Notas iniciais
Oi gente ^^ Só entrei aqui rapidinho para postar esse capítulo que surgiu do nada na minha cabeça hoje e não estava deixando eu estudar direito, espero que agora melhore hehehehe Ainda não terminei de fazer a contagem da enquete do capítulo anterior, porque são três histórias e estou esperando terminar de receber as respostas de Quebra de Contrato ^^ Ou seja, no próximo já devo estar com a resposta em mãos! Muito obrigada pelos comentários lindos! Rio muito com eles e ainda não tive a oportunidade de respondê-los com decência porque estou muito ocupada e só estou entrando no Nyah nesses dias para atualizar, mas as minhas férias estão chegando e quando finalmente ficar livre da facul, vou ter tempo para respondê-los ^^ Mas não se acanhem não, continuem comentando com tudo hehehe Vão me deixar muito feliz! Obrigada aos que favoritaram e aos que acompanham! Sejam bem vindo novos acompanhamentos (já passamos da marca dos 100 e continuamos a subir na contagem ^^ sendo que ainda estamos no quarto capítulo agora)! É isso gente se divirtam!

Sasuke...

Arrumei-me rapidamente e esperei por alguns minutos na sala até escutar o som da porta vizinha se abrir.

Em um salto cheguei na minha própria porta e saí como se nada tivesse acontecido, até cara de surpreso como se fosse uma grande coincidência sairmos no mesmo horário eu tive a audácia de fazer.

Sarada foi a primeira que me viu e me fuzilou com o olhar como se dissesse: "Nem pense em olhar para a minha mãe!".

Dando um leve sorrisinho provocador ignorei a morena e foquei o meu olhar, enquanto me aproximava do elevador, na rosada que estava de costa para mim trancando seu apartamento.

Não pude evitar de notar as roupas justas e profissionais que valorizavam o corpo mediano dela, mas que principalmente expunham as suas pernas... e que pernas!

Ainda olhando para o molho de chaves ela caminhou na minha direção inerte ao mundo.

– Bom dia, Harunos – comentei assustando levemente a rosada ao ouvir minha voz.

Seu olhar esmeraldino focou em mim primeiramente confusa, mas depois foi substituído por um olhar indiferente.

– Bom dia, Uchiha – falou cortês enquanto chamava o elevador ao mesmo tempo que acomodava melhor o jaleco e a grande bolsa no braço direito.

De relance vi os dizeres Dra. Haruno bordado no bolso do jaleco o que me fez arquear um pouco as sobrancelhas e me indagar:

Ela é médica?

Lembrei-me da minha aposta com Naruto e tive vontade de rir.

Enfermeiras eram um dos fetiches dos homens, mas médicas não ficavam atrás e bem... era bem interessante a visão de Sakura vestida com jaleco de quatro sobre mim.

Dei um mínimo sorriso de canto absorto no meu mundo de fantasias eróticas sendo despertado só quando...

– Você não vem? – Perguntou Sakura já dentro do elevador com o cenho levemente franzido.

Acredite algodão doce, é só você colocar o jaleco que eu vou "com tudo", pensei pervertidademente enquanto entrava no elevador com as duas Haruno me segurando para não ficar encarando as pernas da rosada.

Afrouxei a gravata. Lá estava ficando quente ou era eu que estava começando a ficar quente demais?

Se bem que ficar com febre agora não seria má ideia, pois eu tenho uma médica aqui do meu lado para cuidar de mim de todas as formas imagináveis e inimagináveis.

Sakura olhou de relance para a Sarada e eu não entendi aquela conversa silenciosa que fez a morena emburrar e depois olhar para mim.

– Bom dia, senhor Uchiha – tentou soar tranquila, mas senti a pontada de raiva contida nas palavras dela.

Dei um mínimo sorriso para ela entendendo que a mãe estava a repreendendo por não ter respondido ao meu bom dia, mas sem parar de mexer na gola da minha blusa social escura.

– Está quente aqui – expressei finalmente a minha agonia chamando atenção das duas.

Os olhos verdes se mostraram preocupados assim que viu a minha expressão de agoniado.

Por Kami eu estava quase arrancando a minha roupa fora e só não fazia isso porque tinha de menores no ambiente!

– Kami! Sasuke! Você está vermelho! – Falou a rosada pegando o meu rosto com as duas mãos me analisando mais de perto.

