Hoje ele volta pra casa e vai levar D:
Então é provável que eu fique uns dias sem postar, mas eu juro que vou dar um jeitinho, mas vou estar sempre online pelo celular respondendo aos comentários e tudo mais ok?
xoxo
Então é provável que eu fique uns dias sem postar, mas eu juro que vou dar um jeitinho, mas vou estar sempre online pelo celular respondendo aos comentários e tudo mais ok?
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