Princess Of China

14 A INVASÃO AO PALÁCIO


Notas iniciais
Naruto não me pertence, muito menos a canção Princess of China, mas bem que eu queria...
OLá Minna!!!
Já consegui terminar a minha monografia, mas ainda faltam algumas coisas como revisar, a minha orientadora ler ... rsrs
Problemas acadêmicos a parte, fui descansar a mente escrevendo mais um capítulo.
Voltei para a alegria daqueles que queriam a invasão ao palácio... bom... essa é só a primeira parte... rsrs
Espero que gostem e desconsiderem algum erro de português, até pq fiz na empolgação de atualizar logo.
Contemplem!!!

Em meio a chuva forte, Ryu e seus homens já se encontravam nos fundos da ala leste, até que avistam um dos subordinados de Sai encostado ao grande muro.

– Aqui está a entrada de vocês. Mestre Sai me encarregou de inseri-los no palácio.

Depois de revirada algumas pedras que ocultavam uma passagem secreta, Ryu e seus homens adentraram a Cidade Proibida.

– Não baixem a guarda. Aqui a vigilância é mínima, mas cada vez mais próximo da ala imperial, mais soldados surgirão.

– Sim senhor- e espreitando pelas sombras o grupo foi penetrando pelo território.

Não muito longe de onde os homens de Ryu estavam um casal permanecia trocando beijos. A chuva que caia lá fora ia se tornando mais forte.

– Isso é uma loucura... Loucura – dizia Sakura contra o peito desnudo do rapaz. Ele suspirou e puxou-a para seus braços, enterrando os lábios em seus cabelos.

– Já ouvi isso antes – sorriu entre os fios rosados. O vento da noite chuvosa adentrou o cômodo do rapaz e apagou a lamparina que iluminava o ambiente. O som do objeto caindo ao chão assustou o jovem casal.

- Não vejo nada por causa da escuridão — Sakura ao falar tremeu ao sentir mais uma vez o vento em seu corpo.

- Já volto — Sasuke foi até um móvel, pegou outra lamparina, a acendeu e a colocou em cima da mesa. Olhou para a rosada que tremia de frio e observou a tempestade.

– Essa chuva não acabará tão cedo – Sasuke dizia sorrindo — Venha minha flor, a noite está fria e você poderá se adoentar... – Sasuke a conduzia para uma espécie de sofá.

– Encontrarei algo para você se aquecer e depois a acompanharei até a ala oeste.

– Não precisa Ren. Estou bem.

Sasuke entrou em seu quarto a fim de buscar uma manta para Sakura, porém pela janela avistou uma movimentação do lado de fora. Abaixou-se e ficou a observar a paisagem até que depois de uma relampejada vê um metal reluzir.

Aquilo era uma espada?

Pensou o Uchiha e rapidamente retorna para perto de Sakura.

– Flor – Sasuke a chamou sussurrando – Não se mexa!

– O que houve?

– Vi algo lá fora.

– Pode ser algum animal se protegendo da chuva.

– Venha – Sasuke a puxou até seu quarto.

– O que você pensa que está fazendo? — Sasuke a empurrou para dentro do cômodo.

– Por que me trouxe para seu quarto, hein? Me diga!... Seu... Seu... – Sakura indagava transtornada com a atitude do jovem soldado. Enquanto isso Sasuke acendia uma vela e voltava-se para a rosada.

– Fique calada! Eu... Eu realmente vi alguma coisa lá fora... – enquanto vasculhava algo em um baú, Sakura tentou observar pela janela o que acontecia lá fora.

– Eu não vejo nada além da chuva.

– Tome isso – Sasuke jogou para ela uma capa negra, enquanto vestia uma parecida.

– Ren! O que está fazendo? — Sakura observava Sasuke se armar de pequenas adagas, algumas armas e passar algumas para ela.

– Pode ser um salteador que teve a audácia de entrar na Cidade Proibida – o olhar incisivo a fez não questionar mais e acreditar em sua palavra. Porém ao olhar mais uma vez para a janela pensou ter visto um homem alto correr por entre as árvores. Mudou de posição para que não fosse vista dentro daquele cômodo. Voltou-se para Sasuke então:

– Venha Ren, se for mesmo um intruso, devemos tomar outro caminho para a ala oeste. — Sasuke tomou a mão estendida da rosada e a seguiu para dentro da ala que o rapaz estava acomodado.

– Para onde está me levando?

– Há uma passagem secreta que dá para uma passagem subterrânea por aqui.

– Como?

Há tantas passagens secretas dentro dessa cidade... Será útil descobrir... Sasuke pensava.


