Notas iniciais
Demorei mais cheguei aqui *-* E mais uma vez obrigada pelo comentários de vocês! Então, quero dedicar esse capitulo pra @ patydobrinescu que me cobrou praticamente a semana toda o capitulo pelo twitter haha. Ta ai paty, não tem 16 mil palavras, mas tem 3 mil, então to te devendo só mais 13 mil haha. Sem mais delongas, vamos ao que interessa, boa leitura!

A noite passou lenta e deliciosa para as duas. O amor na sua forma mais bela e completa se via naquela cama.

Clara acordou, abriu os olhos e se deu conta de onde estava. No quarto de Marina, virou pro lado e a viu dormindo serenamente. Sorriu, “Como ela consegue ser ainda mais linda” –Pensou. Levantou evitando fazer barulhos e foi em busca do celular, procurou no quarto e nada, lembrou que tinha deixado na sala, pegou um roupão de Marina e desceu as escadas, a casa estava silenciosa, ninguem havia chegado ainda, então se tranquilizou, achou o celular em cima de uma mesa na sala, olhou as horas e viu que já passava das 10:00 da manhã, e no celular havia várias ligações de Chica.

Droga, esqueci de avisar minha mãe que iria dormir fora. –Clara disse para si mesma.

Mas olha só quem passou a noite por aqui. –Uma voz disse atras de Clara.

A morena se virou para ver quem era.

Juliana, pelo visto a noite foi boa, chegando agora. –Clara disse aliviada por ser Juliana.

Foi mais do que boa cunhadinha, e pelo visto não foi só a minha. –Juliana riu. – Vou subir, porque eu to precisando é de um banho e cama, e ó não fica andando com esses trajes pela casa, vai que meu pai aparece por ai. –Juliana completou já subindo para seu quarto.

Só vim pegar meu celular. –Clara disse e mostrou a lingua pra outra.

Clara resolveu ir até a cozinha tomar um copo de água, e viu um bilhete na geladeira, era da mãe de Marina.

“Mari e Ju, eu e seu pai fomos pra Angra, tô deixando o bilhete, porque o pai de vocês não quis trazer celulares, pois não quer ser incomodado, diz que é nossa segunda lua de mel, vê se pode? Então, vamos passar pelo menos uma semana, espero que vocês se comportem, sei que vocês só vão ver o bilhete no domingo, porque afinal vocês tem que comer, se não passavam longe da cozinha, eu dei folga pra Marcia, então ela só vem na segunda, e tentem não se matar.

Beijos Mamãe.”

“Essa mãe da Marina é uma graça mesmo.” –Clara pensou. – E por falar em mãe, tenho que ligar para a minha, antes que ela chegue aqui com a policia. –Disse para si.

Pegou o celular, e discou o numero de casa, no segundo toque atenderam.

Alô? –Disse a pessoa do outro lado.

Oi, Helena? É a Clara.

Oi Clarinha, foi sequestrada é irmã? –Brincou Helena.

Não, só dormi na casa de uma amiga. –Mentiu Clara.

Amiga Clara, sei. Mamãe ligou pra Flavinha, pra Eduarda, e nada de você. As meninas disseram que você tava numa tal de Marina. –Helena disse desconfiada.

Essas duas me pagam! Cadê a dona Chica?

Agora saiu pra ir ao mercado, mas ela tava furiosa com você, diz que você podia ter pelo menos avisado ela.

Ai, eu me esqueci completamente, mas Leninha, avisa ela que eu tô viva, e daqui a pouco eu tô em casa.

Tá bom. Juízo dona Clara.

Beijo, tenho que desligar. –Clara se despediu.

Beijo. –Helena disse por fim.

A morena desligou, e logo teve a ideia de fazer o café da manhã, já que Marcia devia ser a empregada, e como ela não viria, não viu problema em mexer na cozinha. Assim ela foi abrindo os armários, até descobrir onde estava tudo que precisa, resolveu fazer ovos mexidos e torrada, optou por fazer café e suco também, afinal não sabia qual Marina preferia, pegou algumas frutas na geladeira e montou a bandeja. Olhou-a em cima da mesa

Ainda falta algo. –Clara disse para si mesma. – Já sei!

