Notas iniciais
ooi ooi gente, entãao, o capítulo tá meio curtinho, mais como eu disse, é minha primeira fic, então tenham paciência comigo, pliiiis *-* Mais vamos me dar um desconto porque eu postei o segundo capítulo em menos de 24horas né? hahaha' Bom, obrigaada por todas que comentaram, vocês são umas lindas, sem mais... Vamos lá, boa leitura.

Clara Fernandes, o que foi aquilo? –Perguntou Flavinha furiosa

Uma aposta. –Disse voltando para sua mesa.

Perai, deixa eu entender. Vocês se propuseram a uma se apaixonar pela outra em cinco meses, e quem vencer, pode fazer qualquer coisa com o perdedor. Clara, você tá louca, porque aceitou isso? –Flavinha estava realmente brava

Pensa comigo, se eu fizer ela se apaixonar por mim, eu vou poder humilhar ela como nunca fiz antes, e acabar com esse ego estúpido que ela tem. Essa foi a melhor aposta da minha vida. –Clara disse com animação.

Mas, e se você se apaixonar por ela? –Flavinha passou de brava para apreensiva.

Clara riu alto.

Eu me apaixonar por ela? –Respondeu.

Tudo pode acontecer Clarinha.

Você tá brincando comigo né Flavinha? Olha só, você me conhece mais do que ninguem, e sabe que eu nunca me apaixonei por ninguem, essa idiota não vai ser a primeira.

Só toma cuidado, o amor pode nos machucar. –Falou passando a mão nos longos cabelos.

Se Clara nunca havia se apaixonado verdadeiramente por alguém, Flavinha já tinha se apaixonado três. E nas três vezes, ela foi magoada.

Não, eu não sei, mas você sabe.

Clara! –Repreendeu Eduarda. Eduarda era uma amiga de Clara e Flavinha, que inclusive Flávia também ja foi apaixonada, ficaram alguma vezes e não de certo, e continuou a amizade. Ela tinha uns cabelos negros, e a pela branca, era linda.

Que? Ah Duda, voce sabe que ela tem que aprender a lidar com isso, e não é evitando que ela vai conseguir.

Ela tem razão Duda. –Respondeu Flavinha.

Bom meninas, eu vou no meu armário buscar umas coisas pra primeira aula. –Disse Clara

Clara seguiu para a porta que dava do refeitório para os corredores. Seu armário ficava a um corredor dali. Ela chegou no corredor, abriu seu armário, e de repente ele se fechou. Era Marina que o havia fechado.

Você tá afim de perder a cabeça sua louca? –Falou irritada.

Você deveria me tratar melhor Fernandes, assim, eu nunca vou me apaixonar por você. –Falou com um sorriso torto no rosto.

Eu não contaria com isso, aliás se eu fosse você ja me preparava para o pior dia da sua vida, o dia em que a Fernandes aqui, vai acabar com essa sua pose de pegadora. –Terminou a frase com um sorriso largo.

Clarinha, Clarinha, você é tão convecida, ah, e iludida também. Você irá ficar de quatro por mim. Nos dois sentidos. –Disse cruzando os braços e dando um sorriso safado.

Depois que sou a iludida. –Clara abriu o armário novamente mais Marina fechou de volta.

Olha, se você está afim de morrer, fala logo que eu já termino rapidinho. –Falou bufando

E perder sua cara quando descobrir que está perdidamente apaixonada por mim? Nunca.

Num movimento rápido, Clara chegou a milimetros de distância da boca da Marina, deixando a mesma estática e disse:

Eu não contaria mesmo com isso Meirelles. –Falou pausadamente.

Clara se virou, abriu novamente o armário, pegou suas coisas e saiu. Saiu andando vitoriosa, até que dedos seguram pelo seu braço.Virou para trás e viu que era Marina.

Pra quem parecia uma estátua, você se recuperou rápido.

Clara, você não me atinge dessa maneira, você tá querendo brincar com fogo, e agora vai se queimar.

Marina virou as costas e saiu desfilando em direção ao refeitório. Clara ficou ali com uma sombrancelha erguida, e antes que ela sumisse de suas vistas, gritou:

Que comecem os jogos. –Ela olhou de relance para trás, e continuou andando.

Vou ter que te dar uma advertência por gritar no corredor. –Disse um menino de aparentemente 20 anos. Esse era um estagiario, que ficava no corredor para monitorar os alunos.

“De novo não” pensou Clara. Virou e se deparou novamente com aquele monitor que ela sempre esquecia o nome, mas nunca esquecia a sua aparência. Ele usava umas calças longos, uma camisa social, gel no cabelo e óculos grandes e quadrados.

Regras são regras. –Ela percebeu que ele estava tremendo e se aproximou dele.

Socos doem, sabia? –Falou sorrindo.

Nisso o garoto estremeceu ainda mais e saiu andando. Antes que ele pudesse sair, Clara perguntou:

O que você acha que eu sou?

Legal. –Ele se virou para olha-lá.

Ei, eu não vou te socar. –Falou Clara.

Nem morder, chutar minhas partes, fazer picadinho de mim, ou quaisquer tipo de violencia?

Não. –Disse séria e com uma cara assassina.

Você é assustadora. –Disse o garoto se afastando

Bú -Clara disse para assustá-lo e ele saiu correndo para a surpresa da mesma.

Meirelles que me aguarde. –sussurrou para si mesma.

Notas finais
Então gente é isso, espero que estejam gostando. Deixem suas opiniões, aguardo vocês para o próximo, que não sei ainda quando sai. Gente, vou deixar me twitter, e quem quiser aparece por lá também. @_AneC_ beeeeijos e até o terceiro.