Enquanto o casal saia da ala leste pelas passagens subterrâneas, Ryu e esses homens já estavam perto da entrada para a ala imperial.

– Soldados! – Um dos capangas de Ryu anunciou.

– Escondam-se – ordenou Ryu.

O jovem soldado passou perto de Ryu e não viu o golpe certeiro que recebeu na cabeça. Desfalecendo aos pés do homem foi carregado até um canto.

– Tire as roupas dele e mate-o depois.

Ryu observava seus homens tirarem o uniforme do soldado e o prender a uma árvore.

– Aqui senhor. – disse um de seus capangas estendendo a roupa para seu superior.

– Parece que esse idiota tem o mesmo tamanho que eu – disse com um sorriso cruel

***

O General Shang estava no salão principal quando um de seus subordinados se aproximou.

– General, não estou localizando o Nui. Já tem um tempo que ele desapareceu.

– Ling, acompanhe-o e tentem localizar Nui.

– Sim senhor – E ambos os soldados iniciaram a busca.

Ao observar seus soldados sumirem na escuridão, eis que naquele momento um soldado surgiu no campo de visão do General. Pela estatura pensou se tratar de Nui, mas aquele não parecia ser o tal soldado. Ryu entrou no salão principal.

– Identifique-se soldado — O general disse para ele, mas o rapaz não disse uma palavra.

Passo a passo o soldado se aproximava do general até que ao se ver frente a frente com um rosto que não lhe era familiar, Shang não podia acreditar nos próprios olhos.

– O que um mongol está fazendo dentro da Cidade Proibida.

– Adivinha general – Ryu atingiu com um punhal o abdômen de Shang o ferindo. O agarrou pelo braço enquanto encostava o pu­nhal na garganta do general.

– Meus soldados logo chegarão até aqui e você estará morto – dizia o general segurando o ferimento que manchava de sangue seu uniforme.

– Que soldados? Aqueles ali? – Ryu apontou para seus capangas e o general arregalou seus olhos. No chão jaziam seis de seus soldados desfalecidos em posições estranhas.

– Eles estão...?

– Mortos general...

Ao longe Shang avistou alguns soldados chineses que se aproximavam correndo e os reconheceu como seus subordinados.

– Você morrerá agora, mongol desgraçado.

– Antes de morrer general tenho uma surpresinha para o senhor.

O general não esperava o que veio a seguir. Os soldados que se aproximavam sorriam cruelmente e cumprimentaram o tal mongol.

– Já eliminamos os soldados que rondavam o perímetro... agora só falta o general.

Como... como isso veio a ocorrer. O general observava aqueles que se infiltraram na Cidade Proibida

– Ele é apenas o peão, no momento certo o eliminaremos... Mas ainda precisamos dele, afinal como chegaremos até a imperatriz...

– Jamais revelarei... – antes de completar a frase, o general recebeu mais um golpe do punhal de Ryu. Tossindo sangue o general se curvou, mas Ryu ergueu sua cabeça pelos cabelos.

– Não se preocupe general. Eu o furarei até que mude de ideia... Sabe que não estou atingindo nenhum órgão vital, mas o farei sofrer bastante — Ryu dizia enquanto girava o punhal cravado no abdômen de Shang.

– Vamos — Ryu falou num tom baixo e cruel e alguns dos capangas dele o empurravam para dentro das dependências do palácio.

Shang inspirou fundo. Estava totalmente cativo e sabia que o mongol cumpriria a ameaça.

– Não tente fazer nada, general.

***

Enquanto isso Sasuke e Sakura corriam pelas passagens subterrâneas do palácio.

– Por aqui Ren. – Viraram uma esquina e avistaram uma porta de madeira. Estavam agora nos fundos da ala oeste até que avistam dois corpos estirados ao chão em meio a tempestade que assolava a cidade.

– Não... Não... — Sakura tentou se aproximar dos soldados, mas Sasuke a impediu.

– Quem fez isso ainda está por perto. Precisamos encontrar a imperatriz.

– Mas... Ren...

– Seremos alvos fáceis aqui. Tem mais alguma passagem secreta?

– Há uma entrada camuflada aqui nos fundos... ela dá para o porão e há várias passagens, como a que acabamos de passar. Há uma que passa pela biblioteca e dá para as dependências imperiais.

Tentando se ocultarem pelas sombras, Sakura guiou o rapaz pelas passagens.

A segurança do palácio falhara. Alguém conseguiu entrar e tentar algo contra a família imperial.

Parecia-lhe algo im­pensável para Sakura, contudo acontecera. A rosada passou a mão outra vez pela testa para limpar o suor.