– E-eu na-não... estou conseguindo... re-respirar – gaguejei coçando a minha garganta entrando em desespero.

Que merda é essa que está acontecendo comigo?, gritava em pensamentos.

– Mãe, o que está acontecendo? – Perguntou Sarada assustada, era a primeira vez que eu não a via com o olhar superior, mas sim realmente preocupada com o que estava havendo.

– Reação alérgica – respondeu séria olhando para mim. Meus olhos começaram a embaçar com lágrimas se formando, a única coisa que eu via era os olhos verdes e uma forte luz. Kami, eu vou morrer! Sasuke não vá para a luz! Não vá para a luz! O som das portas do elevador se abrindo chamaram a minha atenção – Sarada, vai para a escola, eu vou cuidar do Sasuke!

– Tudo bem, mamãe – ouvi a morena dizer, mas eu já não a conseguia ver, pelo som dos passos apressados e das portas se fechando eu sabia que estava agora sozinho com Sakura e subindo.

– Sasuke, Sasuke! Olha para mim – chamou-me a rosada – eu tenho antialérgico lá em casa, estou te levando para lá.

Mal compreendia o que ela dizia, mas eu só queria que aquela agonia passasse e que eu voltasse a respirar normalmente.

Senti a rosada me arrastando. Meu passo era trôpego. Mesmo roxo (apostava que estava ficando dessa cor) eu me esforçava para ajudar a rosada para ir em direção ao seu apartamento.

Entramos no local e eu não compreendia o que acontecia, mas quando eu menos esperava senti sendo deitado em uma superfície macia e cheirosa.

Aqui é o meu túmulo? Já estou no meu caixão? Cadê o choro das minhas fãs que eu não estou ouvindo?

– Sasuke, Sasuke! – Ouvi Sakura me chamando preocupada. Forcei meu olhar embaçado em sua direção e a vir... sentada em cima de mim?

Por Kami! Eu morri e vivemos sonhos eróticos quando fazemos a passagem?

– Abre essa boca droga – falou com raiva mexendo no meu rosto até que senti um líquido preencher a minha boca – engoli!

Com dificuldade e nojo engoli o líquido de gosto horrível.

– Precisamos fazer você respirar melhor – comentou.

Sakura, eu aceito que você faça qualquer coisa comigo, desde que me ajude a respirar.

De modo muito estranho eu senti a gravata apertada sendo tirada do meu entorno, logo em seguida foi a vez do terno, terminando com a abertura da minha blusa.

Ok, eu disse qualquer coisa, mas eu não esperava que você fosse abusar de mim!

Ao mesmo tempo que senti o frio acertar a minha pele exposta minha visão e minha respiração começaram a voltar ao normal me acalmando um pouco.

– Você está bem? – Perguntou. Vi Sakura sentada com as pernas abertas sobre o meu abdome o que fazia a saia dela subir para o meu deleite.

Assim que ela fez menção de sair de cima de mim eu segurei seu pulso e ela parou o movimento me olhando preocupada.

– Não vai – pedi com dificuldade, minha voz saia em um sussurro e eu ainda estava assustado e com a respiração desregulada pelo que aconteceu tão de repente sem nem eu saber o motivo.

Ela me olhou confusa, mas não fez mais menção de sair, apenas permaneceu no lugar.

Eu não sabia o que estava acontecendo, mas comecei a me senti meio mole e grogue, como se tivesse bebido todas.

Minha respiração estava se normalizando, mas meu peito ainda subia e descia fortemente.

– Dorme comigo – sussurrei puxando o pulso dela na minha direção.

– Hein? – Falou assustada Sakura tentando se soltar de mim, mas eu era mais forte, então foi em vão sua tentativa, ainda mais quando circundei sua cintura com o meu braço esquerdo a derrubando com força sobre mim – Sasuke, você estar delirando!

Troquei de posição na cama com ela. Mas meu corpo estava muito mole e sem forças, por isso permaneci com todo o meu peso sobre a mulher o que dificultava a sua respiração.

– Sasuke, sai de cima de mim – falou com entrecortadas de arfares buscando o ar enquanto se remexia – eu acho que te dei um pouco demais do remédio e agora você está delirando. É só um efeito temporário.

