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11 Menina ou Menino? - capítulo 10


Notas iniciais
Genteee, desculpa pela demora, mas eu tinha perdido meu notebook no meu quarto .-. e todos os capítulos da história estão nele, massssss Como minha mãe resolveu fazer aquela limpa, acabamos de achar, so Enjoy :*

Ele estacionou o carro e abriu a porta para ela. Depois, fez a volta e tomou um caminho completamente diferente do que fariam para voltar para casa. Ela não disse nada, mas também não entendia nada. Quando puxou o ar e abriu a boca para falar, ele explicou:

– Nós vamos à obstetra. – ele murmurou – Estou curioso quanto ao sexo do nosso bebê.

E ela revirou os olhos, rindo. Ele a acompanhou. Por mais que estivessem curiosos com o sexo do bebê e completamente excitados para contar a Alex, não contariam ao menino. Queriam que ele soubesse quando o bebê nascesse.

Desta vez, o percurso demorou mais algum tempo, porque ele não ia tão rápido quanto havia ido anteriormente. Talvez pelo estado avançado da gestação. Ela olhou pela janela, observando a paisagem praiana dos Hamptons. Mal podiam esperar para ouvir o coraçãozinho de seu bebê batendo novamente. Mal podiam esperar para ver seu bebê já formado, mal podiam esperar para ver se era menino ou menina.

Quando chegaram, ele a ajudou a sair do carro. Seus pés se confundiam e ela precisava da ajuda do esposo para caminhar, o que ela não gostava muito, pois a fazia sentir-se dependente, e ela nunca foi dependente.

Caminharam juntos até a clínica, de braços dados. A porta se abriu instantaneamente e a recepcionista lançou um sorriso malicioso a ele, enquanto ela revirava os olhos e soltava seus braços, sentando-se nos pufes. Ele a seguiu, sentando-se ao lado dela, acariciando a barriga.

Logo Elizabeth apareceu do lado de fora, os olhos esbugalhados e o queixo caído. Caminhou lentamente até o casal, acariciando a barriga enorme da policial.

– Querida, há quanto tempo não nos vemos? – ela perguntou, assustada – Já está com quanto tempo?

– Cinco meses, Liz. – ela sorriu, olhando para as mãos da médica em sua barriga.

Rick se levantou, ajudando a esposa a se levantar, e então disse a medica que queria que ela fizesse um exame para determinar o sexo do bebê. Elizabeth olhou para a policial, perguntando se era o que ela queria, e ela assentiu rapidamente.

Antes que fossem para o consultório, Elizabeth a pediu para colocar o pijama médico, e ela o fez, com certa dificuldade pelo tamanho da barriga. Rick ficou de prontidão no consultório, sentado ao lado da máquina, já em seu próprio pijama hospitalar e toca.

Quando ela apareceu na sala, o pijama estava bem acima do joelho e pouco abaixo da intimidade, por isso, Rick levantou-se rapidamente, ajudando-a a caminhar e fazer com que o pijama não subisse.

Deitando-a, ele sentou ao lado dela, apertando sua mão novamente. A sensação gelada a invadiu novamente, quando a médica pôs o gel em sua barriga, espalhando-o com o instrumento. Eles se olharam, voltando os olhos para o monitor, onde o corpo de seu bebê aparecia, e o som de seu coraçãozinho ecoava.

– Vejam aqui: — pediu a médica – Aqui está a genitália do seu bebê.

Rick apertou os olhos, tentando enxergar e distinguir a genitália do filho. Mas não conseguiu, assim como Kate, e, por isso, os dois olharam para Elizabeth, pedindo-os que lhes dissesse qual era o sexo do bebê.

Mas a médica não lhes disse nada. Apenas continuou passando o gel ali, observando o corpinho do bebê, que até onde ela via, não havia nada de errado. O coraçãozinho batia em sincronia com o da mãe.

Ele sorriu para ela, apertando a mão dela novamente, depositando um beijo em sua testa enquanto ela sorria amplamente. E foi aí que a médica lhes ofereceu outro tipo de ultrassonografia:

– Existe a possibilidade de fazermos uma ultra em 3D, se preferirem ver os contornos do seu bebê. – ela sorriu – Também poderão determinar o sexo dele sozinhos.

