Princess Of China

13 MEU CORAÇÃO ESTÁ EM SUAS MÃOS


Notas iniciais
Naruto não me pertence... E tudo indica que vai dar NaruHina no mangá!!! Assim espero... atenda os meus pedidos senhor Masashi Kishimoto, please!!!

Sakura estava tensa com o que estava ocorrendo naquele momento. As mãos que se mantinham firmes e frias sobre o colo foram tocadas pelas mãos fortes e calejadas do rapaz. Sakura estremeceu com o toque de Sasuke e o rapaz apenas sorria entre os suaves beijos que dava nos lábios da moça. Uma das mãos dele desprendeu-se das mãos feminina que ainda segurava e, apenas com a ponta dos dedos, ele percorreu o caminho que começava no umbigo, passava pelo vale entre os seios e subia pelo pescoço alvo, tocou o queixo delicado e segurou com firmeza a nuca da jovem. Sakura sentiu cada momento daquele toque provocante e um calor que jamais sentira antes pareceu incendiar seu coração, que agora batia depressa demais. A respiração dele estava morna, os lábios doces e ávidos por ela. Porém...

– Não... Não... Ren... — começou, a voz bem mais baixa como um sussurro – Será melhor a gente...

Não terminou de falar. Foi obrigada a calar-se quando a boca masculina tocou suavemente o seu lábio inferior. A mão que estava em sua nuca agora se enroscava em seus cabelos fazendo a jovem ronronar.

– Não... Eu preciso beijá-la... sentí-la... Já falei que perco a razão perto de você...

E voltou a beijá-la. A mão dele, que estivera segurando as mãos da rosada foi até a cintura com um aperto súbito, unindo seus corpos bruscamente.

O resto da sanidade de Sakura foi varrida, quando, sem querer, soltara um gemido, entreabrira os lábios e levou suas mãos para o pescoço do rapaz. De repente tudo ficou quente, escaldante e a proximidade dos corpos era quase intolerável, mas ela não o deixaria se afastar... a mão dele subiu pelas curvas delicadas e, sem pudor algum, tocou-lhe um dos seios.

– Atrevido — disse Sakura interrompendo o beijo, mas ainda com um sorriso debochado — Eles se olharam, ofegantes, mergulhando um nos olhos do outro, então, devagar, ele se aproximou e voltou a beijá-la, com carinho, com doçura, recomeçando tudo outra vez.

– Ren...

Os lábios que antes estavam nos lábios da moça agora estavam em seu pescoço alvo e delicado. Porém, sem pudor algum, Sasuke desceu as mãos pelas costas de Sakura até alcançar o bumbum, as coxas, sempre a pressionando contra o seu corpo.

– REN! — Exclamou Sakura ao sentir a excitação do rapaz

– Hm?

– Já está muito tarde... tenho que voltar para a ala imperial.

– Fica mais um pouco... por favor...

– Ren... Veremos-nos amanhã... Preciso voltar.

– Eu a acompanharei até a ala oeste.

– Não. Acompanhe-me até o lago e eu seguirei sozinha.

Ambos caminhavam em passos lentos apreciando a presença um do outro. Em algum momento Sasuke tomou a mão de Sakura na sua a jovem não só não repeliu como apertou em reposta ao gesto e o presenteou com um lindo sorriso.

Seguiram até o lago quando Sakura parou e se voltou para Ren(Sasuke).

– Bom... Agora eu seguirei sozinha... Boa noite Ren.

Sasuke levou a mão, que ainda estava entrelaçada a sua, aos lábios e depositou um beijo.

– Boa noite minha flor — Sasuke depositou um rápido beijo nos lábios da rosada e a viu partir, quando a perdeu de vista retornou para os seus aposentos.

***

Já era de madrugada quando a comitiva imperial já se aproximava da província de Whang. O imperador voltou-se para seu filho.

– Sasori. Até agora não ocorreu nada fora da normalidade... Essa informação procede?

– Majestade... Eu sei o que recebi... era um aviso de que a província estava sendo atacada. Talvez, quando chegarmos, já não tenha mais nada, apenas vestígios do ataque.

– Hm.