– Shhh... – chiei botando o meu dedo indicador direito sob os seus lábios. Sorri um pouco grogue antes de sentir o sono me tomando. Aconcheguei minha cabeça na curva de seu pescoço e inspirei seu perfume – gosto do seu cheiro, algodão doce – sussurrei antes de tudo virar escuridão.

***

Sakura...

Gosto do seu cheiro, algodão doce...

Paralisei o meu corpo ao escutar aquela sentença.

Ok, agora definitivamente aquele cara estava delirando! Afinal, quem era algodão doce? Eu? Por acaso aquilo era uma ofensa à cor do meu cabelo?

Inflei minhas bochechas de raiva, mas depois suspirei, ainda tinha que sair debaixo do corpo grande e pesado dele para poder respirar, mas parecia que cada movimento que eu dava eu ficava mais presa ali com os braços do homem me abraçando com força na altura da minha cintura.

Depois de um tempo eu desistir de tentar sair, era inútil. Desabei cansada com os braços abertos olhando para o teto.

– Que situação constrangedora – murmurei, mas assim que senti algo estranho entre as minhas pernas congelei atenta.

Arregalei os meus olhos com horror ao percebe que todas as minhas tentativas em vão de sair dali tinham na verdade tido o resultado desagradável de excitar o "amiguinho" do Sasuke.

Desesperada consegui uma força que nem eu sabia que tinha, mas que foi o suficiente para jogar o corpo dele para lado.

Em um salto me pus de pé de frente da cama tentando arrumar desconsertadamente o meu cabelo desalinhado enquanto que Sasuke deitado com o peito nu para cima confirmava a minha hipótese anterior devido ao grande volume que sua calça tomava.

E como é grande...

Balancei a minha cabeça para dissipar tais ideias da minha cabeça ao mesmo tempo que Sasuke se remexeu até parar deitado de bruços com a blusa toda desarrumada.

Eu não queria me aproximar, principalmente depois de ter sentido o "amiguinho" do Sasuke se esfregar em mim, mas senti pena e a roupa dele iria amassar toda se ele continuasse daquele jeito, então me aproximei e tirei o restante da sua camisa, tirei seus sapatos e com muita, mas muita mesmo (vamos frisar isso), falta de coragem tirei o cinto e abri a calça tentando deixa-lo confortável, sempre tentando evitar ao máximo de não encostar naquela coisa.

Suspirei cansada estendendo a blusa e o terno sobre uma poltrona. Olhei para o moreno que parecia estar em um sono profundo e tranquilo, tomando mais da metade da minha cama, abaixei meu olhar para a calça e entortei meu rosto.

– Ter que tirar a calça de alguém desacordado já é pedir demais.

Levantei-me e saí do quarto, por mais que eu soubesse como médica que o melhor para ele seria dormir o mais confortável possível, porém como mulher...

EU NÃO IA MESMO ME SUBMETER A ISSO!

Pigarreei jogando-me no sofá já que não poderia ir trabalhar e deixar um desconhecido dentro de casa.

Suspirei e tentei aproveitar o tempo que eu tinha para relaxar...

***

Sasuke...

Senti meus músculos se contraírem doloridos pelo tempo na mesma posição.

Gemi baixo me remexendo um pouco tentando ficar consciente.

Fiquei de peito para cima e abri lentamente os meus olhos tentando me adaptar à claridade local.

Não reconheci o local o que me deixou confuso, mas ao analisar percebi que se tratava de um quarto feminino.

Será que uma das mulheres que me perseguem conseguiu me dopar e me arrastar para a sua casa?, pensei sentando-me rapidamente sem entender nada.

Com um estalo forte e incomodo as memórias desconexas começaram a voltar e eu compreendi exatamente o que havia acontecido.

Olhei para o que eu estava vestindo, ou melhor, o que eu estava vestindo e rir um pouco de canto.

– Então quer dizer que a algodão doce se aproveitou para ver um pouco. Afinal, o que é bonito é para ser mostrado – dei de ombros me levantando da cama sem me preocupar de me vestir, nem ao menos de fechar o botão da calça que caia frouxamente nas minhas pernas, mostrando parte da minha box.

Saí do quarto indo para o corredor e estranhei o silêncio.

Será que ela me deixou aqui sozinho?

Dei de ombros novamente. Solidão era uma companheira que eu conhecia muito bem.

Vi uma estante cheia de fotos e acabei sendo chamado a atenção.

