Procura-se: Samantha Puckett
1 1° - Prólogo
Notas iniciais
POV's Geral
A Sra. Puckett vai tranquilamente ao quarto da sua filha. Sra. Puckett a ama incondicionalmente, e desde seu nascimento, nunca cansou de admirar a beleza de seu pequeno anjinho.
Ao chegar até a porta, ela abre devagar e cuidadosamente, tentando não acordar a menina, e se aproxima do berço de sua filha. Sra. Puckett se assusta ao perceber que há algo muito errado.
Sua filha não está no berço.
- Lian! Lian! — Ela corre desesperadamente até o quarto que divide com o marido, tendo a mínima esperança de que a filha possa estar com ele. Seu marido se assusta ao ver a esposa romper pela porta do quarto tão depressa. — Lian, a Sam tá com você?
Seu marido tem o semblante confuso, porém preocupado devido ao desespero de sua esposa.
- Não, Pam. Ela não está no berço?
- Não! Não está! Como pode? — Pam já se desesperara ainda mais.
- Calma, amor. E se ela aprendeu a descer do berço?
- Ela não sabe abrir a porta, não alcança a maçaneta, Sam só tem dois anos!
- Vai que você não fechou direito? Vamos procurá-la pela casa, vem!
Lian e Pam então foram procurar a filha pela mansão, tendo a esperança de encontrá-la aprontando uma das suas pela casa, como sempre fazia.
...
- Não! A minha filha! A minha filhinha linda... — Pam chorava inconsolável.
- Calma, meu amor, nós vamos encontrá-la! — Lian também tinha lágrimas em sua face, mas tentava se manter mais calmo, pela sua esposa.
- Levaram a minha Sam! A minha neném! Eu quero minha filha de volta! — Seu corpo sacudia em soluços.
- Nós vamos ligar pra polícia! Isso não vai ficar assim! — Lian disse, determinado.
POV's Roger Carson
Ouço duas batidas na porta.
- Entre.
Um dos meus homens aparece, e entra em meu escritório.
- E então? Pegaram a menina? — Perguntei.
- Sim, senhor. — Ele diz, e logo um dos seus colegas aparece com uma criança loirinha nos braços.
- Que maravilha! E as câmeras? Conseguiram dar um jeito nelas? — Arqueei uma das sobrancelhas.
- Sim, senhor. As câmeras estavam desativadas durante o sequestro.
- Ótimo. Deixem-me ver a menina. — Levantei da cadeira, e caminhei em direção ao homem com a menina adormecida nos braços.
A menina era realmente linda. A segurei com cautela, não queria que ela acordasse. Os cachos dourados, a pele alva delicada, as bochechas coradas, as mãozinhas pequenas e macias, o corpinho quente... A menina era simplesmente perfeita.
Uma pena que isso não possa salvá-la.
- Levem a menina para a sala secreta. — Ordenei.
Um deles tomou a menina dos meus braços, que se mexeu um pouco, choramingou, mas não acordou. Eles a levaram do meu escritório.
É, parece que é aqui que essa história começa.
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