***

– Vamos general... nós não temos a noite toda.

Ryu e seus capangas invadiam cada cômodo para encontrar a imperatriz e a tal princesa imperial.

– Já falei que não direi – depois de tanto ser torturado já era visível que a qualquer momento o general iria apagar de tanta dor.

– Temos que achá-las.

Achá-las... ele sabe da princesa.

Ryu o encaminhou até um longo corredor luxuoso. Shang reconheceu como sendo a ala dos aposentos imperiais, mas conseguiu não demonstrar para o mongol.

O aposento da princesa Sakura.

Entraram em um cômodo e Shang tentou impossibilitar e dificultar a entrada deles resistindo aos empurrões e golpes que recebia de seu algoz.

Ryu e seus homens reviravam o aposento, mas não encontraram nada nem ninguém ali.

Graças a Deus ela não está aqui. Será que ela está nos aposentos da imperatriz ou percebeu alguma movimentação suspeita.

***

Sayuri dormia profundamente quando o barulho de portas sendo abertas e passos apressados se tornavam cada vez mais audíveis. Levantou-se rapidamente, colocou um robe grosso para se proteger da noite fria e caminhou a passos silenciosos até a porta. Seu coração batia descompassado e sentia que algo não estava certo. Abriu vagarosamente a porta e tentou visualizar pela fresta o que acontecia. Avistou alguns homens armados e desconhecidos caminhando rápido e entrando em cada cômodo. Também avistou um homem aparentemente ferido e debilitado que lhe parecia familiar, mas devido a pouca iluminação e a posição que se encontrava não soube dizer quem era.

De repente aquele que sustentava o ferido olhou em sua direção e pareceu avistá-la.

– Naquele como... Entrem naquele cômodo, pois há alguém lá – Sayuri pôde ouvir a voz impetuosa do invasor. Correu de volta para o interior do quarto, pegou alguns objetos de uma gaveta e tentou fugir pela passagem secreta que havia dentro de seu quarto, porém tropeçou pelo nervosismo e caiu ao chão. Tentou alcançar as velas e a adaga que caíram no chão quando sentiu ser levantada pelos cabelos.

– Finalmente a encontrei Vossa Majestade. – Ryu a ergueu para logo a atirar em um canto qualquer daquele cômodo.

Sayuri acabou batendo com a cabeça na quina de um dos móveis de seu quarto causando um ferimento. Ryu a arrastou até o general.

– GENERAL SHANG!

– Perdoa-me majestade, mas falhei em protegê-la.

Ryu se aproximou da imperatriz e segurou seu queixo com brutalidade.

– Onde ela está?

– Ela quem? Perguntou a imperatriz temerosa.

– Sabe de quem estou falando. Onde está a sua filha, a princesa?

Ele não a encontrou... isso quer dizer que a minha filha tenha percebido alguma coisa e tenha fugido.

– Não sei de quem você está falando... eu apenas tenho um fi... – Ryu deu um tapa em seu rosto.

– Seu miserável — Shang tentou acertá-lo com um golpe, mas antes mesmo de tocar em seu oponente. Ryu sacou a sua espada e atravessou o corpo do general.

– Você não serve mais para nada... me diga majestade. ONDE ESTÁ A PRINCESA?

Sayuri ficou aterrorizada com a cena que acabou de presenciar. O sangue do general banhava o tapete alvo de seu quarto e o invasor ainda o observava com um sorriso débil.

– Eu... eu... eu não sei.

– Qual o quarto dela? FALE DE UMA VEZ OU VOSSA MAJESTADE SERÁ A PRÓXIMA.

– Em frente ao meu... acredito que vocês já o tenham invadido – A imperatriz dizia muito abalada.

– Então ela não estava lá. Venha! Ryu a arrastou pelo quarto.

– NÃO. SOCORRO! SOCORRO!

– Não adianta gritar, pois seus fiéis soldados estão todos mortos.

SOLDADOS... SOLDADOS... Será que Sakura se disfarçou de soldado chinês e estava entre os mortos. E Ren? Onde os dois estavam?

Sayuri chorava copiosamente com os seus pensamentos. Por onde o seu algoz passava via o caminho de sangue e vítimas.

– Me diga o motivo... Por que está fazendo isso?

– Pergunte a seu marido, apenas estou me vingando.

Notas finais
E agora? Será que Sakura e Sasuke chegarão a tempo? E o imperador e Sasori? E a imperatriz sairá viva dessa emboscada?
Respostas(ou não) no próximo capítulo
Espero por reviews!!!
Ja ne!!