Sorri enquanto via as várias fotos de Sarada e Sakura em momentos diversos da vida.

Vi Sakura grávida, de Sakura com Sarada nos braços depois do parto, de quando Sarada era pequena mas ainda não usava óculos e tantas outras imagens onde ela parecia tão...

Feliz.

Peguei um porta retrato na mão e analisei Sarada com um sorriso enorme no rosto vestindo um all star, calça jeans e a camisa de um mangá, apontando para um pôster gigante da Uchiha’s Company como se dissesse “olha mamãe!”.

Sorri minimamente antes de deixar a foto para trás e procurar alguma alma viva naquela casa, mas assim que eu cheguei na sala encontrei Sakura deitada de maneira desconfortável no sofá.

Entortei meu rosto em desgosto para aquela situação, mas aí eu me dei conta de que ela havia deixado eu dormir em sua cama enquanto que ela ficava no desconfortável sofá ao invés de fazer como as outras e se aproveitar da situação para dormir comigo.

Fiquei sério e peguei a mulher no colo sem hesitação. Andei com cuidado enquanto a levava para o quarto e colocava na sua cama.

Acomodei ela melhor e tirei os saltos que pareciam desconfortáveis. Assim que fui ajeitar o seu travesseiro, acabei me pegando observando seu rosto por mais tempo que eu deveria.

Apoiei um joelho enquanto me aproximava mais e mais.

Olhei cada traço que era iluminado pela luz fraca que transpassava as cortinas claras.

Ela se parece um pouco com a Sarada, sorri um pouco com esse pensamento, mas meu sorriso se dissipou assim que eu olhei para os lábios rosados entreabertos que soltavam leves borrifos de ar que acariciavam meu rosto extremamente próximo.

Como se estivesse em transe fechei os meus olhos me aproximando, mas quando pensei que nossos lábios se encontrariam, senti um forte tapa na minha bochecha esquerda me fazendo virar o rosto com o impacto.

Abri os olhos atordoado. Pisquei três vezes tentando raciocinar o que havia acontecido.

Incrédulo olhei para a mulher vermelha que me encarava com ódio e respiração entrecortada.

– Você me deu um tapa? – Perguntei sem acreditar no que havia acontecido.

– Grrr... – grunhiu me empurrando com força para fora da cama – Eu não acredito! – Esbravejou se sentando na cama – Eu te ajudo e o que eu recebo em troca? Um maníaco tentando se aproveitar de mim!

– Eu não estava tentando me aproveitar!

– Ah me poupe! – Disse se levantando ficando de pé na minha frente – Vai me dizer que se eu não tivesse acordado e te impedido, você não me beijaria sem permissão? – Mantive-me calado, aquilo era verdade – Vocês homens são todos iguais, só sabem se aproveitar das mulheres – falou amargurada.

– Como se você não fosse gostar do que ia acontecer depois – murmurei, mas infelizmente a rosada escutou e me respondeu com outro tapa forte na minha bochecha já dolorida.

– SAI DA MINHA CASA AGORA! – Gritou e apenas a olhei indiferente, mas no fundo eu estava receoso e resolvi acatar pegando minhas roupas e saindo de lá.

Ainda estava em choque por ter levado um não, mas dois tapas de uma mulher, aliás, aquele foi o primeiro tapa na cara que eu recebi na vida de uma mulher!

– Teme? – Escutei uma voz infelizmente muito familiar me chamando e eu levantei meu olhar tendo a certeza que Kami não me amava.

Naruto estava parado na frente da porta do meu apartamento me olhando incrédulo.

– Naruto, hoje não – murmurei mal-humorado apertando o botão do elevador, afinal eu precisava ir para a empresa e pela minha suposição já deviam passar do meio dia.

Comecei a me vesti fechando o zíper da calça e colocando os meus sapatos enquanto ouvia o riso de Naruto se aproximar de mim.

– Oh meu Kami-sama eu ganhei a aposta – murmurou caindo na gargalhada.

– Não, você não ganhou e nem vai ganhar Naruto! – Esbravejei entrando pisando duro no elevador sendo seguido pelo loiro eufórico.