Saiu pelas porta dos fundos da cozinha que dava no jardim, e olhou a diversidade de flores que tinha ali, optou por uma rosa vermelha. Voltou a cozinha e colocou a rosa na bandeja e foi rumo ao quarto de Marina, subiu as escadas equilibrando a bandeja para não derrubar nada, abriu a porta que estava encostada com o pé, e viu que Marina ainda dormia da mesma forma de quando ela saiu. Colocou a bandeja numa mesa que tinha próxima a cama, e deitou na cama abraçando Marina por trás, que se mexeu com o toque.

Ei dorminhoca, acorda. –Disse Clara próximo ao ouvido de Marina.

Hum. –Marina resmungou.

E assim Clara foi distribuindo beijos por todo o rosto de Marina.

Nossa, que delicia acordar assim. –Marina abriu os olhos.

Agora já sei como te acordar. –Clara sorriu.

Bom dia amor! –Marina disse dando um selinho em Clara.

Quase boa tarde né dona Marina. –Clara deu outro selinho.

Hoje é domingo amor, por mim acordava as 16 da tarde.

É, e por você também não comia né, mas como eu estou aqui, e preparei uma café da manhã lindo pra você. –Clara disse se levantando pra pegar a bandeja. – Olha, como não sei se você prefere café ou suco de manhã, eu fiz os dois. –Completou já com a bandeja no seu colo.

Mas que café da manhã mais lindo, nem sei se eu mereço tudo isso. E a propósito, eu prefiro café –Marina disse beijando Clara.

Merece muito mais. –Clara disse cortando o beijo que já tomava maiores proporções. – Agora vamos comer, que eu to morta de fome.

Vamos. –Marina concordou. — E essa rosa linda aqui?

Linda como você. -Disse Clara sorrindo.

E assim, tomaram o café, cheio de mimos e declarações de amor. Terminaram de comer e Marina disse que levaria a bandeja até a cozinha, enquanto Clara ficou no quarto, logo Marina voltou e viu a amada arrumando sua bolsa.

Mas aonde a senhorita pensa que vai? –Marina perguntou.

Eu vou pra casa, antes que minha mãe mande o FBI pra vir aqui me buscar. –Clara disse rindo.

Ah não, Clarinha, para com isso amor, fica mais um pouco comigo. –Marina fez beicinho.

Nem adianta fazer esse beicinho, e nem essa carinha, eu preciso ir amor. –Clara disse já abrançando Marina.

Fala de novo. –Marina disse com um sorriso bobo nos lábios.

O que? Que eu preciso ir? –Clara perguntou confusa.

Não, você me chamando de amor. –Marina sorriu.

Ai, para de ser boba, A M O R. –Clara disse pausadamente. –Meu amor. –Completou beijando Marina.

O beijo foi se tornando mais urgente, Marina segurava a cintura de Clara, e já estava tentando tirar o roupão da outra quando o beijo foi cortado pela morena.

Para Marina, se não você sabe que eu não vou embora. –Clara disse se afastando da amada.

Tá bom, já vi que não vou conseguir te convencer, então pelo menos toma um banho comigo?

Tá, tá bom, mais um banho rápido. –Clara disse já puxando Marina pro banheiro.

O banho começou tranquilo, mais era impossivel para elas, estar uma perto da outra e não acontecer nada, o desejo as consumiam, e assim se amaram mais uma vez dentro do banheiro. Clara passou mais tempo do que podia no “banho”, e saiu apressada para trocar de roupa. Se vestiu rapidamente e nem deu tempo de secar os cabelos.

Eu preciso mesmo ir amor. –Disse Clara abraçando Marina.

Tá, fazer o que né, mas você volta?

