Notas iniciais
Oieee! Primeira fic, relevem, please. Capa feita pela maravilhosa, cheirosa e gostosa Julie Kress. Calma galera, ela namora, infelizmente. (Julie, é brincadeira, visse? Não deixe seu boy vir atrás de mim pra me esfolar kkkkkk) É isso, boa leitura!

POV's Geral


A Sra. Puckett vai tranquilamente ao quarto da sua filha. Sra. Puckett a ama incondicionalmente, e desde seu nascimento, nunca cansou de admirar a beleza de seu pequeno anjinho.


Ao chegar até a porta, ela abre devagar e cuidadosamente, tentando não acordar a menina, e se aproxima do berço de sua filha. Sra. Puckett se assusta ao perceber que há algo muito errado.


Sua filha não está no berço.


- Lian! Lian! — Ela corre desesperadamente até o quarto que divide com o marido, tendo a mínima esperança de que a filha possa estar com ele. Seu marido se assusta ao ver a esposa romper pela porta do quarto tão depressa. — Lian, a Sam tá com você?


Seu marido tem o semblante confuso, porém preocupado devido ao desespero de sua esposa.


- Não, Pam. Ela não está no berço?


- Não! Não está! Como pode? — Pam já se desesperara ainda mais.


- Calma, amor. E se ela aprendeu a descer do berço?


- Ela não sabe abrir a porta, não alcança a maçaneta, Sam só tem dois anos!


- Vai que você não fechou direito? Vamos procurá-la pela casa, vem!


Lian e Pam então foram procurar a filha pela mansão, tendo a esperança de encontrá-la aprontando uma das suas pela casa, como sempre fazia.


...


- Não! A minha filha! A minha filhinha linda... — Pam chorava inconsolável.


- Calma, meu amor, nós vamos encontrá-la! — Lian também tinha lágrimas em sua face, mas tentava se manter mais calmo, pela sua esposa.


- Levaram a minha Sam! A minha neném! Eu quero minha filha de volta! — Seu corpo sacudia em soluços.


- Nós vamos ligar pra polícia! Isso não vai ficar assim! — Lian disse, determinado.


POV's Roger Carson


Ouço duas batidas na porta.


- Entre.


Um dos meus homens aparece, e entra em meu escritório.


- E então? Pegaram a menina? — Perguntei.


- Sim, senhor. — Ele diz, e logo um dos seus colegas aparece com uma criança loirinha nos braços.


- Que maravilha! E as câmeras? Conseguiram dar um jeito nelas? — Arqueei uma das sobrancelhas.


- Sim, senhor. As câmeras estavam desativadas durante o sequestro.


- Ótimo. Deixem-me ver a menina. — Levantei da cadeira, e caminhei em direção ao homem com a menina adormecida nos braços.


A menina era realmente linda. A segurei com cautela, não queria que ela acordasse. Os cachos dourados, a pele alva delicada, as bochechas coradas, as mãozinhas pequenas e macias, o corpinho quente... A menina era simplesmente perfeita.


Uma pena que isso não possa salvá-la.


- Levem a menina para a sala secreta. — Ordenei.


Um deles tomou a menina dos meus braços, que se mexeu um pouco, choramingou, mas não acordou. Eles a levaram do meu escritório.


É, parece que é aqui que essa história começa.