Continuaram até avistar a entrada e foram recebidos pelos guardas que protegiam a província. Logo o representante responsável por Whang, um senhor de idade chamado Jun, surgiu e os levou até a residência do mesmo.

A residência de Jun não era tão luxuosa ou deslumbrante como a residência da família imperial, mas se tratando de uma espécie de governador, a moradia apresentava certo requinte.

Os soldados que acompanhavam o imperador permaneceram no pátio da casa enquanto o imperador e Sasori seguiram por um amplo jardim e depois atravessaram alguns corredores até chegarem ao escritório do senhor Jun.

– Majestade... Alteza — o representante da província se curvou em reverência a família imperial — Aqui está o relatório dos últimos convocados para integrarem o exército chinês... e também alguns sobre questões administrativas pertinentes a província.

– Claro – o imperador analisava os documentos e passava os documentos já olhados para o filho. — Jun?

– Sim Majestade?

– Ocorreu alguma invasão ou ataque durante esses dias a província?

– Apenas alguns ladrões que tentaram roubar alguns moradores, mas nada que não tenha sido resolvido pelos soldados da província... Aconteceu alguma coisa? — indagou Jun sobre o questionamento do imperador.

– Nada que tenha que se preocupar Jun, apenas alguns BOATOS — o imperador disse de maneira séria e voltou-se para o filho.

Sasori apenas abaixou a cabeça diante do comentário do pai, mas nada fora percebido por Jun.

– Vossa majestade deseja descansar? Acredito que a viagem tenha sido cansativa.

– Desejo sim. Amanhã analisarei esses documentos mais detalhadamente e assim que terminar retornarei para o palácio.

– Como desejar... — Guiou o imperador e seu filho para fora do escritório — Por favor, me acompanhem.

E assim o imperador, seu filho e a comitiva foram alojados na residência do velho responsável por Whang para pernoitar e retornar o mais rápido possível para a Cidade Proibida.

***

Durante o decorrer do dia Sasuke e Sakura não se falaram, mas as trocas de olhares e sorrisos sutis, em momentos que não havia mais ninguém, eram constantes.

– Ren? – Chamou o general Shang.

– General Shang — disse Sasuke batendo continência.

– A imperatriz solicitou a sua presença na estufa imperial. Ela pediu que selasse um dos cavalos e fosse até lá.

– Sim Senhor. Já estou a caminho.

Sasuke caminhou até o estábulo e montou em um dos garanhões, seguiu até a estufa e encontrou a imperatriz junto com alguns jovens e parecia ministrar uma “aula” sobre aquelas plantas. Sasuke já sabia que a responsável pelos unguentos e medicamentos era a imperatriz, assim como preparar aqueles que tinham habilidades de cura. Sayuri logo o avistou e acenou para que o jovem se aproximasse.

– Ren. Leve esses unguentos para a entrada principal da Cidade Proibida — dizia entregando vários potes com as misturas – Chegaram alguns feridos e eles precisarão desses remédios imediatamente.

– Sim majestade.

Quando Sakura escutou a mãe mencionar o nome do jovem guerreiro, seu coração disparou e o procurou escondida por entre as ervas maiores. O viu reverenciar a sua mãe e montar no belo cavalo até se distanciar da estufa.

O som dos galopes do cavalo parecia com as batidas ritmadas de seu coração. Ainda em devaneio não percebera que sua mãe a chamava a algum tempo.

– Sakura?... Sakura?... Camomila.

– Hm?

– Retire algumas flores de camomila... Sakura? Está me ouvindo.

– Camomila... sim – e fez o que sua mãe solicitou.

O final do dia fora um pouco agitado com a presença de pacientes na entrada da Cidade Proibida. Sayuri, Sakura e outros que possuíam habilidades na arte da cura trabalharam muito para atendê-los.

As horas passavam e de repente relâmpagos e trovões surgiram no céu chinês. Sakura e sua mãe já se encontravam dentro do palácio enquanto a chuva ainda caia torrencialmente do lado de fora.