Não sei, vou tentar, juro. Mas agora vamos, que eu já demorei mais do que deveria. –Clara disse puxando Marina pela mão.

Desceram as escadas apressadas. Marina levou Clara até o carro, abriu a porta para a mesma entrar, e se apoiou no vidro para se despedir.

Obrigada pela noite maravilhosa. Foi o melhor aniversário da minha vida. –Disse Marina.

Obrigada você, foi perfeito. –Clara disse dando um beijo na outra.

Eu te amo. –Disseram juntas e sorriram.

Me liga, quando chegar em casa. –Marina deu mais um selinho.

Ligo sim, te amo. –Clara sorriu.

Eu também. –Marina disse e viu Clara sair com o carro.

Assim que Clara saiu Marina foi até o jardim, e viu que tinha garrafas de cerveja por toda a parte, como era domingo, e os empregados não trabalhavam, resolveu limpar o local.

–-

Vinte minutos depois, Clara estacionou em seu prédio, como o trânsito estava tranquilo, conseguiu até chegar mais rapido do que o esperado, subiu as escadas que davam do estacionamento ao hall do prédio, cumprimentou o porteiro, e subiu no elevador, chegou ao seu andar, colocou a chave na porta, destrancou e girou a maçaneta devagar, abriu a porta e viu que não tinha ninguem na sala. “Graças a Deus.” –Pensou. Passou pela sala silenciosamente, e foi subindo as escadas devagar, quando ouve uma voz logo atras dela.

Mas olha só, descobriu o caminho de volta pra casa. –Era Chica.

Oi mãe. –Clara disse em graça.

Oi né, custa avisar dona Clara? –Chica disse séria.

Mãe, desculpa, mas eu esqueci completamente a noção da hora, e esqueci de avisar.

E pelo seus cabelos molhados, eu já posso imaginar o motivo.

Mãe! –Clara disse envergonhada.

Mãe nada, e nem adianta ficar com vergonha agora. Olha Clara, eu não sei porque, mas eu gosto da Marina, ela é uma menina boa, eu quero que esse rolo, como vocês falam, dê certo, só não me deixa sem noticias, eu fico preocupada. –Chica disse.

Ta bom mãezinha. –Clara disse. E foi para o seu quarto.

Clara chegou, trocou de roupa, ligou para Marina avisando que havia chegado e que ia almoçar e depois descansar um pouco. E assim o fez, desceu para almoçar com a familia, afinal era domingo, e a familia Fernandes em peso estava no apartamento. O almoço foi tranquilo, e logo Clara subiu dizendo que iria descansar. Eram duas da tarde quando a morena resolveu dormir um pouco, acordou as seis horas se sentindo mal, com uma terrivel dor no corpo, febre e dor de cabeça. Desceu as escadas e se sentiu um pouco tonta. Chica estava na sala vendo televisão.

Mãe, não tô bem. –Clara disse.

O que foi Clara? –Chica se levantou do sofá.

To com uma dor no corpo terrível, dor de cabeça, e acho que tenho febre também. –Clara se sentou no sofá.

É, ta com febre mesmo. –Chica disse. –Vai lá pro quarto, deita um pouco, que eu vou fazer um cházinho e já levo pra você, se não melhorar vamos pro hospital.

Tá bom. –Clara disse indo em direção ao quarto.

Chegou ao quarto, deitou na cama e procurou o celular, viu que tinha mensagens no whats, eram de Marina querendo saber se Clara ia dormir na casa dela de novo, e outras de Flavinha querendo saber o que aconteceu na noite anterior. Resolveu responder a amiga depois, e foi falar com a amada.

Clara: Oi amor, olha não vai dar, eu dormi e não acordei muito bem, então minha mãe não vai deixar eu sair dessa cama, até eu estiver 100% melhor.

Marina: Como assim não tá muito bem? O que aconteceu? Eu to indo pra ai.

Clara: Não, não precisa se incomodar, deve ser só um mal estar, no máximo uma virose, amanhã eu to novinha em folha.

