Prometa Que Não Vai Voltar
4 Capítulo 4 - Seguindo
Fui para o meu quarto, deitei e acabei
adormecendo, sonhei que o Rick aparecia e ficava perguntando por que eu tinha trocado ele, e ele ainda me amava. Acordei com o coração acelerado.- Maldito! – gritei sozinha.Olhei para o relógio eram três da manhã, voltei a me deitar, adormeci novamente, não sonhei desta vez. Quando acordei fui logo tomar uma ducha fria. Arrumei-me e encontrei meus pais almoçando.- Não vai almoçar filha? – perguntou minha mãe.- Não mãe, eu vou almoçar na casa do Adrian.- Olha o que eu te falei hein filha. – gritou meu pai.- Pode deixar. – sorri pra ele.Fui andando até a casa dele, eram apenas duas quadras depois da minha, chegando lá toquei a campainha. Fui recebida por ele.- Oi meu amor, entra. Estávamos te esperando para almoçar.- Oh, claro. – disse eu com um sincero sorriso no rosto.Almoçamos, e pra minha surpresa logo depois do almoço Jayne e David chegaram.- Chamei-os para assistirmos um filme. Que tal?- Que bom.- Que péssimo! Temos que aturar essa coisa aqui. – disse Jayne se referindo ao David.- Porque você me trata assim? – ele perguntou.- Drama em forma de pessoa. Para! – ela disse.- Você ainda vai me pedir para ficar com você.- Ata, faça-me rir!- Gente. Por favor. Vamos ver o filme.Ficamos sentados assistindo o filme, nos divertimos muito, o meu namoro com Adrian estava me fazendo bem, Jayne e David tinham ido embora, eu já estavaindo embora quando a minha mãe me ligou.Mãe: Querida, ao sair do Adrian. Vá até lá em casa pegue a chave em cima do balcão e pegue um ônibus. Estamos na casa da sua tia.Eu: Ok, mamãe pode deixar.Mãe: Beijo, tchau.Eu: Beijo.- Ligação Finalizada — - Amor, eu vou para casa, pegar a chave e depois ir de ônibus até a minha tia.- Nada disso, eu levo você de carro.- Não precisa.- Precisa sim, vamos Resolvi não discutir, entrei no carro dele, ele estacionou em frente a minha casa, desci e notei uma movimentação na casa do lado. A casa onde o Rick morava, havia homens entrando e saindo da casa, cheio de caixas. Entrei na minha casa, peguei a chave e fui falar com um homem parado na porta com umaprancheta na mão.- Oi, eu sou vizinha aqui. E gostaria de saber que movimentação é essa.- Oh, claro. Uma família vai se mudar pra cá. Então estamos trazendo as coisas. Amanhã um pessoal vai vir aqui desencaixotar e arrumar tudo. E a família semuda pra cá depois de amanhã.- Você não sabe qual é a família que vai se mudar pra cá não?- Não senhorita, não temos contato com a família.- Ok, obrigada.Sai andando, e entrei no carro novamente. Adrian me levou até a casa da minha tia, ele me deu beijo e eu saí do carro. Entrei na casa da minha tia, cumprimentei meus tios, minha prima e meus pais. Sentei-me ao lado deles.- Então Anne, e aquele menino, o... Rick?- Não tia, eu e o Rick não namoramos mais. – como me doía dizer aquela frase. – Faz três anos.- Eu sei, achei que você sabia algo sobre ele. Mas vocês faziam um casal tão bonito. - É, obrigada. Eu acho.Era incrível que mesmo depois de três anos longe de mim, aquele infeliz conseguia atrapalhar a minha vida. Minha prima Christine notou meu desconforto.- Anne, que tal irmos lá ao quarto? Comprei um livro novo que você vai adorar.- Ah claro. – notei a armação. – Vamos.Pedi licença e me retirei para o quarto de Christine que era uma das minhas melhores amigas.- Desculpa prima, minha mãe é sem noção às vezes.- Não tudo bem.- Mas e ai como você tá?- Estou bem, na medida do possível. Estou namorado o Adrian.- O Adrian? Nossa que legal, mas você gosta dele?- Eu? Claro. – disse eu não enganando ninguém.- Prima...- Que foi Christine?- Eu sei muito bem que até outro dia você ainda amava o Rick e o Adrian era apenas seu amigo.- Não fale desse idiota, por favor.- Anne eu...- Será que a minha família não entende que tudo entre nós acabou. Vocês precisam se conformar.- Que tal você se conformar primeiro?
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