Notas iniciais
Chegaay pra vocês... Capitulo demorou mais saiu, então sem enrolações! Boa leitura.

Surpresa! –Clara gritou depois todos a abraçou Marina por trás.

Marina se virou para a olhar a morena e sorriu.

Eu não acredito que você me escondeu tudo isso. –Marina disse abraçando Clara.

Na verdade, é tudo culpa da sua mãe. –Clara respondeu.

Assim a morena viu Marina se afastar para comprimentar os convidados e assim viu o melhor momento para sair de fininho.

Marina entrou em casa e a primeira pessoa que procurou foi sua mãe.

Mãaae, eu não acredito, acho que já estou meio velhinha para essas festas surpresas hein dona Joana! –Marina sorriu.

Imagina filha, você sempre vai ser o meu bebê. –Joana apertou as buchechas de Marina.

Tá mãe, chega, para com isso. –Marina ficou envergonhada.

Filha, meus parabéns. Finalmente seus 20 anos chegaram. Agora eu e sua mãe vamos deixar vocês curtirem a festa, e hoje não dormiremos em casa. –Diogo abraçou a filha. –Se comporte!

Pode deixar Pai. –Marina se despediu dos pais.

Maaaninha! –Juliana gritou.

E ai Jú, você e essa ruiva sabiam de tudo e nem me contaram nada. –Marina respondeu.

Para Mari, você achou mesmo que eu esqueceria do seu aniversário? –Vanessa respondeu abraçando a amiga.

Vocês são umas lindas, mais agora eu preciso agradecer uma outra pessoa. –Marina disse saindo.

Marina procurou, e procurou e não encontrou a amada.

–--

Do outro lado do Rio. Clara tinha ido em casa, precisava trocar de roupa e tomar um banho. Flavinha saiu de fininho e acompanhou a amiga.

Uaaaal, você tá vestida pra matar Clarinha. –Flavinha disse boquiaberta.

Para Flavinha, você tá linda também.

Mais você, meu bem, hoje uma certa fotógrafa vai ficar de boca aberta. –Flavinha.

Você acha que ela vai gostar? –Clara perguntou.

Clara, se você for de roupão a Marina vai continuar te achando linda. –Flavinha disse fazendo Clara rir.

Então vamos, que hoje a noite promete.

Flavinha e Clara seguiram rumo a Santa Tereza. Entraram e foram para o jardim, onde a festa estava acontecendo, foram passando e recebendo olhares de quase todos e todas que estavam ali, Juliana olhava para Flavinha sem disfarçar, até que Vanessa percebeu e disse:

Ei, essa morena ali tem dona, então vai tirando o olho. –A ruiva disse.

Eita Vanessinha, mas nem rola uma diversão a três? –Juliana disse rindo.

O que vai rolar, vai ser uns tapas na sua cara. –Disse a ruiva já indo encontrar com Flavinha.

Oi Van. –Flavia disse sorrindo.

Oi amor. –Vanessa deu um selinho na morena.

Quanta melação. –Clara revirou os olhos.

Oi pra você também Clarinha, e dá um tempo pra minha cabeça vai, que você e a Marina são piores. –Vanessa respondeu.

A propósito cadê a Marina? Com todas essas vadias da faculdade aqui, é perigoso deixar ela sozinha por ai. –Clara perguntou.

Então é bom você achar ela logo, porque ela subiu para tomar um banho, e ja faz um tempinho, alguém deve ter subido pro quarto dela. –Vanessa disse rindo, e puxou Flavinha para pegarem uma bebida.

–--

Marina subiu para o quarto pra tomar um banho, ligou no celular de Clara e nada da morena atender. Resolveu relaxar na banheira, logo saiu, e foi procurar o que vestir, deu mais uma olhada no celular e nada de Clara.

Onde ela se meteu. –Marina falou para si mesma.

Resolveu se vestir e descer, iria procurar Clara pelo jardim, e se não achasse ia até a casa da morena. Deu uma retocada em seu batom vermelho, e ia descendo as escadas, quando vê sua amada para lá em baixo.

Como você consegue ficar ainda mais linda. –Clara disse.

Eu é que pergunto. –Marina disse se aproximando.

Se encontraram no final da escada. E se abaraçaram.

Como você tá linda! –Ambas sussurraram e sorriram.

Mais Marina, perai, e esse decote todo? –Clara perguntou.

Para amor, é um decote de nada.

Olha, se alguma dessas garotas ficaram se jogando pra você eu não respondo por mim. –Clara disse irritada.

Ô mulher ciumenta, relaxa, que eu sou só sua. E é só você nao sumir de novo que ninguem se joga em mim. –Marina deu um sorriso travesso.

Tinha que me produzir também, né meu bem. –Clara respondeu.

E porque não me avisou? E olha, não sei o que tá falando de mim, e esse seu decote hein senhorita? –Marina brincou.

Era surpresa. Agora vamos curtir a festa. –Clara puxou Marina.

A festa foi tranquila, todos se divertiam e bebiam. Vanessa e Flavinha estavam num love. Clara e Marina curtiam o momento juntas. E até Gisele que não estava mais namorando, ficou com Duda. Juliana conheceu uma garota da faculdade e acabou indo para a casa da garota. Já passava das três da manhã, a maioria das pessoas já tinham ido embora.