Antes que ela pudesse falar que queria, Rick assentiu rapidamente, sorrindo amplamente. Elizabeth assentiu, entregando-a algumas folhas de papel para que ela se limpasse antes de mudarem de equipamento. Rick a limpou lentamente, enquanto Elizabeth procurava o equipamento na sala ao lado.

– Eu vi o que aconteceu na recepção. – ela murmurou.

Ele levantou os olhos para ela, sorrindo timidamente. Ela sabia que ele sabia, ela sabia que ele tinha percebido, mas que não disse nada para ela porque achava que ela não tinha percebido.

– Então você viu a mulher me cantando. – ele riu – Mas também viu que eu não fiz o mesmo.

Ela apenas assentiu, sorrindo para ele enquanto ele terminava de retirar o gel da barriga, já redonda. Quando terminou, ele amassou o papel, já molhado e rasgado, jogando-o na lixeira do banheiro – do lado de fora.

Logo Elizabeth chegou com o equipamento enorme, mostrando-o ao casal, explicando-lhes o que fazia. Kate apenas assentia, apertando a mão do esposo, completamente extasiada e contente por ver o rostinho do bebê antes mesmo do nascimento. A doutora passou o gel novamente, e a sensação gelada tomou conta da policial, que sorriu nervosa.

– Prontos? – perguntou ela, olhando para o casal.

Os dois se entreolharam, assentindo com a cabeça. Elizabeth retomou os movimentos circulares no gel, tentando achar o bebê. Rick mantinha seus olhos fixos na tela, assim como Kate, e ambos sorriam amplamente.

E foi quando o rostinho amassado apareceu no monitor, e as lágrimas dele não puderam ser contidas. Kate gaguejou, pondo uma mão na frente da boca, sorrindo e sussurrando palavras indecifráveis. Até a médica sorriu, descendo um pouco o aparelho, mostrando a genitália da criança. Uma menina.

Ela sorriu, assentindo com a cabeça, enquanto as lágrimas do marido deixavam de existir nos lábios dele, inclinados num sorriso enorme.

°°

Já vestida, ela se encaminhava para a sala da médica, que lhes daria uma receita médica e uma receita diária para a nutrição do bebê. Richard queria ligar para todos, avisando-lhes que teria uma menininha. De novo. Mas não o fez. Achava que Alex tinha direito de saber primeiro. Ele e Alexis, já que a irmãzinha ia ser deles. E, depois, ligaria para Jim e Martha.

Quando a porta se abriu, revelando-a, ele se levantou e puxou a cadeira para ela se sentar, e ela o agradeceu com um aperto na mão, enquanto a médica lhes entregava os papéis e dizia que o parto deveria acontecer dentro de três meses, porque o crescimento do bebê já estava avançado para cinco.

Kate perguntou se haveria algum problema se o bebê nascesse prematuro, mas a médica negou com a cabeça, sorrindo para o casal. Apenas lhes disse que haveria possibilidades de a bebê nascer com sete meses e meio, ao invés de oito, e que isso, sim, seria ruim, e por isso, teria que ficar numa central especializada do hospital, mas que esperava que não fosse este o caso.

Depois, o casal agradeceu, e Castle ajudou-a a se levantar, deixando-a sair na frente, para que pudesse ampará-la. Mas antes que pudesse sair, Elizabeth o cutucou, e pediu a Kate que esperasse um momento, pois queria falar em particular com ele. Apesar de suas dúvidas, Kate assentiu.

Ele fechou a porta, olhando para a médica com alguns traços de dúvida, assim como a esposa, ao deixá-los sozinhos. Elizabeth pediu-o para se sentar, pois havia algo muito sério com o que falar com ele.

– Então, Sr. Castle... – ela começou.

Notas finais
Oukei, o que aconteceu? Será que tem algum problema com a neném? Será que ela está saudável, ou será que tem algum problema sério? See ya :*