Marina: Mesmo que não seja nada, to indo pra ai, vou cuidar de você. Se sua mãe nao for se importar, claro.

Clara: Magina, ela vai adorar te ver aqui tenho certeza. Vou te esperar então. Beijo.

Marina: Beijo, te amo.

Clara continuou mexendo no celular, contando as novidades a Flavinha, mais disse que contaria os detalhes pessoalmente. De repente viu Chica entrando no quarto.

Tá com dor, e não larga esse celular, que só piora né? –Chica disse.

Foi mal mãe. –Colocou o celular do lado.

Toma esse chá aqui, é receita da Rosa. Você vai melhorar. –Disse entragando a xicara a Clara.

Mãe, a Marina tá vindo pra cá, a senhora nao se importa né?

Você nunca trouxe ninguem aqui em casa Clara, se a Marina tá vindo pra cá, é porque ela realmente é importante pra você, eu quero te ver feliz, e claro que não vejo problema dela vir aqui, pelo contrário, pelo menos ela te faz companhia.

Já te disseram que você é a melhor mãe do mundo?

Sei dona Clara. –Chica riu. –Vou ficar lá embaixo então, quando ela chegar, digo pra ela subir aqui. –Completou.

Tá bom. –Clara disse, e viu Chica indo em direção a porta. – Mãe? –Gritou.

Oi? –Chica se virou para olha-lá.

Eu te amo. –Clara sorriu.

Eu também te amo, e larga esse celular. –Chica retribuiu o sorriso e saiu.

Chica foi descendo as escadas, e quando foi se sentar no sofá, a campanhia tocou.

“Quem será.” –Pensou.

Marina, nossa que rápida. –Chica abriu um sorriso. – Vem, entra.

Oi dona Chica, vim rápido mesmo, o trânsito estava tranquilo. –Disse retribuindo o sorriso.

Por favor, sem o dona minha querida, me chame só de Chica. Agora vai lá, a Clarinha tá lá em cima te esperando.

Claro, Chica. –Sorriu. – Me dá licença, vou lá ver como ela está.

Marina como já sabia onde era o quarto de Clara, subiu as escadas e foi em direção ao mesmo, abriu a porta devagar e viu Clara deitada na cama.

Oi amor. –Disse Clara percebendo a presença da outra.

Oi, vim o mais rápido que pude.

Não precisava de pressa, não estou tão mal assim.

Mais eu fiquei preocupada.

Vem, deita aqui comigo.

E assim ficaram, deitadas na cama conversando bobeiras, até que Chica entra no quarto e as chamam para o jantar.

O Jantar foi tranquilo, apenas Clara, Chica e Marina jantaram, Felipe estava de plantão aquela noite, então ficaram só as três conversando na mesa após o jantar, até que Marina olha as horas, e percebe que já está ficando tarde.

Bom, o jantar foi maravilhoso, a conversa também, mas eu preciso ir.

Mas já. –Clara disse triste.

Magina Marina, tá tarde já, porque você não dorme aqui, só estamos eu e a Clara mesmo. –Chica a convidou.

É mesmo Mari, você podia dormir aqui mesmo. –Clara sorriu.

Bem que eu queria, mas amanhã eu acordo cedo, tenho uma prova super importante e também eu nem tenho roupa nem nada.

Você é quem sabe, o convite está feito, mais eu preciso ir dormir, porque já não tenho mais a idade de vocês, e o sono vem mais cedo. Boa noite meninas. –Chica disse se retirando.

Boa noite. –Disseram juntas.

Fica amor, eu to doente, precisando dos seus carinhos. –Clara fez manha.

Eu queria, queria mesmo ficar, mais não posso. Eu tenho que ir mesmo. –Marina abraçou Clara. – E você já ta bem melhor. –Completou.

Só vou deixar você ir, porque amanhã você tem uma prova importante.

Então me leva até a porta. –Marina disse.

Vamos. –Clara a puxou pela mão.

Se despediram entre muitos beijos e abraços, até que Marina conseguiu ir pra casa.