Sasuke após auxiliar no atendimento aos feridos fora liberado para retornara aos seus aposentos. Enquanto caminhava relembrava da rosada cuidando dos feridos, preparando os remédios, tudo com a maior atenção e precisão. Mesmo com os cabelos cobertos por um capuz e misturada em meio a feridos e tantas outras pessoas, Sasuke a encontrou e a fitou intensamente maravilhado com a mesma. Ela realmente era boa no que fazia e sabia muito sobre aquele assunto e cada vez mais se encantava com a jovem.

Foco Sasuke... Foco... A missão... Lembre-se da missão...

A dona das longas madeixas rosa não saia da cabeça do rapaz. Quando chegou a habitação tomou um banho e apenas com uma calça escura de linho seguiu até a sala e ficou observando pela janela a chuva cair.

Será que ela virá hoje?

– Estou me tornando um tolo...

Já era tarde quando Sakura percebeu que todos já estavam dormindo e da mesma forma como no dia anterior seguiu para a ala leste. A chuva ainda não cessara e com uma capa tentava se proteger das gotas geladas que caiam sobre si.

Sasuke estava divagando em pensamentos quando avistou uma sombra se aproximar. Focalizou o olhar e avistou a jovem correr em sua direção.

– Garota tola. Não precisava ter vindo até aqui nessa chuva — falou Sasuke da janela.

– Nós não combinamos sobre o treinamento? – Sakura já estava na porta quando Sasuke, portando uma toalha em uma das mãos, a abriu e começou a retirar a capa molhada da rosada.

– Você poderá se resfriar. Não precisava mesmo... eu entenderia. — Depois de depositar a capa em um canto da pequena sala, Sasuke secava delicadamente com a toalha o rosto de Sakura e os braços. O rapaz observava as feições coradas da jovem , os lábios rosados e convidativos, o colo claro e macio... Aquela roupa não era de treinamento... ou era? Parecia um vestido longo e delicado, assim como a moça.

Corada com a atitude do rapaz, Sakura o fitou intensamente.

– Eu não vim só para treinar... na verdade...

– Na verdade?

– Eu vim... Eu vim ver você.

Sasuke largou a toalha no chão e fitou as esmeraldas que cintilavam.

– Eu não sei quando aconteceu... eu só sei que não consigo tirar você da minha cabeça. — disse Sakura.

O mundo pareceu parar naquele instante para ambos. Sakura sentiu os braços dele em volta de sua cintura. Sentiu ele puxá-la para mais perto. Também sentiu o calor que emanava do corpo do jovem rapaz. Instintivamente, ela passou os braços em volta do pescoço dele e aprofundou o beijo. Ouviu um gemido abafado vindo do jovem guerreiro. Sakura passou então as mãos delicadas pelos cabelos negros e macios do rapaz. Aquilo tudo era tão bom.

Com passos lentos Sasuke a levou até a beira do sofá para então dizer:

– Você também não sai da minha — levou uma das mãos da jovem até seu peito – Sente? Ele está acelerado dessa forma por sua causa.

Sakura seguiu com o olhar o gesto de Sasuke e fitou sua mão pequenina em meio as grandes e fortes de Sasuke. Sasuke possuía a pele clara também, mas a de Sakura era mais clara e o contraste se via na sua mão espalmada no peito do rapaz. Sorrindo Sakura tomou os lábios de Sasuke mais uma vez enquanto o rapaz gentilmente a empurrava para o sofá.

– Eu amo você – Sakura sussurrou enquanto apreciava as carícias de Sasuke.

Sasuke parou e fitou Sakura ofegante diante de si, com o vestido entreaberto relevando o vale entre os seios, os lábios inchados e com um doce sorriso.

– Eu também amo você — disse Sasuke acariciando a face corada da jovem para logo em seguida selar mais uma vez seus lábios nos dela.



Once upon a time, we fell apart



Era uma vez, nós nos apaixonamos

You holding in your hands the two halves of my heart

Você segurando em sua mão as duas metades do meu coração



Notas finais
Olá mina!!!
Mais um capítulo fresquinho para vcs!!! Agora eu irei começar a postar alguns versos da música.
Espero que gostem e já vou adiantando... A invasão ao palácio será no próximo capítulo.
Ja ne!!