Bom gente, eu já vou indo. –Disse Gisele.

E eu vou também. –Duda disse se levantando de onde estava.

Hum, a noite vai ser longa hoje hein Gi. –Vanessa brincou.

Tchau gente! –Gisele ignorou o comentário da ruiva e saiu com Duda.

Gente, mais cadê a Clara, sumiu de novo. –Marina disse irritada.

Cuidado hein Mari, deve tá dando uns perdidos em você. –Vanessa ria.

Chega né Vanessa, vamos pra casa. –Flavinha disse.

Não, a festa ainda não acabou. –Vanessa disse.

Acabou sim, chega, vamos. –Flavinha carregava a ruiva. –Tchau Marina! –Se despediu Flavinha.

Tchau, cuida bem da Van. –Marina se despedia.

–-

Aonde a Clara se meteu de novo. –Marina resmungava subindo as escadas para pegar o celular no quarto.

Subiu e foi até a porta do seu quarto, percebendo que a porta estava fechada, e tudo escuro.

“Não me lembro de ter fechado a porta e nem apagado as luzes.” –Pensou.

Foi abrindo a porta devagar, e acendeu as luzes. Olhou pelo quarto e viu Clara parada na porta da sacada olhando para fora, vestida com um hobe branco de cetin.

Então você estava o tempo todo aqui. –Marina disse.

Tinha que te trazer o seu presente. –Clara se virou e abriu o hobe e o deixou cair pelo seu corpo lentamente.

Marina vendo a morena ali ficou estática, aquele corpo na sua frente, linda. Clara usava uma lingerie rosa bebê, que destacava ainda mais seu corpo bronzeado.

Vai ficar ai parada? –Clara perguntou com um sorriso de lado.

Marina foi chegando perto da amada e a puxou para um beijo urgente. Marina foi descendo o beijo pelo pescoço de Clara, que ia abrindo lentamente os botões da camisa de Marina. Assim Clara deixou Marina apenas de sutiã. E com os lábios ainda colados, Marina chotou os saltos para longe. Então Clara puxou a saia de Marina a deixando apenas de lingerie. Marina foi beijando Clara e a levando em direção a cama, foi beijando todo o seu pescoço e de repente parou olhando a morena.

O que foi? –Clara perguntou.

É isso mesmo que você quer? –Marina perguntou.

Então Clara a empurrou para o lado e subiu em cima dela, e sorriu.

Sim. –Clara susurrou no ouvido da outra.

Então Marina começou a acariciar a pele de Clara, a morena sentia cada toque nunca antes provado, suspirava, cada beijo, cada toque era um gemido que saia da boca da morena.

Marina faz força e gira se corpo ficando agora por cima, e vai deslizando os dedos pela pele de Clara, coloca as mãos da amada e prende no alto de sua cabeça e a outra mão escorrega para saborear aquelas curvas. Marina tira o sutiã da amada, e admira aqueles seios a sua frente, assim os leva a boca. Clara geme baixo por sentir os dentes da outra roçando em seu mamilo, e a mão puxando levamente seus cabelos.

Eu preciso de você. –Clara sussurra.

Assim Marina a beija urgentemente. A boca, o pescoço, a orelha. E vai descendo a mão pela barriga malhada de Clara, se arrepea quando sente a calcinha da morena ensopada.

Toda molhada, delicia. –Marina sussura no ouvido de Clara.

Assim ela afasta a calcinha, e brinca na entrada do sexo de Clara com a ponta dos dedos.

Eu quero você. –Clara sussurra novamente.

Me quer como?

Dentro de mim. –A morena repete uma, duas, três vezes, uma mais alta que a outra, quase berrando até sentir dois dedos deslizar para dentro dela.

Clara geme e rebola nos dedos da amada. Marina sorri vendo o desejo da outra. Sente o próprio sexo molhado entre as pernas. Incrivel como Clara causa aquilo nela. As duas estão tomadas por um desejo incontrolavel, o ar vai ficando escasso, e os gemidos vão preenchendo o quarto. Clara a arranha, e pede por mais, é prontamente atendida pela amada, que aumenta a velocidade dos dedos, enquanto Clara rebola gemendo alto.

Ai amor, eu vou gozar. –Clara fala com um fio de voz.

Então goza pra mim, bem gostoso. –Marina fala com uma voz carregada de desejo.

Logo Marina sente a explosão do orgasmo molhar os dedos, e só de ver a amada ali, tão entregue, Marina também atinge ao orgasmo. Ela brinca mais um pouco, enquanto Clara desaba no colchão. Marina leva os dedos a boca, e chupa. Clara olha pra ela e sorri. Elas ainda não haviam terminado.

A noite passou lenta e deliciosa para as duas. O amor na sua forma mais bela e completa se via naquela cama.

Notas finais
Geeente, eu tentei colocar os links do vestido da Clara e da Marina também, mais apanhei mais que tudo e desisti, então imaginem ai vocês como acharem melhor... E a propósito a cena de sexo, se ficou uma bosta já me falem logo, que eu evito escrever nas próximas vezes haha'. Beeeijos!