A noite passou tranquila, menos para Clara que ainda sentia algumas dores, mas logo adormeceu. Amanheceu, e Clara acordou com o celular vibrando, era Marina.

Oi amor. –Atendeu com uma voz de sono.

Oi, ainda dormindo amor? Tá atrasada.

Ai amor, eu não vou pra aula hoje não, eu não dormi direito, e ainda estou com um pouco de dor. –Clara disse bocejando.

Sei dona Clara, isso tudo é preguiça que eu sei, quando eu sair da aula passo na sua casa então, agora preciso ir, beijo.

Beijo. –Clara se despediu.

Marina chegou na faculdade, e encontrou Vanessa junto com Flavinha.

Oi meninas, bom dia! –Disse sorrindo.

Oi Mari. –Disse Vanessa.

Bom dia Marina. Sabe da Clara? –Flavinha perguntou.

Ah, a Clara passou mal ontem, e resolveu não vir hoje pra aula, achei que ela tinha te avisado.

Não, nem falou nada. Depois eu ligo pra ela então.

E logo ouviram o sinal do inicio da aula.

Bom, vamos então. –Vanessa levantou.

Vamos. –Disseram Flavinha e Marina.

Assim, passaram as aulas, Marina fez a sua prova, e no intervalo sentiu falta de Clara, tinha mais duas aulas e quando saísse iria ver a morena. As duas últimas aulas passaram rápido. Marina saiu e foi se encontrar com Vanessa, que novamente já estava com Flavinha.

E aí casal. –Marina disse. – Então, eu to indo na casa da Clara, quer uma carona Flavinha? –Completou.

Ah, eu quero sim. –Flavinha sorriu. –Vamos também Van? –Perguntou.

Não vai dar, amanhã quem tem prova sou eu, e preciso estudar. –Disse a ruiva.

Isso é um milagra, Vanessinha querendo estudar. –Marina riu.

Por incrivel que pareça tenho mesmo, antes que meu pai resolva me mandar para a Suiça pra ficar junto com ele.

O pai de Vanessa, era um rico empresário, assim como o de Marina, porém morava fora do Brasil, pois a maioria dos seus negócios eram internacionais. Ele deixou Vanessa no Brasil com a condição de que a ruiva estudaria administração, para num futuro cuidar das empresas. Mas antes de namorar com Flavinha, a única coisa que Vanessa fazia era beber e sair pras diversas baladas todos os dias, mas agora tinha decidido tomar juizo, e parar de aprontar.

Mas vão vocês, diz a dama do gelo, que eu mandei melhoras. –Disse a ruiva.

Ei, só eu chamo ela assim, alias, chamava né. –Marina disse.

Então, eu já vou amor. –Disse Flavinha se despedindo de Vanessa.

Como eu sei que a despedida vai durar uma hora, vou ligar pra Clarinha antes. –Marina disse se afastando das duas.

Marina pegou o celular e discou o número de Clara, que no terceiro toque atendeu.

Oi amor. –Disse Clara.

Oi coisinha. Então amor, eu disse que ia pra ai depois que saisse daqui, acabei de sair e to levando a Flavinha comigo. Tudo bem? –Marina perguntou.

Claro, tudo bem, ela deve tá querendo me matar mesmo, pelo menos com você aqui, tenho alguém pra me defender. –Clara riu.

Daqui a pouco a gente... –Marina não conseguiu terminar, quando foi interrompida por uma voz vindo logo atras dela.

Marina meu amor, não acredito que te achei, que saudades. – Disse a voz a abraçando por trás. E ela conhecia aquela voz. “Não pode ser.” –Pensou. Ela ficou paralisada, realmente, não podia ser quem ela estava pensando.

Marina, quem é que tá ai com você? –Perguntou Clara do outro lado da linha.

Notas finais
Então o capitulo era pra ter saido ontem, mas tive uns imprevistos, me perdoem, mas me contem o que tão achando, beeijos e até a próxima!