– Como assim eu não ganhei? Você aparece saindo da casa da Sakura-chan quase sem roupa e de cabeça baixa, ainda por cima com um tapa na cara – falou e depois se curvou sobre mim incrédulo analisando melhor a marca contando quantos dedos ali tinham – AH MEU KAMI-SAMA! UCHIHA SASUKE LEVOU, NÃO UM, MAS DOIS TAPAS NA CARA! – Caiu na gargalhada o loiro até se recompor e fingir ser um repórter que segurava um microfone imaginário – Então Uchiha Sasuke, como o grande empresário do ramo do videogame se sente ao receber o primeiro tapa e o fora de uma mulher em toda a sua vida?

– CALA A BOCA, DOBE! – Esbravejei saindo pisando duro em direção ao estacionamento já devidamente vestido – Eu não levei um fora, só tive uma reação alérgica e ela me levou para a casa dela, para cuidar de mim.

– Ok, Teme, vou fingir que acredito – falou com falsa crença – até parece né, admite logo que você tentou pegar a Sakura-chan, mas ela se tocou da burrada na hora H e te deu um fora daqueles que te fez sair de mansinho. Afinal, sua falta de roupas não dizia que ela estava só cuidando de você no sentido santo da coisa.

Virei de prontidão para encarar enfurecido Naruto.

– Não, a gente não estava se pegando, nem transando, nem nada do que você deve estar imaginando – esbravejei indignado – e sabe porque? Porque aquela rosada é estúpida o bastante e não agi como uma mulher normal. Ela simplesmente fugiu do meu beijo. APOSTO QUE ELA É LÉSBICA, SÓ PODE! – Gritei — Mas sabe Naruto – reiniciei com uma voz de ameaça – eu vou fazer aquele algodão doce perceber que não é tudo isso que ela acha. Eu vou fazer ela ficar de quatro por mim! Vou usá-la e abusar dela na cama de todas as formas que eu quiser e ter vontade! Vou mostrar para ela como é um homem de verdade e no final eu vou descarta-la como eu sempre fiz e sempre vou fazer. Afinal, mulheres desse tipo são só passatempo, ainda há de nascer aquela que eu vou chamar de minha Senhora Uchiha – sorri de canto com a ideia.

Quando Naruto ia abri a boca, vi o elevador se abrir distante de mim e antes que a rosada nos visse, tampei a boca do loiro e nos escondi atrás de alguns carros.

Ela andou firme sobre os saltos. Ouvi ela fungar e discretamente limpar uma lágrima o que me fez franzi o cenho.

Ela entrou em um carro que eu nunca imaginaria ser o dela e saiu da garagem.

– É essa mulher que você quer usar e abusar para depois descartar, Sasuke? – Perguntou com um tom sério, algo estranho vindo de Naruto. O olhei e ele correspondeu o meu olhar firme – Pois sabia que eu não vou me meter nessa história porque eu tenho fé que a Sakura-chan vá te dar uma bela lição que nem a sua própria mãe teve capacidade ou coragem de te dar. Porque se você foi idiota o bastante para fazer a Sakura-chan chorar, é porque você não merece e nunca vai merecer ela com esses pensamentos. Eu espero que ela te faça sofrer para enfim você aprender com a vida e deixar de ser esse cara com atitudes que me dão nojo – o loiro abaixou o olhar e continuou em um murmúrio – e eu ainda sou idiota de insistir em me preocupar com você vindo até aqui para ver se você estava bem...

Arregalei os meus olhos e o loiro saiu de perto de mim sem dizer mais nada, deixando-me sozinho sem entender o que eu tinha feito de errado para fazê-la chegar ao ponto de chorar...

Continua...

Notas finais
Ihhhh caramba! Ferrou né gente! Sasuke tem seus problemas, acha que tudo o rodeia, mas vai aprender que não é bem assim a verdade! Esse capítulo não teve muito Sasuke e Sarada, foi mais SasuSaku! Agora um leve spoiler do próximo... (sonoplastia dos tambores ao fundo) O próximo capítulo se chamará "Como chamar uma Haruno para sair" Hahahaha Admito, só esse título já dá pra ter uma ideia do que vai acontecer e digo que vai ser bem diferente hahahah ainda mais com essa situação toda! E aí o que vocês acham vai acontecer no próximo? O que acharam desse capítulo? hehehe Comentem! Comentem! Comentem! Please! Beijokas gente! Até a próxima postagem ou até os comentários ou até outra fic! Kissus Kissus...